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Assinale a opção correta no que se refere à assistência em saúde mental, de acordo com obras publicadas pelo Ministério da Saúde.
O transtorno mental pode ser consequência de infecções ou vasculopatias.
Inexistem registros de quadros psicóticos associados ao sistema endócrino.
Condições de gestação, como fatores emocionais, econômicos e sociais da mãe, ou consumo de determinadas substâncias podem impactar a saúde mental da pessoa que nasce, mas inexistem eventos de parto que possam afetar a mente do bebê.
Sentimentos de culpa ou desejos de suicídio sempre têm base emocional, nunca física ou biológica.
As causas de doenças ou transtornos mentais devem ser atribuídas a fatores genéticos, sempre que estes potencialmente existirem.
Segundo o Caderno de Atenção n°34 do Ministério da Saúde (2013), constitui como fator de proteção para saúde mental de crianças e adolescentes:
pais ou cuidadores com transtorno mental.
desenvolvimento físico apropriado à idade.
falta de senso de pertencimento.
temperamento difícil.
hipóxia ao nascimento.
A Atenção à Saúde Mental no Sistema Único de Saúde passou por importantes transformações a partir das diretrizes da Reforma Psiquiátrica e da formulação da Política Nacional de Saúde Mental. Essa política prevê a atuação em diferentes pontos de atenção da rede de serviços, entre eles a Atenção Básica, que assume papel crescente na identificação, no acolhimento e cuidado de pessoas em sofrimento psíquico, especialmente em contextos de vulnerabilidade.
Com base na Política Nacional de Saúde Mental e considerando as atribuições da enfermagem na Atenção Básica, qual conduta é tecnicamente adequada no cuidado à saúde mental?
Priorizar o uso precoce de psicofármacos nos quadros leves de sofrimento mental, a fim de controlar os sintomas e agilizar a resposta terapêutica.
Encaminhar diretamente os usuários com sofrimento psíquico para os serviços especializados, com o objetivo de evitar intervenções inadequadas pela equipe da Atenção Básica.
Manter o atendimento à saúde mental centralizado em profissionais especializados, evitando a atuação da enfermagem para que não haja interferência na condução do caso clínico.
Realizar o acompanhamento dos usuários em sofrimento psíquico no território, articulando o cuidado com outros serviços e considerando a complexidade social e clínica de cada caso.
No manejo e atendimento a uma situação de crise em saúde mental com risco de suicídio, são necessários alguns cuidados e uso de preceitos éticos. É coerente e correto zelar por uma boa assistência e também
iniciar a comunicação diretamente com o paciente, preferencialmente garantindo a privacidade e encorajando que ele se expresse e verbalize.
manter, durante o atendimento, as sirenes e luzes estroboscópicas acesas, para melhor sinalização da urgência requerida.
agilizar o ritmo da conversação para chegar ao desfecho do atendimento prontamente, demonstrando que pode agir rápido no socorro.
pedir ao paciente que forneça o máximo de detalhes da situação vivenciada, prometendo melhora a partir de comparações com outros momentos superados.
explorar outros assuntos diversos com a pessoa, enquanto prepara com a equipe, por meio de códigos, uma contenção física o mais brevemente possível.
Paciente em internação psiquiátrica manifesta discurso persecutório e recusa uso de psicotrópicos. Segundo a Política Nacional de Saúde Mental (MS, 2011) e os fundamentos da Reabilitação Psicossocial (Pitta, 2018), qual intervenção demonstra equilíbrio ético e técnico na conduta do profissional de enfermagem?
Substituir o fármaco prescrito por outro de ação ansiolítica leve para evitar resistência terapêutica e facilitar cooperação no tratamento.
Administrar a medicação sob contenção física temporária, priorizando o controle sintomático imediato em detrimento da vontade expressa do paciente.
Delegar a abordagem à equipe médica e suspender comunicação com o paciente até normalização do quadro psíquico agudo.
Realizar a administração medicamentosa disfarçada em alimentos, visando garantir adesão sem confronto direto ou desgaste interpessoal.
Manter diálogo terapêutico contínuo, respeitar a autonomia relativa do paciente e notificar a equipe sobre a recusa medicamentosa para reavaliação conjunta.
A terapia comunitária é uma prática com grande potencial terapêutico em saúde mental por fortalecer a relação dos sujeitos que a compõem, uma vez que o grupo comunitário oferece acolhimento e apoio ao enfrentamento dos problemas de seus membros, promovendo nestes um senso de pertencimento.
Certo
Errado
Sobre o manejo da crise em saúde mental, assinale a alternativa correta.
O método ACENA avalia o ambiente, os sujeitos e a segurança
Aproximar-se do paciente agressivo de forma rápida e realizar a contenção mecânica, mesmo que paciente tranquilo, a fim de evitar novos episódios agressivos e tempo excessivo na mediação
Definir dois ou mais mediadores para a comunicação
Iniciar a comunicação mantendo atenção apenas a linguagem verbal da equipe e de todos os envolvidos
A saúde é um conceito complexo que envolve diferentes dimensões que se inter-relacionam: biológicas, psicológicas e sociais. A promoção da saúde integral abrange a compreensão do funcionamento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e o domínio sobre os transtornos e cuidados voltados à saúde mental.
Sobre o atendimento e o cuidado com as pessoas em relação à saúde mental, avalie os procedimentos a seguir.
I. De acordo com o protocolo clínico e as diretrizes terapêuticas do Transtorno Afetivo Bipolar do tipo I (TAB), do Ministério da Saúde (2016), o TAB é um transtorno de humor e é uma doença crônica que compromete a qualidade de vida do paciente. Entre as intervenções psicossociais que fazem parte da reabilitação do paciente, o enfermeiro deve incluir no atendimento: a discussão dos sinais precoces de recaída, as medidas a serem tomadas nessa situação e o ensino de técnicas de controle do estresse.
II. Um paciente com Transtorno Esquizoafetivo está em tratamento medicamentoso com Risperidona, em doses de 3 mg, duas vezes ao dia. O frasco disponível na farmácia tem 30 mL com 1 mg/mL. Para o período de 30 dias, a enfermeira explicou ao paciente que ele precisará de seis frascos.
III. No atendimento ao paciente em sofrimento psíquico e a seu familiar, a enfermeira aplicou a Teoria das Relações Interpessoais de Hildegard Peplau, em suas quatro fases. Na segunda fase, que trata da identificação, ela selecionou a assistência profissional aplicada ao caso.
IV. De acordo com o Instrutivo Técnico da RAPS do SUS (2022), os leitos em hospitais especializados em psiquiatria (hospitais psiquiátricos) devem atender a crises e agudizações, em internações de curta permanência (inferior a 90 dias), excluindo-se as situações de urgência/emergência relativas ao consumo ou abstinência de álcool, crack e outras drogas, pois para tais situações os pacientes devem ser encaminhados para os leitos de Unidades de Referência Especializada em Hospital Geral.
Os procedimentos corretos são apenas
II, III e IV.
II e III.
I, II e III.
II e IV.
I, II e IV.
No cuidado em saúde mental, o uso consciente de estratégias de comunicação terapêutica é fundamental para favorecer o processo de recuperação e a reintegração social do paciente. Considerando essas premissas, assinale a alternativa INCORRETA.
A comunicação terapêutica deve levar em conta que os comportamentos do paciente são decorrentes de seu transtorno, e que ele pode ser modificado por meio da atitude profissional.
O objetivo do cuidado em saúde mental é estimular a transição do paciente da dependência para a interdependência e independência, promovendo o exercício pleno de seus direitos e deveres de cidadão.
É responsabilidade do profissional aprender a interpretar além das palavras, compreendendo as necessidades e o contexto de vida do paciente.
O cuidado em saúde mental deve ser promovido em um clima de respeito mútuo, valorizando a diversidade e as diferenças individuais.
Aspectos do contexto social e familiar do paciente podem ser considerados secundários inicialmente, desde que o plano terapêutico esteja bem estruturado clinicamente.
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em seu Artigo 4º, “é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.”
(Extraído da LEI Nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente).
Considerando a observância a esse direito, durante uma consulta de enfermagem a um adolescente de 14 anos na Atenção Primária à Saúde (APS), o enfermeiro detecta sinais de tristeza persistente, queda no desempenho na escola, afastamento do convívio social e relato de atritos familiares com frequência.
Na atuação do enfermeiro diante dessa situação, é adequado que:
Oriente o adolescente a buscar ajuda com familiares, evitando intervenções no ambiente da saúde para preservar a privacidade da família.
Encaminhe diretamente ao serviço de saúde mental sem aprofundar a escuta, priorizando a agilidade do atendimento especializado.
Proponha ações educativas gerais sobre saúde mental para grupos escolares, uma vez que abordagens individuais não são indicadas nesse tipo de situação.
Reconheça os sinais como possíveis indicadores de sofrimento psíquico, realize escuta acolhedora e articule com a rede de apoio intersetorial para encaminhamentos e ações compartilhadas.
O técnico de enfermagem tem papel fundamental na assistência à pessoa com transtorno mental, atuando com responsabilidade, empatia e respeito aos direitos humanos.
Com base nas boas práticas no cuidado à saúde mental, assinale a alternativa CORRETA:
Fonte: HUMEREZ, Dorisdaia Carvalho de (Org.). Diretrizes Nacionais de Atenção à Enfermagem em Saúde Mental. Brasília: Conselho Federal de Enfermagem, 2022. 440 p. ISBN 978-65-87031-09-5. Disponível em: https://biblioteca.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/ diretrizes-nacionais-enfermagem-saude-mental.pdf. Acesso em: 1 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental na Atenção Básica: Cadernos de Atenção Básica, nº 34. Brasília, 2008. Disponível em: https:// bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdf. Acesso em: 1 jul. 2025.
Deve priorizar a execução técnica e encaminhar o paciente para hospitais especializados, evitando envolvimento emocional.
Atua principalmente em ambientes especializados, prestando cuidados clínicos e assegurando a continuidade do tratamento hospitalar.
A transferência para hospitais especializados deve ser priorizada, restringindo o cuidado ao ambiente hospitalar.
A administração de medicamentos e a contenção física devem ser as principais ações do técnico, deixando o suporte emocional a outros profissionais.
Pacientes em crise psiquiátrica exigem monitoramento contínuo, com estratégias adaptadas à gravidade do caso e respeito aos seus direitos.
(PMBS/URCA 2025) Em relação a atuação do enfermeiro na gestão de unidades de saúde mental e/ou psiquiatria marque a opção ERRADA:
Para atuar em equipe de enfermagem em saúde mental e psiquiátrica o enfermeiro deverá, preferencialmente, ter pós-graduação em saúde mental, enfermagem psiquiátrica ou atenção psicossocial.
Dentre as práticas desenvolvidas nos CAPS, o enfermeiro realiza o Projeto Terapêutico Singular — PTS de forma individual.
Estabelecer o relacionamento terapêutico como base no processo de cuidar em saúde mental, fundamentado em teorias de enfermagem que subsidiam a interação com o usuário de forma sistemática e planejada.
Prestar apoio matricial às equipes de saúde e outras áreas, quanto ao acompanhamento e cuidado em saúde mental, álcool e outras drogas.
Desenvolver ações de treinamento operacional e de educação permanente, de modo a garantir a capacitação e atualização da equipe de enfermagem específicas da Saúde Mental.
Durante atendimento do SAMU a um jovem de 19 anos encontrado consciente, com cortes superficiais nos pulsos e histórico de episódios depressivos, a equipe identifica risco atual de morte, uma vez que há ideação suicida.
Considerando os protocolos de urgência em saúde mental e a atuação do enfermeiro, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta.
Deixar o paciente sob a responsabilidade da família após curativo local, com orientações para comparecimento posterior ao CAPS ou UBS.
Garantir a contenção física imediata do paciente, mesmo sem sinais de agitação, e realizar o transporte sem a presença de acompanhantes.
Avaliar risco suicida, assegurar acolhimento empático, envolver familiar de referência e organizar transporte para unidade com suporte em saúde mental.
Estimular o paciente a relatar os motivos do ato e registrar por escrito sua recusa ao atendimento para arquivamento em prontuário clínico.
Priorizar o atendimento físico da lesão, considerando que a estabilização clínica elimina a necessidade de cuidados de saúde mental imediatos.
A equipe do SAMU é acionada para atender um homem de 30 anos, com quadro de agitação intensa, comportamento desorganizado e discurso desconexo, que se recusa a permitir aproximação. Familiares relatam histórico de transtorno psicótico e não adesão ao tratamento.
Qual deve ser a conduta prioritária da equipe de enfermagem nesse caso, de acordo com os protocolos de atendimento pré-hospitalar em saúde mental?
Contatar imediatamente o serviço de urgência hospitalar psiquiátrica, manter distância segura da vítima e orientar os familiares a realizarem a contenção física.
Aproximar-se de forma direta e rápida, buscando conter verbalmente o paciente e persuadi-lo a entrar no veículo para ser conduzido ao hospital.
Utilizar abordagem verbal acolhedora e não confrontadora, garantir segurança do local e acionar apoio policial se houver risco à integridade.
Iniciar administração de benzodiazepínico por via intramuscular mesmo sem o consentimento do paciente, considerando a urgência do quadro clínico.
Isolar o paciente dos familiares, limitar as tentativas de diálogo e conduzir a abordagem com base na imposição da autoridade da equipe.
A saúde mental é um componente fundamental da atenção integral à saúde, e sua abordagem na atenção básica tem se fortalecido com a atuação da Estratégia Saúde da Família (ESF). A ESF tem um papel importante na identificação precoce, acompanhamento e promoção do bem‑estar mental da comunidade. Já os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são serviços especializados que oferecem atendimento intensivo, com foco na reabilitação psicossocial e inclusão social de pessoas com transtornos mentais graves e persistentes. A integração entre ESF e CAPS é essencial para garantir o cuidado contínuo e a melhoria da qualidade de vida dos usuários. Acerca do principal papel da ESF no cuidado em saúde mental em articulação com os CAPS, assinale a opção correta.
substituir totalmente o CAPS no atendimento a pacientes com transtornos mentais graves
realizar o acompanhamento comunitário, identificar precocemente sinais de sofrimento mental e encaminhar para o CAPS, quando necessário
oferecer tratamento medicamentoso especializado exclusivo para pacientes com transtornos mentais
realizar apenas atendimento emergencial em casos de crises psiquiátricas, encaminhando todos para hospitais psiquiátricos
focar somente em ações educativas, sem participação em acompanhamento clínico
O cuidado em saúde mental na Atenção Básica é um pilar da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e exige do enfermeiro habilidades de acolhimento e manejo das demandas. Sobre esta atuação, analise as afirmativas a seguir.
I.O Acolhimento à demanda espontânea em saúde mental na Unidade Básica de Saúde (UBS) é uma diretriz que visa garantir o acesso, avaliar o risco (suicídio, agressividade) e proporcionar uma escuta qualificada.
II.O Projeto Terapêutico Singular (PTS) é uma ferramenta de gestão do cuidado para casos complexos, construída de forma interdisciplinar com a equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) e com o paciente.
III.O enfermeiro, na consulta de enfermagem em saúde mental, deve focar exclusivamente nos sintomas psíquicos, evitando abordar questões sociais ou familiares para manter a objetividade do atendimento.
Está correto o que se afirma em:
I, II e III.
I e III apenas.
I e II apenas.
II e III apenas.
III apenas.
Segundo Stefanelli, Fukuda e Arantes (2008), é o estado de funcionamento harmônico que as pessoas desenvolvem e mantêm, para viver em sociedade, em constante interação com seus semelhantes e meio ambiente, valendo-se de sua capacidade de descobrir e potencializar suas aspirações e possibilidades, inclusive, de provocar mudanças, quando estas são necessárias face à diversidade do mundo em que vivem, sendo, porém, capazes de reconhecer suas limitações. De acordo com as autoras, o trecho refere-se ao(à):
Bem-estar social.
Capacidade intelectual.
Reintegração social.
Saúde laboral.
Saúde mental.
Em relação à prevenção secundária e terciária em saúde mental, analise a sentença abaixo:
A prevenção secundária refere-se à população saudável, incluindo promoção e manutenção da saúde e prevenção da doença com o objetivo de diminuir a suscetibilidade de pessoas, famílias e comunidades aos transtornos mentais, de modo a contribuir para tornar a todos mais capazes de enfrentar situações conflitantes ou estressantes. Envolve trabalho de detecção precoce e assistência imediata à pessoa em situação de crise ou com transtorno mental (1ª parte). A prevenção terciária envolve trabalho de detecção precoce e assistência imediata à pessoa em situação de crise ou com transtorno mental, abrangendo criação e manutenção de ambiente terapêutico nos diferentes serviços de saúde mental, oferecimento de assistência pós-alta para cliente e família, criação de serviços de interconsulta de enfermagem em saúde mental e psiquiátrica (2ª parte). Ambas as prevenções, secundária e terciária, buscam reintegração social e melhoria da qualidade de vida dos indivíduos afetados (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
Apenas a 1ª parte.
Apenas a 3ª parte.
Apenas a 1ª e a 2ª partes.
Apenas a 2ª e a 3ª partes.
Todas as partes.
A produção de saúde está intrinsecamente vinculada à promoção da saúde mental. Dessa forma, a oferta de cuidados em saúde deve considerar, de maneira integrada, as dimensões biológica, psíquica e social dos indivíduos. No caso de crianças e adolescentes que manifestam algum grau de sofrimento psíquico — como angústias, medos ou conflitos intensos —, é imprescindível reconhecer que intervenções em saúde se tornam limitadas quando desconsideram esses componentes emocionais e relacionais, que são centrais ao desenvolvimento e ao bem-estar. De acordo com esse contexto e os direitos previstos para atenção infantojuvenil na rede de atenção psicossocial, marque a alternativa CORRETA.
A Resolução nº 249, de 10 de julho de 2024, dispõe sobre a proibição do acolhimento de crianças e adolescentes em comunidades terapêuticas.
A Resolução nº 249, de 10 de julho de 2024, dispõe sobre a liberação do acolhimento de crianças e adolescentes em comunidades terapêuticas.
A atenção integral de crianças e adolescentes com necessidades de saúde mental deverá ser ofertada pelos serviços de emergência do município em que a criança e/ou o adolescente reside com os pais.
As comunidades terapêuticas, espaço que colabora com a Rede de Atenção Psicossocial, deverão acolher crianças e adolescentes apenas em casos de abuso de drogas e álcool.
A política de saúde mental infantojuvenil trabalha na sua integralidade com a clínica ampliada e com as comunidades terapêuticas.
A enfermagem em saúde mental envolve o cuidado integral da pessoa em sofrimento psíquico, com foco na escuta ativa, acolhimento e respeito à individualidade. O enfermeiro deve agir com empatia, evitando julgamentos e mantendo uma postura terapêutica que promova segurança e confiança. Durante uma consulta de acompanhamento, um paciente com transtorno depressivo relata que "a vida perdeu o sentido" e que "não tem vontade de continuar". Diante dessa situação, qual deve ser a conduta mais adequada do enfermeiro?
Manter uma escuta acolhedora, demonstrar empatia, avaliar o risco de autoextermínio e comunicar imediatamente à equipe multiprofissional para garantir o cuidado e a proteção do paciente.
Tentar mudar o foco da conversa, evitando falar sobre o assunto para não incentivar pensamentos negativos.
Solicitar que o paciente volte em outro momento, quando se sentir mais disposto para conversar sobre seus sentimentos.
Dizer ao paciente que "tudo vai passar" e que ele precisa ter força e pensar positivo.