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Parte do monitoramento dos pacientes críticos depende da observação direta e do exame físico, sendo intermitente e sua frequência depende da enfermidade do paciente. Outros monitoramentos são permanentes e contínuos, proporcionados por dispositivos complexos cuja operação requer treinamento especial e experiência. A maioria desses dispositivos dispara um alarme se certos parâmetros fisiológicos forem excedidos. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
É sabido que pequenas e sutis alterações na pressão arterial de um paciente crítico, via de regra não indicam a necessidade de intervenção imediata.
Alterações no ritmo cardíaco, por menores que sejam, podem ser um indicativo precoce de complicações e devem ser investigadas prontamente.
Em se tratando de saturação de oxigênio de um paciente, esta deve ser monitorada tão somente se houver histórico prévio de problemas respiratórios.
Na grande maioria dos casos, a monitorização contínua é opcional em pacientes que não apresentam sintomas claros de complicações.
De acordo com a melhor disciplina médica, a monitorização contínua de sinais vitais não é necessária após as primeiras 24 horas de admissão de um paciente em estado crítico.
Assinale a alternativa que apresenta uma escala utilizada para avaliar o nível de sedação do paciente, principalmente na terapia intensiva.
Ramsay.
Pittsburgh.
Katz.
Apgar.
Braden Q.
A enfermagem está consolidada enquanto profissão, e a Unidade de Terapia Intensiva surgiu de um processo logístico cuja história evolui com o desenvolvimento científico e tecnológico alcançado, direcionando que o tratamento da maioria dos pacientes internados seja bem-sucedido. Nessa perspectiva, faz-se necessária uma equipe de saúde altamente especializada. Diante da necessidade de uma assistência segura, percebe-se que o enfermeiro atuante nessa ambiência deve apresentar uma formação sólida, qualificada e diferenciada, agregando experiência pessoal e profissional. Com sustentáculo nessa contextualização, analise as alternativas e marque a INCORRETA.
A complexidade do trabalho no setor transforma a educação em prática necessária. Hodiernamente, o processo de desenvoltura dos enfermeiros intensivistas deve ter característica de continuidade, tomando como bases as situações contextualizadas no ambiente, sendo interditada a interdisciplinaridade.
Na terapia intensiva todos são considerados formadores e educadores, oriunda daí a responsabilidade da educação em serviço. Nesse axioma, o enfermeiro deve desenvolver a capacidade de atuação resolutiva e reflexiva.
Para as atuações, protocolos podem ser desenvolvidos, assim como a identificação de situações que se constituem no imprevisível em que os desafios da atuação são evidenciados, devendo a educação ser uma prática constante.
A competência profissional pode ser compreendida como a mobilização e articulação de valores, conhecimentos, habilidades e atitudes, portanto, além do conteúdo epistemológico, o profissional deverá saber fazer e saber ser.
Nesse cenário, a agregação ao desenvolvimento das competências cognitiva, técnica, integrativa, contextual, relacional, afetivo-moral e de hábitos mentais devem ser conteúdos dialogados na terapia intensiva.
De acordo com a PORTARIA Nº 895, DE 31 DE MARÇO DE 2017, que institui o cuidado progressivo ao paciente crítico ou grave com os critérios de elegibilidade para admissão e alta, de classificação e de habilitação de leitos de Terapia Intensiva adulto, pediátrico, queimados e Cuidados Intermediários adulto e pediátrico no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS, leia os itens abaixo e depois responda ao que se pede:
I- A Unidade de Cuidado Intermediário – UCI é um serviço hospitalar destinado a usuários em situação clínica grave ou de risco, clínico ou cirúrgico, necessitando de cuidados intensivos, assistência médica, de enfermagem e fisioterapia ininterruptos, monitorização contínua durante as 24 (vinte e quatro) horas do dia, além de equipamentos e equipe multidisciplinar especializada.
II- Os pacientes que necessitem de cuidados específicos em Unidades de Terapia Intensiva ou Unidades de Cuidados Intermediários e que se encontrem em locais que não disponham destas unidades deverão receber os cuidados necessários para estabilização respiratória e hemodinâmica, para que sua transferência possa ser realizada com segurança.
III- Quando não houver disponibilidade de Unidades de Cuidados Intermediários, os pacientes com essa indicação deverão ser acolhidos em Unidades de Terapia Intensiva.
IV- A Unidade de Terapia Intensiva Especializada em Queimados é um serviço hospitalar com no mínimo 05 leitos, destinado aos usuários queimados em situação clínica grave ou de risco, necessitando de cuidados intensivos, com equipe interdisciplinar e multiprofissional, 24 horas por dia.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I e IV.
I e II.
I, II e III.
I, III e IV.
II, III e IV.
No contexto dos cuidados intensivos, identifique a alternativa que melhor explica as funções e responsabilidades do Técnico de Enfermagem atuando na Unidade de Terapia Intensiva (UTI):
O enfermeiro na UTI não tem a responsabilidade de educar os pacientes e suas famílias sobre a continuidade do tratamento.
O enfermeiro na UTI é responsável apenas pela administração de medicamentos prescritos pelos médicos.
O enfermeiro na UTI é responsável por obter a história do paciente, realizar exame físico, executar tratamento, aconselhar e ensinar a manutenção da saúde e orientar os pacientes e suas famílias para a continuidade do tratamento.
O enfermeiro na UTI não precisa pensar criticamente ou encontrar soluções para problemas, pois isso é responsabilidade dos médicos.
Quanto à aplicação do Nursing Activities Score (NAS) para classificação de necessidades de cuidados de enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva Coronariana, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmativas abaixo.
( ) É um instrumento disponível para avaliar a carga de trabalho abrangendo mais de 80% das atividades de enfermagem desenvolvidas junto ao paciente crítico.
( ) O índice de carga de trabalho auxilia a avaliação qualitativa dos recursos humanos de enfermagem necessários para o cuidado na Unidade de Terapia Intensiva.
( ) Avalia sete grandes categorias: atividades básicas, suporte ventilatório, cardiovascular, renal, neurológico, metabólico e intervenções específicas.
( ) O escore atribuído a um paciente resulta da soma das pontuações dos itens que correspondem às necessidades de assistência direta e indireta dos pacientes, com pesos fixos para cada categoria, mínimo de 1 e máximo de 10.
( ) O escore total representa quanto tempo de um profissional de enfermagem o paciente requereu nas últimas 24 horas. É classificado em: escore ≤ 50% = LEVE; entre 50,1-100% = MODERADO/ELEVADO; e ≥100% = MUITO ELEVADO.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
V – F – F – V – V.
V – F – V – F – V.
F – V – V – F – V.
F – F – V – V – F.
V – F – F – V – F.
Em um ambiente de cuidados intensivos, qual é o papel principal do enfermeiro?
Prescrição de medicamentos psicotrópicos.
Realização autônoma de transplantes e outras cirurgias de alta complexidade.
Monitoramento constante e ajuste de planos de cuidados com base na evolução do paciente.
Desenvolvimento de novas técnicas cirúrgicas.
De acordo com Hudak e Gallo (1997), o papel do enfermeiro na unidade de tratamento intensivo consiste em:
Fazer exame físico, aconselhar o paciente, diagnosticar o doente.
Obter história do paciente, fazer exame físico, executar o tratamento.
Obter história do paciente, realizar cirurgia, executar o tratamento.
Obter história do paciente, executar o tratamento e diagnosticar o doente.
Diagnosticar o doente, realizar exame físico, obter história do paciente.
Em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a assistência de enfermagem desempenha um papel essencial no manejo de pacientes críticos, exigindo monitorização precisa e intervenções baseadas em evidências. Acerca das estratégias de cuidado que favorecem a recuperação do paciente crítico, aponte o item correto.
A avaliação hemodinâmica ideal envolve múltiplos parâmetros, incluindo PVC, débito cardíaco e saturação venosa central ou mista de oxigênio, sendo necessária uma abordagem integrativa para garantir uma perfusão tecidual adequada e evitar complicações.
A ventilação protetora, com volumes correntes baixos (4-6 ml/kg de peso predito), é a estratégia ventilatória ideal para todos os pacientes com síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), independentemente da complacência pulmonar e da PEEP utilizada.
A mobilização precoce na UTI deve ser realizada com cautela, e é indicada apenas após a completa estabilização hemodinâmica e respiratória do paciente, visando evitar o aumento do trabalho respiratório e a queda da saturação de oxigênio.
O controle do balanço hídrico na UTI, aliado ao uso de diuréticos de alça para evitar a sobrecarga hídrica, deve ser feito de maneira agressiva, a fim de reduzir o risco de disfunção renal aguda.
A monitorização da PVC é suficiente para determinar o estado volêmico do paciente crítico, e valores entre 8-12 mmHg garantem que a perfusão tecidual está adequada.
A enfermagem tem papel fundamental nos cuidados paliativos a pacientes com doenças crônicas incuráveis, a fim de manter a melhor qualidade de vida possível.
Sobre esses cuidados a pacientes terminais, considere as afirmativas a seguir.
I → A capacidade de proporcionar um cuidado centrado no paciente é muito facilitada quando os pacientes são colaborativos e não manifestam suas preferências de cuidado, deixando para a equipe interdisciplinar as decisões sobre o próprio cuidado.
II → No contexto de final de vida, pacientes e familiares têm sentimentos intensos como ansiedade, tristeza, arrependimento ou alívio. Nesses casos, a equipe de enfermagem não pode ofertar acolhimento, pois essa atividade é privativa da equipe de psicólogos e psiquiatras.
III → Uma das atividades da equipe de enfermagem é apoiar a espiritualidade do paciente, ofertando espaço propício para que ele possa realizar suas orações e meditações em local seguro e adequado.
IV → O paciente em cuidados paliativos com morte iminente pode apresentar sinais e sintomas como: pele fria e mudanças na cor das extremidades; incontinência urinária ou intestinal; períodos longos de sono ou não responsivo; padrão respiratório alterado (dispneia, apneia, frequência respiratória irregular).
Estão corretas
apenas I e II.
apenas I e III.
apenas I e IV.
apenas II e III.
apenas III e IV.
Nas UTIs há diferentes disposições de leitos: alguns têm visualização direta do posto de enfermagem; outros estão mais afastados e, em algumas unidades, encontram-se quartos fechados, com seus espaços físicos separados por paredes e delimitados por portas. O leito a ser ocupado pelo paciente é uma decisão da equipe ou, na maioria das vezes, do próprio enfermeiro. Para isso, os critérios levados em consideração relacionam-se a
a gravidade do paciente; idade; alteração do nível de consciência.
aos valores glicêmicos; comorbidades; alteração do nível de consciência.
adequação do espaço de acordo com os equipamentos de que o paciente esteja fazendo uso; não rastreamento microbiológico.
necessidade de maior vigilância, sem levar em consideração a idade.
necessidade de acompanhamento por familiar ou cuidador; facilidade em solicitar atendimento da equipe, por distúrbios da fala.
A UTI caracteriza-se por oferecer um nível elevado de assistência ao paciente crítico, com a assistência de equipe especializada e tecnologia avançada, que favorecem a monitoração contínua e a decisão acerca das terapias adotadas. Conforme a perspectiva de como gerenciar eventos adversos, que é constituinte da gerência de riscos, analise as alternativas a seguir e marque a INCORRETA.
Gestão de risco é a aplicação sistêmica e contínua de políticas, procedimentos e condutas, análise, avaliação, comunicação, controle de riscos e eventos adversos que afetam a segurança, a saúde humana e a integridade profissional, sendo também acrescido a essa gestão o meio ambiente e a imagem institucional.
Hodiernamente, as atividades relacionadas à gestão de risco são representadas por uma postura proativa diante das ameaças identificadas, pois permite o desenvolvimento de estratégias e o planejamento das atividades em resposta aos erros.
A gestão de riscos compreende as ações estabelecidas pela RDC da Anvisa de número 36/2013, que estabelece, como responsabilidade do Núcleo de Segurança do Paciente, a identificação, análise, avaliação, monitoramento, tratamento e a comunicação de riscos.
Incidentes em saúde podem ser classificados em circunstâncias notificáveis; quase erro (um incidente que alcançou o paciente); incidentes sem danos (que atingiu o paciente e não resultou em lesão) e incidente com dano (que resulta em evento adverso, com lesão desnecessária ao paciente).
A tecnovigilância corresponde a um sistema de vigilância de eventos adversos e queixas técnicas de produtos para a saúde na fase de pós-comercialização, com vistas à recomendação de medidas que garantam a proteção e a promoção da saúde da população.
O transporte de pacientes críticos requer cuidados especiais por parte da equipe de enfermagem, garantindo a segurança durante o deslocamento e evitando agravos à saúde. Das assertivas abaixo, quais estão corretas sobre o transporte de pacientes?
I. Durante o transporte, a monitorização dos sinais vitais deve ser contínua.
II. O paciente deve ser mantido em decúbito dorsal, independentemente da condição clínica.
III. O oxigênio suplementar deve estar disponível em todo o trajeto.
Apenas a assertiva I está correta.
Apenas as assertivas I e III estão corretas.
Apenas a assertiva II está correta.
Todas as assertivas estão corretas.
Nenhuma assertiva está correta.
Analise as informações a seguir:
I. Um paciente é admitido na UTI quando apresenta insuficiência de um ou mais sistemas, caso seja grave ou recuperável. Um paciente com comprometimento de função vital, em estado de coma, IRpA, PCR ou politraumatizado ainda não precisa ser admitido na UTI.
II. Deve ser admitido na UTI um paciente de alto risco, com possibilidade iminente de comprometimento de função vital, como por exemplo, insuficiência coronariana aguda, enfartados, arritmias cardíacas graves, pois esses casos inspiram cuidados intensivos.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Fazer o planejamento da terapia infusional do recém-nascido de maneira integrada com a equipe multiprofissional e familiares / cuidadores, estabelecer metas e resultados esperados são aspectos que podem favorecer a segurança do procedimento e reduzir o risco de complicações.
Diante do exposto, em relação às práticas de cuidado de Enfermagem recomendadas, assinale a alternativa correta.
O enfermeiro deve compartilhar as metas do tratamento apenas com a equipe de saúde, de maneira que a família / cuidador não seja responsabilizada pelo cuidado e se restrinja ao monitoramento dos resultados alcançados.
Aspectos relacionados ao comportamento da equipe de Enfermagem podem impactar os resultados durante a terapia infusional: liderança, envolvimento dos familiares / cuidadores, recursos humanos, tecnologia e inovação, habilidade / competência, educação em segurança do paciente, trabalho em equipe e comunicação eficaz.
Orientar os familiares / cuidadores acerca de sinais e sintomas, reações e eventos adversos pode gerar ansiedade e comprometer a assistência durante a terapia infusional, sendo responsabilidade da equipe de Enfermagem o gerenciamento do cuidado durante todo o procedimento.
Uma das principais orientações a ser fornecida aos familiares / cuidadores é a prática frequente da lavagem das mãos como estratégia de controle de infecções durante a terapia infusional. A lavagem das mãos com água e sabão é sempre preferível em relação à utilização de soluções alcoólicas.
Os cuidados paliativos constituem uma abordagem interdisciplinar destinada a melhorar a qualidade de vida de pacientes que lidam com doenças graves e potencialmente fatais. Seu foco principal é mitigar o sofrimento e proporcionar conforto, tanto físico, quanto emocional, em qualquer ambiente de cuidado. Conforme a doença sem prognóstico avança, a busca do paciente à unidade de emergência se torna mais frequente, dessa forma, beneficiam-se de cuidados paliativos, todos os pacientes que apresentam os seguintes critérios para fins de triagem:
I- Doença incurável e grave.
II- Busca frequente pelo serviço de saúde com aumento na dependência e de necessidades especiais a longo prazo.
III- Retorno a emergência com sintomas diversos, porém em pequeno período de tempo.
IV- Bounce-back: você não se surpreenderia se o paciente morresse em um ano ou não chegasse à idade adulta (se pediátrico).
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I e IV.
II e IV.
III e IV.
I e III.
I e II.
Em uma UTIP, qual intervenção é mais indicada para crianças com intolerância à nutrição enteral que necessitam de terapia nutricional intensiva?
Fórmula infantil de fácil digestão.
Alimentação parenteral total.
Diluição do leite humano do Banco de Leite Humano (BLH).
Fórmulas hidrolisadas exclusivas.
Aumento da frequência de alimentação por sonda.
A designação do profissional de enfermagem que prestará assistência ao paciente durante o transporte, deve considerar o nível de complexidade da assistência requerida. São considerados pacientes de cuidados mínimos (PCM):
Paciente estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem e autossuficiente quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas.
Paciente estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem, com parcial dependência dos profissionais de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas.
Paciente crônico, incluindo o de cuidado paliativo, estável sob o ponto de vista clínico, porém com total dependência das ações de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas.
Paciente passível de instabilidade das funções vitais, recuperável, sem risco iminente de morte, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada.
Paciente grave e recuperável, com risco iminente de morte, sujeito à instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada.
Segundo a definição da Organização Mundial de Saúde (OMS) o termo de Cuidados Paliativos é descrito como uma “abordagem que promove a qualidade de vida de pacientes e seus familiares, que enfrentam doenças que ameacem a continuidade da vida, por meio da prevenção e do alívio do sofrimento”. Um dos critérios de indicação para os cuidados paliativos na UTI é
acolher o sofrimento familiar que compromete a tomada de decisão.
priorizar o melhor interesse da equipe multiprofissional.
oportunizar a discussão da forma dos cuidados no final da vida.
prolongar o tempo de ventilação mecânica para o sucesso no desmame.
A administração dos serviços de enfermagem em UTIP exige competências específicas, com foco na segurança do paciente, otimização de recursos e práticas baseadas em evidências para assegurar a qualidade do cuidado. Nesse contexto, indique a alternativa correta.
A gestão dos serviços de enfermagem em UTIP pediátrica deve basear-se principalmente na utilização de protocolos pré-estabelecidos, sem adaptações individuais, para assegurar a padronização do cuidado e a redução de variabilidade nas intervenções.
A gestão de recursos humanos em UTIP pediátrica deve contemplar a sobrecarga de trabalho como um fator positivo para a criação de resiliência entre os enfermeiros, promovendo assim maior capacidade de resposta em situações de emergência.
O gerenciamento dos serviços de enfermagem em UTIP pediátrica deve assegurar a articulação contínua com a equipe multiprofissional, o planejamento centrado nas necessidades globais do paciente e a gestão eficiente dos recursos, com o objetivo de garantir a segurança do paciente.
O planejamento estratégico dos serviços de enfermagem em UTIP pediátrica deve ser pautado na personalização do cuidado, focando exclusivamente nas necessidades imediatas do paciente crítico pediátrico, minimizando a integração com a equipe multidisciplinar.
A administração dos serviços de enfermagem em UTIP pediátrica deve priorizar a autonomia dos profissionais enfermeiros na tomada de decisões clínicas, sem a necessidade de supervisão médica direta, assegurando assim a agilidade e independência do cuidado prestado.