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Com base no trauma cranioencefálico (TCE), analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Toda e qualquer lesão decorrente de um trauma externo, que tenha como consequência alterações anatômicas do crânio, como fratura ou laceração do couro cabeludo, bem como o comprometimento funcional das meninges, encéfalo ou seus vasos, resultando em alterações cerebrais, momentâneas ou permanentes, de natureza cognitiva ou funcional, define TCE.
II. Traumas que afetem estruturas importantes do encéfalo ocorrem, exclusivamente, em acidentes automobilístico e são responsáveis pelas mortes relacionadas ao TCE.
III. Existem fatores sistêmicos que podem agravar o quadro neurológico, em pacientes com TCE, levando a um pior prognóstico.
IV. A gravidade, extensão e tipo de lesão primária que resultam do TCE dependem dos mecanismos físicos e do tipo de impacto, por exemplo, se há uma parada abrupta da cabeça após o impacto, será gerada uma força de contato, o que produzirá lesões focais como contusões e fraturas do crânio.
Apenas I está correta.
Apenas II está incorreta.
Apenas III está correta.
Apenas IV está incorreta.
A lesão traumática pode causar o choque medular apresentando-se frequentemente em lesões acima de T6, com choque neurogênico devido à perda do controle autonômico simpático. Classicamente, o choque neurogênico possui uma tríade. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
Hipotensão arterial, bradicardia e disrreflexia autonômica
Hipotensão arterial, taquicardia e arreflexia autonômica
Hipertensão arterial, taquicardia, disrreflexia autonômica
Hipertensão arterial, taquicardia e arreflexia autonômica
Hipotensão arterial, taquicardia e disrreflexia autonômica
Durante um atendimento pré-hospitalar a uma vítima de traumatismo craniano, qual das seguintes alternativas representa uma ação apropriada por parte do técnico de enfermagem?
Elevar a cabeça da vítima e aplicar compressas frias na região da lesão craniana.
Manter a vítima em posição horizontal estável e monitorar seus sinais vitais.
Realizar massagem cardíaca externa caso a vítima perca a consciência.
Administrar analgésicos potentes via oral para aliviar a dor da vítima.
De acordo com os protocolos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), considere determinado atendimento na qual há suspeita ou confirmação de trauma raquimedular. Sobre o alinhamento manual da cabeça, assinale a afirmativa INCORRETA.
Em todos os casos deve ser realizado o alinhamento manual da cabeça.
Em alguns casos, a cabeça deve ser imobilizada na posição encontrada.
A piora do padrão respiratório indica que o alinhamento da cabeça está contraindicado.
Se houver resistência voluntária ao movimento, esta manobra não deverá ser realizada.
Uma idosa, ao chegar a uma unidade de saúde para atendimento decorrente de um sofrimento de traumatismo craniano, deve ter seu nível de consciência avaliado pelo seguinte tipo de instrumento, em condução de traumas encefálicos:
Escala de Ramsay.
Escala de Ritcher.
Escala de Glasgow.
Escala de PH.
Escala de Bristol.
Sobre o traumatismo cranioencefálico, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
A rápida elevação da temperatura corporal é considerada desfavorável, visto que a hipertermia aumenta as demandas metabólicas do cérebro e pode indicar _________________.
aneurisma de artéria média cerebral
lesão do tronco encefálico
infarto pontino
isquemia do lobo frontal
Chamamos de traumatismo cranioencefálico qualquer lesão decorrente de trauma na região do encéfalo (parte interna do crânio) (Santos, 2018). Assinale a alternativa CORRETA que está relacionada as lesões intermediárias.
Caracterizadas por rápida perda de consciência e ligeira amnésia, que pode durar mais ou menos uma hora.
A recuperação da amnésia ocorre em minutos após o trauma.
Caracterizam-se por inconsciência profunda e pela presença de edema ou hemorragia cerebral, detectada por tomografia.
Caracterizadas por períodos médios de inconsciência, que podem durar por hora ou mais.
Em relação a classificação das hemorragias meníngeas no traumatismo cranioencefálico (TCE), marque V para verdadeiro ou F para falso. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Hemorragia Epidural: ocorre lesão em uma artéria da dura-máter, com perda da consciência com intervalos de lucidez, hemiparesia do lado da hemorragia, dilatação e fixação da pupila do lado em que ocorreu a hemorragia.
( ) Hemorragia Subdural: ocorre entre a dura-máter e o córtex cerebral, podendo haver fratura de crânio. Seu prognóstico não é favorável na maioria dos casos.
( ) Hemorragia Subaracnóidea: hemorragia acompanhada de liquor sanguinolento e irritação das meníngeas, ocorrendo cefaléia intensa e fotofobia.
F - F - V
F - F - F
V - V - V
V - V - F
A gravidade do trauma cranioencefálico (TCE) pode ser avaliada através da Escala de Coma de Glasgow. É classificado como vítima de TCE moderado o paciente que apresenta Escala de Coma de Glasgow entre 14-15.
Certo
Errado
O trauma cranioencefálico consiste em lesão física ao tecido cerebral que, temporária ou permanentemente, incapacita a função cerebral. O diagnóstico é suspeitado clinicamente e confirmado por imagens. A Escala de Coma de Glasgow (ECG) foi publicada pela primeira vez na revista Lancet, em 1974, por Graham Teasdale e Bryan J. Jennett, ambos do Instituto de Ciências Neurológicas de Glasgow, na Escócia. A escala objetiva traçar uma estratégia que combina os principais indicadores-chave de gravidade no Traumatismo Crânioencefálico (TCE) em uma escala simples; para medir o nível de consciência após uma lesão cerebral a soma dos pontos da escala vai de 3 (mínimo) a 15 (máximo). Sobre a Escala de Coma de Glasgow (ECG), assinale a afirmativa INCORRETA.
Se a soma dos resultados ficar entre 3 e 8, o trauma é considerado grave.
Se a soma dos resultados ficar entre 13 e 15, o trauma é considerado moderado.
São avaliados três parâmetros: abertura ocular; resposta verbal; e, resposta motora.
Os médicos atribuem uma pontuação para cada nível de resposta, considerando cada uma das categorias.
Em atendimento de urgência, sobretudo a vítimas de traumas, é importante a avaliação neurológica do paciente, sendo uma das ferramentas bastante utilizadas a escala de Glasgow.
Sobre esse tema, é correto afirmar:
Dentre os critérios avaliados incluem a reação dolorosa, resposta verbal e resposta motora.
A pontuação máxima obtida é de 15 pontos, sendo que quanto maior a pontuação, maior a gravidade do paciente.
A avaliação da resposta pupilar deve inserida ao final, somando-se a pontuação obtida ao resultado final.
Dentre os critérios avaliados incluem a abertura ocular, resposta verbal, resposta motora, associado à avaliação da resposta pupilar.
A pontuação máxima obtida é de 15 pontos, sendo 5 pontos para cada um dos itens que segue: resposta pupilar, resposta verbal e resposta motora.
Após traumatismo crânio encefálico, sugere-se intubação orotraqueal e estabelecimento da ventilação mecânica antes de transferências em algumas situações. A esse respeito, assinale a alternativa incorreta.
Escala de coma de Glasgow ≤ 8
Confusão mental e agitação psicomotora
Sangramento intenso em cavidade oral
Fraturas faciais instáveis
Convulsões
Para ser determinada a classificação da gravidade do trauma cranioencefálico e a deterioração do quadro neurológico deve ser utilizado
eletroencefalograma.
Escala de Determinação TAAC.
Escala de Coma de Glasgow – ECG.
avaliação neuro-dermatológica.
Paciente após um trauma craniano e com suspeita de fratura da base do crânio, mais especificamente na região do osso temporal, apresenta um hematoma junto da apófise mastoide. Chamamos esse sinal de:
Guaxinim.
Battle.
Duplo halo.
Halo invertido.
Murphy.
De acordo com a Escala de Coma de Glasgow, um trauma cranioencefálico pode ser classificado como grave quando a sua pontuação é de
0 a 2 pontos.
3 a 8 pontos.
9 a 12 pontos.
13 a 15 pontos.
mais do que 15 pontos.
O trauma cranioencefálico (TCE) apresenta alta prevalência em todo o mundo. Na maioria, ele é classificado como leve e não deixa sequelas; entretanto, traumas leves podem ter potencial de gravidade. Em relação ao TCE, é correto afirmar que
os idosos se saem melhor do TCE que as crianças acima de 2 anos.
o TCE leve de alto risco ocorre mais em recém-nascidos do que em adultos jovens.
o TCE leve é definido quando o paciente apresenta um escore de 14 ou 15 na Escala de Coma de Glasgow (ECG).
nos primeiros dias após o TCE grave, o paciente pode ficar na enfermaria, aguardando que seus sinais vitais voltem ao normal.
é moderado quando o ECG fica entre 3 e 8, acontecendo em 10% dos casos, tais como confusão mental, sonolência e rebaixamento do nível de consciência etc.
Glasgow Coma Scale (GCS), conhecida em português como Escala de Glasgow, é uma escala neurológica desenvolvida na década de 1970 que possibilita avaliar o nível de consciência de um indivíduo que tenha sofrido um traumatismo cranioencefálico (TCE) e em pacientes críticos com disfunção do sistema nervoso central, choque ou outros fatores que deprimam o nível de consciência. Em relação ao uso e interpretação da Escala de Glasgow, assinalar a alternativa CORRETA:
Mede três parâmetros: a abertura ocular, a resposta motora e a resposta verbal.
É utilizada somente após 72 horas do trauma.
O valor mais baixo que pode se obter na Escala de Glasgow é 15.
Na forma de avaliar como o paciente abre os olhos, a pontuação pode ir de 4 (se o paciente não responder) até 9 (se a abertura ocular ocorrer de forma espontânea).
As lesões encefálicas no Traumatismo Crânio Encefálico (TCE) podem ser separadas em: difusas e focais. Esses dois mecanismos costumam estar associados em um mesmo paciente, embora, geralmente, exista o predomínio de um tipo. Acerca da temática, julgue os itens a seguir e marque a alternativa correta.
As lesões difusas são aquelas que acometem apenas uma região do cérebro e, decorrem de forças cinéticas que levam a rotação do encéfalo dentro da caixa craniana.
Dentre as lesões difusas, o termo concussão cerebral é utilizado atualmente para se referir a perda constante da consciência associada ao TCE.
As lesões focais são compostas por hematomas ou áreas isquêmicas delimitadas que acometem apenas uma região do cérebro.
O hematoma extradural, na maioria dos casos, resulta de impacto craniano com grande energia cinética.
O hematoma subdural agudo está associado a mecanismos de aceleração e desaceleração dos traumas com baixa energia cinética e, do mesmo modo das lesões difusas cerebrais, não necessita do contato do crânio com estruturas externas para ser gerado.
O trauma raquimedular é uma agressão à medula espinhal que pode ocasionar danos neurológicos, tais como alterações da função motora, sensitiva e autônoma. São considerados os critérios de inclusão ou suspeita de traumatismo raquimedular, EXCETO:
Acidente em águas profundas.
Dano significativo no capacete.
Lesão na cabeça, com qualquer alteração do nível de consciência.
Movimentos automobilísticos repentinos de aceleração ou desaceleração.
O trauma raquimedular é uma condição complexa que exige discernimento clínico aguçado para identificar sintomas sutis e indicativos. Além dos sintomas óbvios como dor intensa e imobilidade, enfermeiros devem estar atentos a sinais menos evidentes. Entre as opções abaixo, quais três são sinais potenciais de trauma raquimedular que demandam atenção imediata e intervenção?
I - Cianose periférica e sudorese excessiva.
II - Hipertensão arterial e respiração superficial.
III - Incontinência urinária e fecal.
IV - Parestesia nos membros e reflexos tendinosos profundos alterados.
V - Dor de cabeça latejante e sensibilidade à luz.
I, II e III
I, III e IV
II, IV, e V
III, IV e V