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Numa empresa química que utiliza gás cloro, no processo industrial, ocorreu vazamento deste gás. Nestas circunstâncias, o alarme de abandono de área soa e o funcionário do setor deve
acudir seus colegas e evitar pânico.
deixar imediatamente e sem correria o setor procurando local claro e ventilado, caminhando pelas faixas de abandono de área.
inspirar o máximo de ar e bloquear a respiração até deixar o ambiente.
correr o mais rápido que puder para fora do ambiente utilizando as faixas de abandono de área.
ficar no local, pois cloro é um poderoso agente de limpeza e não é prejudicial à saúde.

Os equipamentos constituídos de componentes mecânicos em movimento de rotação são caracterizados pela denominada assinatura espectral. Com base nessa assinatura, é possível identificar uma grande quantidade de falhas de operação. Uma das possibilidades de representação dessa assinatura relaciona as variáveis
aceleração e tempo.
deslocamento e tempo.
velocidade e tempo.
aceleração e frequência.
deformação e aceleração.
Para prever os tipos de falhas em uniões arrebitadas sujeitas ao cisalhamento, basta prever a falha ao carregamento de cisalhamento dos rebites.
Durante a vida útil de equipamentos mecânicos e elétricos ocorrem falhas. Para demonstrar essas falhas, elas são plotadas em um gráfico que recebe o nome de curva da banheira, por ser similar a uma banheira. Quais são essas falhas?
De projeto, de fabricação e de utilização
Primária, secundária e terciária
Inicial, intermediaria e final
Prematura, casual e por desgastes
Prevista, imprevista e eventual
São normais as falhas e os engasgos observados quando o veículo trafega em baixa velocidade e que ocorrem no início da utilização do veículo, após um longo período parado.





Durante as operações de levantamento de cargas, o defeito conhecido como gaiola de passarinho é o afastamento entre as pernas de um cabo de aço, provocado por
alívio repentino da tensão de carga.
corrosão interna dos arames.
cruzamento de cabos sobre o tambor.
ocorrência de nós nas pernas.
rompimento da alma.
A MP embasada na condição se diferencia da MP baseada no tempo (sistemática) em decorrência do menor tempo médio observado entre falhas.
Na inspeção de um montacarga, acionado por cabos, verificou-se que o tambor apresentava pequeno diâmetro e canais de assentamento muito justos, contribuindo para uma provável falha por fadiga. A ser confirmada esta falha, em uma inspeção o cabo apresentará
arames externos com desgastes suaves, seguidos por ruptura.
redução nas seções transversais dos arames externos.
arames achatados e distendidos, seguido de ruptura do tipo cisalhante.
arames com estricção seguido de ruptura diagonal.
arames transversais quebrados com aparência granulada.
A manutenção centrada em confiabilidade é uma metodologia que visa preservar as funções de um sistema, identificar seus possíveis estados de falhas funcionais, definir as prioridades das falhas identificadas e especificar planos e ações de MP para tratar os estados de falha segundo sua prioridade. Com foco nesses objetivos, a ferramenta usual adotada na metodologia é a análise de modos e efeitos de falha.
Deve ser efetuada após a falha, compreendendo ações de teste, detecção, localização, diagnóstico e intervenções para eliminação de falha parcial, quando ocorre apenas uma alteração no modo de execução da função, ou reparos para eliminação de falha total, quando a execução da função cessa.
Deve ser efetuada de forma sistemática, com a intenção de reduzir a probabilidade de falha de um equipamento ou de um serviço a ser executado.
A aplicação de metodologias de análise de falhas permite a priorização de ações técnicas e gerenciais que podem resultar no aumento da confiabilidade de produtos e processos. Dentre as metodologias mais conhecidas para essa finalidade estão a análise do tipo e efeito de falha — FMEA (failure mode and effect analysis) e a análise da árvore de falhas — FTA (fault tree analysis). Acerca dessas metodologias, assinale a opção incorreta.
A FTA procura establecer uma relação lógica entre falhas primárias e a falha final do produto.
A FTA se adapta melhor à análise de uma falha específica, já que o enfoque é dado à falha final do sistema.
A FMEA focaliza as falhas potenciais, suas causas e conseqüências, de modo que ações de melhoria possam ser propostas.
Na FTA, o número de prioridade de risco (NPR) fornece uma indicação do tipo de falha que deve receber atenção prioritária.
Uma das maneiras encontradas para aumentar a confiabilidade de um sistema é o emprego de peças / sub-sistemas que atuam em um arranjo em paralelo (redundância em standby). Para o sistema mecânico representado abaixo, sendo p a confiabilidade de cada componente e sendo todos os componentes idênticos e independentes, a expressão que representa a confiabilidade total do sistema (Rs) é:
Em uma instalação que utiliza a técnica de análise do modo e efeito de falha — FMEA (failure mode & effect analysis) —, o grupo responsável pela manutenção procura estabelecer as prioridades para ação de manutenção dos equipamentos sob sua responsabilidade. Foi observado que uma falha no equipamento I implica parada total do processo de produção e, por isso, foi atribuída a nota 10 para gravidade da falha, indicando gravidade máxima de falha. Entretanto, essa falha ocorre com uma freqüência extremanente baixa, sendo atribuída, por essa razão, nota 1 para a freqüência de falha. Por outro lado, o equipamento II apresenta falhas por desgaste prematuro que, embora ocorram com uma freqüência tida como alta, não representam grande preocupação, porque podem ser detectadas com antecedência, antes de afetarem o processo. Nesse caso, o grupo atribuiu nota 6 tanto para a gravidade da falha quanto para a freqüência de falha. Ao fazer a análise dessa situação usando o número de prioridade do risco (NPR), é correto concluir que o NPR do equipamento I é
maior que o do equipamento II, portanto o equipamento I deve ter prioridade de manutenção sobre o equipamento II.
menor que o do equipamento II, portanto o equipamento I deve ter prioridade de manutenção sobre o equipamento II.
maior que o do equipamento II, portanto o equipamento II deve ter prioridade de manutenção sobre o equipamento I.
menor que o do equipamento II, portanto o equipamento II deve ter prioridade de manutenção sobre o equipamento I.
igual ao do equipamento II, portanto os dois equipamentos devem ter igual prioridade de manutenção.