

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
GyörgyLukács, no primeiro capítulo da obra Para uma ontologia do ser social I, faz uma análise crítica do neopositivismo e do existencialismo.
Segundo o texto lukacsiano, qual é a posição que essas duas correntes do pensamento contemporâneo tomam diante da questão ontológica?
Tanto o neopositivismo quanto o existencialismo são inimigos de uma ontologia objetiva e racionalmente apreensível. No quesito ontológico, essas duas escolas filosóficas são irmãs gêmeas, ambas geram, cada uma a seu modo, formas subjetivas de manipulação da realidade.
O neopositivismo realiza num grau máximo de perfeição a teoria da dupla verdade do Cardeal Belarmino. O existencialismo sustenta, de forma contraditória, duas ontologias, sendo uma falsa e outra verdadeira.
O desenvolvimento do neopositivismo não engendra a necessidade de religião no mundo contemporâneo, pelo contrário, a combate e a impossibilita. O desenvolvimento do existencialismo não combate, não defende e nem exige a religião, ainda que lhe possibilite.
O neopositivismo nega o aspecto ontológico da ciência apresentando-a como neutra diante da realidade. O existencialismo sustenta uma ontologia concreta e racionalmente apreensível.

No texto acima, Sartre se refere ao primeiro princípio do existencialismo: a existência precede a es-sência.
Segundo esse princípio, somente os seres humanos possuem liberdade, porque são os únicos seres que agem de acordo com um projeto
Leia o texto a seguir:
“Não se nasce mulher, torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico ou econômico define a forma que a mulher ou a fêmea humana assume no seio da sociedade” (BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. v. II. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. p. 9. Adaptado).
Com o trecho acima, Beauvoir afirma que ser mulher é uma
Sartre no texto “O existencialismo é um humanismo” deixa claro que o primeiro princípio do existencialismo é que o homem nada mais é do que aquilo que ele faz de si mesmo. Ao mesmo tempo ele responde a algumas das críticas feitas ao existencialismo. Nesse sentido, analise as afirmações abaixo, marcando (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.
( ) O existencialismo não pode ser considerado como uma filosofia do quietismo, já que define o homem pela ação;
( ) O existencialismo não é uma descrição pessimista do homem: não existe doutrina mais otimista, visto que o destino do homem está em suas próprias mãos;
( ) O existencialismo não é uma tentativa para desencorajar o homem de agir: o existencialismo diz-lhe que a única esperança está em sua ação e que só o ato permite ao homem viver.
( ) O existencialismo não aprisiona o homem em sua subjetividade individual. [...] Como ponto de partida, não pode existir outra verdade senão esta: penso, logo existo; é a verdade absoluta de consciência que apreende a si mesma.
( ) Que cada homem é responsável – responde por – seus atos, Portanto, cada um responde por seus atos em sua subjetividade, não é possível envolver em seu ato a humanidade inteira.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
F, V, F, V, V
V, V, F, V, F
V, V, V, V, F
V, V, F, F, V
F, F, V, F, F
Sartre afirmou, no texto “Náusea”, que os humanistas estavam errados, no entanto ele escreve o texto “O existencialismo é um humanismo”. Sartre ataca em seu pensamento um tipo de humanismo que:
considera que o homem está constantemente fora de si mesmo; é projetando-se e perdendo-se fora de si que ele faz com que o homem exista.
afirma não existir outro universo além do universo humano, o universo da subjetividade humana.
em sua teoria toma o homem como meta e como valor superior. Aquele que atribui um valor ao homem em função dos atos mais elevados de certos homens.
recorda ao homem que não existe outro legislador a não ser ele próprio e que é no desamparo que ele decidirá sobre si mesmo.
demonstra que não é voltando-se para si mesmo, mas procurando sempre uma meta fora de si que o homem se realizará precisamente como ser humano.
Leia texto que segue com atenção.
A maior parte dos estudiosos considera o filósofo Kierkegaard o pai do ........................................ . Ele sustentava a ideia que o ........................................ é o único responsável em dar significado à sua vida e em vivê-la de maneira sincera e apaixonada, apesar da existência de muitos obstáculos como o desespero, a ansiedade, o absurdo, a alienação e o tédio.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
idealismo • estado
marxismo • o governo
existencialismo • indivíduo
maneirismo • meio social
romantismo • trabalho
O homem encontra‐se no mundo com a tarefa de construir sua própria existência com um sentido. Mas vê‐se limitado pelo tempo, sendo, portanto, um ser que caminha para a morte, que é o fim da vida. A vida é o caminho no tempo para o nada. O enunciado contém elementos de qual corrente filosófica?
Marxismo.
Psicanálise.
Platonismo.
Existencialismo.

Qual é o filósofo autor desse conceito sobre liberdade?
“Se, por outro lado, Deus não existe, não encontramos, já prontos, valores ou ordens que possam legitimar a nossa conduta. Assim, não teremos nem atrás de nós, nem na nossa frente, no reino luminoso dos valores, nenhuma justificativa e nenhuma desculpa. Estamos só, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado, porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto, é livre, uma vez que foi lançado no mundo, é responsável por tudo o que faz.”
(SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. In: MARÇAL, Jairo (org.). Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009. p.624)
Identifica-se, no texto acima, o pensamento existencialista de Sartre, segundo o qual o ser humano
encontra-se num mundo sem sentido definido, onde as escolhas por ele feitas remetem somente a ele, sem amparo em valores a priori.
não é responsável por seus atos, porque não se criou a si mesmo e porque não escolheu existir, não devendo nada aos outros.
está só e sem desculpas, perdido num mundo, onde suas escolhas resultam de um contexto de causas estranhas a ele.
está condenado a ser livre e, por essa razão, deve ser responsabilizado por tudo o que acontece ao seu redor.