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Analise o trecho a seguir, da apresentação da obra “A Ideologia Alemã, de Marx e Engels”:
“Ao construir sua teoria – na luta constante para marcar uma clara delimitação em relação à presença monstruosa de um sistema de pensamento tão tentador como o hegeliano –, Marx e Engels concentraram o combate teórico inicial em uma diferenciação em relação aos pressupostos idealistas de Hegel. Na diferenciação com o ‘saber absoluto’, os dois filósofos revelam a natureza do seu materialismo, que remete para a produção e a reprodução das condições de existência dos homens. Dela decorrem as relações dos homens com a natureza e com suas formas de organização social, isto é, dos sujeitos com o que lhes aparece como a objetividade do mundo. Uma forma específica de apropriação da natureza determina as formas de organização social e a consciência. A apreensão do significado que as formas de reprodução da vida têm para a existência humana representa a primeira grande formulação do materialismo dialético para a compreensão da história e da consciência humana. A cada estado de desenvolvimento das formas de produção material da sua existência correspondem formas específicas de estruturação social, além de valores e formas de apreensão da realidade.
Destacar esse papel de pressuposto incontornável da produção da vida material significa, ao mesmo tempo, colocar o trabalho no centro das condições de vida e consciência humana” (Sader, 2007).
Com base no trecho acima e nos fundamentos do materialismo histórico-dialético, analise as assertivas a seguir:
I. A crítica marxista ao idealismo hegeliano se dá principalmente por meio da negação da dialética como método especulativo e da sua substituição por uma metodologia empírica baseada na observação das leis naturais.
II. A categoria “trabalho” aparece como a mediação fundamental entre o ser humano e a realidade objetiva, sendo o elemento que possibilita compreender tanto a estrutura social quanto as formas de consciência.
III. A concepção marxista rompe com a perspectiva hegeliana ao afirmar que a consciência dos indivíduos determina sua existência, o que fundamenta a centralidade do sujeito na história.
IV. A historicidade do ser humano está enraizada na capacidade de transformar a natureza por meio do trabalho, e de transmitir material e simbolicamente essas transformações às gerações futuras.
V. A crítica marxista à alienação assume que o trabalho, ao invés de ser a expressão da humanidade do sujeito, torna-se uma atividade estranhada, pois o homem não se reconhece naquilo que produz.
Quais estão corretas?
Apenas I, II e IV.
Apenas I, III e V.
Apenas II, III e IV.
Apenas II, IV e V.
Apenas III, IV e V.
A crítica histórico-materialista – de autores como David Harvey e Frederic Jamenson – ao pós-modernismo propõe que as transformações culturais e estéticas associadas a esse termo não devem ser compreendidas de forma isolada ou autônoma, mas como manifestações ideológicas de mudanças estruturais no capitalismo. Com base nessa perspectiva, analise as afirmações a seguir:
1. O pós-modernismo é interpretado como a face cultural de um regime de acumulação marcado pela flexibilidade produtiva, fragmentação do consumo, obsolescência acelerada e deslocamento dos centros de decisão econômica.
2. A cultura contemporânea passa a privilegiar a repetição de estilos e a combinação superficial de signos, suprimindo o aprofundamento histórico e a crítica social em favor de uma lógica de mercado voltada ao consumo de imagens.
3. A pluralidade estética, a diversidade de linguagens e a quebra de hierarquias culturais são vistas, nessa abordagem, como fenômenos genuinamente emancipatórios e desvinculados das dinâmicas do capital.
4. A substituição da temporalidade narrativa por uma simultaneidade espacial e fragmentada reflete não apenas uma mudança de gosto artístico, mas uma reorganização da experiência social sob a lógica da circulação rápida de mercadorias e signos.
5. A estetização da vida cotidiana, a mercantilização da diferença e a dissolução das fronteiras entre arte e publicidade integram um processo de neutralização política das formas culturais.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
10.
12.
13.
14.
15.
“Os filósofos têm apenas interpretado o mundo de maneiras diferentes; a questão, porém, é transformá-lo.” (Karl Marx). O marxismo é uma das correntes filosóficas presentes na construção da historiografia. Sobre o marxismo, avalie as afirmações a seguir.
I - O materialismo dialético reconhece a vida cotidiana e o modo de produção como responsáveis pela transformação da consciência e da subjetividade dos indivíduos;
II- Para romper com as condições estruturais da sociedade capitalista se faz necessária a luta de classes e a revolução, que deve ser conduzida pelo proletariado;
III- No interior da sociedade capitalista, o que determina e rege a política são os interesses econômicos dos grupos proprietários do capital;
IV- A existência de um indivíduo é determinada pela sua consciência, pelas ideologias, pelas estruturas políticas e intelectuais que toda a sociedade possui.
Após avaliar as afirmativas, assinale a alternativa correta.
Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas
Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas
Apenas as afirmativas I e II estão corretas
Apenas as afirmativas II e III estão corretas
Apenas as afirmativas III e IV estão corretas
Leia o texto a seguir:
“Antes de surgir um alfaiate, o ser humano costurou durante milênios, pressionado pela necessidade de vestir-se. Mas o casaco, o linho, ou qualquer componente da riqueza material que não seja dado pela natureza, tinha de originar-se de uma especial atividade produtiva, adequada a determinado fim e que adapta certos elementos da natureza às necessidades particulares do homem. O trabalho, como criador de valores de uso, como trabalho útil, é indispensável à existência do homem – quaisquer que sejam as formas de sociedade, é necessidade natural e eterna de efetivar o intercâmbio material entre o homem e a natureza e, portanto, de manter a vida humana.” (MARX, K. O capital: crítica da economia política – livro I. 36. ed. Rio de Janeiro: civilização brasileira, 2019, p. 64-65).
Com base no texto e nas contribuições de Karl Marx (1818-1883) para a economia política, marque a alternativa que apresenta a concepção marxista acerca do trabalho e da geração de riqueza.
Karl Marx considerou que o trabalho e a natureza são as duas fontes de riqueza, pois esta última fornece a matéria para ser transformada por meio do trabalho, força vital do homem, que modifica a natureza e o seu próprio ser, pois, por meio do trabalho, o homem produz a sua existência material e espiritualmente.
Karl Marx declarou que o trabalho é a condição necessária para a emancipação humana, pois o homem, ao ser transformado em instrumento de trabalho, é coisificado ou reificado por meio do processo de alienação ou exploração de mais-valia que se materializa em capital, isto é, em riqueza produzida pelo trabalho humano.
Ao se posicionar de forma contrária àqueles que defendiam a terra ou a natureza como sendo a única fonte de riqueza, Karl Marx, crítico do liberalismo econômico, filiou-se à tese de Adam Smith, expressa em sua obra Riqueza das Nações, que defendeu o trabalho como única fonte de riqueza.
Em sua obra O capital, Karl Marx argumentou que o trabalho é a única fonte de riqueza, pois, por meio do processo de exploração de mais-valia, isto é, o trabalho não pago que se materializa em lucro, a classe burguesa acumula capital e se expande por todo o globo.
De certo modo, o filósofo George Berkeley (1685-1753) está na contracorrente de seu tempo. [...] Para ele, os filósofos criam apenas dúvidas e incertezas. “Parece-me que a maior parte, senão todas as dificuldades que até agora detiveram os filósofos e barraram o caminho do conhecimento, nós as provocamos, levantando a poeira e depois queixando-nos de não ver”, diz. “Poeira”, no caso, é a suposição da existência da matéria como substância, isto é, uma coisa subsiste por si, independentemente da alma e exterior a esta. Isso acarreta a intrincada discussão sobre a natureza da relação entre a matéria e a alma (Descartes e os racionalistas) e, no limite, a posição que admite que há na matéria um “não sei quê” inacessível ao conhecimento (Locke) – o que já é um passo para o ceticismo. [...]
(ABRÃO, Bernardette Siqueira (org.). História da Filosofia. São Paulo: Nova Cultural, 1999. p. 253-256. Coleção Os Pensadores. A razão: inata ou adquirida?)
A concepção de Berkeley de idealismo parte de uma concepção própria de realidade. Dentre as suas principais teorias, podemos apontar:
A afirmação de que as ideias, na verdade, são cópias de algo fora da mente, que existem independentes da percepção. Ele separa as qualidades primárias e secundárias que conduzem o pensamento.
A tese de que além de organizar, a mente também armazena e dá significado a priori às informações, aos conhecimentos de propriedade dos seres humanos que são, na verdade, inatas, mas não acessíveis a todos.
A ideia de imaterialismo, na qual o conceito de existência está diretamente ligado ao conceito de percepção. O mundo, para ele, não tem uma realidade independente da mente, sua tese “faz o mundo desaparecer”.
A premissa que ele defendia veementemente de que apenas alguns seres humanos são capazes de construir o próprio pensamento, pois, nesse caso, são formados por substância pensante (a mente) e substância externa (o corpo).


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Uma concepção materialista da realidade expressa a ideia de que:
a mente é uma substância puramente incorpórea
a matéria é uma substância puramente mental
a mente não é uma substância puramente incorpórea
toda atividade mental é absolutamente inconsciente
Leia o texto a seguir:
“A história de todas as sociedades até hoje existentes é a história das lutas de classes. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, senhor feudal e servo, mestre de corporação e companheiro; em resumo, opressores e oprimidos em constante oposição, têm vivido numa guerra ininterrupta, ora franca, ora disfarçada; uma guerra que terminou sempre, ou por uma transformação revolucionária da sociedade inteira, ou pela destruição das duas classes em conflito” (MARX, K. ENGELS, F. Manifesto Comunista. Trad.: Álvaro Pina. Boitempo editorial: São Paulo, 2005, p. 40).
De acordo com Marx, toda sociedade é formada por classes sociais que estão em constante conflitos. Acerca da concepção marxiana de classe social, assinale a alternativa correta:
Na concepção de Marx, para se compreender as classes sociais em um dado momento histórico, é preciso examiná-las isoladamente, de acordo com as preferências ideológicas e tendências culturais dos sujeitos envolvidos.
As classes sociais apresentam características a-históricas, de tal forma que podemos compreendê-las através da essência ou natureza humana. Marx defende a tese de que, por natureza, os indivíduos são selecionados para comandar ou ser comandados.
A concepção de classe social em Marx é representada pelo conceito de poder simbólico. Para o filósofo, os grupos sociais são determinados por aspectos como o status, a honra e o prestígio.
As classes sociais não existem de maneira isolada, mas como parte de um sistema de classes, o que define e distingue as classes são as relações e modo de produção, ou seja, é a maneira como os seres humanos organizam as atividades produtivas.
Segundo Epicuro, a felicidade consiste no prazer, definido como ausência de dor. Pode-se perguntar: como é possível ficar feliz diante da ameaça constante da morte? A esse questionamento, o filósofo assevera:
“Donde um correto conhecimento de que a morte nada é para nós faz da vida mortal algo apreciável, não por adicionar tempo infinito, e sim por suprimir o anseio de imortalidade”. (EPICURO. Cartas & Máximas principais: “Como um deus entre os homens”. São Paulo: Penguim, Companhia das Letras, 2020, p. 62).
Por que, para Epicuro, o mal residiria nas sensações?
Para Epicuro, materialista, a sensação é uma relação entre corpos. A dor é a sensação de prejuízo para o corpo. A morte, pondo fim ao corpo, também encerra as sensações e toda possibilidade de sofrimento.
Para Epicuro, as sensações nos informam sobre os prazeres baixos, que se obtém da materialidade. A verdadeira felicidade estaria na elevação do espírito ao Bem, o qual, sendo inteligível, não é apreendido pelos sentidos.
Porque Epicuro reconhece no corpo um cárcere da alma, pois o cuidado do corpo é tempo tomado da filosofia. Por isso, após a morte, livre das sensações do corpo, o filósofo poderá contemplar a verdade em si mesma.
Porque Epicuro reconhece que os sentidos por vezes nos enganam; ele toma uma atitude cética diante dos sentidos. Eles, enquanto fonte de tormento e engano, seriam também razão de todo erro judicativo.
Leia o texto a seguir:
“Meu método dialético, por seu fundamento, difere do método hegeliano, sendo a ele inteiramente oposto. Para Hegel, o processo do pensamento - que ele transforma em sujeito autônomo sob o nome de ideia - é o criador do real, e o real é apenas sua manifestação externa. Para mim, ao contrário, o ideal não é mais do que o material transposto para a cabeça do ser humano e por ela interpretado” (MARX, K. O capital: crítica da economia política – livro I. 36 ed. Rio de Janeiro: civilização brasileira, 2019, p. 28).
No trecho acima, Marx destaca o seu método de análise da realidade social. Denominada de Materialismo histórico e dialético, a abordagem de Marx é conhecida pela oposição ao método hegeliano e por sua originalidade ao investigar os fundamentos que determinam a organização social.
I – Uma das teses do método de Marx está em atribuir à categoria do modo de produção da vida material o papel de condicionante do conjunto da vida social, política e espiritual.
II – O método de Marx é materialista porque, diferentemente do idealismo de Hegel, compreende a natureza da sociedade através de características puramente biológicas.
III – O materialismo histórico compreende que os sujeitos sociais são historicamente determinados pelas relações de trabalho nas diferentes sociedades.
IV – Ao rejeitar o idealismo hegeliano, Marx afirma que a realidade sensível, material, não pode ser concebida e nem assimilada pelo pensamento (idealmente).
Assinale a alternativa correta.
Estão corretas apenas as afirmações I e IV.
Estão corretas apenas as afirmações I e III.
Estão corretas apenas as afirmações I, II e III.
Todas as afirmações estão corretas.
No livro Saber cuidar: ética do humano - compaixão pela Terra, Leonardo Boff, ao falar sobre o realismo materialista, discorda do conceito de realismo defendido por essa corrente filosófica, porque, segundo esse autor,
as realidades existem como objetos independentes do sujeito que as observa.
a matéria constitui a única realidade consistente e os demais fenômenos são derivações secundárias dela.
a realidade, como um jogo, sempre inclui a todos como participantes e jamais como meros espectadores.
o realismo, como princípio, valoriza excessivamente a subjetividade, a consciência, a vida e a espiritualidade.


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Considerando-se o Materialismo Dialético e Histórico, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) A tese do Materialismo Dialético é que as formas assumidas pela sociedade, ao longo de sua história, dependem das relações econômicas predominantes em certas fases dela.
( ) Entende-se por Materialismo Histórico a filosofia oficial do comunismo enquanto teoria dialética da realidade (natural e histórica).
C - C.
E - E.
C - E.
E - C.
A filosofia contemporânea é demarcada pelo surgimento de novas correntes de pensamento a partir de meados do século XIX, a exemplo do positivismo, do materialismo histórico-dialético e do existencialismo, as quais têm entre seus representantes, respectivamente:
Martin Heidegger, Hegel e John Locke.
Nietzsche, David Hume e Immanuel Kant.
Jean-Paul Sartre, Karl Marx e Friedrich Engels.
Augusto Comte, Karl Marx e Sören Kierkegaard.
Augusto Comte, Karl Marx e Jean Jacques Rousseau.
Para Marx, a alienação não é puramente teórica, porque se manifesta na vida real quando o produto do trabalho deixa de pertencer a quem produziu. Isso ocorre porque, na economia capitalista, prevalece a lógica de mercado, em que tudo tem um preço, ou seja, adquire um valor de troca, diferentemente de quando fabricamos o que é necessário para a existência (casas, roupas, livros), produtos que têm utilidade vital, valor de uso.
Maria Lúcia de Aranha. Filosofia: introdução à Filosofia.
São Paulo: Moderna, 2009, p. 70 (com adaptações).
Com relação ao assunto do texto precedente, é correto afirmar que, no novo contexto capitalista, de acordo com a perspectiva marxista, também pensada pelos frankfurtianos, quando o operário vende a sua força de trabalho mediante salário, esta se transforma em
luxo.
opção.
supérfluo.
representação.
mercadoria.
De acordo com Karl Marx, o direito é a única ciência capaz de influenciar a economia, em razão do controle social imposto pela estrutura normativa do Estado sobre todos os indivíduos, bem como da capacidade dos homens de se autodeterminarem igualitariamente em um sistema jurídico humanístico e solidário.
Certo
Errado
“O fetichismo da mercadoria, descrito no primeiro capítulo da obra ‘O capital’, de Karl Marx, revela um mundo em que as relações sociais ocorrem por meio das coisas; as coisas detêm o poder de estabelecer relações sociais e os homens estabelecem relações materiais. [...] Com a universalização da produção de mercadorias, as relações sociais entre os produtores passam a ser mascaradas pelas relações de troca entre as diferentes mercadorias. Assim, as relações sociais entre pessoas aparecem como relações sociais entre coisas[...].”
(MARX, K. O Capital. São Paulo: Nova Cultura, 1996.)
Considerando a relação entre o indivíduo e a mercadoria, Marx afirma que:
Durante o processo de produção, a mercadoria ainda é matéria que o produtor domina. Depois, passa a dominá-lo.
O criador do produto, embora sofrendo uma alienação temporária em relação ao saber, controla o tempo, a produtividade e o lucro.
O fetichismo da mercadoria não deve ser entendido como fetichismo do capital, uma vez que ambos são instâncias contraditórias no processo.
O destino do proletariado, produtor de mercadorias em essência, é produzir, usufruir; mas, nunca, sobrepujar o valor da mercadoria como forma de ascensão social.


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O positivismo científico de Augusto Comte, influenciado pela Revolução Industrial, defendeu a sociologia como a única ciência experimental capaz de explicar com precisão a vida humana em sociedade, o que, apesar de críticas, teve grande mérito na fixação das premissas utilizadas para estabelecer a sociologia enquanto saber científico autônomo procedente da filosofia social e anterior à disciplina mais específica que hoje é conhecida como sociologia do direito, planificada por Émile Durkheim, discípulo do próprio Augusto Comte.
Certo
Errado
Para Karl Marx a religião seria o ópio do povo, pois:
é uma forma do homem buscar seus direitos.
é uma forma do homem contentar-se e não sair em busca da verdade.
deixa o homem livre em seus pensamentos e atos.
é uma invenção de pessoas enganadoras.
é um discurso produzido com a intenção de favorecer toda a sociedade
Emancipação é um dos conceitos centrais do marxismo.
Segundo o Dicionário do Pensamento Marxista, a frase que melhor define o conceito de emancipação para o pensamento marxiano é:
A minha liberdade termina onde começa a liberdade do outro.
O uso público da razão deve ser livre e somente ele promoverá a liberdade.
O livre desenvolvimento integral do ser humano.
O desenvolvimento do coletivo em detrimento do livre desenvolvimento individual.
No Posfácio da Segunda Edição (24 de janeiro de 1873), da obra O Capital, Karl Marx faz uma discussão sobre o seu método dialético.
No debate com os seus críticos, Marx defende que
o ideal não é mais do que o material, transposto e traduzido na cabeça humana.
o seu método dialético já não tem mais nada de hegeliano, visto que o velho Marx economista rompeu com o jovem Marx, discípulo de Hegel.
a sua construção apriorística é uma necessidade do pensamento, visto que sem o priori da Ideia o próprio pensamento jamais se manifestaria de modo externo.
o modo de exposição e o modo de investigação não apresentam qualquer distinção, visto que há uma identificação dialética entre ambos.
Simone Weil, na história humana, duas foram e continuam a ser as principais formas de opressão, sendo elas: a escravidão exercida em nome da força e a sujeição em nome da riqueza transformada em capital. E, ainda, Weil pensava que estava para cair sobre as pessoas outra forma nova de opressão, que seria o fruto maduro do trabalho fragmentado.
A que forma nova de opressão se refere a autora?
A opressão exercida em nome da função.
A opressão exercida em nome da mídia.
A opressão exercida em nome do mercado.
A opressão exercida em nome da ação.