Questões de Concurso sobre Mito e Filosofia

 
 
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Ecoando elementos críticos de outro grande helenista, F. M. Cornford (1874-1943), autor de Principium Sapientiae: As Origens do Pensamento Filosófico Grego (1952), às teses de Burnet, Vernant explora algumas diferenças entre as construções míticas e as especulações dos fisiólogos, contudo, tomando o cuidado de não assumir qualquer tipo de descontinuidade histórica na exposição das diferenças. A estratégia usada para contrapor a tese do “milagre grego”, portanto, pode ser expressa nas afirmativas abaixo. Analise as afirmativas abaixo, que apresentam de forma correta a estratégia e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).


( ) Análise e/ou averiguação dos poemas homéricos e hesiódicos com vistas ao estabelecimento de pontos de contato ou interseções destes com a filosofia nascente.

( ) Como não há pontos de contato possíveis entre a racionalidade mítica e a filosófico-científica, o esforço deve ser no sentido de encontrar o momento do “relâmpago no céu azul”, isto é, o momento originário da racionalidade filosófica por meio da investigação histórica das produções dos homens gregos.

( ) Como segunda etapa, deve-se confrontar as duas atitudes - a mítica e a filosófica - diante do real com aquela cujo método é, reconhecidamente, de base empírica, a exemplo da medicina, visto que a mudança de perspectiva do conteúdo para o método pode revelar os pontos de contato do processo intelectual entre as duas atitudes.

( ) A mudança de foco do objeto para o método, como etapa estratégica posterior, pode evidenciar a ruptura entre a racionalidade mítica e a filosófica, portanto, a análise dos poemas homéricos e hesiódicos, apenas para recorde de importância histórica das principais autoridades poéticas no mundo antigo, e dos produtos da genialidade científica dos primeiros filósofos podem, pela comparação, tornar evidentes as diferenças e a ausência de qualquer vínculo causal histórico/cultural entre as duas atitudes.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.


A

F - V - V - F


B

V - F - V - F


C

V - V - F - F


D

F - F - V - V

As festas de passagem do ano, muitas voltadas para a questão da purificação, mostram que o caráter cíclico do tempo mítico se mantém na sociedade ocidental moderna, a despeito de todo o processo de secularização.


C

Certo


E

Errado

O contexto do primeiro fragmento é uma crítica que Vernant faz à tese do “milagre grego” na versão de J. Burnet (1863-1928) em sua obra O Despertar da Filosofia Grega (1892). Sobre esta tese de Burnet, assinale a alternativa correta.


A

A filosofia foi gerada, dinamicamente, no devir de um mito laicizado


B

Há solução de continuidade mito-filosofia possível de ser evidenciada historicamente, a partir da investigação dos elementos histórico-religiosos da cultura grega


C

Ainda que se possa supor evidente, pelo uso de expressões comuns ou pela semelhança da linguagem que recorre a elementos de mistérios, típicos dos mitos, das religiões de mistérios e mesmo dos ritos sociais, não se pode apresentar qualquer elemento suficiente que conecte, como que por necessidade causal histórica, o surgimento da razão filosófico-científica ao tipo de racionalidade do mito


D

A expressão “milagre grego” refere-se à especulação mítico-religiosa e à possibilidade de traçar os nexos da razão filosófica e científica partindo da racionalidade mítica

“O mito não se importava com contradições, com o fabuloso e com o incompreensível, não só porque esses eram traços próprios da narrativa mítica, como também porque a confiança e a crença no mito vinham da autoridade religiosa do narrador. A filosofia, ao contrário, não admite contradições, fabulações e coisas incompreensíveis, mas exige que a explicação seja coerente, lógica e racional; além disso, a autoridade da explicação não vem da pessoa do filósofo, mas da razão, que é a mesma em todos os seres humanos.”


(CHAUÍ, Marilena. Filosofia. São Paulo: Ática. 2005. P. 25.)


Antes do surgimento da filosofia, a explicação para as questões humanas era fornecida pelos mitos. A filosofia busca fornecer provas coerentes. Nesse contexto, os estoicos, filósofos gregos do período Helenístico ou Alexandrino, afirmavam que:


A

O homem deve manter uma atitude negativa para com a vida e desprezo por convenções sociais, riqueza e prazeres.


B

O prazer é o verdadeiro bem; um prazer sem mesclas, sem dor, duradouro e estável, que permita ao homem ser dono de si mesmo.


C

A ética também se funda na ideia de autossuficiência. O indivíduo deve se bastar a si mesmo e buscar a felicidade, que é identificada com a virtude.


D

Uma vez que muitas ideias foram ditas sobre algo e que muitas pessoas acreditaram nelas, acaba-se perdendo a confiança de que uma verdade será alcançada.

“Contextualizando-se este momento histórico, no qual a cultura helênica é povoada por um mito já decantado, a pergunta que se coloca é da seguinte ordem: como se passou ou se processou o alvorecer daquilo que se conhece por filosofia? Ou, em outros termos, seria o pensamento filosófico como um Adão sem pai e mãe terrenos (...) ou, contrariamente, um tubérculo suculento extraído do seio do mito?“


(SIQUEIRA BATISTA, Rodrigo. Mito, filosofia e medicina na Grécia antiga. Relações entre a poesia épica, a filosofia pré-socrática e a medicina de Hipócrates. Dissertação (mestrado) – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento de Filosofia. p. 55).


Sobre a expressão “mito já decantado” no contexto do trecho citado, assinale a alternativa incorreta.


A

O tempo histórico se encarregou de separar, sem solução de continuidade, o mito e a filosofia


B

Mantém-se a ambiguidade analógica da separação entre mito e pensamento filosófico por um lado com a ideia de que a filosofia não poderia ter surgido se não fosse de um ambiente cultural homogêneo por outro, mas acaba por assumir a perspectiva histórica da continuidade de mito e filosofia


C

A ambiguidade da analogia da decantação só seria mantida com toda a verossimilhança se um fator exógeno fosse adicionado à imagem, tal como um evento não-natural como causa da decantação, que pudesse remeter à tese do milagre grego com força ao menos equivalente ao modo que facilmente remete à da continuidade histórica


D

O “mito decantado” corresponde à fixação histórica dos elementos de cultura como base ou solo comum para a paidéia grega, mas, não se pode dizer que tal decantação seja fruto de qualquer necessidade histórica, se se pretende manter a ambiguidade analógica válida para ambas correntes filosóficas, isto é, tanto para a da continuidade mito-filosofia quanto para a do chamado milagre grego

Sobre o mito, sua função e importância na cultura helenística, e sua relevância para a filosofia nascente, assinale a alternativa correta.


A

O mito fornece o vocabulário e a gramática em termos dos quais as questões filosóficas e suas respostas são inteligíveis


B

O mito representa um tempo a ser superado e um modo de pensar que resiste e obstaculiza o desenvolvimento da ciência-filosofia


C

Ao fornecer um senso de propósito e valor moral, o mito indica o lugar do homem na natureza, mas não oferece razões, mesmo que de modo geral, do porquê as coisas são como são


D

Os mitos são construções imagéticas, frutos da genialidade típica de poucos povos na história, que só podem ser compreendidos a partir da imersão na própria cultura que lhe deu origem. Explicar a significação de um mito é o mesmo que criar um novo mito, na medida em que a própria imersão na cultura originária já caracteriza uma potencial distorção do próprio objeto de investigação

Considerando “Do mito à razão: o nascimento da Filosofia na Grécia Antiga”, o que não corresponde, de fato, à passagem do “pensamento” mítico para o pensamento filosófico?


A

O mito pretendia narrar como as coisas eram ou tinham sido no passado imemorial, longínquo e fabuloso, voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como existe no presente; a Filosofia, ao contrário, se preocupa em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são como são.


B

O mito narrava a origem através de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças divinas sobrenaturais e personalizadas, enquanto a Filosofia, ao contrário, explica a produção natural das coisas por elementos e causas naturais e impessoais.


C

O mito falava em Urano, Ponto e Gaia; a Filosofia fala em céu, mar e terra.


D

O mito não se importava com as contradições, com o fabuloso e o incompreensível; a Filosofia, ao contrário, não admite contradições, fabulações e coisas incompreensíveis.


E

O mito dava explicação fabulosa, e a autoridade da explicação não vinha da pessoa que narrava, mas do pensamento mítico; a Filosofia exige que a explicação seja coerente, lógica e racional, além disso, a autoridade da explicação vem da pessoa do filósofo.

A Mitologia foi fundamental para o avanço do pensamento ocidental, o conjunto de mitos narrados de geração em geração, era a única forma de buscar respostas para suas indagações.


Sobre os mitos, pode-se afirmar que:


I. buscava explicações sobre a natureza e sua verdade independente de provas.

II. era importante para o funcionamento da sociedade.

III. possuíam valores morais e epistemológicos.

IV. tentavam elaborar respostas racionais para suas perguntas.

V. Homero e Hesiodo foram responsáveis por fazerem os primeiros registros.


Está correto apenas o que se firma em:


A

, II e III


B

II e V


C

II, III e V


D

I, III e IV


E

I, II,III e V

Desde a Antiguidade o homem tem se preocupado com o Divino e essa preocupação se dá ao fato:


A

de existir no ser humano uma consciência natural que o impulsiona nesta direção.


B

do ser humano ser forçado a esta preocupação.


C

do medo existente no ser humano ao se distanciar do Ser Divino.


D

do ser humano ser autossuficiente e não aceitar a existência de alguém superior a ele.


E

de que o conhecimento sobre um ser supremo não faz parte da cultura de um povo.

O Mito da Caverna, de Platão, estabelece uma relação interna ou intrínseca entre paideia e aletheia: a filosofia é educação ou pedagogia para a verdade. Sobre o Mito da Caverna e o conceito de verdade em Platão, assinale a alternativa INCORRETA.


A

A relação entre paideia e aletheia é proposta pelo mito com a analogia entre os olhos do corpo e os olhos do espírito quando passam da obscuridade à luz: assim como os primeiros ficam ofuscados pela luminosidade do Sol, também o espírito sofre um ofuscamento no primeiro contato com a luz da ideia do Bem, que ilumina o mundo das ideias.


B

Platão abandonou o antigo conceito de verdade, isto é, a evidência como adequação entre a ideia e o intelecto, o inteligível e a inteligência, obtida apenas pelas operações da própria alma e o substituiu por aquele em que o próprio ser se manifesta no mundo e ao mundo.


C

A trajetória realizada pelo prisioneiro é a descrição da essência do homem (um ser dotado de corpo e alma) e sua destinação verdadeira (o conhecimento intelectual das ideias). Essa destinação é seu destino: o homem está destinado à razão e à verdade.


D

O Mito da Caverna preserva o antigo sentido da aletheia como não esquecimento e não ocultamento da realidade, pois aletheia é o que é arrancado do esquecimento e do ocultamento da realidade, fazendo-se visível para o espírito, embora invisível para o corpo.

Na Grécia Antiga, “o mito é uma narrativa sobre a origem de alguma coisa (origem dos astros, da Terra, dos homens, das plantas, dos animais, do fogo, da água, dos ventos, do bem e do mal, da saúde e da doença, da morte, dos instrumentos de trabalho, das raças, das guerras, do poder, etc.)” (CHAUÍ, 2009, p. 34). A partir do trecho citado e de seus conhecimentos sobre a mitologia grega, assinale a alternativa correta.


A

O mito não pode ser considerado conhecimento.


B

O mito é a expressão de uma primeira tentativa da consciência humana de explicar a filosofia pré-socrática, ou seja, o período cosmológico.


C

O mito consistia em uma narrativa acerca da origem e do funcionamento do universo, bem como abordava a origem dos seres humanos, o fundamento dos costumes humanos e a interferência dos deuses.


D

O mito faz parte da tradição ocidental de cunho escrito. No caso, primeiramente, cada mito foi escrito e, em seguida, passou a ser narrado pelos poetas.

“Quando dizemos que o pensamento filosóficocientífico surge na Grécia no século VI a.C., caracterizando-o como uma forma específica de o homem tentar entender o mundo que o cerca, isto não quer dizer que anteriormente não houvesse também outras formas de se entender essa realidade. É precisamente a especificidade do pensamento filosófico-científico que tentaremos explicitar aqui, contrastando-o com o pensamento mítico que lhe antecede na cultura grega.”

(MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos présocráticos à Wittgenstein. Rio de Janeiro, Zahar, 2007)

Sobre as diferenças entre o pensamento mítico e o pensamento filosófico-científico, é correto afirmar que:


A

são diferenças desprezíveis, visto que em ambos os casos há uma tentativa do homem de “ler” a realidade do mundo que o cerca.


B

há uma ruptura radical entre às formas de explicação mítica e a filosófica-científica. Enquanto o mito pressupõe uma incondicional adesão e aceitação de sua narrativa, que apela para uma realidade sobrenatural, divina ou misteriosa, o pensamento filosófico-científico pretende alcançar o conhecimento a partir de argumentos lógicos e racionais sobre o homem e a natureza.


C

há mais semelhanças do que diferenças entre o pensamento mítico e o filosófico-científico, visto que em ambos os casos, os mitos são utilizados para transformação do homem a partir da catarse, de uma purificação de suas emoções.


D

há uma ruptura radical entre às formas de explicação mítica e a filosófica-científica. Enquanto o pensamento filosófico científico pressupõe uma incondicional adesão e aceitação de sua narrativa, o pensamento mítico pretende alcançar o convencimento a partir de argumentos lógicos e racionais sobre o homem e a natureza.


E

com o surgimento do discurso filosóficocientífico, o mito foi suplantado, desaparecendo do cenário social da Grécia antiga, uma vez que a filosofia substitui a mitologia no imaginário popular.

Analise o trecho e assinale a alternativa que completa respectivamente as lacunas:

A reflexão filosófica surge no século VI a. C., na Grécia, em contraposição à narrativa mítica. Um novo conceito de verdade sobre a realidade substitui, assim, o modelo baseado na tradição oral dos poetas, autoridades portadoras da vontade dos deuses. A Filosofia surge como _____ diante da possibilidade de estranhar o mundo e concebê-lo de forma _____. Esse espanto impulsiona a busca da compreensão do ser enquanto algo natural e capaz de ser apreendido pela razão.

Após esse primeiro passo, a Filosofia também nos aparece como _____. A filosofia liberta o homem da insegurança e do temor proporcionados pelo Mito de que o destino dos homens era um joguete dos deuses.


A

Espanto – Racional – Admiração.


B

Submissão – Irracional – Resignação.


C

Resignação – Metafísica – Intimismo.


D

Conformismo – Metafísica – Submissão.


E

Conformismo – Onírica – Conformidade.

Partindo de uma premissa maior entre o estudo do “Mito” em filosofia, para os filósofos, a ordem do mundo deriva de forças opostas que se equilibram reciprocamente, e a união dos opostos explica os fenômenos meteóricos, as estações do ano, o nascimento e a morte de tudo que vive. Portanto, podemos dizer que:


Coloque (V) para Verdadeiro e (F) para Falso:


( ) O mito surge de algo muito diferente, resultante do saber recebido

( ) O mito é uma narrativa cujo conteúdo é inquestionável;

( ) A filosofia é problematizada e portanto convida a discussão;

( ) A filosofia rejeita o sobrenatural, a interferência de agentes divinos na explicação dos fenômenos;

( ) Que no mito a inteligibilidade é dada, na filosofia ela é procurada.


Marque a sequência CORRETA:


A

F, V, V, V, V


B

V, F, V, V, V


C

V, V, F, V, V


D

V, V, V, F, V


E

F, V, V, V, F

A respeito da relação entre mito e filosofia, encontramos basicamente duas visões opostas: uma que afirma a descontinuidade entre mito e filosofia e outra que defende a continuidade entre mito e filosofia. Assinale a alternativa correta sobre o tema.


A

Ao descrever as condições históricas que determinaram o nascimento da filosofia grega, Hegel aponta o desaparecimento da sociedade patriarcal e o surgimento das cidades livres e organizadas por leis. A exposição hegeliana do nascimento da filosofia produziu uma linhagem de historiadores da filosofia para os quais esse nascimento significa continuidade entre a religião, o mitos e a filosofia.


B

Segundo o historiador John Burnet, que é um dos principais representantes da concepção que defende a descontinuidade entre mito e filosofia, esta nasceu quando as velhas explicações míticas e religiosas da realidade já não podiam explicar coisa alguma e haviam se tornado contos fantasiosos aos quais ninguém dava crédito.


C

O helenista F. M. Cornford, como fiel discípulo de Hegel, contestou a ideia de um nascimento da filosofia como continuidade do pensamento mitológico e afirmou que a filosofia nascente transportou, em uma forma laica e em um pensamento mais abstrato, as formulações da religião e do mito sobre a natureza e os homens.


D

Na linha de descontinuidade, está o alemão Werner Jaeger, o qual, em sua obra Paideia: a formação do homem grego, considera que a filosofia nasce em clara oposição às epopeias homéricas e aos poemas de Hesíodo.

Denomina-se filosofia grega antiga o longo período que se iniciou na era mítica, por volta do final do século VII a.C., e se estendeu até o século III d.C., período conhecido como clássico.

C
Certo

E
Errado
A recusa do mito, iniciada pelos pré‐socráticos, teve sua consecução com Platão, que finalmente colocou a filosofia em bases exclusivamente naturais.

C
Certo

E
Errado
A utilização de sentimentos humanos para a compreensão dos fenômenos da natureza é própria do conhecimento

A
científico.

B
filosófico.

C
tecnológico.

D
mitológico.

“Na história do pensamento ocidental, a filosofia nasce na Grécia por volta do século VI (ou VII) a.C. Por meio de longo processo histórico, surge promovendo a passagem do saber mítico ao pensamento racional, sem, entretanto, romper bruscamente com todos os conhecimentos do passado. Durante muito tempo, os primeiros filósofos gregos compartilharam de diversas crenças míticas, enquanto desenvolviam o conhecimento racional que caracteriza a filosofia. Essa passagem do mito à razão significa precisamente que já havia, de um lado, uma lógica do mito e que, de outro lado, na realidade filosófica ainda está incluído o poder do lendário.” (Gilberto Cotrim)


Sobre o surgimento da Filosofia e a passagem da explicação mítica da realidade para uma explicação filosófica, pode‐se afirmar que:


A

Conforme o texto acima, na passagem da explicação mítica para a explicação filosófica percebe-se que a filosofia trata as questões com mais generalidade e abrangência.


B

As explicações mitológicas e filosóficas são lógicas e racionais, só se diferem quanto ao assunto.


C

Podemos afirmar que a antropologia foi a primeira corrente de pensamento, surgida na Grécia Antiga por volta do século VI a.C.


D

Os filósofos que viveram depois de Sócrates se preocupavam muito com o Universo e com os fenômenos da natureza.


E

O fragmento “Pois pensar e ser é o mesmo” de Parmênides, reflete o que o autor diz acima sobre a coexistência do mítico no filosófico.

   
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