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Um Professor de Filosofia que deseja desenvolver a temática “as origens da filosofia” com os alunos, deverá fazê-lo através do seguinte conteúdo:
As mudanças da modernidade.
O positivismo de Comte.
A consciência mítica.
O materialismo e a dialética de Karl Marx.
Analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
( ) A função primordial do mito era responder a questões fundamentais como: qual a origem de todas as coisas?
( ) O que significa o homem e qual a sua relação com o mundo natural e com o mundo humano?
( ) A narrativa explicava e significava a realidade, o modo de vida, a organização social, a conduta dos homens, os valores e normas, de modo que “os comportamentos e as atitudes que a sociedade quer preservar são condensados em paradigmas”
( ) Dito de outro modo, os valores que a sociedade elegeu como os melhores a serem observados e vivenciados por todos os membros da sociedade estão expressos nos deuses, semideuses e heróis contados pelos poetas: “o ideal heróico”.
A sequência correta é:
V, V, V, F
V, V, F, F
V, V, V, V
F, F, V, V
F, F, F, V

O argumento de Nietzsche apresentado no excerto precedente emergiu em um contexto histórico marcado

Para Nietzsche, tragédias como a de Édipo revelam

Considerando-se o texto apresentado como referência inicial, é correto afirmar que os estudos a respeito dos mitos
Leia o texto que segue com atenção.
A maior parte dos estudiosos concorda que a origem da filosofia está associada à ................................ , quando, em torno do século VI a. C., os seus cidadãos perceberam que as explicações ............................... já não eram suficientes para a compreensão dos fenômenos humanos e da natureza.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Grécia Antiga • míticas
Roma Antiga • religiosas
Ásia Menor • cosmológicas
China Ocidental • budistas
Mesopotâmia Central • teocráticas
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Com o advento da escrita, a tradição oral passou a ser fixada como um patrimônio comum de que o poeta seria o guardião. Exemplo deste patrimônio cultural são as poesias de Homero (a Ilíada e a Odisseia, século 9º a.C.) e de Hesíodo (a Teogonia e Os Trabalhos e os Dias, 7º a.C).
II. A questão central, então, passou a ser sobre a credibilidade e a veracidade da narrativa do poeta. O que garante que ele diz a verdade? Caso o poeta fosse escolhido e inspirado pelos deuses e desse testemunho inquestionável sobre a origem de todas as coisas, como se dá a gestação das coisas e dos próprios deuses? Quem são os deuses?
III. Afinal, qual é a função do mito na sociedade e na vida do homem grego? A função primordial do mito era responder a questões fundamentais como: Qual a origem de todas as coisas? O que significa o homem e qual a sua relação com o mundo natural e com o mundo humano?
IV. A narrativa explicava e significava a realidade, o modo de vida, a organização social, a conduta dos homens, os valores e normas, de modo que “os comportamentos e as atitudes que a sociedade quer preservar são condensados em paradigmas– exemplos idealizados e fixados em personagens – que os jovens devem incorporar”.
V. Os valores que a sociedade elegeu como os melhores a serem observados e vivenciados por todos os membros da sociedade estão expressos nos deuses, semideuses e heróis contados pelos poetas: “o ideal heróico, representado por um Aquiles, ou por um Ulisses, em múltiplas situações concretas, consubstancia um código de valores objetivos.
Estão corretas as afirmativas:
I, II e III, apenas
II, III e IV, apenas
III, IV e V, apenas
I, III e V, apenas
I, II, III, IV, V
“A filosofia surgiu como reação ao pensamento mitológico. Nas colônias gregas da Ásia menor, na Jônia, um ciclo de grande prosperidade forma uma classe intermediária forte e interessada em romper com as estruturas mitológicas que justificavam o poder da aristocracia rural. Nestas cidades origina‐se a ‘Filosofia’, como que tendo como característica primeira a questão da origem do universo. Os primeiros filósofos são chamados de ‘físicos’, pois buscavam a origem da natureza. Nisso formaram uma escola.” O período descrito no enunciado denomina‐se:
Natural.
Psicológico.
Cosmológico.
Aristocrático.
“Para os Suruí, Paiterei, também a onça, Mekô, era o dono do fogo. O Criador, Palop, literalmente Nosso Pai, pede ao passarinho Orobab, preto, com cauda comprida, que vá roubar o fogo para a humanidade, que passa frio e não tem como cozinhar. Para que Orobab não seja devorado de imediato, Palop passa uma substância amarga no corpo do pássaro. Orobab vai, conversa com Mekô, distrai a onça, senta-se bem perto do fogo, ignorando os avisos da onça para que não queime o rabo, e chamusca suas penas, voando em fuga. Ao chegar perto dos homens, senta-se na árvore de urucum, em uma outra árvore cujo nome em português não está identificado, e por último no pau-brasil. Os Paiterei costumavam fazer fogo friccionando galhos de quaisquer dessas três árvores. Assim é que os Paiterei conseguiram o fogo, segundo contam na história do fogo.”
Mindlin et al., 1996: 90-91
Mircea Eliade, autor romeno referência no estudo dos mitos, enumera as características desse tipo de discurso. Os itens abaixo discriminados permitem identificar característica do mito segundo o autor citado, EXCETO na afirmação de que:
oferece a explicação para um comportamento cultural do grupo – descreve um evento criador que produz efeito até o presente.
é uma história sagrada e, portanto, verdadeira – refere-se à realidade, e a utilização da técnica por eles usada está aí para provar sua veracidade.
é uma narrativa sobre as origens – conta a história da origem da técnica de produção o fogo.
os personagens da narrativa mítica são seres sobrenaturais – o criador Palop, a onça Mekô e o passarinho Orobab.
utiliza o antropomorfismo como forma de afirmação do primado da razão – animais falantes são racionalmente descritos.
Duas figuras da mitologia grega são fundamentais para a definição da tragédia segundo Nietzsche. Uma representa o princípio vital elementar e, portanto, remete à dissolução do indivíduo no fluxo do caótico do ser primordial e leva à embriaguez, ao excesso, ao êxtase e à potência do irracional que dissolve as formas. A outra figura mítica corresponde à potência ordenadora e estabilizadora, que faz nascer a medida, as formas claras e bem individualizadas e o sonho das belas aparências. Assim sendo, é correto afirmar que essas figuras míticas são, respectivamente,
Dioniso e Zeus.
Apolo e Dioniso.
Dioniso e Apolo.
Zeus e Apolo.
Zeus e Dioniso.
O estudo sobre o episódio das sereias, concernente à Odisséia de Homero, é uma passagem emblemática da obra A dialética do esclarecimento, de Adorno e Horkheimer. Na Odisséia, Ulisses narra que, para sobreviver ao canto das sereias, tapou com cera os ouvidos dos marinheiros e mandou que o atassem ao mastro da nau sem, contudo, tapar seus próprios ouvidos. Amarrado, Ulisses ouviu o canto inebriante, mas não sucumbiu a ele. Seus nautas, por sua vez, não escutaram o canto e remaram incessantemente, surdos à beleza. Para Adorno e Horkheimer, as medidas tomadas por Ulisses quando seu navio se aproximou do território das sereias pressagiam alegoricamente a dialética do esclarecimento. Tendo o texto como referência inicial, assinale a opção correta com base na teoria de Adorno e Horkheimer.
Ulisses triunfa sobre as sereias, pois abdica do gozo de escutar seus cantos. No entanto, aos nautas é permitido o gozo desse canto, emblema do próprio gozo da arte.
Ulisses somente pode escutar o canto das sereias, porque escolheu sua própria prisão. Os remadores sabem que algo belo existe, mas também sabem que, para sobreviver, devem viver sem essa beleza.
Os remadores estão condenados a trabalhar sem o gozo completo da beleza, enquanto Ulisses, o chefe, tem direito ao gozo livre e completo do belo.
A atitude de Ulisses marca a libertação estética das classes sociais oprimidas, pois remando surdas sem parar, elas vencem as sereias.
O triunfo de Ulisses sobre as sereias constitui uma forma emergente de mito sobre a racionalidade, ou seja, representa a transformação da arte em magia.

metafísica.
religião.
ciência.
política.

pela defesa de uma rigorosa separação entre a esfera da política e a esfera da filosofia.
por definir proposições instrumentais para o agir político, antecipando as estratégias maquiavélicas.
por identificar as coisas empíricas como sendo em si mesmas dotadas de sua própria verdade.
pela definição de uma esfera suprassensível que contém as formas perfeitas, necessárias e universais das coisas.
por entender os preconceitos e condicionamentos do mundo sensível como esfera virtuosa e justa.
O mito grego é uma narrativa sobre a origem das coisas, fundamentando a ordem do mundo segundo as leis, relações e feitos dos deuses. Sobre o mito, assinale a alternativa INCORRETA.
A genealogia é o modo pelo qual o mito narra a geração dos deuses, das coisas, das qualidades, por outros seres que são seus pais ou antepassados.
O mito narra acontecimentos na terra como consequência de alianças e rivalidades entre deuses, a exemplo da Guerra de Troia.
O mito narra a origem das coisas no mundo encontrando recompensas e castigos que os deuses dão aos que os obedecem, ou desobedecem, a exemplo do mito de Prometeu.
Os mitos são cosmologias e teologias, na medida que explicam o surgimento das coisas e dos deuses.
Os mitos são cosmogonias e teogonias, na medida que explicam o surgimento das coisas e dos deuses.
A legitimidade do saber mítico-religioso, transmitido pelos poetas-rapsodos do mundo antigo, deriva da evocação de um saber lógico, ancorado no uso estrito da razão.