Questões de Concurso sobre Teorias Geral

 
 
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Considere o seguinte caso hipotético.


Duas pessoas, Ana e Beatriz, sofrem um grave acidente. O cérebro de Ana, perfeitamente preservado, é transplantado para o corpo de Beatriz, enquanto o cérebro de Beatriz é perdido. Após a cirurgia, a pessoa que desperta lembra-se da infância de Ana, reconhece os familiares de Ana, compartilha seus traços psicológicos, mas habita o corpo que antes era de Beatriz.


À luz das principais teorias sobre identidade pessoal, é correto afirmar que


A

a teoria do corpo sustenta que a pessoa resultante é Ana, pois o corpo de Beatriz irá se configurar ao novo cérebro.


B

a teoria da memória afirma que a pessoa resultante é Beatriz, mas Beatriz agora herdou as memórias de Ana.


C

a teoria da continuidade psicológica tende a identificar a pessoa resultante com Ana, pois a continuidade psicológica independe das estruturas cerebrais e do corpo.


D

a teoria da alma sustenta que a pessoa resultante não pode ser nem Ana nem Beatriz, pois a alma não se relaciona com corpo ou memória na definição de identidade pessoal.


E

nenhuma das teorias é capaz de oferecer qualquer critério significativo de identidade nesse caso, pois nenhuma delas prevê a separação entre corpo, cérebro e memória.

Juvenal Savian Filho, em seu livro Argumentação: a ferramenta do filosofar, afirma que: “um filósofo, quando consegue concatenar melhor suas ideias, para defender sua interpretação da experiência humana, aproxima-se mais de um conhecimento adequado à realidade. Todos esses dados podem ser revistos, mas a melhor correlação estabelecida entre eles, em conjunto com o teste da realidade, leva a falar de conhecimento”. (Adaptado).


Para Juvenal Savian Filho, a especificidade do trabalho filosófico reside na


A

crítica a outras formas de pensamento por meio de juízos taxativos e definitivos.


B

exposição de convicções pessoais como forma legítima de expressão racional.


C

valorização de autoridades históricas como fonte de legitimidade do saber.


D

aceitação de premissas intuitivas como ponto de partida para conclusões éticas.


E

articulação entre as teses e os argumentos que as justificam racionalmente.

A partir dos fundamentos expostos nas obras de introdução à Filosofia e nas abordagens sobre a atitude filosófica, avalie as assertivas a seguir:


I.A atitude filosófica se opõe à aceitação passiva da realidade imediata, exigindo um movimento racional de desautomatização dos hábitos e crenças cotidianos, ainda que se mantenha presa às categorias empíricas da experiência comum.

II.Assumir uma postura filosófica não implica rejeitar o saber popular ou religioso, mas sim submetê-los ao crivo da razão crítica, reconhecendo-lhes valor apenas se puderem ser validados por critérios universais de justificação.

III.A atitude filosófica estabelece-se como experiência de estranhamento frente ao mundo vivido, revelando-se como ruptura com os modos habituais de pensar, mas não necessariamente com os conteúdos dessas formas de pensamento.


É correto o que se afirma em:


A

I e III, apenas.


B

I e II, apenas.


C

II e III, apenas.


D

I, II e III.


E

II, apenas.

Considere a seguinte proposição: "A história da filosofia pode ser compreendida como uma reconfiguração contínua das formas de pensar a realidade, o conhecimento e o próprio sujeito". Com base nessa afirmação e na tradição filosófica, identifique a alternativa correta.


A

As transformações da Filosofia acompanham unicamente as rupturas políticas, sendo a reorganização do saber um reflexo mecânico das estruturas econômicas e sociais dominantes.


B

A continuidade filosófica entre os períodos é garantida pela fidelidade aos princípios metafísicos fundados na experiência religiosa, o que torna o saber filosófico essencialmente estável.


C

A sistematização da Filosofia no mundo antigo rompe definitivamente com os mitos cosmogônicos, operando com categorias puramente empíricas que serão retomadas sem alterações substanciais no projeto moderno.


D

A Filosofia se estrutura em fases que, embora historicamente situadas, dialogam entre si por meio de tensões conceituais, sendo que a passagem da ontologia pré-socrática à crítica kantiana do conhecimento representa um deslocamento radical do objeto da reflexão filosófica.


E

O papel da Filosofia no mundo contemporâneo reduz-se à crítica da linguagem e dos jogos de poder, perdendo sua função estruturante na análise da realidade objetiva.

Em “As diferentes concepções de natureza na sociedade ocidental: da physis ao desenvolvimento sustentável”, Diogenes Rafael de Camargo e Kátia Vanessa Tarantini Silvestri afirmam: “Ao tentar escapar da falsa ideia em torno de homem e natureza derivada da physis medieval e moderna, [...] há na Ecosofia de Guattari uma militância em torno do micro para superar o dualismo entre homos e humus gerado pelo macro. Num cenário em que consumir não se reduz a um produto, mas o ato de consumir a fim de comprar a própria redenção por ser consumidor, os objetivos do Desenvolvimento Sustentável não repercutem efeitos como os almejados”.

Com base no excerto, a Ecosofia tem por objetivo


A

criar políticas públicas de crescimento econômico sustentável pelo mercado.


B

reintegrar o ser humano à natureza retomando a noção de encantamento.


C

restaurar a noção de controle da natureza através do progresso técnico-científico.


D

integrar harmonicamente as dimensões ambiental, social e subjetiva da ecologia.


E

substituir o consumo individual por formas de consumo coletivizado e estatal.

A Filosofia é, pois, o sistema de todo o conhecimento filosófico [...]. Até então não é possível aprender qualquer filosofia; pois onde esta se encontra, quem a possui e segundo quais características se pode reconhecê-la? Só é possível aprender a filosofar, ou seja, exercitar o talento da razão, fazendo-a seguir os seus princípios universais em certas tentativas filosóficas já existentes [...].


KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleção Os Pensadores). p. 407-408.


A partir do excerto acima é correto afirmar que


A

a filosofia deve ser ensinada como um corpo fixo de conhecimentos prontos, pois trata de verdades eternas da razão.


B

a filosofia é uma ciência empírica voltada à observação do mundo natural, como qualquer outra ciência experimental.


C

o verdadeiro aprendizado em filosofia consiste em exercitar a razão de forma autônoma e reflexiva, buscando compreender os fins últimos da existência.


D

a filosofia é apenas um conjunto de doutrinas elaboradas por pensadores ao longo do tempo, e não tem relação com o presente.


E

aprender a filosofar é impossível, já que a razão humana está condicionada pelas experiências sensoriais e não pode atingir princípios universais.

Denomina-se “ideologia” o conjunto de ideias que definem certa visão de mundo. Embora a utilização marxiana do termo tenha ganhado notoriedade a partir do século XIX, com a obra “A ideologia alemã”, o termo já era utilizado por pensadores de expressão francesa. A primeira aparição do termo foi na obra:


A

Elementos de ideologia, de Destutt de Tracy.


B

Tratado sobre a tolerância, de Voltaire.


C

A origem da desigualdade entre os homens, de Jean-Jacques Rousseau.


D

O espírito das leis, de Montesquieu.


E

A propriedade privada é um roubo, de Pierre-Joseph Proudhon.

Danilo Marcondes, na obra Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein afirma: “Se, como diz Descartes no início do Discurso do método, o bom- -senso, i.e., a racionalidade, é natural ao homem, sendo compartilhada por todos, o que explica a possibilidade e a ocorrência do erro, do engano, da falsidade? O erro resulta na realidade de um mau uso da razão, de sua aplicação incorreta em nosso conhecimento do mundo”.

Segundo Danilo Marcondes, a importância do método na filosofia de Descartes está vinculada à necessidade de


A

atribuir à linguagem o papel central na origem dos erros filosóficos.


B

guiar o uso correto da razão e evitar a formulação de juízos falsos.


C

validar os conteúdos da fé por meio de princípios claros e distintos.


D

defender a experiência sensível como base de todo conhecimento.


E

negar à razão a capacidade de atingir verdades seguras e duráveis.

Durante uma reunião estratégica, a gerência apresentou um tipo de planejamento voltado para as contingências e para o futuro da organização, buscando compatibilizar interesses e ajustar-se às demandas ambientais e futuras.

O tipo de filosofia de planejamento descrito é


A

preventivo.


B

otimizante.


C

adaptativo.


D

conservador.


E

progressivo.

Assinale a alternativa que NÃO pode ser inferida a partir das proposições apresentadas no argumento.


A

Parir é condição suficiente para ser mãe.


B

Parir é condição necessária para ser mãe.


C

Parir não é condição necessária para ser mãe.


D

Ser mãe é condição necessária de parir.


E

Ser mãe é uma consequência do ato de parir.

A respeito das contribuições de Paulo Freire e Walter Kohan para uma compreensão crítica do ensino da filosofia no Brasil, analise as assertivas a seguir:


I. Para Freire, o ensino deve ser compreendido como ato político e dialógico, sendo a formação ética do sujeito inseparável de sua práxis transformadora do mundo.

II. Kohan afirma que a filosofia, ao ser institucionalizada como disciplina curricular, perde necessariamente seu caráter formativo e crítico, devendo ser excluída da escola para manter sua autenticidade.

III. Ambos os autores concebem o ensino da filosofia como um espaço de desestabilização das certezas e abertura à experiência, recusando a concepção de ensino como transmissão de conteúdos fixos.

IV. A metáfora do pharmakon, em Kohan, expressa a ambivalência da filosofia como força de cura e de veneno, propondo que o ensino filosófico seja também uma experiência de inquietação e desconcerto.

V. Freire e Kohan compartilham a defesa de um ensino filosófico tecnicista, centrado em competências objetivas e mensuráveis, como forma de democratizar o acesso à filosofia.


Quais estão corretas?


A

Apenas I, II e III.


B

Apenas I, II e V.


C

Apenas I, III e IV.


D

Apenas II, IV e V.


E

Apenas III, IV e V.

A Filosofia Patrística teve início por volta do século I d.C., com as Epístolas de São Paulo e o Evangelho de São João, e se estendeu até o século VIII. Essa corrente filosófica surgiu da tentativa de conciliar o Cristianismo com o pensamento filosófico greco-romano. Seu principal objetivo era harmonizar fé e razão. Nesse contexto, os pensadores patrísticos defendiam a religião cristã contra críticas teóricas e morais, além de difundirem seus ensinamentos por meio da formulação de dogmas. Os principais representantes da Patrística são:


A

Guilherme de Ockham, São Boaventura, Avicena e Averróis.


B

Duns Scoto, Abelardo, Escoto Erígena, Maimônides e Santo Anselmo.


C

Nahmanides, Alfarabi, Alberto Magno, Roger Bacon e Yeudah.


D

Orígenes, São João Crisóstomo, São Clemente e São Gregório.

A Fenomenologia parte do postulado de que toda consciência é sempre consciência de algo. Nessa relação entre a consciência e aquilo que ela não é, ou seja, o objeto ao qual ela se direciona, emerge o sujeito da consciência. Esse sujeito tem a sua identidade configurada nessa relação e por essa relação ele consegue apreender o sentido da sua compreensão intelectiva: ele pensa (cogito) porque algo (aquilo que é) é sempre o que é pensado; o pensamento não é vazio do objeto pensado, nem é esvaziado do próprio sujeito que pensa. A irrefutabilidade da existência de um subjectum é central no pensamento fenomenológico, e ela difere das filosofias modernas do sujeito justamente pela posição que assume. É sobre essa posição do sujeito que pensa frente ao objeto e o que dele pode ser compreendido que a Fenomenologia desenvolve a sua filosofia da


A

intencionalidade.


B

oposicionalidade.


C

materialidade.


D

substancialidade.


E

transcendentalidade.

Nascida de um processo de superação do mito, numa busca por explicações racionais rigorosas e metódicas, condizentes com a vida política e social dos gregos antigos, bem como do melhoramento de alguns conhecimentos já existentes, adaptados e transformados em ciência.


A ciência acima, trata-se da:


A

Sociologia


B

Política pública


C

Democracia


D

Filosofia


E

Astrologia

Como, além disso, [os homens] encontram, tanto em si mesmos, quanto fora de si, não poucos meios que muito contribuem para a consecução do que lhes é útil, como, por exemplo, os olhos para ver, os dentes para mastigar, os vegetais e os animais para alimentar-se, o sol para iluminar, o mar para fornecer-lhes peixe etc., eles são, assim, levados a considerar todas as coisas naturais como se fossem meios para sua própria utilidade.


SPINOZA, B. de. Ética. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.


O trecho acima expressa a posição crítica de Espinosa em relação a uma das formas de causalidade teorizadas pela tradição filosófica. Trata-se da noção de causa


A

eficiente.


B

material.


C

final.


D

formal.


E

transitiva.

Analise os itens abaixo sobre Tecnologias da Comunicação e Informação.


I - As tecnologias da comunicação, além de serem veículos de informações, possibilitam novas formas de ordenação da experiência humana, com múltiplos reflexos, particularmente na cognição e na atuação humana sobre o meio e sobre si mesmo.

II - A forma como cada indivíduo participa dos processos comunicativos varia em função da relação que estabelece entre as novas informações e as suas estruturas de conhecimento, da capacidade de analisar e relacionar informações, e de uma atitude crítica frente à fonte de informações.

III A pouca familiaridade com tecnologia também pode constituir-se um problema para as pessoas, pois no cotidiano são muitas as situações que exigem conhecimento tecnológico.


Assinale a alternativa correta:


A

Todos os itens estão corretos.


B

Apenas os itens I e II estão corretos.


C

Apenas os itens II e III estão corretos.


D

Apenas os itens I e III estão corretos.


E

Apenas o item I está correto.

Um dos grandes problemas da filosofia é responder à pergunta: “como sabemos que o nosso conhecimento é verdadeiro?”. Essa questão atravessou a história do pensamento, recebendo diferentes respostas: para Descartes, a certeza vinha das ideias claras e distintas; para Locke e Hume, da experiência sensível; já para Kant, da articulação entre a experiência e as estruturas a priori da razão.


Diante disso, podemos afirmar que esse debate:


A

Deve ser compreendido como uma questão metafísica, vinculada à investigação sobre a essência última do ser e da realidade.


B

É essencialmente político, pois o conhecimento verdadeiro se estabelece a partir da legitimidade das instituições sociais que o produzem.


C

Representa sobretudo uma preocupação ética, já que a verdade só pode ser entendida como um valor prático que orienta o comportamento humano.


D

Caracteriza o problema epistemológico, uma discussão que se tornou ainda mais relevante com o atual cenário acelerado de difusão de informações nos meios digitais.


E

Reflete principalmente uma dimensão estética, na medida em que o conhecimento se confunde com a percepção subjetiva de beleza e harmonia.

“Devemos tentar determinar mais exatamente a questão. Desta maneira, levaremos o diálogo para direção segura. Procedendo assim, o diálogo é conduzido a um caminho. Digo: a um caminho. Assim, concedemos que este não é o único caminho. Deve ficar mesmo em aberto se o caminho para o qual desejaria chamar a atenção, no que segue, é na verdade um caminho que nos permite levantar a questão e respondê-la”.


(Heidegger, M.Conferências e escritos filosóficos. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 211).


“Nas últimas décadas, assistiu-se a uma multiplicidade de produções técnic s e bibliográficas sobre/em Ensino de Filosofia. Produções estas que direta ou indiretamente incidem sobre a questão da formação de professores. Embora reconheça a singularidade da experiência filosófica representada (e vivenciada) por cada pesquisador/a da área, assim como a riqueza teórica advinda dos divergentes fundamentos epistemológicos que embasam cada pesquisa. (...) Entende-se que ao dar voz àqueles e àquelas que pensam filosoficamente sobre o ensino e a aprendizagem de/em Filosofia, as linhas que se seguem compreendem, igualmente, um ato político”.


(Velasco, P. O que pensamos nós, formadores/as de professores/as, sobre formação docente em filosofia?Revista SulAmericana de Filosofia e Educação, 2(34), 2020, p. 12. https://doi.org/10.26512/resafe.v2i34.35127


O papel do diálogo na formação em filosofia, do ponto de vista do processo de ensino e aprendizagem, encontra na comunidade filosófica um lugar privilegiado.


A

Pensando o filosofar como um diálogo contínuo, a metáfora do caminho faz justiça ao processo de ensino e aprendizagem.


B

É preciso escolher um método filosófico único que justifique o acesso aos conteúdos a serem aprendidos.


C

Ainda que fosse possível dialogar na sala de aula, a filosofia não é uma disciplina que se aprende dialogando.


D

O modelo tradicional de ensino e aprendizagem, no qual o professor, que domina o conteúdo, repassa o mesmo para os alunos, que ainda não sabem, é o adequado ao filosofar na sala de aula.


E

Ou se filosofa sozinho, no isolamento; ou não se filosofa, pois o diálogo não parece ser um caminho adequado.

Ao longo da história da filosofia, o campo epistemológico evoluiu da concepção da ciência como saber certo e fundado para abordagens críticas e históricas da produção do conhecimento. Com base nessas transformações, identifique a alternativa correta.


A

O deslocamento da epistemologia clássica para perspectivas críticas, como as de Kuhn e Feyerabend, problematiza a pretensão de neutralidade científica e revela o papel constitutivo dos paradigmas, sem contudo descartar inteiramente a racionalidade científica.


B

A epistemologia contemporânea abandona a questão da objetividade e reduz o conhecimento à mera construção linguística de convenções pragmáticas destituídas de pretensão de verdade.


C

A teoria da ciência proposta por Popper rompe com o princípio da falseabilidade, aderindo a um modelo indutivo empirista no qual a repetição dos experimentos garante a veracidade objetiva das hipóteses.


D

A epistemologia kantiana, ao afirmar os juízos sintéticos a posteriori como base do conhecimento, contradiz a estrutura apriorística da razão e abdica da possibilidade de ciência pura.


E

A escola de Frankfurt rejeita a crítica epistemológica moderna, defendendo uma concepção positivista da ciência como produtora de verdade inconteste e valor universal.

Em sua obra O outro, Franklin Leopoldo e Silva afirma: “Articular significa: preservando aquilo que faz com que algo seja ele mesmo, encontrar, todavia, o modo de apreendê-lo como outro, de maneira que o lugar da diferença não faça desaparecer a identidade”.


Segundo Franklin Leopoldo e Silva, a articulação entre o mesmo e o outro é necessária para que a


A

oposição entre o ser e o não-ser seja superada pela negação de ambos.


B

identidade possa ser assegurada mediante a exclusão de tudo o que é diferente.


C

diversidade se afirme como elemento da unidade sem resultar em sua negação.


D

realidade sensível seja ignorada em favor da essência inteligível.


E

verdade deixe de ser pensada como unidade e passe a ser fundada na aparência.

 
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