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Um motorista viajando em seu carro a 90 km/h percebe uma árvore caída na pista a 60 m de distância. Ao acionar os freios, o carro desacelera a uma taxa constante de 5 m/s². Com base nas informações dadas, é CORRETO afirmar que o carro:
não colidirá com a árvore, parando a cerca de 1 m dela.
irá colidir com a árvore, a uma velocidade de 30 m/s.
não colidirá com a árvore, parando a cerca de 1 cm dela.
irá colidir com a árvore, a uma velocidade de 65 km/h.
irá colidir com a árvore, a uma velocidade de 18 km/h.
Uma forma de prevenir cavitação é comparando as alturas de sucção positiva líquida disponível (NPSHA) e requerida (NPSHR). Considere o sistema com altura de sucção de 2 m e vazão volumétrica de 0,123 m3 /
Nessas condições, o valor de NPSH disponível é
Dados altura de sucção positiva líquida requerida: 3 m
Pressão de vapor do líquido: 4,25 kPa
Massa específica: 1000 kg/m3
2 m e não haverá cavitação.
1,56 m e não haverá cavitação.
1,56 m e haverá cavitação.
6,56 m e não haverá cavitação.
6,56 m e haverá cavitação.
Qualquer movimento que se repete em intervalos regulares é denominado de movimento periódico ou movimento harmônico simples (MHS). Um dos sistemas mais simples que podem executar um MHS é constituído por um bloco de massa m preso à extremidade de uma mola (suposta ser ideal e de massa desprezível), apoiado sobre uma superfície horizontal sem atrito, com a outra extremidade da mola fixa. A figura a seguir mostra as curvas x(t) obtidas a partir de medidas realizadas de três experimentos, onde o mesmo sistema bloco-mola foi colocado para oscilar em MHS.

Analisando as curvas x(t), podemos afirmar que a energia cinética máxima (ECmaˊx) do bloco satisfaz a relação:
ECmáx,A > ECmáx,c > ECmáx,B
ECmáx,C > ECmáx,A > ECmáx,B
ECmáx,B > ECmáx,A > ECmáx,C
ECmáx,A > ECmáx,B > ECmáx,C
ECmáx,B > ECmáx,C > ECmáx,A
Se colocarmos um corpo-padrão de exatamente 1 kg (quilograma) sobre uma mesa sem atrito e puxarmos para a direita até que adquira uma aceleração de 1 m s-2, declaramos que estamos exercendo sobre este corpo 1N (Newton) d e ______ . Caso haja aceleração medida de 2 m s-2, pode-se dizer que foi aplicada uma _______ de 2 N. Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas:
Massa
Força
Peso
Aceleração
Com o objetivo de obter a constante elástica de uma mola helicoidal, de massa desprezível, foi montado o sistema massa-mola indicado na figura a seguir:

Um objeto com massa de 250g foi pendurado na mola e o sistema massa-mola foi colocado para oscilar com uma amplitude de 20mm. Foram cronometrados os intervalos de tempo para 10 oscilações, e o valor médio dos intervalos de tempo foi de 5,0s. A partir destas informações, podemos afirmar que o valor obtido para a constante elástica da mola foi de:
72 N/m
7,2 N/m
36 N/m
3,6 N/m
6,0 N/m
Sobre um corpo de massa igual a 100kg atuam duas forças de mesma direção e sentidos opostos. Sabendo que as forças aplicadas nesse corpo de massa correspondem a 250N e 100N. Assinale a alternativa que apresenta a aceleração em que esse objeto se movimenta.
1,50 m/s2.
1,25 m/s2.
1,00 m/s2.
Nenhuma das alternativas.
Um cubo de madeira de densidade absoluta de 0,50 g/cm3 e aresta de 30 cm encontra-se em equilíbrio, flutuando na água, a uma temperatura de 25 ºC. Assinale a opção que indica corretamente a altura da parte imersa desse cubo.
Dado: considere a densidade absoluta da água a 25 ºC igual a 1,00 g/cm3.
15 mm.
30 mm.
75 mm
125 mm.
150 mm.
Para caçar, Robson constrói também uma funda, que é uma arma constituída apenas por um pequeno pedaço de pano que, em seus extremos opostos, tem dois cabos amarrados. O outro extremo de um dos cabos é preso ao pulso enquanto o extremo livre do segundo cabo é segurado firmemente com a mão. Robson coloca uma pedra na funda e começa a girar, de modo que a pedra se move ao longo de uma trajetória circular de 1 m de raio e com uma aceleração angular de 100/π rad/s². O número mínimo n de rotações completas que Robson tem que realizar, antes de liberar a funda, para que a pedra seja arremessada com uma velocidade de 40 m/s é
n = 1.
n = 2.
n = 3.
n = 4.
n = 5.
Duas montagens foram realizadas no laboratório de mecânica, conforme indicado na figura a seguir. Na montagem A, um bloco com 1,0kg foi suspenso por um fio que passa por uma roldana ligada a um dinamômetro. A extremidade oposta do dinamômetro foi presa a uma parede por outro fio. Na montagem B, a parede foi substituída por um segundo bloco de 1,0kg, suspenso por um fio que passa por outra roldana e está ligado ao outro extremo do dinamômetro, com o sistema em repouso.

A partir dessas informações, podemos afirmar que as leituras do dinamômetro nas montagens A e B foram, respectivamente:
1,0N e 1,0N
1,0N e 2,0N
5,0N e 10N
10N e 10N
10N e 20N
A velocidade mínima com que se deve lançar um corpo da superfície de um planeta (foguete, míssil ou um satélite) para que ele vá para o infinito, nunca mais retornando, é denominada de velocidade de escape. A velocidade de escape (ve) é obtida a partir da condição de que, no infinito, a energia mecânica do corpo lançado é nula. Logo, , onde: R é o raio equatorial do planeta; G é uma constante de proporcionalidade gravitacional; e M é a massa do planeta. Por exemplo, para a Terra, a velocidade de escape é de, aproximadamente, 11,2 km/s.
Internet: www.if.ufrgs.br (com adaptações)
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Considere-se um foguete lançado com uma velocidade vs. Para escapar do planeta, o foguete precisará atingir uma velocidade de escape (ve) correspondente a