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É um fator necessário para a abertura do esfíncter esofágico superior, na entrada do bolo alimentar no esôfago:
Relaxamento do músculo cricofaríngeo.
Relaxamento dos músculos supra-hióideos e tireo-hióideos.
Contração do músculo hioide.
Peristaltismo secundário.
Para diagnóstico da síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono (SAHOS), leva-se, em conta, a história clínica e a comprovação dos eventos de transtorno respiratório durante o sono. A esse respeito, é correto afirmar que, para o diagnóstico, pode-se utilizar
avaliação fonoaudiológica das funções estomatognáticas para identificar perturbações respiratórias relacionadas ao sono.
polissonografia noturna para identificação das alterações anatomofisiológicas do sono.
oximetria noturna para, quando normal, descartar a SAHOS.
escala de sonolência de Epworth que avalia todos os graus de severidade da SAHOS
análise cefalométrica trazendo informações acerca da anormalidade esqueléticas de base
As disfagias compreendem alterações no processo da deglutição. O Fonoaudiólogo deve compreender a fisiologia da deglutição, avaliá-la e tratar suas alterações. Leia atentamente os itens abaixo e assinale a alternativa correta.
A ocorrência de escape do bolo alimentar para a orofaringe durante o preparo e formação do bolo é uma alteração da fase faríngea da deglutição
A avaliação clínica da deglutição deve ser iniciada com oferta de alimento na consistência pastosa
Espátulas de plástico, luvas, lanternas e estetoscópio são materiais utilizados na avaliação clínica da deglutição
Tumores cerebrais são as principais causa de disfagias mecânicas
O diagnóstico fonoaudiológico é de fundamental importância para o delineamento das condutas terapêuticas e encaminhamentos futuros. Deste modo, como se constituem os diagnósticos fonoaudiológicos em Motricidade Orofacial?
Respiração oral e nasal, distúrbios da mastigação, distúrbios da deglutição e distúrbios de fala.
Respiração oral e nasal, distúrbios da sucção, distúrbios da mastigação, distúrbios da deglutição e distúrbios de fala e da estética facial.
Distúrbios da sucção, distúrbios da mastigação, distúrbios da deglutição e distúrbios de fala.
Respiração oral e nasal, distúrbios da mastigação e distúrbios de fala.
Distúrbios da mastigação, distúrbios da deglutição e distúrbios de fala.
O fechamento do esfíncter laríngeo ocorre em três níveis: pregas vocais, falsas pregas e pregas ariepiglótica e contração faríngea.
Certo
Errado
Atualmente, considera-se como padrão-ouro para a avaliação da deglutição e o diagnóstico da disfagia,
o teste do corante alimentício azul.
o exame de videofluoroscopia – VFC.
o exame de videoendoscopia da deglutição – VED.
a avaliação clínica fonoaudiológica exclusivamente.
a avaliação clínica fonoaudiológica associada ao exame objetivo complementar.
Considerando a história e os achados da avaliação clínica, a justificativa fisiopatológica para a aspiração nesse caso é:
déficit de sensibilidade e alteração da organização oral
alteração de controle oral e atraso no disparo da deglutição
redução da pressão aérea subglótica e diminuição da adução glótica
comprometimento da contração faríngea e dificuldade na mobilidade laríngea
A fim de se propiciar a melhor decisão terapêutica fonoaudiológica dirigida ao paciente disfágico adulto com doença neurológica, é fundamental a realização de uma avaliação clínica completa. Além disso, cabe uma avaliação instrumental, considerados padrão-ouro de análise da deglutição. A avaliação da deglutição deve auxiliar também na determinação do melhor momento de intervenção terapêutica, bem como da indicação ou não de fonoterapia. Com base nessas informações, podemos afirmar:
A determinação da via oral segura sem riscos pulmonares, para manutenção do estado nutricional, é o principal norteador da reabilitação fonoaudiológica em disfagia. Porém, para que se possam estabelecer programas de intervenção terapêutica, a compreensão da multidimensionalidade do cuidado se faz necessária.
Após a identificação das condições clínicas da deglutição e do ambiente, o planejamento da intervenção terapêutica poderá ser formulado. A proposta de intervenção terapêutica fonoaudiológica em disfagia pode ser didaticamente dividida em três grandes grupos: estratégias compensatórias, estratégias de reabilitação e estratégias facilitadoras.
Para o melhor estabelecimento da intervenção fonoaudiológica na disfagia neurogênica, na população adulta e idosa, convém considerar aspectos como etiologia (causa e doença de base), gravidade, história alimentar, fatores psicossociais, cognitivos e condição clínica e financeira do paciente (estável, cooperativo, quadro depressivo etc.).
A compreensão da fisiopatologia da doença é fundamental para o estabelecimento dos objetivos terapêuticos. A depender da gravidade da disfagia, pode-se afirmar que as doenças não-progressivas, preferencialmente, lançam mão de estratégias compensatórias e as doenças progressivas, prioritariamente, utilizam-se de estratégias reabilitadoras.
A disfagia é um sintoma caracterizado pela dificuldade de transferência do alimento da boca para o estômago e pode ser alta (referida na base do pescoço), média (atrás do esterno) e baixa (na projeção do apêndice xifóide). O diagnóstico etiológico, com base apenas na história clínica pode ser feito em cerca de 80% dos casos e esse valor torna-se ainda maior com a realização do esofagograma. A diferenciação entre disfagia esofagiana e orofaríngea, obstrução mecânica e funcional com o auxílio do esofagograma, possibilita a:
Formulação da confirmação diagnóstica mais provável, o inicio medidas clínicas para sanar as necessidades imediatas do paciente e ainda encaminhamento correto para os diferentes níveis de atenção do sistema de saúde.
Formulação da hipótese diagnóstica mais provável, o inicio medidas clínicas para sanar as necessidades imediatas do paciente e ainda encaminhamento correto para os diferentes níveis de atenção do sistema de saúde.
Formulação da hipótese diagnóstica menos provável, o inicio medidas clínicas para sanar as necessidades imediatas dos sintomas e ainda encaminhamento correto para os diferentes níveis de atenção do sistema de saúde.
Formulação da hipótese prognóstica mais provável, o inicio medidas clínicas para diminuir as necessidades a longo prazo do paciente e ainda encaminhamento correto para os diferentes níveis de atenção do sistema de saúde no âmbito privado.
Na deglutição, ainda segundo o protocolo MGBR, todos os pontos abaixo podem ser avaliados, EXCETO:
Posição de lábios.
Incisão.
Movimento de cabeça.
Ruído.
Posição de língua.
O paciente internado em UTI sob ventilação mecânica deve receber acompanhamento fonoaudiológico para
auxiliar o odontólogo na higiene bucal.
estimular a deglutição na presença do tubo orotraqueal.
avaliar o melhor momento de atuação durante a intubação orotraqueal.
iniciar a terapia desde que a ventilação esteja conectada por meio da cânula de traqueostomia.
Relacione as colunas relacionadas a classificação do grau de comprometimento das disfagias:
(1) Disfagia leve:
(2) Disfagia Moderada:
(3) Disfagia Severa:
( ) Esporádicas pneumonias, déficit nutricional e alteração do prazer alimentar.
( ) Pneumonias de repetição, desnutrição do prazer alimentar com impacto social.
( ) Sem história de broncopneumonias de repetição e sem perda nutricional significativa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
2- 3-1.
3-2-1.
2-1-3
1,3,2.
Em relação à motricidade oral, antes de pensar na realização de exercícios, fazem-se necessárias algumas considerações.
Marque a alternativa FALSA.
A terapia miofuncional não deve ser preenchida com exercícios, uma vez que, para o músculo sofrer transformações, será necessário realizar exercícios diários.
A realização de exercícios e/ou massagem deve seguir a direção de contração das fibras musculares quando se pretende aumentar o tônus.
O conhecimento anatômico não é importante como o conhecimento fisiológico de todos os músculos orofaciais.
É fundamental na reabilitação diferenciar os tipos de exercícios que podem ser utilizados: isotônicos, isométricos e isocinéticos.
A videofluoroscopia da deglutição é um dos melhores recursos para avaliação dos distúrbios da deglutição. Sendo assim, analise as alternativas abaixo.
I. ( ) Os resultados são passíveis de análise posterior, mensuração objetiva em programa computadorizado.
II. ( ) Apresenta a possibilidade de análise precisa e imediata da deglutição em diversas posições e de oferta com diferentes volumes e consistências.
III. ( ) Tem como vantagem a exposição à radiação.
IV. ( ) É uma vantagem à subjetividade na análise do exame pelos examinadores.
Marque a alternativa CORRETA de cima para baixo.
V, V, F, F.
V, F, V, V.
V, F, V, F.
F, F, V, V.
A deglutição é uma função complexa e coordenada, na qual um certo número de músculos está envolvido. Trata-se de um processo biológico dividido em três fases. Assinale a alternativa que aponta para a fase na qual ocorre o fechamento da nasofaringe pelo véu palatino.
Primeira fase: oral ou voluntária consciente.
Primeira fase: oral ou involuntária consciente.
Segunda fase: faríngea ou voluntária inconsciente.
Segunda fase: faríngea ou involuntária consciente.
Terceira fase: esofágica involuntária inconsciente.
Diante da avaliação apresentada, os exercícios e manobras indicadas são:
propriocepção oral e Shaker
isometria de língua e Masako
motricidade oral e supraglótica
isotonia de língua e Mendelsohn
Diante do relato, os fatores de risco relacionados à disfagia são:
sialorreia e tosse fraca
quadro pulmonar e idade
rouquidão e cuff desinsuflado
tempo de ventilação mecânica e TQT
O fonoaudiólogo é um dos profissionais que integra a equipe multiprofissional na terapia intensiva com o objetivo de realizar triagem, avaliação, habilitação ou reabilitação da motricidade orofacial, deglutição e comunicação.Com base no contexto acima assinale a alternativa INCORRETA:
A disfagia é um importante fator de risco de morbidade e mortalidade em pacientes criticamente doentes tratados nas UTIs.
A presença da cânula de intubação orotraqueal no pertuito orofaringolaringeano impossibilita o adequado funcionamento sensorial e motor da laringe, impactando o fechamento dessa estrutura e prejudicando, assim, um dos principais mecanismos de proteção das vias aéreas contra a aspiração laringotraqueal.
O profissional fonoaudiólogo pode estar inserido em grupos multidisciplinares para a prevenção da pneumonia associada à ventilação mecânica nas UTIs.
O fonoaudiólogo pode atuar em pacientes que fazem uso de ventilação mecânica invasiva, desde que a ventilação esteja conectada por meio da cânula de traqueostomia, e pelo tubo orotraqueal.
“É uma fase voluntária que começa com a propulsão posterior do bolo pela língua e termina com a produção de uma deglutição. A iniciação de uma deglutição do bolo alimentar ou líquido se faz sob controle voluntário. A ponta da língua apoia-se contra as bordas do alvéolo maxilar ou os incisivos superiores. A parte anterior da língua toma uma forma de xícara para conter bolos com grandes volumes. É a língua também que leva o alimento para ser mastigado em ambas as laterais. A língua, portanto, exerce vários papéis importantes nessas duas fases: levar o alimento para ser mastigado, juntar esse alimento, conter o bolo formado, acomodar esse bolo e propulsioná-lo para trás. O tamanho da cavidade oral pode alterar o tamanho, a forma, o volume, o pH, a temperatura e a consistência do bolo. Quando o bolo é levado para a faringe, o palato mole deve se fechar para que a comida não vá para a nasofaringe. Os músculos que participam desse momento são o elevador do véu palatino, o tensor do véu e o palato faríngeo.” Considerando as fases da deglutição, o enunciado se refere à
fase preparatória oral.
fase oral.
fase esofágica.
fase faríngea.
fase traqueal.
Acerca da deglutição atípica, assinale a alternativa correta:
Toda criança que fez sucção sem fins nutritivos como o uso de chupetas e mamadeiras, terão na fase adulta a deglutição atípica.
A deglutição atípica está estritamente associada a pessoas portadoras da doença de Parkinson.
Uma característica observada em indivíduos com deglutição atípica é a ausência de ruídos durante ou após a deglutição, fato que ocorre em pessoas com deglutição normal.
A deglutição atípica com interposição lingual, ocorre com mais frequência em pacientes com mordida aberta posterior.
As consequências mais comuns da deglutição atípica são a má oclusão dos dentes, problemas com a fala, maior incidência de rinite, amigdalite, queda da produção de saliva, aumento dos riscos de desenvolvimento de doenças infecciosas na cavidade oral.