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Sobre a colonização do território brasileiro, promovida pelos portugueses a partir do século XV, assinale a alternativa correta.
Portugal abriu mão de uma política de mero povoamento e inaugurou uma forma de colonização que não se limitou a comercializar produtos encontrados, como o pau-brasil, mas sim de transformar a empresa colonial em um sistema produtivo de fluxo constante.
As primeiras mudas de cana-de-açúcar foram plantadas no litoral de São Vicente, posteriormente à criação do sistema de capitanias hereditárias, sistema determinado pelo Rei D. João III, que dividiu a faixa litorânea de sua colônia americana em quinze faixas de terra.
O resultado geral do sistema de capitanias hereditárias foi positivo, visto que as capitanias foram colonizadas e os grupos indígenas que tentavam resistir aos poucos foram se tornando flexíveis.
Em finais do século XVI eram comuns as Santidades, grupos que profetizavam a chegada de um tempo de paz em que o domínio dos brancos e a bem-aventurança seriam a tônica.
Apesar de um início de prosperidade, a capitania de São Vicente logo foi abandonada por seus proprietários em virtude de grupos indígenas que usavam o recurso das armas e pelo pouco lucro gerado pelo cultivo de cana-de-açúcar.
Desde o início da presença portuguesa no continente americano, durante o século XVI, pegando como referência o Tratado de Tordesilhas, assinado por Portugal e Espanha em 1494, o atual estado do Mato Grosso pertenceu à coroa espanhola. Apenas com a assinatura do Tratado de Madri, em 1750, o território mato-grossense foi reconhecido como território português.
No decorrer do século XIX, assim era relatada a vida e o cotidiano dos habitantes de Mato Grosso, segundo Priore (2016):
“E assim se enchiam os dias. Com agenda tão restrita, os mato-grossenses eram acusados, por viajantes ou funcionários do governo imperial, de serem pouco empreendedores. Quanto ao 'povo' diziam-no preguiçosos: pescar dois peixes no rio, um para comer, outro para vender, bastava. Distrações, só as proporcionadas pela Semana Santa e pelas festas dos padroeiros de irmandades, quando então ocorriam procissões, bailes e leilões de prendas, que sacudiam a modorra das vilas. Nada de óperas ou teatros, motivo de queixa de muitas autoridades que ali iam trabalhar.”
(Fragmento extraído de: PRIORE, Mary Del. Histórias da Gente Brasileira. Volume 2: Império. Leya Editora, São Paulo, 2016, pp. 91)
Pode-se se assinalar corretamente como fator que contribuiu para a expansão, o desenvolvimento e a posterior anexação do território de Mato Grosso ao território brasileiro, consolidado pelo Tratado de Madri:
a realização de diversas expedições ao longo do século XVIII, como as Entradas e as Bandeiras, sejam as financiadas pelo governo português, sejam as financiadas pelos bandeirantes paulistas
a realização das Entradas e Bandeiras que, em função do declínio da mineração na região das “Minas Gerais”, transformariam Mato Grosso no maior produtor de ouro e diamantes na América portuguesa
a atividade econômica ligada à produção da borracha, resultante da extração do látex das seringueiras, numa época em que se incorporou não apenas o Mato Grosso como o Acre ao território brasileiro
o empreendimento feito pelos bandeirantes paulistas que, visando suprir o restante da América portuguesa com mão de obra, buscaram apenas apresar nativos e negociá-los como escravos
Nos anos 1624-1635, ocorreu a primeira tentativa dos holandeses de invadir e conquistar territórios do Nordeste brasileiro, que fracassou. Essa primeira invasão ocorreu na cidade de:
Salvador.
São Cristóvão.
Natal.
João Pessoa.
Recife.
Sobre a Guerra dos Emboabas, assinale a alternativa incorreta.
A descoberta de ouro em Minas Gerais pelos bandeirantes paulistas atraiu para a região milhares de pessoas, vindas tanto de Portugal como de outras localidades da colônia.
O conflito mais marcante entre “Emboabas”, liderados por Manoel Borba Gato, e Bandeirantes ocorreu próximo ao povoado de São João del-Rei, num episódio que mais tarde ficou conhecido como Capão da Traição.
Julgando-se com direito exclusivo sobre a área, os paulistas hostilizavam os “forasteiros” – chamados de “emboabas”.
Os bandeirantes buscavam aprisionar indígenas que serviriam de mão de obra escrava nas lavouras de cana de açúcar.
Os emboabas disputavam não só o ouro, mas as terras, a criação de gado e administração das vilas, enfrentando-os em vários conflitos armados.
A Conjuração Baiana é também chamada de Revolta dos Alfaiates, pois muitos destes profissionais participaram do movimento. A respeito da Conjuração Baiana, podemos afirmar que:
I. A Conjuração Baiana foi a mais ampla e popular das rebeliões coloniais brasileiras.
II. Dela participaram padres, profissionais liberais (como médicos e advogados), alguns membros da elite intelectual e, sobretudo, pessoas dos grupos sociais mais pobres, como sapateiros, ex-escravos, soldados e vários alfaiates.
III. Liderados por João de Deus, Manuel Faustino dos Santos, Lucas Dantas e Luís Gonzaga das Virgens, um grupo de populares passou a organizar a revolta.
IV. No dia 12 de agosto de 1898, os organizadores da revolta espalharam cartazes pela cidade proclamando o início da rebelião.
Estão corretas as afirmativas:
I, II, III e IV.
I e II, apenas.
I, II, III, apenas.
I, II e IV, apenas
II, III e IV, apenas.
Assinale a opção que apresenta atividades econômicas complementares do Período Colonial Brasileiro.
Tabacultura, cotonicultura e pecuária.
Cotonicultura, mineração e avicultura.
Mineração, tabacultura e cafeicultura.
Extrativismo, pecuária e apicultura.
Tabacultura, apicultura e mineração.
Durante a ocupação holandesa no Brasil (do território do Sergipe ao Maranhão), Mauricio de Nassau tomou uma série de medidas administrativas, dentre as quais é correto afirmar:
Proibiu o tráfico de escravos e defendeu o uso de mão de obra livre.
Destituiu os senhores de engenho portugueses e brasileiros, substituindo-os por holandeses.
Defendeu a tolerância religiosa, permitiu que católicos, protestantes e judeus praticassem suas religiões livremente.
Derrubou e eliminou importantes entrepostos de escravos na costa africana.
A desorganização, autoritarismo e a cobiça por ouro geraram inúmeros conflitos nas Minas Gerais, um desses opôs paulistas – que afirmavam ter descoberto o ouro, e por isso teriam direito exclusivo na região – contra os forasteiros, portugueses e pessoas de outras partes da colônia. Este conflito recebeu o nome de:
Guerra dos emboabas.
Revolta de Beckman.
Guerra dos mascates.
Revolta de Felipe dos Santos.
Qual dos tratados abaixo, foi firmado em 13 de Janeiro de 1750, com o objetivo de definir os limites entre as respectivas colônias sul-americanas, pondo fim assim às disputas.
Tratado de Tordesilhas;
Tratado de Madrid;
Tratado de Versalhes;
Tratado de Paris.
Um dos principais personagens da vida brasileira ao longo do século XVII cabe ao padre jesuíta Antônio Vieira, cujos sermões, além de expor sua religiosidade, podem ser apresentados como fontes para a compreensão da vida brasileira em seu segundo século de História. Ao encontro disso, uma das principais características da sociedade brasileira da época estava a escravidão, nefasta e dura instituição nacional. Em um de seus diversos sermões, afirmou o pregador inaciano que:
“Bem sei que alguns destes cativeiros são justos, os quais só permitem as leis, e que tais supõem os que no Brasil se compram e vendem, não dos naturais, senão dos trazidos de outras partes; mas que teologia há ou pode haver que justifique a desumanidade e sevícia dos exorbitantes castigos com que os mesmos escravos são maltratados? Maltratados, disse, mas é muito curta esta palavra para a significação do que encerra ou encobre”. (VIEIRA, Antônio. Sermão Vigésimo Sétimo. In: Sermões (vol.12). p. 365.)
Essa fonte histórica nos permite afirmar que:
A lusotropicalidade, apresentada por Gilberto Freyre, apresenta as características de brandura da escravidão na América Portuguesa, como factível.
Os negros escravizados na América Portuguesa foram duramente maltratados, sendo os castigos físicos uma das principais formas do tratamento entre senhores e escravos.
Os negros não recebiam castigos físicos na América Portuguesa, pois o castigo não era destinado aos negros escravos apenas, mas a todos os súditos do Antigo Regime nos Trópicos.
A principal característica da escravidão não era étnica, mas apenas social, pois os brancos pobres eram tratados como se escravos os fossem.
A imaturidade apresentada pelo pregador jesuíta, ao observar algo natural, a violência e a exploração do homem pelo próprio homem, são contrários ao ensino de Jesus Cristo.
Observe a imagem.

(Gravura do livro Rethorica Christiana, de Diego Valadares (c. 1579), que retrata o contato de clérigos e nativos. Imagem: Fundação Biblioteca Nacional. Disponível em: https://web.archive.org/ web/20160415174009/http://rhbn.com.br/secao/capa/mao-deobra-da-fe.)
Texto:
A chegada do padre Antônio Vieira a São Luís do Maranhão, em 16 de janeiro de 1653, provocou uma grande inquietação entre os colonos. Eles temiam que o jesuíta restringisse o acesso à mão de obra indígena, a única disponível na época. Os boatos tinham razão de ser: três dias depois, no dia 19, um alvará concedeu a liberdade a todos os índios cativos. A medida fez eclodir uma revolta.
(Franco, 2008.)
A imagem retrata o contato de clérigos (jesuítas) e nativos. A Coroa Portuguesa confiou aos jesuítas um papel de destaque na catequização dos gentios, interessada na pacificação, bem como:
Na liderança das chamadas “guerras justas”, apoiando os índios e inibindo totalmente sua escravização.
Na tutela dos lusitanos sobre todos os povos indígenas, mantendo-os aquartelados apenas em aldeamentos.
No avanço para o interior, que estava estagnado desde as investidas holandesas e francesas no Brasil naquela região.
Na administração dos índios, cujos conhecimentos e braços eram imprescindíveis para a coleta das “drogas do sertão”.
Cogitada para solucionar as desavenças em torno do Congo, disputado pelo rei Leopoldo, a título particular, por Stanley, seu funcionário, e Savorgnan de Brazza, em nome da França, a conferência de Berlim foi, na verdade, organizada por um Bismarck que queria conformar seu próprio papel de árbitro nos conflitos internacionais, mas também participar, doravante, dos despojos.
(Marc Ferro, História das colonizações: das conquistas às independências, séculos XIII a XX)
Entre os resultados dessa conferência,
há a posição portuguesa em defender seus direitos supostamente históricos e garantir a preponderância sobre Angola e Moçambique.
os franceses ofereceram a soberania da África do Norte e do Senegal para a Alemanha.
há o acordo entre as potências históricas e as ascendentes para uma radical redistribuição dos domínios coloniais no continente.
a Alemanha foi a nação mais beneficiada porque legitimou a sua soberania sobre Ruanda e o Quênia.
há a ampliação dos domínios territoriais franceses em detrimento dos interesses do Império Britânico e da Bélgica.
Até algum tempo atrás, era comum que as pessoas se referissem à chegada dos portugueses ao continente americano em 1 500 como o “Descobrimento do Brasil”. Essa expressão era encontrada inclusive em muitos livros didáticos de História. Mas, seria possível que os portugueses tivessem descoberto um lugar que já existia e que já era habitado?
Dessa maneira, quando começou a se pensar no ponto de vista (ou perspectiva) dos povos indígenas que ali viviam, essa expressão passou a ser criticada. Afinal, apenas para os portugueses tratava-se de um descobrimento. Essa era a visão deles, permeada por uma concepção de mundo essencialmente etnocêntrica. É mais prudente se falar de um “encontro de dois mundos”, expressão proposta pelo historiador Ronaldo Vainfas.
Essa é uma das razões pelas quais o historiador poderá encontrar diversas versões sobre um mesmo fato ou acontecimento. Entretanto, existem outras razões para o surgimento de diversas versões (ou histórias) sobre um mesmo tema [...]
(Flávio Berutti e Adhemar Marques, Ensinar e aprender história)
O texto citado aponta como uma outra razão
a imutabilidade do passado, condição que não permite a sua releitura.
as fontes históricas encontradas e selecionadas, e a diversidade dessas fontes.
o reconhecimento da neutralidade como fundamental no trabalho do historiador.
a preocupação contemporânea com a busca da verdade histórica.
a ausência de rigor metodológico dos historiadores do século XIX e começo do XX.
Após a independência política, os portugueses sofreriam, rapidamente, a rejeição explícita dos nacionais. Contribuía fortemente para isso o fato de o Partido Português experimentar ascensão política no primeiro reinado, em detrimento do Partido Brasileiro, ao mesmo tempo em que Dom Pedro I, nascido em Portugal e herdeiro do trono luso, sofria o crescimento de sua impopularidade.
A rejeição e agressividade brasileiras direcionadas aos portugueses aumentariam sensivelmente com o passar dos anos no século XIX. Os lusos, na historiografia, eram tomados como sinônimos do passado colonial, de dependência e submissão brasileiras.
[Eduardo França Paiva, De português a mestiço: o imaginário brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em: Lana M. de C. Simam e Thais N. de L. Fonseca (orgs.). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História. Adaptado]
A partir do excerto, é correto considerar que
a importância da colonização portuguesa foi reconhecida durante o processo de formação do Estado nacional brasileiro.
as primeiras obras sobre a história nacional publicadas até a metade do século XIX exaltavam os africanos pela resistência ao colonizador.
a produção historiográfica do século XIX recebeu importante influência da lusofobia presente entre os brasileiros.
a produção historiográfica no Primeiro Reinado era simpática a Dom Pedro I e reconhecia os ganhos civilizatórios do Brasil por causa de Portugal.
a forte aversão aos portugueses na primeira metade do século XIX fez a historiografia nacional valorizar a presença de africanos no Brasil.
Na disputa entre Portugal e Espanha pelos territórios a serem descobertos navegando-se a Oeste, o limite que vigorou até o fim da União Ibérica foi o:
meridiano de Tordesilhas.
meridiano de Utrecht.
trópico de Capricórnio.
meridiano de Greenwich.
meridiano de Cabo Verde.
O Tratado de Tordesilhas foi um documento assinado, na vila espanhola de Tordesilhas. Os protagonistas foram___________________, que delimitaram, através de uma linha imaginária, as suas posses no território da América do Sul, chamado de “Novo Continente”.
Portugal e Espanha
Brasil e Portugal
França e Espanha
Brasil e Espanha
Espanha e Venezuela
Qual desses produtos agrícolas não fez parte de uma prática monocultora ou de elevado impacto estrutural na história do Brasil?
A causa da fundamental discordância entre a França e o mundo ibérico era o Tratado de Tordesilhas. A França não reconhecia a divisão do mundo legitimada pelo Pontífice, tornando-se a principal nação europeia a defender a liberdade dos mares. Trata-se de uma questão de diferentes concepções de legitimidade: para a França, a posse ou o estabelecimento de esferas de influência justiçar-se-ia ou através de relações comerciais com os habitantes de outras regiões do mundo, ou seja, pela caminho pacífico, ou pelo domínio militar, ou seja, através de força, sempre, porém, por razões de fato.
MORLAIX e FOLGOET. Questões de Difusão: mare clausum/mare liberum. Disponível em www.revista .brasileuropa. eu/115/Morlaix.htm. Acesso em:12/07/2014.
Francisco 1, rei da França, após rejeitar as cláusulas do Tratado de Tordesilhas, proclamou o direito de navegar no mare liberum (mar livre). Tal atitude teve como consequência para Portugal a(o):
anulação do tratado de Tordesilhas, já que a França também era católica.
negociação com a França com a qual fez parceria para produção açucareira.
enfrentamento militar com franceses por posse de terras na América do Sul.
início imediato da colonização da América, para garantir a posse das terras.
assinatura de novo tratado, a Bula Inter Coetera, incluindo a França.
Historiadores portugueses ainda por vezes escrevem como se o Brasil nunca tivesse sido uma colônia de Portugal, e historiadores brasileiros frequentemente ignoram a importante dimensão transatlântica dos conflitos políticos internos e das limitações econômicas do Brasil. A história entre fins de 1807 e 1825 se ressente da falta de um esboço interpretativo, ainda que rudimentar.
[Kenneth Maxwell, Por que o Brasil foi diferente? O contexto da independência. Em: Carlos Guilherme Mota (org). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000). Adaptado]
As referências temporais presentes no excerto referem- se, respectivamente,
à elevação do Brasil a Reino Unido a Portugal e Algarves e à outorga da primeira constituição do Brasil.
à vinda da Missão Francesa e à dissolução da Assembleia Nacional Constituinte.
à criação da Casa da Moeda e ao reconhecimento da emancipação brasileira pela Confederação das Províncias Unidas da Prata.
à invasão de Portugal pelas forças militares francesas e ao reconhecimento da independência do Brasil por parte dos portugueses e de outras nações europeias.
aos tratados comerciais e diplomáticos com a Inglaterra e à criação da Província Cisplatina.
O marco inaugural nas análises da cultura brasileira seria Casa Grande & Senzala, estampada em 1933. Fecho de um período do pensamento brasileiro, e início de outro, é [...] obra híbrida de tradição e inovação, em muitos pontos nostálgica de um Brasil que chegava ao fim – o de antes de 1930, visto por Gilberto Freyre de forma análoga à douceur de vivre que coloriu certas análises saudosistas do Antigo Regime francês.
[Laura de Mello e Souza, Aspectos da historiografia sobre o Brasil colonial. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Nas suas obras, Gilberto Freyre
atribui o atraso econômico e cultural brasileiro ao longo processo de colonização portuguesa, que impôs o catolicismo, religião que pouco contribuiu para o desenvolvimento capitalista.
reconhece que a fragilidade cultural brasileira é tributária da enorme influência das ordens religiosas, em especial dos jesuítas, que não valorizavam as práticas sociais das sociedades indígenas.
condena vigorosamente a colonização com o uso da mão de obra escrava africana porque essa condição gerou um povo sem sentimentos de amor à terra natal e que desvaloriza a cultura europeia.
associa as históricas dificuldades econômicas brasileiras ao formato da administração colonial portuguesa, marcada pela corrupção endêmica e pela atenção excessiva aos interesses do Estado.
imputa ao sistema econômico organizado a partir da monocultura uma série de males, casos da aversão ao trabalho e da amoralidade, e vê a mestiçagem como benéfica ao Brasil.