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A abolição da escravatura (1888) e a Proclamação da República (1889) resultaram de negociações da elite, pressões sociais e transformações políticas, mantendo desigualdades e estruturas de poder. Qual alternativa expressa corretamente a natureza desses eventos?
A abolição aboliu imediatamente todas as desigualdades sociais e políticas.
Os eventos transformaram radicalmente a estrutura econômica do país sem continuidade histórica.
Não houve participação da sociedade civil nos processos de abolição e mudança política.
A abolição e a Proclamação da República foram processos controlados pela elite, mantendo desigualdades e estruturas de poder.
A respeito das condições de moradia e dos modos de vigilância nas senzalas, entre os séculos XVIII e XIX, e as estratégias de controle social e resistência dos senhores em relação aos escravizados, assinale a alternativa correta:
A existência de casas sem janelas, trancadas à noite e construídas com materiais precários, além da divisão entre unidades de solteiros e casados, indica uma estratégia de vigilância que buscava tanto limitar as ações dos escravizados quanto reforçar o controle por meio da segregação de espaços de convivência e privacidade.
As senzalas eram ambientes de convivência comunitária, nas quais o controle era exercido predominantemente por meio da cultura e das tradições locais, minimizando o uso de vigilância física e arquitetônica.
Os relatos descrevem uma forte autonomia dos escravizados na construção e organização de suas habitações, o que sugere uma forma de controle simbólica por parte dos senhores.
A descrição das habitações indica que os senhores priorizavam a integração entre os espaços de moradia e de trabalho, promovendo uma relação de dependência mútua que dificultava a resistência dos escravizados.
As habitações dos escravizados eram projetadas para promover a convivência livre, refletindo uma relação de mando paternalista que buscava garantir a submissão sem necessidade de medidas repressivas severas.
Ao planejar uma sequência didática sobre escravidão no Brasil, a professora decide usar fontes primárias (cartas régias, registros de venda e iconografia de época). Qual procedimento metodológico amplia o pensamento histórico dos alunos, conforme orientação das Diretrizes Curriculares de História?
Expor as fontes e solicitar cópia literal dos trechos mais longos, avaliando apenas caligrafia.
Propor perguntas‐problema, comparar versões e contextualizar documento, estimulando análise crítica do testemunho.
Distribuir resumo explicativo pronto, dispensando leitura do material original para evitar confusão conceitual.
Pedir pesquisa sobre datas para memorização, desconsiderando autoria ou circunstância de produção dos textos.
Exigir desenho dos objetos presentes nas pinturas sem discutir significado social ou simbólico da imagem.
A imagem apresentada é uma litografia do século XIX que retrata aspectos do cotidiano da população escravizada no Brasil colonial. Essas representações iconográficas constituem fontes históricas fundamentais para a compreensão das condições de vida, trabalho e resistência cultural dos africanos e afrodescendentes.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/05/ abolicao-da-escravatura-no-brasil-os-3-fatos-essenciais-quelevaram-ao-fim-da-escravidao
Analisando os elementos visuais presentes na litografia, que aspectos históricos sobre a vida da população negra escravizada no Brasil colonial podem ser identificados na cena representada?
A litografia evidencia a existência de um comércio de rua protagonizado por escravizados urbanos, revelando práticas de ganho, sociabilidade e manutenção de elementos culturais africanos no contexto colonial brasileiro.
A imagem demonstra a total assimilação cultural dos escravizados à sociedade colonial, evidenciada pela ausência de elementos culturais africanos e pela adoção de costumes europeus nas atividades cotidianas.
A imagem comprova que os escravizados viviam em isolamento social, com poucas redes de relacionamento ou práticas culturais próprias.
A cena retrata o trabalho rural nas plantações, mostrando escravizados em atividades agrícolas típicas do sistema plantation, com algumas formas de autonomia econômica.
A representação mostra escravizados domésticos em atividades ligadas ao serviço das casas-grandes, sem qualquer tipo de interação social ou prática comercial autônoma.
O final do século XIX no Brasil foi marcado pela abolição da escravidão e pela Proclamação da República, dois processos que tiveram raízes políticas, sociais e econômicas interligadas.
Sobre esses eventos, assinale a alternativa CORRETA.
A Lei Áurea, promulgada em 1888, foi resultado exclusivo da pressão das elites agrárias, que viam na modernização do trabalho uma oportunidade econômica.
O movimento republicano encontrou apoio incondicional dos ex-escravizados, que passaram a integrar diretamente a base social do novo regime.
A Proclamação da República em 1889 foi um evento pacífico e consensual, liderado pela população civil em aliança com o clero.
Após a abolição, o Estado brasileiro adotou políticas de inclusão social e distribuição de terras para integrar ex-escravizados na sociedade republicana.
A abolição da escravidão enfraqueceu o apoio ao regime monárquico entre as elites agrárias, contribuindo para a adesão ao movimento republicano.
Assinale a alternativa que indica corretamente as comunidades formadas por escravos fugidos das fazendas e outros locais de trabalho. Esses lugares se transformaram em centros de resistências dos negros escravizados.
Gueto
Quilombo
Passárgada
Cidades negras
Aurora da liberdade
Africanos e indígenas escravizados introduziram tecnologias agrícolas, de beneficiamento de cultivo, mineração e edificações, além de produção artística, literária e política, moldando a economia e a cultura colonial. Qual alternativa descreve melhor esse impacto multidimensional?
Não houve transferência de conhecimentos tecnológicos ou artísticos pelos grupos escravizados.
A contribuição dos escravizados foi central, incorporando tecnologias e produção cultural que transformaram a sociedade colonial.
As tecnologias e práticas culturais foram exclusivamente introduzidas pelos colonizadores europeus.
O impacto dos africanos e indígenas foi limitado à sobrevivência básica, sem contribuição econômica ou cultural relevante.
Leia o trecho a seguir.
“Minha pesquisa identifica os metalúrgicos negros da Jamaica como autores de uma das inovações mais importantes da Revolução Industrial britânica, a metalúrgica. Historiadores da tecnologia devem deslocar o foco da "inovação" para o "uso". Entre as várias implicações importantes dessa mudança, destaca-se o potencial de ampliar o escopo da história, indo além das disputas por patentes, geralmente dominadas por grupos hegemônicos, e, talvez, identificar ideias e aplicações verdadeiramente inovadoras com base em seu uso real. Os negros jamaicanos vieram de muitos lugares e experiências diferentes. Estima-se que 75% das pessoas transportadas da Baía de Biafra para as Américas entre 1640 e 1800 foram retiradas de Igboland, a maioria da região norte, mais conhecida pela habilidade na metalurgia.”
Adaptado de Bulstrode, Jenny. Black metallurgists and the making of the industrial revolution, History and Technology, 39:1, 2023, pp.
Com base na leitura, é correto afirmar que a novidade da abordagem da autora reside em
reconhecer novos sujeitos na produção do conhecimento durante a Revolução Industrial, considerando suas contribuições para o desenvolvimento tecnológico.
identificar os registros de patentes como a principal fonte para estudar a origem de inovações técnicas na Revolução Industrial.
propor que o trabalho dos metalúrgicos escravizados deve ser visto como uma expressão da resistência ao movimento colonial britânico.
considerar novos materiais utilizados pelos africanos que foram fundamentais para alcançar as novidades criadas pela Revolução Industrial.
desconsiderar as contribuições coloniais ao desenvolvimento tecnológico e focar nos processos industriais europeus como motores da inovação.
Ao longo do século XIX, a escravidão tornou-se objeto de crescentes questionamentos no Brasil, tanto por pressões externas quanto por ações internas articuladas em uma ampla frente antiescravista. A chamada Campanha Abolicionista não se limitou a projetos legislativos, mas envolveu práticas insurgentes, articulações transatlânticas, e novas formas de mobilização política e cultural. Sobre o processo histórico da Campanha Abolicionista, é correto afirmar que:
O movimento abolicionista brasileiro rompeu totalmente com a estrutura agrária após a Lei Áurea, promovendo políticas de inclusão econômica e cidadania plena para os ex-escravizados, nos moldes do que já ocorria em países como os Estados Unidos.
A campanha abolicionista teve forte apoio das elites agrárias do Sudeste, que viam na abolição uma oportunidade de modernizar a economia cafeeira e integrar os libertos no mercado de trabalho assalariado rural.
A participação de mulheres, negros livres e intelectuais na campanha contribuiu para a construção de espaços públicos alternativos, como clubes, jornais e associações, que desafiaram as hierarquias raciais e ampliaram o alcance da luta antiescravista.
Embora progressista em sua retórica, a campanha abolicionista reproduziu a lógica da tutela senhorial, ao centrar-se em ações parlamentares de elite que excluíam os negros livres e libertos da arena pública.
Contando com um mercado de trabalho compulsório plantado nas aldeias africanas, os colonos da América portuguesa não precisavam efetuar investimentos internamente – em capital, terra e trabalho – para garantir a reprodução ampliada da mão-de-obra autóctone. Convinha mais fazer açúcar para vender na Europa e obter meios de compra de escravos, ou cultivar tabaco e fabricar cachaça para trocar por africanos adultos, do que investir na produção de alimentos, estimular uniões entre os cativos, preservar as mulheres grávidas e as crianças nos engenhos e nas fazendas na expectativa de recolher, a médio prazo, novos trabalhadores cativos nascidos e criados no local.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul)
A partir do excerto, é correto afirmar que
o confronto de interesses entre os negociantes negreiros e a elite colonial entravou a entrada de escravizados na América portuguesa.
o aumento da natalidade dos escravizados foi incentivado pela elite colonial como forma de diminuir a dependência em relação ao tráfico negreiro.
a produção açucareira dependia muito da utilização dos escravizados, mas as atividades complementares usavam o trabalho livre.
o alto custo dos equipamentos da agroindústria açucareira limitava a capacidade dos senhores de engenho em importar escravizados.
a dinâmica do comércio atlântico negreiro tornou a reprodução mercantil dos escravizados mais rápida e efetiva que a reprodução demográfica.

Para pensar a diáspora negra, vale apresentar o infográfico com o fluxo do tráfico de escravizados da África para o Brasil (cerca de 4,5 milhões). Após o levantamento de hipóteses pelos estudantes de quais análises nos permite esse material, ao menos duas linhas de investigação podem ser adotadas como as pertinentes às informações do gráfico:
escravização nas plantations coloniais como o primordial laboratório de desumanização dos indivíduos a partir de um critério de raça; afirmação do vínculo entre cultura nacional brasileira e africana.
presença de contingente negro na formação populacional brasileira; participação de afrodescendentes na distribuição de renda desigual e injusta na sociedade brasileira.
efeitos da reunião em senzalas de afrodescendentes originados de regiões e culturas diversas; presença de heranças de matrizes africanas na musicalidade e religiões nas regiões brasileiras de maior concentração negra.
sistema de plantations como exercício da necropolítica (poder de definir o tipo de vida e a morte dos sujeitados) que ensejaria a estruturação dos estados totalitários; viabilização do aumento de produtividade para benefício da metrópole portuguesa.
impactos gerados a partir da decadência da economia mercantilista e do tráfico negreiro na estrutura social brasileira; evolução do modo de vida da população de afrodescendentes em nossa sociedade.
O escravismo colonial moderno, que fundamentou a economia de 'plantation' nas Américas (especialmente no Brasil e no Caribe), foi viabilizado pelo Comércio Transatlântico de Escravizados. Este comércio, que durou quase quatro séculos, envolveu a captura e o transporte forçado de milhões de africanos, num processo complexo que envolvia agentes europeus e africanos. A historiografia recente sobre o tema busca compreender a 'dimensão africana' desse comércio, analisando o papel das sociedades africanas (reinos, elites e comerciantes) nessa dinâmica.
Acerca da natureza do comércio transatlântico e da escravidão na África, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A escravidão já existia na África antes da chegada dos europeus, sendo uma instituição social complexa (com prisioneiros de guerra, dívidas, etc.), porém, o comércio transatlântico alterou profundamente sua escala, natureza e brutalidade.
(__)Os europeus (portugueses, ingleses, franceses, etc.) atuavam no comércio transatlântico exclusivamente através da conquista militar, invadindo o interior do continente e caçando os indivíduos que seriam escravizados, sem qualquer intermediação africana.
(__)O comércio transatlântico era estruturado no 'Comércio Triangular', que conectava a Europa (fornecendo manufaturas e armas), a África (fornecendo escravizados) e as Américas (fornecendo produtos tropicais, como açúcar e tabaco).
(__)A escravidão nas Américas era idêntica à escravidão existente na África, baseada na possibilidade de ascensão social do escravizado e na sua eventual integração na família do senhor, sem caráter racial.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, F, V, F.
V, V, V, V.
V, F, F, F.
F, F, V, V.
A imagem apresentada é uma litografia do século XIX que retrata aspectos do cotidiano da população escravizada no Brasil colonial. Essas representações iconográficas constituem fontes históricas fundamentais para a compreensão das condições de vida, trabalho e resistência cultural dos africanos e afrodescendentes.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/05/ abolicao-da-escravatura-no-brasil-os-3-fatos-essenciais-quelevaram-ao-fim-da-escravidao
Analisando os elementos visuais presentes na litografia, que aspectos históricos sobre a vida da população negra escravizada no Brasil colonial podem ser identificados na cena representada?
A imagem demonstra a total assimilação cultural dos escravizados à sociedade colonial, evidenciada pela ausência de elementos culturais africanos e pela adoção de costumes europeus nas atividades cotidianas.
A cena retrata o trabalho rural nas plantações, mostrando escravizados em atividades agrícolas típicas do sistema plantation, com algumas formas de autonomia econômica.
A representação mostra escravizados domésticos em atividades ligadas ao serviço das casas-grandes, sem qualquer tipo de interação social ou prática comercial autônoma.
A imagem comprova que os escravizados viviam em isolamento social, com poucas redes de relacionamento ou práticas culturais próprias.
A litografia evidencia a existência de um comércio de rua protagonizado por escravizados urbanos, revelando práticas de ganho, sociabilidade e manutenção de elementos culturais africanos no contexto colonial brasileiro.
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
A escravidão permaneceu por mais de 60 anos após a Independência do Brasil, pois era um pilar da economia brasileira, baseado na agroexportação (café, açúcar, algodão). A Lei Áurea (Lei nº 3.353) foi assinada em 13 de maio de 1888 __________________, abolindo oficialmente a escravidão no Brasil.
pelo Rei D. Pedro I
pela Princesa Isabel
pela Rainha Carlota Joaquina
pelo Imperador D. Pedro II
pela Imperatriz Leopoldina
Sobre Martin Luther King Jr., figura central na luta pelos direitos civis nos Estados Unidos, assinale a alternativa que descreve sua principal abordagem e objetivo estratégico.
Base da sua luta na defesa da segregação racial.
Utilização da luta armada e busca pela separação racial.
Priorização das questões econômicas em sua agenda política.
Princípio da ação não violenta e objetivo da integração social.
Durante o comércio escravocrata mercantilista, é possível identificar com clareza algumas estratégias de controle da população de negros oriundos de regiões, culturas e etnias africanas distintas. Tais estratégias mobilizadas por traficantes, mercadores e colonos tinham, inclusive, o aval e a contribuição do clero. Um dos procedimentos mais utilizados era
a adoção de um sistema de controle das manifestações culturais, porém reconhecendo alguns referenciais originários, que incluía a liberdade de culto, visando a evitar rebeliões.
a adoção de um sistema estruturado por meio de uma espiral que incluía a dessocialização, a despersonalização e o apartamento do humano escravizado de sua comunidade.
a criação de métodos de agrupamento conforme seu núcleo familiar ou sua etnia de origem, visando a mitigar episódios de nostalgias e indisposições para o trabalho árduo no eito.
a criação de métodos simbólicos, que obrigavam os escravizados a se comunicarem em idiomas pátrios, vedando o acesso aos meios de controle formulados em português.
A independência do Haiti ocorreu no início do século XIX. Sobre esse acontecimento, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O processo de independência do Haiti está conectado à Revolução Francesa, tendo em vista as mudanças provocadas na organização política nas colônias.
(__)A independência do Haiti foi a única a associar esse processo ao fim da escravidão.
(__)As elites foram responsáveis pela independência do Haiti, tendo em vista a ausência dos escravizados nesse movimento.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
F − F − V.
V − F − F.
F − V − F.
V − F − V.
V − V − F.
Leia o trecho a seguir.
“É quase consenso atualmente, no campo dos estudos históricos, que a Itália antiga, sobretudo entre os séculos III a.C. e II d.C., fez parte, ao lado do Brasil, do sul dos Estados Unidos e do Caribe inglês e francês entre os séculos XVI e XIX, do restrito grupo de sociedades escravistas.”
Adaptado de: Joly, Fábio. A escravidão na Roma Antiga. Política, Economia e Cultura. São Paulo: Alameda, 2005. p. 11.
A partir da leitura do trecho, assinale a opção que apresenta corretamente uma característica da escravidão na Roma antiga comparável àquela praticada no mundo atlântico durante a modernidade.
Assim como a escravidão do período moderno, a escravidão romana expressava o poder doméstico que ultrapassava a simples relação entre senhor e escravo.
Assim como a escravidão moderna, os romanos obtinham seus escravos concentrando-se na conquista de um único grupo social específico.
Assim como na escravidão moderna, o direito romano impedia que os escravos mantivessem vida familiar ou relações pessoais.
Assim como a escravidão moderna, a escravidão romana limitava-se aos cativos de guerra, sendo vedada a escravidão de cidadãos de outras cidades ou territórios conquistados.
Assim como a escravidão moderna, os escravos romanos eram impedidos de exercer atividades intelectuais ou educacionais, empregados apenas em atividades manuais.
Não se sabe com exatidão a data da deportação dos primeiros africanos para o Brasil. Alguns autores indicam que os africanos foram deportados a partir da primeira metade do século XVI; outros na segunda metade. A única certeza que temos é a de que começaram a chegar no século XVI.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Segundo a obra citada, o início do tráfico africano de escravizados para a América portuguesa relaciona-se com
a inaptidão dos povos nativos para o trabalho agrícola e para as atividades de extração mineral.
a opção portuguesa de colonizar a América por meio da agroindústria açucareira.
o imperativo luso em colonizar territórios africanos, que corriam risco de serem ocupados pela França.
a intenção da Coroa portuguesa em expandir a ocupação territorial para o interior da colônia.
a legislação portuguesa que proibia, sob qualquer circunstância, a escravização de indígenas.

Na imagem acima vemos um recorte da cartilha destinada a evitar o crescimento de um fenômeno identificado como “trabalho forçado" ou trabalho análogo à escravidão”. Entre 1995 e 2023 o Ministério do Trabalho resgatou 63,4 mil trabalhadores, entre homens e mulheres, flagrados em situação análoga à escravidão.
Identifique, entre as opções a seguir, aquela que NÃO está relacionando corretamente os fenômenos da escravidão moderna (séc. XVI ao XIX) aos da escravidão contemporânea.
A violência, a repressão e a vigilância constituem mecanismos de sujeição dos trabalhadores que podem ser nativos ou estrangeiros e, em geral, vivem em condições degradantes.
Os dois casos configuram crime por privarem indivíduos nascidos livres, do direito à liberdade inerente a todos os seres humanos, mas contaram e contam, ainda, com a proteção dos poderes constituídos.
Estima-se que o tráfico negreiro africano envolveu em torno de 12,5 milhões de indivíduos e que cerca de 40 milhões de pessoas vivam escravizadas hoje, a maioria na Ásia.
A superexploração dos trabalhadores é conduzida, atualmente, por grandes empresas privadas; no passado ela foi um negócio importante para os Estados mercantilistas.
O trabalho escravo no passado e o trabalho compulsório contemporâneo estão e estiveram presentes em atividades agropecuárias e urbanas, inclusive nos setores dinâmicos da economia.