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Observe a imagem a seguir.

Fonte: PÉREZ, Louis. Cuba in the american imagination. Metaphor and the imperial ethos. Chapel Hill: The University of North Carolina Press, 2008, p. 125.
A imagem retrata um personagem adulto, vestido com trajes associados à burguesia e identificado como os Estados Unidos, alimentando com uma colher um personagem infantil que simboliza Cuba. Sobre a mesa ao lado aparecem três recipientes rotulados como: “Emenda Platt – tônico para crianças”, “redução das tarifas sobre o açúcar cubano” e “concessões comerciais”.
Considerando o contexto de aprovação da Emenda Platt (1901), assinale a afirmativa que interpreta corretamente a representação norte-americana de Cuba.
Um Estado potencialmente ameaçador, o que serviu para justificar a vigilância e o controle da permanência das forças terrestres e navais da Espanha em Cuba.
Uma nação incapaz de autogoverno, o que justificaria a tutela norte-americana e a incorporação de interesses dos Estados Unidos na Constituição cubana.
Um território politicamente instável, o que legitimou a intervenção dos Estados Unidos na gestão do endividamento público de Cuba com credores internacionais.
Uma república inexperiente, que necessitava de assistência para definir suas fronteiras, o que embasaria a limitação da transferência de territórios a aliados dos Estados Unidos.
Um país ambicioso, que buscava obter benefícios dos Estados Unidos, o que fundamentaria a imposição do arrendamento de territórios para bases militares norte-americanas.
“A sociedade de massa fez sua entrada no cenário mundial durante o século XX. As multidões se tornaram visíveis e passaram a fazer parte da sociedade e a contar. As grandes transformações sociais estiveram, assim, marcadas pela incorporação das massas, que se tornaram eleitoras e consumidoras. Sociedade moderna passou a ser identificada como sociedade de massas” (Oliveira, 2016, p. 325).
Fonte: OLIVEIRA, Lúcia Luppi. Sinais da modernidade na era Vargas: vida literária, cinema e rádio. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves (Orgs.). O tempo do liberalismo excludente: da Proclamação da República à Revolução de 1930. 8. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016.
Considerando o excerto e a sociedade brasileira, analise as afirmativas a seguir.
I- Na primeira década do século XX, reformar a cidade do Rio de Janeiro passou a ser o sinal evidente da modernização que se desejava promover no Brasil.
II- A partir dos anos 1930, cresce um imaginário sobre o Brasil que afirmava a capacidade dos brasileiros de conviver e se adaptar ao meio e à diversidade de raças.
III- O americanismo não foi difundido através de programas de rádio porque a música popular urbana foi amplamente apoiada pelos modernistas, objetivando a consolidação do processo de nacionalização.
IV- Na primeira metade do século XX, o rádio se torna o veículo eminentemente popular, divulgando diferentes manifestações da cultura e do povo e sempre buscando ampliar seu público. Foi fábrica de ídolos e mitos.
É CORRETO o que se afirma em:
I, II e III apenas.
II, III e IV apenas.
I, II e IV apenas.
I, III e IV apenas.
I, II, III e IV.
A explicação clássica estrutural para o pioneirismo ibérico no movimento de expansão atlântica para a América a partir do século XV tem como elemento central:
o imperialismo da dinastia de Avis
o financiamento da Casa de Castela
a dimensão mercantilista da economia
a afirmação dos Estados nacionais burgueses
As primeiras formas de hominídeos surgiram no continente:
asiático.
europeu.
americano.
africano.
oceânico.
Anunciada ao Congresso dos Estados Unidos em 2 de dezembro de 1823, durante o governo de James Monroe, de quem herdou o nome, a Doutrina Monroe teve como objetivo principal:
O estabelecimento de novas colônias nas Américas e a participação europeia em assuntos internos dos países.
A promoção da integração econômica e política das excolônias espanholas, inspirando-se nos ideais de Simón Bolívar contidos na Carta da Jamaica.
O estabelecimento de uma aliança militar permanente com as potências europeias para intervir conjuntamente nos assuntos internos dos países latino-americanos.
A não interferência dos países europeus nos países americanos.
No debate teórico contemporâneo acerca das formas de exercício do poder soberano, as políticas migratórias dos Estados Unidos no século XXI têm sido interpretadas como dispositivos que articulam fronteira, exceção jurídica e gestão diferencial da vida e da morte. Nesse contexto, o conceito de necropolítica, formulado por Achille Mbembe (2011), oferece uma chave analítica para compreender a produção sistemática de vulnerabilidade extrema aplicada a populações migrantes. Considerando essa perspectiva, e dialogando com a crítica de Slavoj Žižek (1996) à ideologia liberal contemporânea e à naturalização da violência estrutural, assinale a alternativa que expressa a interpretação teoricamente mais consistente dessas políticas.
As práticas de controle migratório estadunidenses devem ser compreendidas prioritariamente como instrumentos administrativos voltados à preservação da ordem institucional, sem implicações diretas na redefinição contemporânea da soberania.
A violência observada nas fronteiras decorre de disfunções operacionais do Estado e da inadequação de seus aparatos legais diante da intensificação dos fluxos migratórios globais.
O regime migratório dos Estados Unidos insere-se predominantemente no campo da biopolítica, uma vez que busca regular a circulação de corpos e sua incorporação seletiva ao mercado de trabalho.
A constituição de espaços fronteiriços como zonas permanentes de exceção, nos quais a exposição à morte opera como tecnologia de governo, revela uma racionalidade necropolítica que, conforme a crítica zizekiana, é ideologicamente legitimada por discursos liberais de legalidade e humanitarismo.
As políticas de detenção e deportação representam respostas extraordinárias a crises conjunturais, não podendo ser interpretadas como práticas estruturantes do poder soberano no capitalismo contemporâneo.
Acerca da relação entre os árabes islâmicos e os reinos africanos do século V ao século XV, assinale a opção correta.
As cidades de Benin e Oyo entraram em guerra com os mulçumanos e os derrotaram, impedindo a expansão islâmica para a região centro-sul da África.
O reino de Kush converteu-se à religião islâmica após a conquista da região norte da África pelos árabes.
O idioma swahili originou-se por meio do contato entre árabes e povos de origem Bantu.
O reino de Axum se beneficiou da expansão muçulmana, estabelecendo laços econômicos e culturais com a península arábica.
A Núbia entrou em conflito direito com os islâmicos no século VIII, sendo destruída pela guerra santa muçulmana.
"O nacionalismo moderno é em grande parte um produto do século XIX, e muitos dos movimentos nacionalistas dessa época foram promovidos por elites políticas que procuravam construir identidades coletivas e legitimar novos Estados.”
HOBSBAWM, Eric. Nações e nacionalismo desde 1780: programa, mito, realidade.
Cambridge: Cambridge University Press, 1990.
Durante a Idade Moderna, os Estados começaram a se configurar espacial e politicamente e esse processo só se consolidou no século XIX. Sobre o movimento nacionalista do século XIX, julgue os itens e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA.
I. Os envolvidos nos projetos nacionalistas do século XIX resgataram tradições e narrativas do passado para criar um sentimento de identificação entre as populações que eles queriam organizar em um Estado-nação.
II. Os movimentos nacionais europeus surgiram como projetos de pequenas elites intelectuais, antes de ganharem alcance junto aos movimentos de massa.
III. Com o objetivo de aumentar os seus territórios e suas riquezas, os países europeus utilizaram os nacionalismos para legitimar seu expansionismo territorial e comercial.
Apenas I e III são verdadeiros.
Apenas I e II são verdadeiros.
Apenas II e III são verdadeiros.
Todos são verdadeiros.
Nenhum é verdadeiro.
Conhecido como “Operação 2ª via”, o movimento apoiado pelos EUA, inclusive pela CIA, que culminou com a deposição do presidente chileno Salvador Allende, além de apoio militar, teve como estratégia:
estatização produtiva limitando o custeio do Estado
proibição de contato entre o Chile e a União Soviética
bloqueio de créditos internacionais destinados ao Chile
restrição ao direito de greve dos caminhoneiros chilenos
A dinâmica populacional da África subsaariana, antes do contato com europeus por volta do século XV, foi marcada por uma expansão de povos e culturas linguísticas semelhantes genericamente denominados bantos (grupo Níger-Congo). Essa lenta e eficiente expansão se deu tanto pela ocupação de territórios quanto pela aculturação de outros grupos. Todavia na porção mais ao sul do continente alguns grupos desenvolveram o conhecimento pastoril e mantiveram-se ali estabelecidos apesar da proximidade e pressão dos bantos. Esses grupos são conhecidos pelo seguinte termo:
songai
iorubá
coisã
suaíli
“Passaram-se menos de dez semanas entre a conclusão do armistício e a abertura da Conferência de Paz de Paris, mas foram, sem dúvida, as dez semanas mais agitadas na história do mundo moderno” (Sondhaus, 2015). Sobre o contexto histórico que envolve o período de 1918 e 1919, analise as assertivas abaixo:
I. Alemanha, França e Áustria estabeleceram novos governos democráticos, com as mulheres votando pela primeira vez em uma eleição geral.
II. A Rússia seguiu envolvida na guerra civil, com os contingentes Aliados apoiando o Exército Branco em oposição ao regime bolchevique de Lenin.
III. Nesse período, a Finlândia e os Países Bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia), os novos países gerados após ao Tratado de Brest-Litovsk, lutavam para assegurar suas fronteiras.
IV. Na Polônia, Liebknecht e Rosa Luxemburgo formaram o Partido Comunista Polonês, liderando mais tarde uma greve geral que se transformou na “Revolta Espartaquista”, em 1919.
Quais estão INCORRETAS?
Apenas I e II.
Apenas I e IV.
Apenas II e III.
Apenas III e IV.
Apenas I, III e IV.
Em 1494, o Tratado de Tordesilhas foi assinado entre:
Portugal e Espanha, para dividir as terras a serem descobertas no Novo Mundo.
Espanha e Inglaterra, para delimitar áreas de exploração no Atlântico.
França e Portugal, para definir rotas comerciais no Oceano Índico.
Espanha e Itália, para determinar colônias na África.
A respeito da Guerra Civil Norte-americana (1861-1865), avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Foi uma guerra que marcou profundamente a evolução histórica dos Estados Unidos da América.
( ) Essa guerra lembra vários aspectos da história do Brasil, quando questões semelhantes surgiram.
( ) Calcula-se que um total de 618.000 americanos combatentes morreram nos dois lados do combate.
C - C - C.
C - E - C.
E - C - E.
E - E - E.
Considere o excerto a seguir.
“’Estou intimamente convencido, em minha alma de cavalheiro, de que estou lutando pela civilização”, escreveu Louis Mariet, na Páscoa de 1915, antes de participar de seu primeiro ataque. “Compreendo muito bem qual é o meu dever; não deixarei de cumpri-lo... Não sou absolutamente um guerreiro; mas me tornarei um guerreiro por necessidade.’”
EKSTEINS, Modris. A sagração da primavera. 2. Ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1992. p. 231.
O excerto faz referência a grandes questões e contradições do Século XIX que repercutiram no Século XX. Entre essas repercussões, destaca-se
o predomínio de concepções teleológicas de progresso, de avanços científicos e de certezas vinculadas ao nacionalismo que exerciam ascendência sobre as expressões individuais.
o reconhecimento do desequilíbrio entre as potências europeias baseado na multipolaridade econômica e na concepção de um fardo civilizatório que estava relacionado à hierarquização entre nações.
o pensamento assentado em concepções teleológicas de progresso, nas certezas de caráter científico e de viés social marxista que produziu o fortalecimento dos impérios coloniais.
o protagonismo das potências europeias baseado em práticas assistencialistas e na adesão dos cidadãos, como forma de justificar iniciativas que visavam ao desenvolvimento entre nações colonizadas.
TEXTO I
O ritual teve lugar, segundo rezava o costume, na catedral de Reims (...). А cerimônia incluía um juramento prestado pelo rei prometendo conservar os privilégios de seus súditos, perguntava-se também à congregação se aceitava ou não Luís como rei. Seguiam-se a benção dos emblemas reais, entre quais a chamada 'espada de Carlos Magno', esporas e o anel (...). A seguir veio o momento da sagração. O corpo do rei foi ungido com o crisma (...). O bispo pôs o cetro na mão direita do rei, na esquerda, pôs a 'mão da justiça' e na cabeça a 'coroa de Carlos Magno’.
BURKE, Peter. A Fabricação do rei: a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed., 1994.
TEXTO II

Charge de autor desconhecido. Publicada em: BURKE, Peter. A Fabricação do rei: a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed., 1994.
Os documentos apresentados revelam, respectivamente,
o processo ritualístico de constituição da humanidade do rei – destaca o vínculo do monarca com as camadas populares.
o princípio da origem da autoridade do coroamento do soberano – construção da representação da autoridade real a partir da indumentária.
o terreno do poder monarca – estabelece comparação entre o monarca e os demais membros da corte real francesa.
o esgotamento do discurso religioso na constituição do poder do rei – o fortalecimento da imagem do monarca por meio da moda.
O novo papa chama‑se Robert Prevost. Ele nasceu nos Estados Unidos e, para si, escolheu o nome Leão XIV. O novo pontífice da Igreja Católica foi definido na tarde do dia 8 de maio de 2025, após a quarta votação do conclave, quando a fumaça branca anunciando a escolha foi vista saindo da chaminé da Basílica de São Pedro.
Internet: < www.bbc.com > (com adaptações).
Na circunstância do noticiário mundial sobre o novo papa, Leão XIV é classificado como
conservador.
reformista.
extremista.
tradicionalista.
retrógrado.
A literacia histórica, segundo Wineburg, Lee, Shemilt, Seixas e Counsell, envolve operações disciplinares complexas, análise de autoria, contextualização, corroboração e uso de evidências, articuladas a conceitos de segunda ordem, como causalidade, mudança, significância, temporalidade e perspectiva. Avaliações alinhadas ao campo demandam critérios explícitos, progressões conceituais e tarefas interpretativas que permitem examinar fontes e construir explicações históricas fundamentadas. Assinale a alternativa plenamente compatível com esse enquadramento.
Os conceitos de segunda ordem estruturam operações relacionadas à evidência, causalidade, temporalidade, significância e perspectiva, orientando análises que articulam fontes, explicações e interpretações disciplinares.
Estratégias de leitura histórica organizam inferências baseadas em padrões estilísticos das fontes, integrando interpretações narrativas que privilegiam coerência interna e expressões documentais amplas.
Operações disciplinares aplicam critérios que priorizam congruências formais das fontes, articulando análises que se concentram nos elementos textuais preservados em registros documentais comparáveis.
A aprendizagem histórica mobiliza procedimentos de análise centrados na construção de relatos explicativos amplos, organizados conforme parâmetros de sequenciação temática e formulação argumentativa gradual.
A investigação historiográfica articula fontes diversas, compondo explicações que integram práticas de comparação contextual e formulações interpretativas orientadas por referenciais conceituais gerais.
Situação hipotética: Um grupo de estudantes de história manifesta a crença de que a tecnologia digital, como a internet e as redes sociais, por sua natureza fragmentada e efêmera, constitui uma barreira intransponível para a construção de fontes históricas confiáveis para o futuro. Assertiva: Esta percepção ignora o potencial dessas novas modalidades de fontes digitais, que, embora exijam métodos de crítica e contextualização específicos, oferecem oportunidades inéditas para a pesquisa histórica, ao registrar discursos, interações e manifestações culturais que anteriormente não encontravam registro, desafiando o historiador a desenvolver novas ferramentas metodológicas.
Certo
Errado
Quase um século depois, as elites políticas à frente dos movimentos de independência africanos, por sua própria natureza, condições de formação e desenvolvimento, poucas vezes colocaram em discussão o desmantelamento das fronteiras coloniais – mesmo cientes de que estas não correspondiam à racionalidade das culturas africanas, abrindo espaços para vagas migratórias decorrentes de catástrofes naturais, conflitos armados ou mesmo como consequência de perseguições políticas e religiosas.
(Leila L. Hernandez. A África na Sala de Aula, 2005. Adaptado)
O contexto descrito no excerto foi um dos resultados
do Congresso da Filadélfia, em que delegados de 12 ex-colônias britânicas reuniram-se para protestar contra os Atos Intoleráveis da Coroa.
do Congresso de Viena, realizado para reorganizar a ordem geopolítica da Europa, após o fim das guerras napoleônicas.
da Conferência de Yalta, que reuniu lideranças da Inglaterra, EUA e URSS, para discutir o futuro da Alemanha e suas colônias na África.
da Conferência de Bandung, que reuniu 29 países africanos e asiáticos, na maioria recém-independentes, para promover cooperação econômica entre os dois continentes.
da Conferência de Berlim, que reuniu vários países europeus e os EUA para definir novo mapa geopolítico da África.
“Pelo fim do IV milênio antes da Era Cristã floresceu na Núbia uma notável cultura, conhecida pelos arqueólogos como cultura do Grupo A. Os instrumentos de cobre e a cerâmica de origem egípcia exumados de túmulos do Grupo A indicam que o desenvolvimento dessa cultura foi contemporâneo da I dinastia no Egito (-3.100)”.
(In: Silvério, Valter Roberto. Síntese da coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI / coordenação de Valter Roberto Silvério e autoria de Maria Corina Rocha, Mariana Blanco Rincón, Muryatan Santana Barbosa. – Brasília: UNESCO, MEC, UFSCar, 2013, p. 194)
Sobre esse período da história da Núbia, analise as afirmativas abaixo:
I. Ao Grupo A, que provavelmente sobreviveu na Núbia até o final da II dinastia do Egito (-2.780), seguiu-se um período de riqueza e acentuado florescimento cultural;
II. O Grupo A pertencia à cultura calcolítica. Isso significa que era essencialmente neolítica, mas fazia um uso ilimitado de instrumentos de cobre, que exportavam para o Egito;
III. Entre 2.780 a.C. e 2.258 a.C. a cultura do Grupo A passou por um acelerado processo de enriquecimento além de uma revolução cultural e tecnológica.
Sobre as afirmativas acima, é correto afirmar que:
Todas as afirmativas estão corretas;
Todas as afirmativas estão incorretas;
Apenas a afirmativa I está correta;
Apenas a afirmativa III está correta.