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A aristocracia criolla da América Latina desempenhou um papel importante no processo de independência. A aristocracia criolla era composta por uma elite de colonos europeus nascidos na América e tinham como objetivo a busca de melhores condições mercantis.
Certo
Errado
Na América espanhola, o levante alto-peruano de Tupac Amaru forneceu as primeiras demonstrações que, nas últimas duas décadas do século XVIII, descontentamentos coletivos com aspectos da administração vice-reinal eram temidos pelas autoridades régias como portadores de uma explosiva carga de contestação. Neste ponto, situações semelhantes são observáveis, pela mesma época, na América portuguesa, com os movimentos de Minas Gerais (1789) e da Bahia (1798), nos quais a atitude das autoridades vice reinais lusas foi bastante próxima das espanholas. Contudo, no caso de Tupac Amaru, a perspectiva do retorno também implica, de certo modo, numa projeção de futuro que, nos casos luso americanos, é mais claramente assumida.
Adaptado de: PIMENTA, João Paulo. O Brasil e a América espanhola (1808-1822). Universidade de São Paulo, 2003.
Com base no trecho, assinale a opção que explicita corretamente a relação entre os eventos mencionados.
Os movimentos luso brasileiros foram liderados majoritariamente por membros das elites socioeconômicas, ao passo que o conflito peruano foi encabeçado por indígenas.
O movimento de Tupac Amaru propunha a volta a uma realidade passada, ao passo que os movimentos baiano e mineiros aspiravam por uma nova ordem política.
A correspondência entre os três conflitos é marcada pela insatisfação dos líderes dos movimentos contra a mesma administração colonial.
A afinidade entre os três movimentos é determinada pela vitória dos grupos de revoltosos que representa o declínio da ordem sociopolítica do Antigo Regime nas Américas.
Ao ascender ao governo do México, em 1864, o imperador Maximiliano recebeu apoio de grupos conservadores. Contudo, esse apoio não foi suficiente para mantê-lo no poder, uma vez que, após a retirada das tropas francesas, os liberais, que jamais reconheceram seu governo, o derrubaram.
Certo
Errado
Sobre as independências na América Latina, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) No Vice-Reino da Nova Espanha, as mobilizações para romper com o domínio hispânico foram exercidas por grupos conservadores que implantaram um regime monárquico constitucional.
( ) A liderança pelas independências no Vice-Reino do Rio da Prata coube a Simon Bolívar, as novas repúblicas deram origem ao Paraguai, Bolívia, Argentina e Uruguai.
( ) San Martin ficou com a liderança das forças rebeldes no Vice-Reino de Nova Granada, correspondente aos atuais territórios da Colômbia, Equador, Panamá e Venezuela.
( ) As guerras pela libertação colonial espanhola contaram com exércitos populares, incluindo escravizados negros. Por isso, as nações americanas recém-libertas estabeleceram de imediato o fim da escravidão.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – V – F.
V – V – F – V.
F – F – F – F.
F – V – F – F.
V – V – V – V.
Uma das diferenças essenciais entre os processos de independência brasileira e do restante da América espanhola foi que:
o Brasil adotou o sistema político monárquico, ao passo que na América espanhola predominaram as repúblicas.
o Brasil alcançou seu processo de independência por meio do conflito armado, ao passo que o restante da América a realizou por meio de acordos.
o Brasil nunca foi de fato uma colônia, ao passo que a América espanhola tinha profundos vínculos com a metrópole.
o Brasil buscou fechar sua economia após a independência, ao passo que a América espanhola abriu seu mercado ao comércio exterior.
o Brasil adotou o padrão ouro da libra esterlina como moeda, ao passo que a América espanhola criou uma moeda para cada país.
A ideia de uma América hispânica emancipada da Metrópole e, em alguns casos, unida em forma de uma só República ou de uma Confederação de Nações foi algo presente no imaginário da época. Nesse sentido, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona personagens dos movimentos de independência da América hispânica com seus ideais:
Primeira coluna: personagem
1.Francisco de Miranda
2.José de San Martín,
3.Simón Bolívar
Segunda coluna: ideais
(__)Posicionamento democrático e liberal e grande defensor da unidade continental latino-americana, que deveria se chamar "Colômbia".
(__)Idealizador de um projeto de unidade latino-americana, mas consciente das dificuldades, propôs uma confederação de nações livres.
(__)Apesar da sua participação na luta pela independência, suas posições políticas eram moderadas, pois defendia uma monarquia constitucional.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
3 − 2 − 1.
2 − 3 − 1.
1 − 3 − 2.
1 − 2 − 3.
2 − 1 − 3.
A independência se fez em nome dos ideais liberais, justificando os interesses dos setores dominantes criollos que mantiveram a direção política do processo na América espanhola. Calavam-se os monopólios reais, abriam-se as linhas de comércio, a economia devia se reger sem a intervenção da antiga metrópole. Algumas concessões aos dominados também foram aceitas, mesmo no período de luta: Bolívar, por exemplo, acedeu em oferecer alforria aos escravos que se ligassem aos exércitos patrióticos. O Estado, que começava a se organizar depois de atingida a independência, assumiu como tarefa destruir a velha ordem colonial. Em primeiro lugar, tendo em vista os interesses criollos dominantes e também as pressões dos comerciantes ingleses, havia de derrubar todo o regime de monopólios, privilégios e restrições ao comércio e outros ramos da produção em geral. [...]
(PRADO, Maria Ligia. Z. al, 1986. p. 16.)
No que se refere à destruição da “velha ordem colonial” mencionada anteriormente, podemos apontar como grandes mudanças a partir da ruptura colonial:
A destruição dos foros especiais do Exército e da Igreja e a expulsão dessas instituições do país.
No campo econômico, o controle ficou menos rígido e o pacto colonial foi claramente avultado.
A conquista da liberdade econômica e a diversificação produtiva que permitiu a equidade social.
A preponderância em relação à Inglaterra e a inserção da industrialização em todo território nacional.
Houve a ascensão política dos criollos e com a instalação de novos regimes a elite se manteve no poder.
“Entre 1776 e 1825, a Europa perdeu a maior parte de suas colônias americanas devido a uma série de revoluções, movimentos de independência e rebeliões. Os afro-latinos tinham desempenhado um papel preponderante na constituição dos impérios ibero-hispânicos. Haviam servido não só como mão-de-obra escrava, mas também enquanto tripulantes, exploradores, oficiais, colonos, proprietários de terra e, em certos casos homens livres e senhores de escravos. Quando da dissolução dos impérios e dos levantes anticoloniais ao longo do século XIX, voltamos a encontrá-los em diversos papéis, seja como soldados, seja a encabeçar movimentos políticos. Com as estruturas imperiais do mundo Atlântico arruinadas e substituídas pelos Estados-nações, as relações entre as colônias e a metrópole sofreram alterações. Uma classe de brancos crioulos se implantou e consolidou sua influência. As velhas questões de heterogeneidade, diferença e liberdade foram ressuscitadas, ao passo que as novas elites se aproveitaram da ideologia da mestiçagem para negar e desqualificar a questão racial. A contribuição dos afro-latinos e dos escravos negros para o desenvolvimento histórico da América do Sul acabou sendo, se não apagada, pelo menos severamente ocultada.”
(MBEMBE, Achille. Crítica da razão negra. São Paulo: n-1 edições, 2018. p. 37)
As ideias presentes no texto propõem uma abordagem inovadora para a compreensão dos processos históricos da independência das colônias ibéricas na América Latina. Essas ideias podem ser explicitadas quando o professor
valoriza os feitos da elite Crioula.
enfatiza o Estado como agente da História.
valoriza a narrativa universalizante.
defende a narrativa eurocêntrica.
substitui a história do colono pela do colonizado.
A aplicação da Lei Lerdo foi desigual nos territórios do México. Porfirio Díaz aproveitou-se dessa situação para construir alianças com os pueblos, reforçando a própria posição política como governador do estado de Oaxaca. Foram essas alianças que lhe permitiram fazer oposição a Benito Juarez no contexto da invasão francesa.
Certo
Errado
A questão indígena foi objeto de discussão entre os liberais que se voltavam contra a ordem vice-reinal. Um dos aspectos mais discutidos foi a emancipação dos indígenas, baseada tanto na revisão do pagamento dos dízimos quanto no fortalecimento de sua autonomia por meio do ensino.
Certo
Errado
Sobre os movimentos de independência na América, assinale a alternativa INCORRETA:
A Doutrina Monroe foi criada com o objetivo de diminuir a influência europeia no continente americano.
As Guerras de Independência da América Espanhola aconteceram entre o final do século XVIII e início do século XIX e resultaram na criação de vários países independentes.
Os movimentos de independência da América Espanhola se inspiraram nos ideais da Revolução Americana e Francesa.
Simon Bolívar foi um revolucionário responsável por libertar a Venezuela, a Colômbia e a Argentina do domínio da Coroa Espanhola.
O Haiti foi a primeira nação latino-americana a obter sua independência.
Partindo de seu projeto de estudar a formação dos países na América Latina de forma comparativa, Maria Lígia Prado (1994), na obra A formação das nações latino-americanas, analisa as relações entre a Igreja e o Estado Nacional à luz dos casos do México e da Colômbia. Sobre esse tema, e tendo como base o referido texto, marque a opção CORRETA.
Enquanto no México venceu o projeto político liberal, que terminou por subordinar a Igreja ao Estado e produziu, até os dias de hoje, uma cultura anticlerical, na Colômbia, até a atualidade, a influência da Igreja é extraordinária, sendo ela uma das mais tradicionais e conservadoras da América Latina.
Tanto no México quanto na Colômbia pós-independência houve grande instabilidade política com a ruptura constante da legalidade constitucional por ditadores que se sucediam no poder e eram apoiados pela Igreja Católica.
Em ambos os Estados Nacionais houve desestruturação da terra indígena, mas esse processo foi mais traumático na Colômbia, já que, no México, a interferência da Igreja Católica fez com que os pequenos proprietários que surgiram daí pudessem vender suas terras, obtendo uma espécie de “indenização”.
Tanto no México quanto na Colômbia, a Igreja Católica assumiu, inicialmente, uma posição liberal, e apenas depois de consolidados os Estados Nacionais desses países, ela se tornou uma instituição conservadora.
Apesar dos bens da Igreja Católica na Colômbia serem maiores do que os da Igreja mexicana, em extensão, valor e importância, foi no México que essa instituição patrocinou de forma mais efetiva o projeto conservador.
Ainda antes dos processos de independência da América Hispânica, um movimento tipicamente nativo aconteceu no Peru e sacudiu os alicerces do Império Espanhol naquela região. Tal movimento foi liderado por:
Montezuma.
Criollos.
Tupac Amaru.
San Martín.
Bolívar.
No contexto das independências das colônias americanas, um dos países latinos foi influenciado diretamente pela Revolução Francesa, levando escravos a lutarem com sucesso por sua independência. Este país é:
Cuba.
Haiti.
Venezuela.
Canadá.
Estados Unidos.
O processo de Independência do México se alargou ao longo de mais de 11 anos. Neste contexto, o documento que veio por ratificar sua independência em 24 de agosto de 1821 denomina-se:
O Tratado de Córdoba.
Declaração de Tupac Amaru.
O Tratado de Madri.
O Tratado de Guadalupe Hidalgo.
Declaração de Quito.
[…] muitos panfletos que invadiram a Hispanoamérica, na primeira década do século XIX, espalhavam as ideias iluministas e contribuíam com seus argumentos para justificar a ação daqueles que começavam a lutar pela independência das colônias na América. Estes textos “subversivos” produzidos pelos criollos nasceram do encontro entre as leituras vindas da Europa e a reflexão original pensada a partir da situação colonial. (Prado, Maria Ligia Coelho. Esperança radical e desencanto conservador na Independência da América Espanhola. História (São Paulo) [online]. 2003, v. 22, n. 2 [Acessado 11 Março 2022], pp. 15-34. Disponível em: . Epub 07 Mar 2006. ISSN 1980-4369. https://doi.org/10.1590/S0101-90742003000200002. p. 20. Com adaptações).
Considerando os processos de independência das Américas, assinale a alternativa correta:
No final do século XVIII, ampliara-se o comércio legal de livros, mas, apesar da autorização, chegavam nos navios misturados às mercadorias comuns. Esses livros alimentavam as imaginações dos descontentes com a situação colonial.
A burocracia civil e religiosa espanhola manifestaram reiteradamente sua preocupação com relação à liberação dos livros, considerando como “abusos” e criticando ora a forma autoritária como os funcionários reais tentavam impedir a entrada desses livros, ora os comerciantes que visavam apenas o lucro, já que os livros chegavam nas embarcações sem o devido cuidado e dificultava a leitura.
As autoridades coloniais denunciavam a prática de ingresso ilegal de livros e afirmavam que deveria ser perseguida com rigor, contudo, não conseguiam alcançar os efeitos esperados. Para elas, as colônias estavam inundadas por uma variedade de gazetas, diários e suplementos repletos de absurdas proposições, muito parecidas com as ideias “diabólicas” que os revolucionários de Paris apregoavam.
Vários autores produziam trabalhos de forma anônima que circulavam de mãos em mãos, principalmente de universitários e políticos que reafirmavam claramente a manutenção da condição de colônia e sua dependência para com a metrópole.
Os livros foram pensados para serem lidos, mas também para serem ouvidos por um grupo de pessoas atentas à leitura em voz alta. Contudo, no caso das Américas, há muito os livros eram lidos de maneira individual, completamente diferente do que acontecia na Europa.
Os homens que lideraram o processo nacional de independência política na América Latina, de uma maneira geral, estavam imbuídos do ideário burguês liberal como justificativa de seus atos. Alguns, penso eu, acreditavam profundamente naquilo que pregavam. Em nome das ideias de liberdade, igualdade jurídica, legitimidade de propriedade privada, dentre outras, fizeram a independência e aceitaram mesmo algumas alterações mais profundas nas relações sociais, porque tiveram que enfrentar situações limites.
..
(PRADO, 1994. P. 70.)
..
Além do ideário burguês liberal, que permeou grande parte dos processos de independência da América Latina e a formação de seus Estados Nacionais, podemos destacar como ponto comum desse contexto:
O estabelecimento imediato e unânime de sistemas de governo republicanos condizentes com a ideologia democrática.
A decadência do poder das oligarquias locais que não mais podiam contar com a sustentação econômica por parte da Coroa.
A permanência de imensos contrastes sociais que acabaram se sustentando na nova organização administrativa e política.
A garantia de novas relações sociais alicerçadas pelas constituições nacionais imediatamente promulgadas após cada emancipação.
I.
Ainda que tivesse dedicado a vida à causa da independência, percorrendo vastas extensões da América do Sul e perdendo saúde e fortuna pessoal, Bolívar morreu no exílio, em Santa Maria, criticado e desprezado por seus antigos aliados. Porém, na década de 1840, quando o país vivia um período de intensas lutas políticas que ameaçavam sua coesão interna, as visões sobre Simón Bolívar sofreram alterações radicais que o conduziram da posição de traidor da pátria ao altar dos heróis consolidadores da unidade nacional.
II.
Logo após a independência, havia controvérsias sobre quem deveria ser apontado como herói da emancipação. Os conservadores, particularmente, difundiram uma visão negativa dos padres Miguel Hidalgo e José Maria Morelos. A Igreja – que durante a guerra de independência excomungou Hidalgo e Morelos – continuou a pintar Hidalgo como um demônio que enganara o povo crente. Com a derrota da Igreja frente aos liberais em 1867, no panteão dos heróis nacionais passou a haver lugar para todos, desde Hidalgo e Morelos, os líderes populares, até José de Iturbide, o artífice conservador da independência.
(Maria Lígia Coelho Prado, América Latina no Século XIX: Tramas, Telas e Textos. Adaptado)
Os textos I e II, respectivamente, apresentam
a Argentina e a Bolívia.
o México e o Chile.
a Venezuela e o México.
a Colômbia e a Bolívia.
o Chile e a Argentina.
No século XIX, diversas colônias na América Latina conseguiram suas independências diante de suas respectivas metrópoles. Analise as assertivas relacionadas a estes processos de independência e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Todas as independências na América Latina tiveram participação popular e as pautas dessa classe social foram respeitadas ao fim dos processos.
II. Simon Bolivar e José de San Martin foram importantes nomes nas lutas por independência na América Latina.
III. A maioria das independências na América Latina foram finalizadas pelas elites regionais que buscaram atender os seus interesses excluindo as classes populares.
Apenas I e III.
Apenas I e II.
Apenas II.
Apenas II e III.
Apenas I.
“Embora as áreas marginais, quer no norte do México, quer no sul da América do Sul, se mostrassem rebeldes à dominação, não obstante persiste o fato de que as regiões povoadas por uma população indígena maior e mais densa caíram sob o domínio espanhol no espaço de uma única geração. Como se pode explicar a extraordinária rapidez desse processo de “conquista”?”
BETHEL, Leslie. (Org.) História da América Latina. São Paulo: EDUSP/Fundação Alexandre de Gusmão, Crítica, 1999. v 1. p. 159.
Tomando por base a conquista do México (Império Asteca) e do Peru (Império Inca), assinale a alternativa que corretamente responde à pergunta do excerto:
Por serem sociedades centralmente organizadas, altamente dependentes da autoridade de um único governante, os impérios Asteca e Inca caíram com relativa facilidade sob a espada dos espanhóis uma vez efetuadas a captura de seus respectivos líderes, Montezuma e Atahualpa, e a usurpação da estrutura administrativa existente.
Vulneráveis a doenças às quais os europeus já haviam obtido imunidade devido ao contato frequente com animais domesticados e aos constantes fluxos migratórias entre Europa e Ásia, ambos os líderes dos Astecas e dos Incas, juntamente com o alto oficialato de seus respectivos impérios, sucumbiram fatalmente à varíola e à malária dias após o primeiro contato com os conquistadores.
Por conta do isolamento geográfico dos planaltos de Cajamarca, Pizzaro viu-se impedido de empregar, ali, métodos que, anos antes, foram decisivos para o êxito de Cortés contra os Astecas, a exemplo da tática do ataque surpresa e da captura do líder, tendo que, ao invés disso, recorrer ao embate aberto contra o numeroso exército de Atahualpa.
Divididos por disputas intestinas desencadeadas por questões tributárias e sucessórias, os impérios Asteca e Inca foram duramente enfraquecidos pela política de aliança dos espanhóis com facções inimigas locais: neste caso, com os partidários de Huascar, filho de Huayna Cápac; naquele, dos Tlaxcala.
Por disporem de armas de pedra e de madeira e vestirem-se com roupas de algodão, os Astecas sucumbiram com facilidade ao sofisticado aparato militar das tropas de Cortés; já os Incas, vestindo armaduras metálicas adaptáveis aos Altos Andes, mostraram-se menos suscetíveis às espadas altamente flexíveis e maleáveis, feitas com aço, do exército espanhol.