Questões de Concurso sobre Período Colonial: produção de riqueza e escravismo

 
 
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A intervenção portuguesa na região do rio Madeira, a partir de meados do século XVIII, relaciona-se diretamente às transformações na política territorial da Coroa, após a assinatura do Tratado de Madri (1750). Fundamentado no princípio do uti possidetis, o tratado vinculava o direito ao território à sua efetiva ocupação, levando Portugal a adotar novas estratégias de afirmação do domínio colonial na Amazônia.


Nesse contexto, a reorientação da política territorial portuguesa materializou-se


A

na criação de vilas em antigos aldeamentos indígenas, substituindo a administração temporal exercida pelas ordens religiosas por um aparato jurídico-institucional diretamente subordinado à Coroa.


B

na construção de fortificações ao longo do rio Madeira, como o Real Forte Príncipe da Beira, para defesa contra invasões estrangeiras oriundas das Guianas Holandesas e das possessões espanholas.


C

no ato régio de 1752, que limitava a navegação dos rios Madeira, Mamoré e Guaporé a embarcações autorizadas pela Coroa, como medida para fiscalizar a conexão entre o Estado do Grão-Pará e Maranhão e a capitania do Mato Grosso.


D

na restrição pombalina à circulação de pessoas relacionadas à interiorização da colonização, como bandeirantes, pecuaristas do Rio São Francisco, marchantes e mineradores, cujas tropas e embarcações eram obrigadas a passar por postos de controle ao longo do Rio Madeira.


E

na instalação de aduanas ao longo do rio Madeira, com a finalidade de taxar a entrada de mercadorias espanholas provenientes das fronteiras hispano-americanas, permitindo o controle do comércio externo e a fiscalização da circulação de produtos oriundos das possessões castelhanas.

Uma das marcas da formação social brasileira foi a escravidão de pessoas de origem africana, as quais chegavam ao Brasil por meio de viagens arriscadas em embarcações insalubres. Nesse contexto, a extinção do tráfico transatlântico de africanos para o Brasil


A

contou com o apoio senhorial tanto dos proprietários de pessoas escravizadas quanto dos próprios traficantes, reunidos em associações de classe, sensibilizados com os apelos humanitários oriundos da Revolução Francesa.


B

foi antecedido pela Lei do Ventre Livre, que indicou a pretensão de não apenas eliminá-lo, mas também de abolir a escravidão.


C

foi um passo importante para a industrialização do Brasil, ao criar um amplo mercado consumidor a ser abastecido pela indústria nacional.


D

foi antecedida pela extinção do mesmo tráfico para vários países latino-americanos, colônias europeias ainda existentes e mesmo para os Estados Unidos da América.


E

foi uma decisão soberana brasileira, tomada diante da ausência de pressões estrangeiras, aprovada pelo parlamento a partir da mobilização da opinião pública nacional.

Leia os trechos a seguir.


I. Se os índios do Brasil são agora mais guerreiros e mais maldosos, é porque nenhuma necessidade têm das coisas dos cristãos, e têm as casas cheias de ferramentas, pois os cristãos andam de lugar em lugar enchendo-lhes de tudo o que desejam. E o índio, que em outros tempos não era ninguém e que sempre morria de fome por não ter sequer uma ferramenta para abrir uma roça, agora dispõe de quantas ferramentas quiser. Comem e bebem continuamente e passam a frequentar as aldeias bebendo vinho, organizando guerras e praticando muitos males.


Adaptado de Pedro Correia a Simão Rodrigues, 10/ 3/ 1553 citado por MONTEIRO, John. Negros da terra, São Paulo: Cia das Indias, 1994, p. 31.


II. Por aqui se vê que os maiores impedimentos nascem dos próprios portugueses. O primeiro é a falta de zelo pela salvação dos indígenas, pois os consideram selvagens. O que mais os espanta e os faz fugir dos portugueses e, por consequência, das igrejas, são as tiranias a que são submetidos: obrigados a servir como escravos, separados de suas famílias e vendidos. Por isso, muitos fogem para o mato e, quando não encontram outra saída, preferem entregar-se aos inimigos a voltar ao domínio dos portugueses.


Adaptado de ANCHIETA, José de. Informação do Brasil e de suas capitanias, 1584, p. 342.


Com base na leitura dos trechos, assinale a opção que interpreta corretamente as visões sobre o contato entre portugueses e indígenas no Brasil colonial.


A

O trecho I atribui ao contato com os europeus o aumento dos conflitos entre os indígenas, enquanto o trecho II atribui aos abusos cometidos pelos colonos portugueses os obstáculos ao processo de evangelização dos indígenas.


B

O trecho I critica a exploração do trabalho indígena pelos colonos, enquanto o trecho II sustenta que a convivência com os portugueses favoreceu a integração dos indígenas à sociedade colonial.


C

Os dois trechos apresentam os europeus como responsáveis por corromper comportamentos indígenas, sugerindo que o contato colonial teria provocado a deterioração de práticas e valores anteriormente considerados mais civilizados.


D

Os dois trechos defendem a preservação dos costumes indígenas, apresentados como formas de vida autônomas que deveriam permanecer livres da interferência colonial.


E

Os dois trechos sustentam que o contato com os europeus teria favorecido a sobrevivência material e espiritual dos indígenas, ao introduzir ferramentas úteis e ao promover sua conversão ao cristianismo.

A atividade mineradora no Brasil colonial promoveu uma sociedade mais urbanizada e com maior possibilidade de mobilidade social em comparação com a sociedade açucareira, embora essa estrutura permanecesse fundamentalmente hierárquica e escravista.


C

Certo


E

Errado

Considerando a realidade dos povos originários na América portuguesa, analise as afirmativas a seguir.


I- Os europeus agiam de forma homogênea na organização das atividades do escambo principalmente nas três primeiras décadas do século XVI, trocando bugigangas por pau-brasil.

II- A partir da década de 1530, a ocupação mais sistemática da colônia, com a criação de vilas e das capitanias hereditárias, aumentou consideravelmente os conflitos e as hostilidades entre os povos originários e os europeus.

III- O Regimento do primeiro governador geral, Tomé de Souza, já incluía as diretrizes básicas da política indigenista, recomendando a guerra justa para os índios inimigos.


É CORRETO o que se afirma em:


A

II e III apenas.


B

I e II apenas.


C

I e III apenas.


D

I, II e III.


E

I apenas.

Acerca da escravidão e a resistência africana no Brasil colonial, é correto afirmar que


A

o período colonial do Brasil foi marcado pela economia açucareira, o que tornou a experiência escravista homogênea, sintetizada pela configuração da casa grande e da senzala.


B

o sistema colonial português foi bem sucedido no isolamento de suas colônias, o que determinou configurações sociais e econômicas incomparáveis com a experiência colonial espanhola.


C

a escravidão africana foi inserida no atual estado do Piauí no século XIX, quando o trabalho livre do pastoreiro foi trocado pela mão de obra escrava.


D

o preço da pessoa escravizada alcançava altos valores ao longo de todo o período colonial, a despeito do grande número de africanos traficados para a América portuguesa, o que desestimulou a prática da alforria.


E

o Quilombo dos Palmares estabelecia relações comerciais dinâmicas com os núcleos populacionais ao seu redor, além de produzir para seu próprio sustento, integrando-se de forma ativa aos circuitos econômicos da região.

Sem dúvida alguma, o número de negros escravos entrados na Amazônia colonial foi bem menor que aquele introduzido no Nordeste, contudo, a questão que se coloca não é a de inverter as cifras do tráfico negreiro ou a de se comprovar que a Amazônia, enquanto região cultural é tão ou mais africana do que o Nordeste Agrário do Litoral. Trata-se, isso sim, de se duvidar do “vazio humano” (no caso, a presença africana) com o qual sempre se caracterizou a região.


Adaptado de VERGOLINO-HENRY, Anaíza; FIGUEIREDO, Napoleão. A presença africana na Amazônia colonial: uma notícia histórica, Belém: Arquivo Público do Pará, 1990. p. 31.


A respeito da formação social da Amazônia colonial e da presença africana na região, é correto informar que a interpretação do autor, no trecho apresentado,


A

questiona a caracterização da sociedade colonial amazônica com base em dados quantitativos, pois esse procedimento oculta ou minimiza os papéis representados pela população de origem africana em solo Amazônico.


B

defende que as populações coloniais da região eram predominantemente compostas por nativos, tapuios e mamelucos (caboclos), que formaram, desde cedo, a base colonial de ocupação europeia da Amazônia.


C

sustenta que a reduzida presença numérica de africanos escravizados na Amazônia inviabilizou um impacto social, cultural ou econômico relevante dessa população na formação da região colonial.


D

argumenta que o debate historiográfico sobre a presença africana na Amazônia deve concentrar-se na comparação estatística com o Nordeste, a fim de redefinir a centralidade demográfica do tráfico negreiro na região.


E

valida a noção de “vazio humano” da Amazônia colonial, ao priorizar a análise das populações indígenas e mestiças e entendendo a presença africana como episódica no processo de ocupação portuguesa.

A sociedade colonial brasileira foi estruturada a partir da grande propriedade rural, da monocultura voltada ao mercado externo e do trabalho compulsório. Esse modelo produziu profundas desigualdades sociais e uma rígida hierarquia. A dependência econômica da metrópole condicionou a dinâmica produtiva.


Nesse contexto, qual elemento foi central para a organização colonial?


A

A escravidão como base da produção e da estrutura social.


B

A ampla mobilidade social entre grupos.


C

A autonomia econômica das capitanias.


D

A industrialização do espaço colonial.


E

O predomínio do trabalho livre assalariado.

O Rio de Janeiro, na época da transferência da Corte, tinha uma estrutura urbana precária. Assim, para incorporar toda a estrutura administrativa do reino, foram criadas importantes instituições. Qual o nome do primeiro banco, fundado em 1808, a funcionar na Colônia?


A

Banco Horto.


B

Banco do Brasil.


C

Banco Bandeirantes.


D

Banco Nacional.

Durante o período colonial brasileiro, as rebeliões e movimentos de resistência, como a Inconfidência Mineira, tinham como principal objetivo a abolição da escravidão e a garantia de direitos civis para toda a população colonial, incluindo os escravizados.


C

Certo


E

Errado

A experiência colonial brasileira estruturou-se a partir da articulação entre interesses metropolitanos, formas específicas de exploração econômica e mecanismos de controle social. As relações de poder foram organizadas de modo a garantir a reprodução do sistema colonial. Esse arranjo produziu hierarquias duradouras e profundas desigualdades. A análise historiográfica busca compreender a lógica interna desse sistema.


Diante disso, qual das alternativas traz uma interpretação historicamente consistente?


A

Economia voltada prioritariamente ao mercado interno.


B

Organização social hierarquizada baseada na grande propriedade e no trabalho compulsório.


C

Autonomia política efetiva das elites locais.


D

Predomínio do trabalho livre como base produtiva.

A produção de açúcar no Brasil colonial era organizada no sistema de plantation, caracterizado pelo tripé: latifúndio, monocultura e mão de obra assalariada, com produção voltada para o mercado interno da colônia.


C

Certo


E

Errado

No contexto do Antigo Sistema Colonial, o pacto colonial foi um dos pilares da relação entre metrópole e colônia, orientando a exploração econômica, o controle político-administrativo e a inserção da colônia no comércio atlântico. No caso do Brasil, esse pacto não se restringiu a uma norma jurídica formal, mas configurou um conjunto de práticas econômicas e mecanismos de dominação que variaram ao longo do tempo, acompanhando as transformações do mercantilismo europeu e as crises do sistema colonial. Considerando essas características, assinale a alternativa que expressa corretamente o significado histórico do pacto colonial e seus desdobramentos estruturais.


A

O pacto colonial perdeu relevância já no século XVI, sendo rapidamente substituído por um modelo liberal de comércio, inspirado nos princípios do livre-cambismo.


B

O pacto colonial foi um acordo político equilibrado, no qual metrópole e colônia partilhavam igualmente os lucros do comércio, assegurando estabilidade econômica e social ao longo do período colonial.


C

O pacto colonial limitou-se ao controle fiscal da produção colonial, não interferindo na organização do trabalho, na estrutura fundiária ou nas relações sociais da colônia.


D

O pacto colonial estabeleceu a exclusividade comercial da colônia com a metrópole, subordinando a economia colonial aos interesses externos e contribuindo para a formação de uma estrutura econômica dependente e socialmente desigual.


E

O pacto colonial garantiu ampla liberdade comercial à colônia, permitindo relações diretas com diferentes potências europeias e favorecendo a diversificação produtiva e o fortalecimento do mercado interno.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) sobre Casa-Grande & Senzala, obra de Gilberto Freyre, relevante para a historiografia brasileira.


( ) O autor firma que não há culturas superiores e inferiores, mas evolução social e étnica, nas relações interculturais.

( ) A compreensão da identidade nacional deve ser buscada na cultura e no sistema agrário do passado colonial nordestino, que se estendeu gradativamente pelo país, mesmo quando se urbanizou.

( ) Considera o tipo brasileiro um novo indivíduo, étnica e culturalmente transformado pela presença dos colonizadores europeus, brancos, católicos e civilizados.

( ) De forma diferente de autores que o antecederam, que consideravam a miscigenação um fator de degeneração, Freyre a considera um valor apreciável e, uma possibilidade de evolução.

( ) No escrito de Freyre encontramos uma redefinição da identidade da sociedade brasileira, ao colocar em pé de igualdade as contribuições indígenas, africanas e europeias na sua formação.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.


A

V • V • V • F • F


B

V • V • F • V • V


C

V • F • V • F • V


D

F • V • V • V • F


E

F • V • F • V • F

A crise do sistema colonial brasileiro, intensificada ao longo do século XVIII e início do século XIX, esteve relacionada a transformações econômicas, políticas e ideológicas no mundo atlântico, bem como a tensões internas da própria colônia. Rebeliões locais expressaram descontentamentos diversos, enquanto o processo de emancipação política resultou de negociações, conflitos e rearranjos de poder entre elites coloniais e a metrópole. Com base nesse contexto, analise as afirmativas a seguir.


I.As rebeliões coloniais, como a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana, revelaram críticas ao pacto colonial, ainda que expressassem interesses sociais distintos.

II.A crise do sistema colonial esteve vinculada ao esgotamento de atividades econômicas tradicionais e ao aumento da pressão fiscal exercida pela Coroa portuguesa.

III.O processo de emancipação política do Brasil resultou exclusivamente de revoltas populares armadas, sem participação significativa das elites coloniais.

IV.As ideias iluministas e os acontecimentos internacionais influenciaram setores da sociedade colonial, contribuindo para questionamentos da dominação metropolitana.


Assinale a alternativa correta.


A

Apenas as afirmativas II e III são verdadeiras.


B

As afirmativas I, II, III e IV são verdadeiras.


C

Apenas as afirmativas I, II e IV são verdadeiras.


D

Apenas as afirmativas I, II e III são verdadeiras.


E

Apenas as afirmativas I e III são verdadeiras.

No sistema colonial luso-brasileiro, a regra que restringia o comércio externo da colônia à metrópole organizava a circulação de mercadorias. Identifique o princípio:


A

Livre-cambismo.


B

Exclusivo metropolitano.


C

Protecionismo industrial.


D

Federalismo fiscal.

Guedes (2007) analisou a trajetória familiar de Joaquim Barbosa Neves, abordando o percurso da mobilidade social deste personagem e de seus descendentes. Segundo esse autor, “quando o pardo Joaquim Barbosa Neves morreu, em 1828, era senhor de 41 escravos. Em sua trajetória, deve ter nascido em cativeiro, mas ingressou na elite escravista do Brasil de outrora. Como isto foi possível?” (Guedes, In: Fragoso; Almeida; Sampaio, 2007, p. 340).


Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o pensamento do autor a respeito da mobilidade social e da cor na sociedade escravista do Brasil no século XIX.


( ) Processo de ascensão social que acontece, gradativamente, é geracional, por conseguinte, de âmbito familiar.

( ) Processo de transposição jurídica da condição de escravo à de forro, de forro à de livre.

( ) Processo de enriquecimento, cujo principal e exclusivo critério indicador da mobilidade social era o econômico.

( ) Processo vinculado à cor que expressava uma condição social e não apenas aparência da pele.

( ) Processo mais relacionado ao enriquecimento do que à reputação social, com traços semelhantes a uma sociedade burguesa.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é:


A

V, V, F, V, F.


B

V, F, V, F, V.


C

F, V, V, V, F.


D

F, F, V, F, V.


E

F, V, F, V, V.

A escravidão africana no Brasil integrou-se a um sistema atlântico de larga escala, marcado pelas viagens ultramarinas, pelo deslocamento forçado e pela reorganização compulsória da vida dos africanos no espaço colonial. Ao longo desse processo, observam-se tanto estratégias de sobrevivência, adaptação e recriação sociocultural por parte dos africanos escravizados quanto a consolidação de discursos raciais voltados à legitimação da ordem escravista. Considerando essa dinâmica histórica, assinale a alternativa que apresenta a interpretação historiograficamente mais consistente sobre a relação entre travessia atlântica, adaptação dos africanos e racismo no Brasil.


A

As dificuldades iniciais enfrentadas pelos africanos no Brasil confirmam a existência de limitações naturais que explicam a posterior racialização da escravidão.


B

A travessia ultramarina teve impacto restrito à dimensão demográfica, não interferindo de modo significativo nos processos culturais e sociais de adaptação no Brasil.


C

O racismo brasileiro foi consequência direta e imediata das viagens ultramarinas, antecedendo a consolidação do sistema escravista colonial.


D

A adaptação dos africanos ao Brasil ocorreu de forma passiva e homogênea, sendo determinada exclusivamente pelas imposições do sistema colonial.


E

Apesar da violência extrema da travessia atlântica e das condições impostas pela escravidão, os africanos desenvolveram estratégias ativas de adaptação, recriação cultural e resistência, o que evidencia que o racismo no Brasil não decorreu de incapacidade adaptativa, mas de uma construção histórica destinada a legitimar a dominação escravista.

A ocupação do interior da colônia resultou da busca por riqueza e expansão territorial. As bandeiras, a pecuária e a mineração redefiniram o espaço colonial e intensificaram conflitos. Esse movimento ampliou o controle português sobre o território. A análise histórica exige considerar seus impactos sociais.


Qual interpretação é correta?


A

Processo pacífico e consensual.


B

Expansão limitada ao litoral.


C

Ausência de impactos sobre povos indígenas.


D

Movimento desvinculado da economia colonial.


E

Expansão territorial associada à exploração econômica e conflitos sociais.

As Reformas Pombalinas, implementadas na segunda metade do século XVIII no Império Português, impactaram profundamente o Brasil Colônia. Uma das principais medidas de caráter centralizador e ilustrado desse período foi:


A

A concessão de total autonomia política para as Câmaras Municipais, visando o fortalecimento das elites locais de origem brasileira.


B

O fechamento definitivo dos portos brasileiros a todas as nações, visando proteger a colônia de qualquer influência do iluminismo francês.


C

A criação de Capitanias Hereditárias em áreas de fronteira para garantir a defesa contra as invasões espanholas no Sul.


D

A expulsão dos Jesuítas de Portugal e de seus domínios, visando a secularização do ensino e o fortalecimento do controle estatal.


E

A abolição imediata da escravidão nas minas de ouro para atrair imigrantes europeus qualificados para a extração mineral.

 
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