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Assinale a alternativa que identifica corretamente um exemplo de experiência histórica ocidental quanto às formas de governo e à participação cidadã.
A partir das reformas de Clístenes, na Atenas do século V a.C., fortaleceu-se o princípio de isonomia na participação política.
Na Roma republicana as eleições eram o mecanismo que facultava à população das cidades conquistadas participar da vida política.
Nas cidades‐estado italianas do Renascimento, patrícios, mercadores, banqueiros e juristas possuíam os mesmos direitos políticos que os artesãos das corporações de ofício.
Na Revolução Francesa o fim dos privilégios feudais e a soberania popular por meio do voto foram uma conquista da República jacobina, que garantiu constitucionalmente a igualdade jurídica e o sufrágio universal.
A Convenção Constitucional de Filadélfia aprovou a constituição americana, em 1787, que incluiu em seu primeiro artigo o direito do cidadão à liberdade de imprensa, de religião e de expressão.
A filosofia encontra-se escrita neste grande livro que continuamente se abre perante nossos olhos (isto é, o universo), que não se pode compreender antes de entender a língua e conhecer os caracteres com os quais está escrito. Ele está escrito em língua matemática, os caracteres são triângulos, circunferências e outras figuras geométricas, sem cujos meios é impossível entender humanamente as palavras; sem eles, vagamos perdidos dentro de um obscuro labirinto.
GALILEI, G. O ensaiador. Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1978.
No contexto da Revolução Científica do século XVII, assumir a posição de Galileu significava defender a
continuidade do vínculo entre ciência e fé dominante na Idade Média.
necessidade de o estudo linguístico ser acompanhado do exame matemático.
oposição da nova física quantitativa aos pressupostos da filosofia escolástica.
importância da independência da investigação científica pretendida pela Igreja.
inadequação da matemática para elaborar uma explicação racional da natureza.
(...) Criara sua própria escola com o objetivo de não só formar meninos em determinadas artes, como ainda de proporcionar-lhes uma educação bem mais ampla que a que em geral lhes era oferecida. Equipou um local, um jardim entre o Palazzo Médici e San Marcos; contratou um mestre, seu velho amigo Bertoldo di Giovani, exdiscípulo de Donatello; e emprestou à escola numerosos quadros, bustos antigos e estátuas, para serem colocados no ateliê e no jardim. Foi copiando uma dessas antiguidades – a cabeça de um velho fauno – que, segundo, consta, Michelangelo atraiu a atenção de Lorenzo (...). Durante quatro anos Michelangelo morou no Palazzo Medici e todos os dias mostrava a Lorenzo o fruto de seu trabalho. (HIBBERT, Chistoper. Ascensão e queda da casa dos Medicis: o Renascimento em Florença. São Paulo: Companhia das Letras, 1993, p. 1367).
O texto acima se refere:
Aos mecenas da Antiguidade Romana.
Aos mecenas dos séculos XV e XVI, na Europa.
Aos nazistas da década 1930, na Europa.
Aos fascistas italianos do século XX.
Sobre os humanistas europeus do período renascentista, podemos corretamente assinalar:
Eram ateus e se contrapunham às leituras do Evangelho.
Valorizavam o individualismo, os feitos históricos, a vontade e a capacidade de ação do homem, sua liberdade de atuação e a participação na vida das cidades.
Acreditavam que o homem é uma fonte de energia negativa, sem virtudes e sem glória.
Defendiam que e homem era controlado pela vontade divina e pelas necessidades da natureza.
Foi durante a Renascença que surgiu o costume de dividir a história do mundo em três grandes épocas: antiga, medieval e moderna. Tal classificação se coaduna com a crença do homem comum, de que este nosso planeta só testemunhou dois grandes períodos de progresso: o tempo dos gregos e dos romanos e a época das invenções modernas. Entre esses dois períodos localiza-se a Idade Média, considerada como um interregno de profunda ignorância e superstição. Desse modo, quando um reformador moderno deseja exprobrar as ideias de um adversário conservador, tudo o que tem a fazer é estigmatizá-las como “medievais”. Sem dúvida ele ficaria muito surpreendido se soubesse que as doutrinas sociais e econômicas de alguns pensadores medievais eram, na realidade, bastante semelhantes às nossas.
(Edward M. Burns. História da Civilização Ocidental. Porto Alegre: Globo, 1986, p. 255. Com cortes)
De acordo com o autor, a expressão “Idade Média”
denota o avanço dos estudos para a organização dos períodos históricos.
aplica-se corretamente para indicar o atraso cultural ocorrido naquele período.
foi criada durante o Renascimento para valorizar sua própria época e valores.
expressa com justiça um momento de grande evolução do conhecimento humano.
combate o preconceito contra uma época de grande desenvolvimento científico.
O Renascimento foi um período da história que se notabilizou
por fazer a transição da Baixa para a Alta Idade Média, com novas formas de organização e produção.
pelo aparecimento de grandes artistas, como Rembrandt, Van Gogh e Picasso.
pela declaração de independência dos Estados Unidos da América.
nenhuma das anteriores.

Após a leitura dos alunos, o professor mostrou que a tela Homem Vitruviano é um documento renascentista na medida em que
desvenda a incompatibilidade da arte humanista com os princípios das ciências naturais.
expõe a crença na centralidade do homem e enfatiza o poder absoluto da divindade.
revela traços da racionalidade matemática no estudo da anatomia humana.
demonstra a utilização de valores antropocêntricos herdados da escolástica.
Renascimento é um termo costumeiramente utilizado no sentido de um súbito reviver da cultura clássica greco-romana, no século XIV. Entretanto, o chamado Renascimento foi o aprofundamento de uma série de renascimentos desencadeados desde o século XI, pois a influência greco-romana se fez sentir por toda a Idade Média. (...)
(MELLO, Leonel Itaussu. et. al Historia Moderna e Contemporânea. Ed. São Paulo.)
Grosso modo, “o homem renascentista” caracterizou- se por diversos aspectos, excetuando-se:
Individualismo.
Racionalismo.
Otimismo.
Medievalismo.
Hedonismo.
Apenas uma das afirmativas sobre o Renascimento é verdadeira. Assinale-a.
No plano da literatura, o Renascimento foi um movimento eminentemente italiano.
Leonardo da Vinci pode ser considerado uma das maiores expressões da escultura e da pintura renascentistas.
Essencialmente, não se verificava grande preocupação em produzir obras literárias em línguas que não fossem o latim.
Uma das grandes inovações de A Divina Comédia, de Dante Alighieri, foi o fato de ter sido escrita em um idioma vulgar, o toscano.
Entre os fatores mais decisivos para a emergência do Renascimento estavam a centralização política e a prosperidade comercial da Península Itálica.
A respeito do humanismo do século XV, pode-se afirmar que:
os humanistas estavam estritamente ligados à burguesia, que financiava suas obras.
o humanismo atribuiu uma absoluta importância à dignidade, aspirações e capacidades humanas, especialmente à racionalidade.
foi um movimento de filósofos céticos, cujo intuito era romper com os ensinamentos da Igreja Católica.
os humanistas pretendiam restabelecer o paganismo, pois acreditavam que essa cultura era mais elevada do que a cristã.
os humanistas voltavam suas críticas para o mundo concreto e humano. Por essa razão, defendiam ideais de igualdade entre ricos e pobres.
Entre os acontecimentos fundamentais que, no contexto dos séculos XV e XVI, anunciaram a emergência dos Tempos Modernos, destacam-se o Renascimento cultural, a Reforma Religiosa e a expansão comercial e marítima, a qual incorporou, entre outros importantes resultados, pela via da colonização, o território americano a uma Europa que substituía a velha ordem feudal em declínio pela inovação capitalista burguesa.
Certo
Errado
Acompanhando a intenção da burguesia renascentista de ampliar seu domínio sobre a natureza e sobre o espaço geográfico, através da pesquisa científica e da invenção tecnológica, os cientistas também iriam se atirar nessa aventura, tentando conquistar a forma, o movimento, o espaço, a luz, a cor e mesmo a expressão e o sentimento.
SEVCENKO, N. O Renascimento. Campinas: Unicamp, 1984.
O texto apresenta um espírito de época que afetou também a produção artística, marcada pela constante relação entre
fé e misticismo.
ciência e arte.
cultura e comércio.
política e economia.
astronomia e religião.
O Renascimento Comercial e Urbano, acompanhado da formação e desenvolvimento da burguesia, ocorrido na Baixa Idade Média, contribuiu para modifi car as estruturas políticas existentes e para a formação do chamado Estado Moderno. Dentre os fatores que levaram a burguesia a fornecer auxílio à empresa de centralização política e territorial realizada pelos reis, podem-se mencionar:
o desejo da burguesia de desenvolver atividades econômicas fragmentadas territorialmente em reinos politicamente descentralizados e o viés centralizador da aristocracia feudal e dos industriais
o crescente poder econômico da nobreza feudal e a liderança indiscutível do processo de Renascimento Comercial, que monopolizava as atividades comerciais e industriais
a aliança entre a aristocracia fundiária e os setores ligados à Reforma Protestante que, liderados por Calvino, condenavam o lucro e o pecado da usura
os problemas causados pelas atividades comerciais e industriais desenvolvidas pelos senhores feudais, que rivalizavam com os reis e burgueses na busca de diversificação de lucros
as difi culdades impostas ao comércio pelo feudalismo, marcado pela pluralidade de moedas e pedágios, pela multiplicidade de alfândegas, pela diversidade de leis, pela insegurança

Podem ser apontados como valores do Renascimento o
Observe a imagem.

Esse desenho de Leonardo da Vinci relaciona-se
aos ideais típicos do feudalismo.
ao fortalecimento da Igreja medieval.
à valorização do homem no Renascimento.
ao declínio das atividades comerciais.
à negação da ideologia marxista.
As transformações culturais ocorridas na Europa dos séculos XIV a XVI ficaram conhecidas como Renascimento. Foram características deste movimento:
Misticismo e tentativas de reinterpretar o cristianismo.
Teocentrismo e recuperação de línguas clássicas (latim e grego).
Individualismo e utilização de novos recursos como a perspectiva no desenho e na pintura.
Racionalismo e críticas ao período conhecido como Antiguidade Clássica.
Antropocentrismo e rejeição de temas religiosas nas produções artísticas.

Identifique a opção que melhor expressa o Renascimento.
Humanismo, Renascimento, reforma religiosa, estados nacionais e expansão comercial e marítima marcam o início dos Tempos Modernos com o advento de uma nova realidade na Europa, que abria o caminho para o desenvolvimento do capitalismo.
Aplicação do princípio do método dedutivo.
Idéia do caráter mágico do conhecimento.
Realização do princípio da universalidade.
Conquista dos conhecimentos espaciais.