Questões de Concurso sobre Resoluções - CFP

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
746 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Com a resolução 02/2003, editada pelo Conselho Federal de Psicologia, passou-se a regulamentar, no Brasil, a utilização do uso dos testes pelos psicólogos. Nesta resolução fica definido o conceito e a utilização dos instrumentos, sendo que os testes devem ser aprovados por uma comissão de avaliação do próprio CFP para serem utilizados. Segundo Sonia Liane Reichert Rovinski, autora do livro "Fundamentos da perícia psicológica forense", o psicólogo pode se utilizar de testes psicológicos para a avaliação em estudo de caso e o não respeito a esta determinação o coloca em uma situação de falta de ética, podendo ser punido com um processo


A

trabalhista.


B

criminal.


C

civil.


D

administrativo.


E

burocrático.

A Resolução CFP no 2/2003 revoga a Resolução CFP no 025/2001, passando a definir e regulamentar o uso, a elaboração e a

A
importação de métodos de análise da personalidade.

B
revisão dos métodos e técnicas utilizados em diagnóstico.

C
utilização de métodos avaliativos em seleção de pessoal.

D
implementação de dinâmicas de grupo em processo seletivo.

E
comercialização de testes psicológicos.
A Resolução do CFP - Conselho Federal de Psicologia no 007/2003, que apresenta o Manual para Elaboração de Documentos Escritos produzidos por psicólogo, define o que é um parecer e seu alcance. Segundo este Manual, o psicólogo parecerista deve

A

ter por finalidade gerar relatório apresentando os procedimentos e conclusões gerados pelo processo da avaliação psicológica, relatando sobre o encaminhamento, as intervenções, o diagnóstico, o prognóstico e a evolução do caso.


B

apresentar de modo descritivo as situações e/ou condições psicológicas e suas determinações históricas, sociais, políticas e culturais, pesquisadas no processo de avaliação psicológica.


C

fazer a análise do problema apresentado, destacando os aspectos relevantes e opinar a respeito, considerando os quesitos apontados e com fundamento em referencial teórico-científico.


D

informar a ocorrência de fatos ou situações objetivas relacionados ao atendimento psicológico, com a finalidade de declarar comparecimento e acompanhamento do atendido, além de informações sobre as condições do atendimento.


E

necessariamente criar documento decorrente de avaliação psicológica que deve restringir-se à informação obtida com o requerente.

O Manual de Elaboração de Documentos Decorrentes de Avaliações Psicológicas (Resolução CFP No 007/2003) aponta que os documentos decorrentes de avaliação psicológica, bem como todo o material que os fundamentou, deverão ser guardados pelo prazo mínimo de

A
1 ano.

B
3 anos.

C
4 anos.

D
5 anos.

E
10 anos.

Sobre o Projeto de Lei do Ato Médico, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) tem se colocado


A

a favor, pois considera que esse projeto trará importantes avanços para os serviços prestados à população pelos profissionais de saúde.


B

contra, pois considera que esse projeto representa uma grave ameaça aos serviços prestados à população pelos profissionais de saúde.


C

contra, pois considera que esse projeto representa a oficialização da impunidade nos serviços de saúde, através da anulação da necessidade de reconhecimento pelo MEC de todos os cursos ligados à saúde.


D

a favor, pois considera que esse projeto trará uma maior ética e transparência aos serviços de saúde prestados à população em geral.

Na Resolução do Conselho Federal de Psicologia 001/99, os psicólogos


A

exercerão ações que favoreçam à patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas e adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.


B

não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.


C

nunca se manifestarão publicamente a favor ou contra a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, mas poderão adotar ações tendentes a orientar homossexuais para tratamentos de reeducação sexual.


D

não exercerão qualquer ação que favoreça a normalização de comportamentos ou práticas homoeróticas e adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.

   
Gerar simulado