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Os documentos escritos decorrentes de avaliação psicológica, bem como todo o material que os fundamentou, deverão ser guardados pelo prazo mínimo de _______, observando-se a responsabilidade por eles tanto do psicólogo quanto da instituição em que ocorreu a avaliação psicológica.
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna, de acordo com a Resolução CFP nq 7/2003.
2 anos
1 ano
5 anos
6 meses
18 meses
A documentação abaixo é indispensável para a inscrição de pessoa física no Conselho Regional de Psicologia, conforme Resolução CFP nº 003/2007, exceto:
Diploma de Psicólogo.
Certidão de colação de grau de curso autorizado pelo órgão ministerial competente.
Cédula de Identidade e CPF.
Comprovantes de votação da última eleição ou justificativas.
Certidão de antecedentes criminais.
O CFP − Conselho Federal de Psicologia disponibiliza, em seus veículos de comunicação, informações atualizadas sobre as etapas de cada teste psicológico em análise e a relação de testes aprovados com inclusão e/ou exclusão de instrumentos em função do cumprimento ou não do que dispõe a Resolução CFP Nº 002/2003, especialmente por meio de
publicação no Diário Oficial da categoria, na mídia impressa da rede nacional.
divulgação na página www.pol.org.br, na rede mundial de comunicação (internet).
publicação na página www.crp.cfp.org.br, na rede nacional de internet.
anúncio público em jornais de alta circulação nacionais, em forma de Edital.
divulgação nos Boletins informativos postados on line, na página da Associação Brasileira de Psicologia.
A Resolução do Conselho Federal de Psicologia de nº 013/2007 reconhece algumas especialidades como campo de atuação do psicólogo. Assim, tendo como base a citada Resolução, a Psicologia Jurídica
está em processo de reconhecimento.
não é reconhecida como especialidade.
é reconhecida como especialidade.
necessita ainda de uma década de prática para ser reconhecida.
só pode ser reconhecida quando as faculdades inserirem a disciplina na grade curricular.
Analisando a Resolução nº 7/2003, a qual institui o Manual de Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelo psicólogo, no que se refere ao Relatório Psicológico, é correto afirmar que:
Este deve conter no mínimo quatro itens: identificação, descrição da demanda, análise e conclusão.
Identificação é a parte superior do segundo tópico do documento com a finalidade de identificar o autor, interessado ou assunto.
Descrição da demanda é a parte destinada à narração das informações referentes à resolução apresentada e dos motivos, razões e expectativas que produziram o pedido do documento.
Análise é a parte do documento na qual o psicólogo faz uma exposição oral de forma metódica, objetiva e fiel dos dados colhidos e das situações vividas, relacionados à demanda em sua complexidade.
o resultado e/ou considerações a respeito de sua investigação a partir das referências que subsidiaram o trabalho.
Sobre a Escuta de Crianças e Adolescentes envolvidos em situação de violência, o Conselho Federal de Psicologia, na Resolução de no 010/2010, menciona que o psicólogo deve obedecer os itens constantes do documento. Desses, é INCORRETO:
Deverá ter o papel de inquiridor.
Trabalhará em rede sempre que possível, realizando os encaminhamentos necessários à atenção integral, de acordo com a legislação.
Compartilhará somente informações relevantes para qualificar o serviço prestado com outros profissionais.
Contribuirá para a não revitimização.
Respeitará o desejo de livre manifestação do atendido.
A escuta psicológica de crianças e adolescentes envolvidos em situação de violência, na rede de proteção, conforme resolução no 10/2010 do Conselho Federal de Psicologia, deve ser fundamentada
no princípio da autonomia, na busca do atendimento às demandas do poder judiciário e nas práticas de diálogo informal.
no princípio da confidencialidade, na busca da verdade jurídica e na existência de anuência dos pais ou responsáveis legais.
no princípio da equidade, no Código de Ética Profissional do Psicólogo e na inquirição judicial das crianças e adolescentes.
no princípio da neutralidade, no Estatuto da Criança e do Adolescente e nas teorias da psicologia do desenvolvimento.
no princípio da proteção integral, na legislação específica da profissão e nos marcos teóricos, técnicos e metodológicos da Psicologia.
A Resolução CFP no 007/2003 que instituiu O Manual de Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelo psicólogo, estabeleceu que, quanto à guarda dos documentos e condições de guarda, os documentos escritos decorrentes de avaliação psicológica, bem como todo o material que os fundamentou, deverão ser guardados, observando-se a responsabilidade por eles tanto do psicólogo quanto da instituição em que ocorreu a avaliação psicológica, pelo prazo mínimo de
2 anos, salvo os casos em que os pais confirmem o interesse em realizar novas avaliações e obter relatórios psicológicos futuros, para verificarem a progressão das questões apontadas.
3 anos, salvo os casos em que os responsáveis pelo menor dispensem a guarda do laudo psicológico, situação em que o psicólogo pode se desfazer dos documentos, sem preocupação.
5 anos, salvo os casos em que o prazo poderá ser ampliado nos casos previstos por lei, por determinação judicial ou em casos específicos em que seja necessária a manutenção da guarda por maior tempo.
4 anos, salvo os casos que tratam de avaliação psicológica para determinação de guarda de filhos, destituição de pátrio poder ou interdição.
10 anos, salvo os casos em que o laudo psicológico tenha sido entregue concomitantemente aos responsáveis pelo menor e ao Poder Judiciário, que manterá o documento arquivado nos autos, no Tribunal de Justiça.
A Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 012/2011 que regulamenta a atuação do psicólogo no âmbito do sistema prisional e, no tocante à produção de documentos escritos para subsidiar a decisão judicial na execução das penas e das medidas de segurança, estabelece que
o psicólogo não deverá se ater a quesitos enviados pelo demandante.
ficam vedadas a elaboração de prognóstico criminológico de reincidência, a aferição de periculosidade e o estabelecimento de nexo causal a partir do binômio delito-delinquente.
ficam vedadas qualquer possibilidade de realização de perícia psicológica e redação de laudos advindos de clientela do sistema penitenciário.
é vedado ao psicólogo a participação em qualquer tipo de exame criminológico com a consequente entrega do laudo, sendo que em caso de desobediência haverá multa equivalente a um salário mínimo vigente à época.
o psicólogo que acompanha o indivíduo no cumprimento da pena é quem deverá realizar a perícia e o laudo psicológico obrigatoriamente.
Sobre os marcos referenciais da Escuta Psicológica de Crianças e Adolescentes envolvidos em situação de violência, na Rede de Proteção, a Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 010/2010 menciona que o psicólogo deverá, necessariamente,
não fornecer qualquer suporte para os familiares no acompanhamento feito nesse tipo de caso, pois poderá fortalecer possíveis conflitos de lealdade.
incluir todas as pessoas envolvidas na situação de violência, identificando as condições psicológicas, suas consequências, possíveis intervenções e encaminhamentos.
retirar o protagonismo que a criança tem de sua própria história e inquiri-la de forma objetiva visando a punição exemplar do violentador.
chamar toda a família para a avaliação mas não mencionar possíveis ausências, visando não criar persecutoriedade entre seus membros.
incluir apenas a criança e o possível violentador ao realizar seu trabalho como inquiridor.
O laudo ou relatório psicológico escrito pelo psicólogo deve conter, no mínimo, 5 itens, segundo a Resolução do CFP nº 007/2003. A parte do documento na qual o psicólogo faz uma exposição descritiva de forma metódica, objetiva e fiel dos dados colhidos e das situações vividas relacionados à demanda em sua complexidade corresponde ao item:
Conclusão.
Identificação.
Procedimento.
Análise.
Descrição da demanda.
É correto afirmar que as finalidades do Conselho Federal de Corretores de Imóveis consistem precisamente em
cassar e supervisionar o exercício da profissão de Corretor de Imóveis em todo o território.
instruir e supervisionar o exercício da profissão de Corretor de Imóveis em todo o território.
orientar, supervisionar e disciplinar o exercício da profissão de Corretor de Imóveis em todo o território.
regimentar e disciplinar o exercício da profissão de Corretor de Imóveis em todo o território.
Considere as seguintes afirmações.
1. Ato pelo qual se dá conhecimento ao representado da existência de representação, bem como lhe dá oportunidade de prestar esclarecimentos.
2. Ato pelo qual se dá conhecimento ao psicólogo processado da instauração do processo disciplinar, bem como lhe concede a oportunidade de se defender no prazo que específica.
3. Ato pelo qual se dá ciência a alguém dos atos e termos da representação ou do processo, para que faça ou deixe de fazer alguma coisa.
Os conceitos acima, de acordo com o Código de Processamento Disciplinar instituído pela Resolução CFP ng 06/2007, correspondem, respectivamente, a:
Notificação; Citação; Intimação.
Intimação; Notificação; Citação
Citação; Intimação; Notificação.
Notificação; Intimação; Citação.
Intimação; Citação; Notificação.
A Resolução CFP nº 007/2003 institui o Manual de Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelo psicólogo. Dentre as modalidades de documentos escritos apresentadas, está o laudo psicológico, também denominado
parecer psicológico.
relatório psicológico.
declaração psicológica.
atestado psicológico.
perícia psicológica.
Um psicólogo redigiu um relatório psicológico, considerando o que diz o Manual de Elaboração de Documentos Escritos (Resolução CFP no 007/2003), em que consta que o relatório deve conter 5 itens. O nome do item que não consta do modelo apresentado neste Manual é
identificação.
descrição da demanda.
procedimento.
encaminhamento.
conclusão.
“não coube na avaliação”.
“resposta desconhecida”.
“sem conhecimento prévio”.
“sem elementos de convicção”.
“resposta insustentada”.
Conforme a Resolução 007/2003 do Conselho Federal de Psicologia, dentre as modalidades de documentos escritos produzidos pelo psicólogo e decorrentes de avaliação psicológica, aquele que tem por fi nalidade apresentar, de modo fundamentado e resumido, resposta esclarecedora sobre uma questão focal do campo psicológico, através de avaliação especializada, denomina-se:
parecer
laudo
declaração
atestado
prontuário
Um psicólogo do Tribunal foi nomeado para avaliar um indivíduo e, após concluir um processo psicodiagnóstico, deve redigir o relatório psicológico. Considerando o Manual de Elaboração de Documentos Escritos (Resolução CFP nº 007/2003), este documento deve conter a seguinte estrutura mínima:
3 (três) itens − identificação, achados da avaliação e considerações práticas.
5 (cinco) itens − identificação, descrição da demanda, procedimento, análise e conclusão.
6 (seis) itens − dados pessoais, documentação, relação dos testes utilizados, discussão dos resultados, levantamento de hipóteses e sugestão de futuros procedimentos.
2 (dois) itens − identificação e encaminhamento.
4 (quatro) itens − nome das pessoas envolvidas no processo, achados da avaliação, parecer e encaminhamentos futuros.
Dentre as diretrizes operacionais para os serviços de saúde para crianças e adolescentes (Ministério da Saúde, 2005), consta:
reconhecer aquele que necessita e/ou procura o serviço – seja a criança, o adolescente ou o adulto que o acompanha –, como portador de um pedido legítimo a ser levado em conta, implicando uma necessária ação de acolhimento
tomar sob sua responsabilidade o agenciamento do cuidado apenas por meio dos procedimentos próprios ao serviço procurado
comprometer os responsáveis – sejam familiares ou agentes institucionais – no processo de atenção, situando, porém, a criança ou o adolescente como único sujeito da demanda de tratamento
garantir que a ação de cuidado seja o mais possível baseada em recursos afetivos e saberes intuitivos dos profi ssionais e da equipe técnica atuante nos serviços
conduzir a ação do cuidado de modo a sustentar, em todo o processo, a condição da criança ou do adolescente como incapaz perante a lei, o que deve ser tomado tanto em sua dimensão subjetiva quanto social