Questões de Concurso sobre Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

 
 
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Conforme a Instrução Normativa n.º 10 de 28/04/2020, que trata da Sistemática de Quantificação e Registro dos Resultados e Benefícios da Atividade de Auditoria Interna Governamental, pode-se afirmar que a figura abaixo faz referência




A

ao nexo causal.


B

ao efeito continuado.


C

ao benefício financeiro líquido.


D

ao processo desde a atuação da auditoria até a contabilização de benefício.


E

a benefícios resultantes de providências adotadas, pelo gestor, no exercício atual.

Um Estatuto é um conjunto de normas e regras que regem a organização, o funcionamento e as atividades de uma entidade ou instituição. É um documento legal que estabelece direitos, deveres, responsabilidades e a estrutura interna da entidade, definindo sua atuação e relacionamento com seus membros e com terceiros. Nas universidades, o Estatuto estabelece a estrutura organizacional, a autonomia universitária, os órgãos colegiados, entre outras normas. De acordo com o Estatuto da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é correto afirmar que:


A

constitui objetivo da Universidade Federal do Rio de Janeiro ministrar cursos de extensão, abertos somente à participação da comunidade acadêmica, de alunos e de funcionários.


B

a autonomia administrativa consiste na faculdade de conferir graus, diplomas, títulos e outras dignidades universitárias.


C

a autonomia de gestão financeira e patrimonial consiste na faculdade de indicar, em lista tríplice, os nomes para Reitor e Vice-Reitor, destinados à nomeação de um deles pela autoridade competente.


D

a educação na Universidade Federal do Rio de Janeiro não atenderá à proscrição do tratamento desigual, por motivo de convicção filosófica, política ou religião.


E

a autonomia didático-científica consiste na faculdade de criar, organizar, modificar e extinguir cursos, observadas a legislação vigente e as exigências do meio social, econômico e cultural.

De acordo com o Estatuto da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Instituição destina-se a completar a educação integral do estudante, à busca e ampliação dos conhecimentos e à preservação e difusão da cultura. Em cumprimento ao disposto neste Estatuto, constituem objetivos da UFRJ, EXCETO:


A

Prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade.


B

Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo.


C

Estimular o conhecimento de problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais.


D

A educação em nível fundamental, médio e superior.


E

O fortalecimento da paz e da solidariedade universal.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro, instituição de ensino, pesquisa e extensão, é pessoa jurídica de direito público, estruturada na forma de autarquia de natureza especial. De acordo com o Estatuto da UFRJ, é correto afirmar que a universidade é dotada:


A

somente de autonomia didática e de gestão sobre suas finanças.


B

de autonomia didático-científica, mas não tem gestão sobre suas finanças.


C

de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira, mas não tem autonomia disciplinar.


D

somente de autonomia científica.


E

de autonomia didático-científica, administrativa, disciplinar e de gestão financeira.

O Corpo Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, formando uma comunidade para fins universitários, compreende o Corpo Docente, o Corpo Técnico-administrativo e o Corpo Discente. Nos termos do Estatuto da UFRJ, aos membros do corpo social assistem os seguintes direitos, EXCETO:


A

participar dos órgãos colegiados da Universidade Federal do Rio de Janeiro ou neles fazer-se representar na forma disposta no Estatuto e nos regimentos que dispuserem sobre a matéria.


B

não sofrer punição, a não ser por falta devidamente verificada.


C

dispor dos elementos necessários à execução das suas atribuições.


D

recorrer à instância superior no âmbito universitário de ordem ou penalidade, emanada de autoridade universitária, que considere ilegal ou injusta.


E

demonstrar urbanidade no procedimento e resguardar o prestígio e o bom nome da instituição.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), conforme seu Estatuto, constitui-se de órgãos de infraestrutura, da estrutura média e da estrutura superior. Assinale a alternativa que reúne os órgãos deliberativos de jurisdição sobre toda a UFRJ presentes na estrutura superior:


A

Conselho Superior de Coordenação Executiva, Reitoria, Conselho de Ensino de Graduação, Conselho de Ensino para Graduados e Comissão Permanente de Pessoal Docente.


B

Conselho de Ensino para Graduados, Conselho de Extensão Universitária, Comissão Permanente de Pessoal Docente, Conselho Superior de Coordenação Executiva e Reitoria.


C

Conselho Universitário, Conselho de Curadores, Conselho de Ensino de Graduação, Superintendências Gerais e Conselho de Extensão Universitária.


D

Conselho Universitário, Conselho de Curadores, Conselho de Ensino de Graduação, Conselho de Ensino para Graduados e Conselho de Extensão Universitária.


E

Conselho de Ensino de Graduação, Conselho de Ensino para Graduados, Conselho de Extensão Universitária, Reitoria e Conselho Universitário.

O cálculo do valor devido na forma prevista no Simples Nacional deverá ser efetuado por meio da declaração gerada pelo “Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional – Declaratório (PGDAS-D)”, disponível no Portal do Simples Nacional na internet. Por sua vez, a alteração das informações prestadas no PGDAS-D será efetuada por meio de retificação relativa ao respectivo período de apuração.


À luz da Resolução CGSN nº 140/2018, analise as afirmativas a seguir acerca da retificação via PGDAS-D.


I. O direito de a microempresa (ME) ou a empresa de pequeno porte (EPP) retificar as informações prestadas no PGDAS-D extingue-se em cinco anos contados a partir do 1º dia do exercício seguinte àquele ao qual se refere a declaração.

II. A alteração das informações prestadas no PGDAS-D será efetuada por meio de retificação relativa ao respectivo período de apuração, e terá a mesma natureza da declaração originariamente apresentada, substituindo-a integralmente, servindo para declarar novos débitos e aumentar ou reduzir os valores de débitos já informados.

III. A retificação não produzirá efeitos quando tiver por objeto reduzir débitos relativos aos períodos de apuração cujos saldos a pagar tenham sido objeto de pedido de parcelamento deferido ou já tenham sido enviados à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para inscrição em Dívida Ativa da União (DAU).


Está correto o que se afirma em:


A

somente I;


B

somente II;


C

somente III;


D

somente I e II;


E

I, II e III.

À Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), criada em 1920 como Universidade do Rio de Janeiro (URJ), pelo Decreto nº 14.343/20, foi assegurada:


A

liberdade de expressão.


B

autonomia administrativa.


C

autonomia pedagógica.


D

autonomia didática e administrativa.


E

liberdade de orientação do ensino pluriconfessional.

Tendo por base a Política de Gestão de Riscos da UFRRJ, é correto afirmar que


A

apetite a risco é a avaliação do nível de risco que uma instituição não está disposta a aceitar.


B

risco é a possibilidade de ocorrência de um evento que venha a ter impacto no monitoramento dos riscos.


C

mensuração de risco significa a estratégia de tratamento de um risco, o cálculo da probabilidade e o impacto de sua ocorrência.


D

risco residual é o risco a que uma organização está exposta antes da identificação de ações gerenciais para o tratamento do risco.


E

risco inerente é o risco a que uma organização está exposta sem considerar quaisquer ações gerenciais que possam reduzir a probabilidade de sua ocorrência ou seu impacto.

Os débitos tributários apurados no Simples Nacional poderão ser objeto de parcelamento, na forma e condições previstas pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).


Acerca desse tipo de parcelamento tributário, de acordo com a Resolução CGSN nº 140/2018, é correto afirmar que:


A

o prazo máximo de parcelamento será de até noventa parcelas mensais e sucessivas;


B

no caso de parcelamento de débito inscrito em dívida ativa, o devedor será liberado do pagamento de custas e emolumentos, mas não dos demais encargos legais;


C

é permitida a concessão de parcelamento para sujeitos passivos com falência decretada;


D

o parcelamento dos tributos no Simples Nacional aplica-se às multas por descumprimento de obrigação acessória;


E

as multas de ofício vinculadas a débitos já vencidos poderão ser parceladas antes da data de vencimento.

Nos termos da Resolução CGSN nº 140/2018, compõe(m) a receita bruta para fins de enquadramento da microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP) no Simples Nacional:


A

as verbas de patrocínio;


B

a venda de bens do ativo imobilizado;


C

os juros moratórios auferidos em decorrência do atraso no pagamento de operações ou prestações;


D

os valores recebidos a título de multa por rescisão contratual que não corresponda à parte executada do contrato;


E

os rendimentos ou ganhos líquidos auferidos em aplicações de renda fixa ou variável.

A portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública nº 240, de 12 de maio de 2019, estabelece procedimentos para o controle e a fiscalização de produtos químicos, bem como define listas de produtos químicos sujeitos a controle. A partir do dia 01 de setembro de 2019, para exercício de atividade com produtos químicos, os estabelecimentos de pesquisas, como as universidades, devem:


A

obter o Certificado de Registro Cadastral (CRC) e o Certificado de Licença de Funcionamento (CLF), cadastrar um endereço onde o manuseio de produtos químicos deverá ser restrito, armazenar as notas fiscais dos produtos adquiridos pelo prazo de 2 anos, apresentar semestralmente todas as informações referentes às atividades realizadas por meio de mapa controle e manter o manifesto ou documento equivalente que comprove a destruição de produto químico.


B

obter o Certificado de Registro Cadastral (CRC), o Certificado de Licença de Funcionamento (CLF) e a Autorização Especial (AE), cadastrar um endereço onde o manuseio de produtos químicos deverá ser restrito, armazenar as notas fiscais dos produtos adquiridos pelo prazo de 3 anos e apresentar mensalmente todas as informações referentes às atividades realizadas por meio de mapa controle.


C

obter o Certificado de Registro Cadastral (CRC), o Certificado de Licença de Funcionamento (CLF), a Autorização Especial (AE) e a Autorização Prévia (AP), cadastrar um endereço onde o manuseio de produtos químicos deverá ser restrito, armazenar as notas fiscais dos produtos adquiridos pelo prazo de 3 anos, apresentar mensalmente todas as informações referentes às atividades realizadas por meio de mapa controle e manter o manifesto que comprove a destruição de produto químico.


D

obter o Certificado de Registro Cadastral (CRC), o Certificado de Licença de Funcionamento (CLF), a Autorização Especial (AE) ou a Autorização Prévia (AP), cadastrar um endereço principal para o manuseio de produtos químicos sem que seja adstrita a utilização a este endereço, armazenar as notas fiscais dos produtos adquiridos pelo prazo de 5 anos, apresentar semestralmente todas as informações referentes às atividades realizadas por meio de mapa controle e manter o manifesto ou documento equivalente que comprove a destruição de produto químico.


E

obter o Certificado de Registro Cadastral (CRC) e o Certificado de Licença de Funcionamento (CLF) ou a Autorização Especial (AE), cadastrar um endereço principal para o manuseio de produtos químicos sem que seja adstrita a utilização a este endereço, armazenar as notas fiscais dos produtos adquiridos pelo prazo de 5 anos, apresentar mensalmente todas as informações referentes às atividades realizadas por meio de mapa controle e manter o manifesto ou documento equivalente que comprove a destruição de produto químico.

Em caso de acidente ou de liberação acidental de Organismos Geneticamente Modificados (OGM) e seus derivados, devem ser adotados procedimentos específicos para minimizaçao dos riscos, que incluem:


A

a comunicação de todos os acidentes envolvendo OGM das classes de risco 1, 2, 3 e 4 imediatamente à CTNBio, que ficará responsável por informar aos trabalhadores e à coletividade os riscos decorrentes do acidente ou da liberação acidental. No caso de o acidente ter provocado efeitos adversos à saúde humana e animal, aos vegetais e ao meio ambiente, caberá à CTNBio comunicar ao Ministério Público Federal imediatamente


B

a comunicação de todos os acidentes envolvendo OGM imediatamente à CIBio. Somente no caso de acidente com OGM de nível de risco 2 ou superior, deve-se informar à CTNBio e aos órgãos e entidades de registro e fiscalização pertinentes. Os trabalhadores e a coletividade deverão ser informados pela CIBio sobre os riscos decorrentes do acidente ou da liberação acidental. No caso de o acidente ter provocado efeitos adversos à saúde humana e animal, aos vegetais e ao meio ambiente, caberá à CTNBio comunicar ao Ministério Público Federal imediatamente.


C

a comunicação de todos os acidentes envolvendo OGM das classes de risco 1, 2, 3 e 4 imediatamente à CIBio. Somente no caso de acidente com OGM de nível de risco 3 ou superior, deve-se informar à CTNBio e aos órgãos e entidades de registro e fiscalização. Os trabalhadores e a coletividade deverão ser informados pela CIBio sobre os riscos decorrentes do acidente ou da liberação acidental. No caso de o acidente ter provocado efeitos adversos à saúde humana e animal, aos vegetais e ao meio ambiente, caberá à CTNBio comunicar ao Ministério Público Federal e aos veículos de comunicação em massa imediatamente.


D

a comunicação de todos os acidentes envolvendo OGM das classes de risco 1, 2, 3 e 4 imediatamente à CIBio, que ficará responsável por informar aos trabalhadores e à coletividade os riscos decorrentes do acidente ou da liberação acidental. No caso de o acidente ter provocado efeitos adversos à saúde humana e animal, aos vegetais e ao meio ambiente, caberá à CIBio comunicar ao Ministério Público Federal e aos veículos de comunicação em massa imediatamente.


E

a comunicação de todos os acidentes envolvendo OGM das classes de risco 1, 2, 3 e 4 imediatamente à CIBio. Somente no caso de acidente com OGM de nível de risco 4, deve-se informar à CTNBio e aos órgãos e entidades de registro e fiscalização. Os trabalhadores e a coletividade deverão ser informados pela CTNBio sobre os riscos decorrentes do acidente ou da liberação acidental. No caso de o acidente ter provocado efeitos adversos à saúde humana e animal, aos vegetais e ao meio ambiente, caberá à CIBio comunicar ao Ministério Público Federal e aos veículos de comunicação em massa imediatamente.

Quando o potencial patogênico do material biológico a ser manipulado é desconhecido, deve ser realizada uma avaliação do risco a fim de definir as barreiras de contenção necessárias para o manuseio em segurança. Na avaliação de risco, as barreiras primárias e secundárias são fundamentais para a segurança do trabalhador. Com base nessa informação, apresenta-se o seguinte fluxograma de risco:



A partir da análise desse fluxograma, assinale a alternativa que apresenta somente exemplos de indicadores para avaliação de risco.


A

1- Práticas Laboratoriais; 2- Equipamento de Proteção Individual e Coletiva; 3- Instalações laboratoriais; 4- Práticas operacionais; 5- Equipamentos de segurança; 6- Programa contínuo de diagnóstico e controle ambiental e Programa preventivo de manutenção de qualidade.


B

1- Práticas Laboratoriais; 2- Equipamentos de segurança; 3- Instalações laboratoriais; 4- Práticas operacionais; 5- Equipamento de Proteção Individual e Coletiva; 6- Programa contínuo de diagnóstico e controle ambiental e Programa preventivo de manutenção de qualidade.


C

1- Programa contínuo de diagnóstico e controle ambiental e Programa preventivo de manutenção de qualidade; 2- Equipamentos de segurança; 3- Práticas Laboratoriais; 4- Práticas operacionais; 5- Equipamento de Proteção Individual e Coletiva; 6- Instalações laboratoriais.


D

1- Práticas Laboratoriais; 2- Instalações laboratoriais; 3- Equipamentos de segurança; 4- Programa contínuo de diagnóstico e controle ambiental e Programa preventivo de manutenção de qualidade; 5- Equipamento de Proteção Individual e Coletiva; 6- Práticas operacionais.


E

1- Práticas operacionais; 2- Equipamentos de segurança; 3- Instalações laboratoriais; 4- Programa contínuo de diagnóstico e controle ambiental e Programa preventivo de manutenção de qualidade; 5- Práticas Laboratoriais; 6- Equipamento de Proteção Individual e Coletiva.

Os Procedimentos Operacionais Padrão (POPs) são documentos importantes para garantir a padronização das atividades executadas e apresentam uma descrição detalhada de todos os procedimentos necessários à execução de uma tarefa. A Resolução Normativa nº 12, de 20 de setembro de 2013, do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA), estabelece que os POPs de instalações de criação, alojamento e manejo dos animais devem estar presentes quando pertinentes. Sobre as diretrizes presentes nos POPs dessas instalações, é INCORRETO afirmar que esses procedimentos devem:


A

incluir orientações sobre os procedimentos de transporte, quarentena e descarte de animais.


B

incluir orientações sobre conservação rotineira dos animais.


C

incluir orientações sobre os procedimentos de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças.


D

incluir orientações sobre os procedimentos detalhados necessários para a avaliação do estado de saúde e constituição genética das diferentes espécies.


E

ser elaborados pelo responsável da instalação e submetidos ao coordenador do projeto para avaliação e aprovação.

Sobre o gerenciamento e descarte de resíduos químicos, é correto afirmar que:


A

as embalagens primárias vazias de produtos químicos com algum tipo de periculosidade, submetidas à limpeza com técnicas validadas ou reconhecidas, podem ser encaminhadas para processos de reciclagem.


B

os reveladores utilizados em radiologia devem ser tratados, podendo ser submetidos a processo de neutralização para alcançarem pH entre 4 e 6 e serem posteriormente lançados na rede coletora de esgoto com tratamento, atendendo às determinações dos órgãos de meio ambiente e do serviço de saneamento.


C

o armazenamento interno de RSS químico ou rejeito radioativo pode ser feito no próprio local de trabalho onde foram gerados, respeitando as incompatibilidades químicas.


D

é permitido o encaminhamento de resíduos químicos do serviço de saúde na forma líquida para disposição final em aterros sanitários.


E

os resíduos do serviço de saúde que contêm mercúrio na forma líquida devem ser acondicionados em bombonas de PEAD e encaminhados para estação de tratamento industrial ou destinação de acordo com o órgão ambiental competente.

A realização de atividades e projetos que envolvam construção, cultivo, produção, manipulação, transporte, armazenamento, pesquisa, desenvolvimento tecnológico, ensino, controle de qualidade e descarte com Organismos Geneticamente Modificados (OGM) é regulamentada pela Comissão Técnica Nacional de Biossegrança (CTNBio). A resolução nº 18/2018 dispõe sobre a classificação de riscos de OGM e os níveis de biossegurança a serem aplicados nas atividades e projetos com OGM e seus derivados em contenção. Assinale a alternativa que apresenta corretamente as diretrizes de acordo com essa legislação.


A

A CTNBio é responsável pela autorização de projetos em contenção que envolvam OGM das classes de risco 1, 2, 3 e 4. Após aprovação, o responsável legal da instituição, a Comissão Interna de Biossegurança (CIBio) e o técnico principal ficam encarregados de garantir o cumprimento das normas de biossegurança definidas pela CTNBio.


B

A Comissão Interna de Biossegurança (CIBio) pode autorizar projetos em contenção que envolvam OGM da classe de risco 1; para projetos com OGM das classes de risco 2, 3 e 4, a CIBio deverá obter da CTNBio autorização para cada projeto. Após aprovação, o técnico principal fica encarregado de garantir o cumprimento das normas de biossegurança definidas pela CTNBio.


C

A Comissão Interna de Biossegurança (CIBio) pode autorizar projetos em contenção que envolvam OGM das classes de risco 1 e 2; para projetos com OGM das classes de risco 3 e 4, a CIBio deverá obter da CTNBio autorização para cada projeto. Após aprovação, o técnico principal fica encarregado de garantir o cumprimento das normas de biossegurança definidas pela CIBio.


D

A CTNBio é responsável pela autorização de projetos em contenção que envolvam OGM das classes de risco 1, 2, 3 e 4. Após aprovação, a Comissão Interna de Biossegurança (CIBio) e o técnico principal ficam encarregados de garantir o cumprimento das normas de biossegurança definidas pela CTNBio.


E

A Comissão Interna de Biossegurança (CIBio) autoriza projetos em contenção que envolvam OGM da classe de risco 1; para projetos com OGM das classes de risco 2, 3 e 4, a CIBio deverá obter da CTNBio autorização para cada projeto. Após aprovação, o responsável legal da instituição, a CIBio e o técnico principal ficam encarregados de garantir o cumprimento das normas de biossegurança definidas pela CTNBio.

O capítulo II da RDC/ANVISA nº 222/2018 estabelece diretrizes para o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) em todos os estabelecimentos geradores de resíduos de serviços de saúde. Assinale a alternativa que apresenta corretamente as diretrizes descritas nesse capítulo para o PGRSS.


A

O PGRSS deve apresentar cópia do contrato de prestação de serviços e da licença ambiental das empresas prestadoras de serviços para a destinação dos RSS, não sendo obrigatória a apresentação do documento comprobatório de operação de venda ou de doação dos RSS destinados à recuperação, à reciclagem e à compostagem.


B

O PGRSS pode ser substituído por uma notificação desta condição ao órgão de vigilância sanitária competente, seguindo as orientações locais, para obtenção da licença sanitária, caso o serviço gere exclusivamente resíduos do Grupo D.


C

O PGRSS deve atender às regulamentações específicas da CTNBio no caso de o serviço gerador possuir instalação radioativa.


D

O PGRSS deve dividido quando o estabelecimento possuir serviços geradores de RSS com licenças sanitárias individualizadas a fim de contemplar as especificidades de todos os serviços existentes.


E

O PGRSS de edificações não hospitalares nas quais houver serviços individualizados pode especificar o armazenamento externo de forma compartilhada para os RSS dos Grupos B e D.

Sobre o descarte de resíduos perfurocortantes, é correto afirmar que:


A

não é permitida a separação do conjunto seringa-agulha com auxílio de dispositivos de segurança, sendo vedada também a desconexão e o reencape manual de agulhas.


B

não é admitido o emprego de tecnologia que promova o esvaziamento automatizado de recipientes plásticos específicos com posterior descontaminação, o que poderia possibilitar sua reutilização.


C

as seringas e agulhas, inclusive as usadas na coleta laboratorial de amostra de doadores e de pacientes, bem como os demais materiais perfurocortantes que não apresentem risco químico, biológico ou radiológico não necessitam de tratamento prévio à disposição final ambientalmente adequada.


D

os recipientes destinados ao descarte de material perfurocortante devem ser constituídos de material rígido, resistentes a punctura, ruptura e vazamento, sem tampa a fim de evitar o risco de manuseio no momento da geração.


E

os recipientes de acondicionamento de perfurocortantes são classificados, segundo a RDC/ ANVISA nº 222/2018, como resíduos do grupo B e devem ser substituídos de acordo com a demanda, ou quando o nível de preenchimento atingir 2/3 (dois terços) da capacidade, ou de acordo com as instruções do fabricante.

Desde 2004, a UFRJ realiza o evento “Conhecendo a UFRJ”, no qual milhares de estudantes do ensino médio têm a oportunidade de conhecer os cursos de graduação da universidade, as atividades de pesquisa e extensão e as condições de acesso, mobilidade e permanência. Para realizar uma avaliação desse evento utilizando-se de metodologias quantitativas de pesquisa, pode-se empregar as alternativas a seguir, EXCETO:


A

quantificação de público.


B

quantificação de instituições de ensino presentes e municípios abrangidos.


C

aplicação de questionários com perguntas abertas.


D

quantificação de oficinas ministradas no evento.


E

tabulação de indicadores.

 
 
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