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O pronome demonstrativo esse, na sentença "Para quem já passou desse ponto, a fome se agravará", retoma a seguinte informação:
A palavra "consumo".
O sintagma "inflação dos alimentos".
O sintagma "limiar da fome"
A palavra "fome".
A informação de que não dá para escapar da inflação dos alimentos, pois se a renda da família for baixa, ela reduz o consumo e se aproxima do limiar da fome.
Assinale a alternativa em que a palavra exerça papel catafórico.
essa (linha 9)
desta (linha 10)
esse (linha 14)
essas (linha 27)
Da leitura do segundo parágrafo, entende-se que o pronome “ela”, em “dela” (último período), refere-se a “rosa” (penúltimo período).
Certo
Errado
Em: “Tenho vínculos com pais de amigos dos dois, mas a conversa se prolonga mais com as mães, e eu adoro isso.”, isso se refere ao fato de ele
aprender também com gente que ele se aproximou graças à paternidade.
conversar mais prolongadamente com as mães.
observar que a experiência que teve com cada um dos filhos foi distinta.
ter vínculos com pais de amigos dos dois filhos, mas conversar mais com as mães.
ter vínculos com pais de amigos dos dois filhos.
No último parágrafo, a expressão “o qual”, em “segundo o qual”, retoma o segmento antecedente “o legislador brasileiro”.
Certo
Errado
No segundo parágrafo, o vocábulo “Elas” (último período) faz referência ao termo “toxinas” (segundo período).
Certo
Errado
No que se refere aos aspectos linguísticos do texto CG2A1-I, assinale a opção correta.
A correção gramatical e o sentido do texto seriam preservados caso a expressão “inerentes a” (primeiro período do segundo parágrafo) fosse substituído por inerentes à.
O emprego do acento nos vocábulos “etimológico” e “fenômeno” (primeiro período do segundo parágrafo) justifica-se pela mesma regra de acentuação gráfica.
A supressão da vírgula logo após “aposentos” (segundo período do segundo parágrafo) manteria a coesão e a correção gramatical do texto, uma vez que, no contexto dado, seu emprego é facultativo.
A substituição da palavra “dualidade” (primeiro período do segundo parágrafo) por ambiguidade manteria a coesão e o sentido original do texto.
O pronome “si” (primeiro período do segundo parágrafo) remete ao termo “dualidade”, no mesmo período.
A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses, que fora casado, em primeiras núpcias, com uma de minhas primas. (2o parágrafo)
Os pronomes relativos sublinhados referem-se, respectivamente, a
“escrivão Meneses” e “uma de minhas primas”.
“eu” e “uma de minhas primas”.
“A casa” e “escrivão Meneses”.
“eu” e “escrivão Meneses”.
“A casa” e “uma de minhas primas”.
A língua como direito humano
Deu na tevê. Uma haitiana gesticula desesperada. Não chora. Talvez tenha gastado as lágrimas. Ou o corpo, desidratado, não pudesse desperdiçar uma gota de líquido sequer. O soldado tenta entendê-la. Não consegue. Ela não fala francês, língua oficial do país. Fala dialeto próprio, incomunicável. Compadecido, o homem se esforça pra interpretar o código estranho. Infere que ela quer lhe dizer onde estão corpos soterrados. Provavelmente mãe, marido, filhos dela.
Tivesse ocorrido antes da divulgação do decreto brasileiro sobre direitos humanos, a cena inspiraria a inclusão de outro assunto. Trata-se da língua. Ela figuraria ao lado da salvaguarda à vida, à educação, à segurança, ao trabalho. A razão é simples. Se considerarmos direito humano a garantia de vida digna independentemente de raça, sexo, idade ou religião, a língua não pode ficar de fora. É com ela que pensamos. É com ela que nos tornamos seres sociais sofisticados — conquistamos amigos, educamos os filhos.
Povos e governantes lhe conhecem o poder. Os árabes só são árabes porque falam árabe. São 23 países cuja única identidade é o idioma. O generalíssimo Franco, pra pisar o orgulho catalão, proibiu-os de falar catalão. As escolas também apagaram o idioma dos currículos. Morto o ditador, o enterrado voltou à luz. Hoje convive com o espanhol. Os judeus, quando criaram o Estado de Israel, precisaram de uma língua nacional. Ressuscitaram o hebraico. Nome de ruas, placas, cardápios, livros, revistas, jornais são escritos como nos tempos vividos.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos completou 60 anos. Entre os 30 mandamentos, está a manifestação livre do pensamento. Como chegar lá sem o domínio da língua? Como pensar sem palavras? Como expressar-se sem elas? Conclusão: se o homem é animal racional, a língua faz a diferença. Se o homem é animal social, a língua antecede os demais direitos.
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“Povos e governantes lhe conhecem o poder” (3º parágrafo). A palavra “lhe” retoma o seguinte elemento do texto:
idioma
país
povo
poder
Analise as assertivas com (V) verdadeiro ou falso (F):
(__) A repetição da expressão: "A compreensão e a interpretação de texto" exemplifica uso de anáfora.
(__) O acento circunflexo de: "têm" deve-se à concordância do verbo na terceira pessoa do plural.
(__) O (6º§) inicia com verbo de segunda conjugação no presente do modo indicativo seguido de pronome pessoal oblíquo enclítico.
(__) O período: "A compreensão é um processo inconsciente, já a interpretação, um processo consciente". - está escrito com exemplo de paradoxo comprovado com uso do prefixo "in".
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
F, V, V, F.
V, V, V, V.
V, F, F, V.
V, V, F, V.
V, V, V, F.
A repetição de: "Que você seja"- identifica a figura de linguagem denominada:
Catáfora.
Pleonasmo vicioso.
Paradoxo.
Anáfora.
Metonímia.
No trecho “pois ela é fonte de inquietação, de aflição e mobiliza um esforço constante” (linhas 37 e 38), o pronome “ela” faz uma retomada anafórica do seguinte termo:
inquietação
autoridade
identidade
própria
luta
“Essas câmeras permitem gravação e transmissão de dados em tempo real ao centro de controle.” 3º§
O pronome grifado refere-se:
ao que se encontra longe do falante e perto do ouvinte.
ao que se encontra perto do falante.
ao que está na outra pessoa.
ao que já se mencionou.
a tempo passado e próximo do presente.
Considerando os mecanismos de coesão, em “Para isso, devemos ter consciência da relevância da atividade diária da aula como um espaço de vivência exemplar e habitual dos valores a que aspiramos e que sejam definidos socialmente.” (linhas de 3 a 6), o referente semântico do pronome sublinhado é
“espaços” (linha 1).
“transmissão de valores” (linha 1).
“sala de aula” (linhas 1 e 2).
“relevância da atividade diária” (linha 4).
“espaço de vivência exemplar e habitual” (linhas 4 e 5).
No trecho “ela povoou-o como se fosse uma religião natural e viva”, o termo destacado faz referência a que termo ou expressão?
Contato.
Natureza virgem do país.
Escravidão.
Brasil.
Considere o trecho, retirado do texto O mito da fênix e a combustão espontânea, apresentado a seguir:
-
"A fênix é uma ave mitológica, dotada de diversos poderes e cercada por muitos mistérios e histórias. Bastante presente em nossa cultura atual, a fênix é conhecida por meio das histórias de ficção (livros, filmes, games e séries), mas não pense que esse pássaro é uma criação moderna".
-
Considerando as relações coesivas do texto, assinale a alternativa que poderia substituir a expressão "esse pássaro" sem prejuízo na construção de sentido e na clareza de sua compreensão:
ele
ela
o pássaro
este pássaro
o mesmo
No período Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área (linhas 24 e 25), o pronome demonstrativo sublinhado exerce função
nocional.
anafórica.
catafórica.
anastrófica.
exofórica.
Sobre as estruturas linguísticas do texto, assinale a afirmativa correta.
Em “Precisamos de um esforço contínuo [...]” (3º§), o sujeito da oração é indeterminado e tem como objetivo não comprometer os agentes da ação apresentada.
A oração “[...] que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema [...]” (3º§) apresenta-se na ordem indireta já que o sujeito é empregado após a forma verbal que a compõe.
“estruturá-lo” (1º§) e “transformando-as” (3º§) são estruturas que utilizam a mesma estratégia para eliminar a repetição desnecessária de vocábulos, contribuindo para a coesão textual.
A indeterminação do sujeito em “Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida [...]” (2º§) pode ser reconhecida pelo emprego do pronome “Ele”, omitindo-se a identificação do agente da ação.
e pergunta pelo nosso, se o temos (1° parágrafo)
O garçom estendeu-lhe o menu (4° parágrafo)
Os termos sublinhados acima referem-se, respectivamente, a
resfriado − seu Adelino
resfriado − garçom
cigarrinho − seu Adelino
resfriado − freguesa
cigarrinho − freguesa
O CLA foi criado nos anos 1980; naquela época, mais de 300 famílias de 24 comunidades do litoral foram removidas para o interior. (linhas 16 e 17)
O demonstrativo grifado no período acima desempenha papel
dêitico.
anafórico.
catafórico.
endofórico.
epanafórico.