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A redação clara e correta, segundo a norma-padrão da língua, é:
Quando se atribui a toda uma categoria a necessidade de obter algo que foi atingido por um indivíduo particular, corre-se o risco de provocarem frustrações, como ocorre ao se tratar da fama; nesse caso, peca-se ainda, ao tomar como eterno algo que pode ser bastante efêmero.
O coordenador de um dos grupos defendeu que mais escassez adiviria se os plantadores, principalmente a agricultura familiar, se recusassem a investir na produção que, aliás, já conhecera mais de uma intempérie; não fomos nós, revendedores, que freiamos a carestia.
Diziam que pelo fato de a presença de um animador ser incômoda, muitos recusariam participar da confraternização dos veteranos; mas enquanto vigir o respeito ao combatente mais idoso é a ele que todos seguirão, e tudo indica que, daqui há duas semanas, todos lá estarão.
O guia dos turistas proveu-os de tudo que seria necessário para a escalada, e isso explica por que não houve conflitos ou dissidências; não se trata de excesso de zelo por parte da pessoa encarregada, mas da capacidade de prever possíveis empecilhos e se antecipar a providências para contorná-los.
Muitos não se adéquam a novos caminhos e lamentam que nada é mais como era antes − é notório, certamente, a impressão que o novo destruirá uma ordem perfeita e imporá o caos, mas isso não procede, pois passos em outra vereda nos faz conhecer novas e sempre enriquecedoras paisagens.

A expressão “ou seja”, em destaque na passagem, introduz, em relação ao trecho que a antecede,
Assinale a alternativa que apresenta informação verdadeira sobre as relações de coesão referencial estabelecidas no texto:
Os pronomes “a” (l. 1) e “seu” (l. 2) referem-se a “Mafalda” (l. 1).
Os pronomes “a” (l. 1) e “seu” (l. 2) referem-se a “Mafalda” e “Quino” (l. 2), respectivamente.
Os pronomes “seu” (l. 2) e “seus” (l. 3) referem-se a “Quino” (l. 2).
O pronome “suas” (l. 7) refere-se a “menina filósofa” (l. 8).
... da mesma forma, estar acompanhado não é a garantia de eliminá-la. (1º parágrafo)
pessoa – histórias paralelas – a existência
pessoa – Grandes condomínios – Pessoas
solidão – histórias paralelas – vínculos afetivos
solidão – histórias paralelas – a existência
solidão – Grandes condomínios – vínculos afetivos
(...) ou armar o alçapão junto do brejo para pegar papa-capim. No fragmento acima, presente no 4o parágrafo, o autor refere-se
ao objeto para colher frutas.
à annadilha para capturar uma ave.
ao buraco feito próximo ao brejo para capturar anfíbios.
à armadilha para capturar peixes.
Entre as duas partes do texto 2 (versos 1-3 e 4-5) há um problema de construção, que é:
a falta de paralelismo;
a presença de ambiguidade;
a troca indevida entre parônimos;
a independência semântica das duas partes;
o emprego de diferentes tempos verbais.
Acerca de elementos coesivos presentes no Texto 1, analise as afirmações a seguir.
Estão CORRETAS:
1, 2 e 3, apenas.
1, 2 e 4, apenas.
1, 3 e 4, apenas.
2, 3 e 4, apenas.
1, 2, 3 e 4.
Com relação ao emprego dos pronomes destacados, nos contextos em que se encontram, assinale a afirmativa INCORRETA:
“... (esquecer-se das desilusões) nas “estações orbitais” dos shoppings, ou templos das compras, onde os bens nos consomem e a produção, sempre crescente, implica a criação em massa (ou em série) de novos consumidores” ➔ pronome relativo com semântica de “lugar em que”; pode ser substituído por “em que” ou “nos quais”.
“Eu falaria, metaforicamente, do homem moderno acorrentado (o Prometeu) ao consumo desenfreado de coisas (res) para compensar suas frustrações e angústias.” ➔ pronome possessivo “suas”; tem como referente o substantivo plural “coisas”.
“Foi nos anos 60 que surgiu o que se chama de “pós-modernidade”, na abalizada opinião de Frederic Jameson..” ➔ pronome relativo “que”; tem como antecedente o demonstrativo “o” equivalente a “aquilo”.
“Restou-nos o refúgio nos grandes espetáculos, como os do Coliseu antigo: o pão e o circo, para preencher o vazio da vida.” ➔ pronome pessoal oblíquo; uso da 1ª pessoa do plural (“nós) funciona como estratégia que visa adesão à argumentação.