Questões de Concurso sobre Função emotiva ou expressiva

 
 
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Nesse texto, a linguagem predominante é a


A

expressiva, uma vez que revela opiniões e emoções do emissor em face dos avanços obtidos na formação humana por meio da educação.


B

apelativa, visto que procura influir no comportamento do leitor, por meio de apelos, para que avalie a importância da filosofia.


C

metalinguística, em virtude de ter sido utilizada para explicar a si mesma e, sobretudo, evidenciar a dificuldade de definir para o leitor certos termos próprios da filosofia.


D

referencial, pois traduz objetivamente a realidade externa ao emissor, ou seja, trata da importância da filosofia e do processo de educação da criança.

Ano: 2015
Banca: Universidade Federal de São João Del Rei - UFSJ
Prova: UFSJ - UFSJ - Técnico Administrativo em Educação - Área: Auxiliar em Administração - 2015

Em “– Ainda bem que esse infeliz morreu!” (linha 11), a expressão destacada tem valor


A

pessoal.


B

indefinido.


C

conjuncional.


D

demonstrativo.

Ano: 2015
Banca: Universidade Federal de São João Del Rei - UFSJ
Prova: UFSJ - UFSJ - Técnico Administrativo em Educação - Área: Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais - 2015

A expressão “Nessa perspectiva” (linha 54) indica


A

retorno.


B

conversão.


C

progressão.


D

antecipação.

Assinale a alternativa que apresenta o segmento do texto em que a função emotiva da linguagem não é predominante.


A

“Outro dia resolvi peregrinar por alguns sebos do Centro da cidade”.


B

“Há quanto tempo!”


C

“O hábito de frequentar sebos remonta à minha juventude, quando ingressei na universidade”.


D

“O Jornal do Commercio publicava, aos domingos, em pequenos anúncios, relações de livros e revistas, que tinham sido adquiridos por eles”.


E

“Segunda‐feira, às sete da manhã, eis‐me em frente à loja do sebo que me interessava”.

Na primeira frase do texto, o autor diz: “A linguagem não é usada somente para veicular informações, isto é, a função referencial denotativa da linguagem não é senão uma entre outras; entre estas ocupa uma posição central a função de comunicar ao ouvinte a posição que o falante ocupa de fato ou acha que ocupa na sociedade em que vive.”


Esse trecho valoriza as funções que estão centradas no emissor e no destinatário, equiparadas pelo autor à função referencial. Essas outras funções denominam-se respectivamente


A

emotiva e conativa.


B

poética e fática.


C

emotiva e fática.


D

poética e conativa.


E

imaginativa e heurística.

Pequeno concerto que virou canção


Não, não há por que mentir ou esconder

A dor que foi maior do que é capaz meu coração

Não, nem há por que seguir cantando só para explicar

Não vai nunca entender de amor quem nunca soube amar

Ah, eu vou voltar pra mim

Seguir sozinho assim

Até me consumir ou consumir toda essa dor

Até sentir de novo o coração capaz de amor


VANDRÉ, G. Disponível em: http://www.letras.terra.com.br. Acesso em: 29 jun. 2011.


Na canção de Geraldo Vandré, tem-se a manifestação da função poética da linguagem, que é percebida na elaboração artística e criativa da mensagem, por meio de combinações sonoras e rítmicas. Pela análise do texto, entretanto, percebe-se, também, a presença marcante da função emotiva ou expressiva, por meio da qual o emissor


A

imprime à canção as marcas de sua atitude pessoal, seus sentimentos.


B

transmite informações objetivas sobre o tema de que trata a canção.


C

busca persuadir o receptor da canção a adotar um certo comportamento.


D

procura explicar a própria linguagem que utiliza para construir a canção.


E

objetiva verificar ou fortalecer a eficiência da mensagem veiculada.

Texto II


MÃOS DADAS


Não serei o poeta de um mundo caduco.

Também não cantarei o mundo futuro.

Estou preso à vida e olho meus companheiros.

Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.

Entre eles, considero a enorme realidade.

O presente é tão grande, não nos afastemos.

Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.


Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,

não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista

da janela,

não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,

não fugirei para as ilhas nem serei raptado por

serafins. O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os

homens presentes,

a vida presente.


Carlos Drummond de Andrade



Além da função poética que permeia todo o texto, que outra função da linguagem nele predomina?


A

Metalingüística.


B

Referencial ou Informativa.


C

Emotiva ou Expressiva.


D

Conativa ou Apelativa.


E

Fática

Entre as diferentes versões do mesmo texto, escolha a que representa a melhor opção estilística.


A

Os portugueses foram pioneiros da conquista do trópico para a civilização e eles tiveram, nessa proeza, sua maior missão histórica. E sem embargo de tudo quanto se possa alegar contra sua obra, forçoso é reconhecer que eles foram não somente os portadores efetivos como os portadores naturais dessa missão. Nenhum outro povo do Velho Mundo achou-se tão bem armado para se aventurar à exploração regular e intensa das terras próximas da linha equinocial, onde os homens depressa degeneram, segundo o conceito generalizado na era quinhentista.


B

Foram os portugueses os pioneiros da conquista do trópico para a civilização, tendo nessa proeza sua maior missão histórica. Não obstante tudo quanto se possa alegar contra sua obra, forçoso é reconhecer que eles foram não somente os portadores efetivos como os portadores naturais dessa missão. Nenhum outro povo do Velho Mundo achou-se tão bem armado para se aventurar à exploração regular e intensa das terras próximas da linha equinocial, onde os homens depressa degeneram, segundo o conceito generalizado na era quinhentista.


C

Os portugueses é que foram os pioneiros da conquista do trópico para a civilização, e eles tiveram nessa proeza sua maior missão histórica. Independentemente de tudo quanto se possa alegar contra sua obra, nós temos forçosamente de reconhecer que eles foram não somente os portadores efetivos como os portadores naturais dessa missão. Nenhum outro povo do Velho Mundo achou-se tão bem armado para se aventurar na exploração regular e intensa das terras próximas da linha equinocial, onde os homens depressa degeneram, segundo o conceito generalizado na era quinhentista.


D

Os portugueses, que foram pioneiros da conquista do trópico para a civilização, tiveram, nessa proeza, a maior missão histórica deles. Sem embargo de tudo quanto possamos alegar contra sua obra, forçosamente nós temos de reconhecer que eles foram não somente os portadores efetivos como os portadores naturais dessa missão. Nenhum outro povo do Velho Mundo achou-se tão bem armado para se aventurar à exploração regular e intensa das terras próximas à linha equinocial, onde os homens depressa degeneram, segundo o conceito generalizado na era quinhentista.


E

Pioneiros da conquista do trópico para a civilização, tiveram os portugueses, nessa proeza, sua maior missão histórica. E, sem embargo de tudo quanto se possa alegar contra sua obra, forçoso é reconhecer que foram não somente os portadores efetivos como os portadores naturais dessa missão. Nenhum outro povo do Velho Mundo achou-se tão bem armado para se aventurar à exploração regular e intensa das terras próximas à linha equinocial, onde os homens depressa degeneram, segundo o conceito generalizado na era quinhentista.

Sobre o primeiro parágrafo do texto, podemos afirmar que:


A

Há predominância da função emotiva, posto que o autor procura colocar-se no centro das informações nele contidas.


B

O autor repete várias vezes o vocábulo disse para assegurar a veracidade de suas informações.


C

O anafórico me, usado na 1ª linha do texto, substitui o vocábulo leitores.


D

O vocábulo que, utilizado em "...o fanático religioso que, para anunciar...", substitui a expressão maratonista brasileiro.


E

O autor do texto, além de ser italiano, é amigo de Cornelius Horan.

Entre as diferentes versões do mesmo texto, escolha a que representa a melhor opção estilística.


A

Não foi, conseqüentemente, uma civilização tipicamente agrícola o que instauraram os portugueses no Brasil com a lavoura açucareira. Não o foi, em primeiro lugar, porque a tanto não conduzia o gênio aventureiro que os trouxe à América; em seguida, devido à escassez de trabalhadores rurais, e finalmente pela circunstância de a atividade agrícola não ocupar, então, em Portugal, posição de primeira grandeza.


B

Não foi, por conseguinte, uma civilização tipicamente agrícola o que instauraram os portugueses no Brasil com a lavoura açucareira. Não o foi, em primeiro lugar, porque a tanto não conduzia o gênio aventureiro que os trouxe à América; em seguida, por causa da escassez de trabalhadores rurais, e finalmente pela circunstância de a atividade agrícola não ocupar, então, em Portugal, posição de primeira grandeza.


C

A civilização que os portugueses instauraram no Brasil com a lavoura açucareira não foi, por conseguinte, uma civilização tipicamente agrícola. Não o foi, em primeiro lugar, porque a tanto não conduzia o gênio aventureiro que trouxe os portugueses à América; em seguida, por causa da escassez de trabalhadores rurais, e finalmente pela circunstância de a atividade agrícola não ocupar, então, em Portugal, posição de primeira grandeza.


D

Não foi, por conseguinte, uma civilização tipicamente agrícola aquela que os portugueses instauraram no Brasil com a lavoura açucareira. Não o foi, em primeiro lugar, porque a tanto não conduzia o gênio aventureiro que trouxe os portugueses à América; em seguida, por causa da escassez de trabalhadores rurais, e finalmente pela circunstância de a atividade agrícola não ocupar, então, em Portugal, posição de primeira grandeza.


E

Não foi, portanto, uma civilização tipicamente agrícola o que instauraram os portugueses no Brasil com a lavoura açucareira. Não o foi, primeiramente, porque a tanto não conduzia o gênio aventureiro que os trouxe à América; por outro lado, por causa da escassez de trabalhadores rurais, e finalmente pela circunstância de não ocupar a atividade agrícola, então, em Portugal, posição de primeira grandeza.

   
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