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O uso do pronome átono se em “Para quem já se esforçou intelectual e criativamente…” (linhas 34-35) é analisado como próclise. Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, o pronome átono está corretamente colocado em
Não referir-me-ei apenas a todas as ramificações do mercado editorial, mas também à editoração cientifica e de conteúdo no geral.
Não nos cabe uma má utilização da IA, se considerarmos os verdadeiros limites éticos, artísticos e intelectuais humanos na produção de conteúdo.
Quando utiliza-se a ferramenta para a geração de conteúdo, de quem será a autoria?
Em tratando-se da IA, o avanço da tecnologia nas práticas editoriais é inegável.
Considere o termo sublinhado em “Ao homem do sertão afiguram-se tais momentos incomparáveis [...]” (1º§). É correto afirmar que ele pode ser corretamente identificado como:
Sujeito.
Predicativo.
Pronome apassivador.
Índice de indeterminação do sujeito.
A partícula ‘se’ que acompanha os verbos ‘distinguir’ (l.09) e ‘extinguir’ (l.31) possui a classificação de:
pronome reflexivo.
adjunto adnominal.
predicativo do sujeito.
voz passiva.
adjunto adverbial.
Na frase Uma joia Tiffany correria risco de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de bijuterias (I.20-22), o vocábulo se consiste em um(a):
Pronome reflexivo.
Partícula de realce.
Pronome indefinido.
Conjunçáo condicional.
Adverbio de dúvida.
Afinal, imagina-se que quem está chegando se dê ao trabalho de escutar quem já conhece do riscado.
No período acima, as ocorrências do SE, destacadas, classificam-se, respectivamente, como
pronome reflexivo e pronome reflexivo.
partícula apassivadora e parte integrante do verbo.
índice de indeterminação do sujeito e pronome reflexivo.
parte integrante do verbo e índice de indeterminação do sujeito.
Embora a economia espanhola tenha 'se' recuperado fortemente do impacto da pandemia [...].
Morfologicamente, o termo destacado, nesta frase, trata-se de:
Ppronome oblíquo.
Partícula apassivadora.
Conjunção integrante.
Objeto direto reflexivo.
Sobre o trecho “[...] operar-se uma revolução completa.” (3º§), podemos afirmar que o “se”:
Faz parte do verbo pronominal reflexivo e o sujeito da oração é “revolução completa”.
É um termo opcional na frase, assim, é admitida a seguinte reescrita: “Operar uma revolução completa”.
Estabelece relação direta com o verbo “operar”, o que permite a seguinte reescrita do trecho: “Uma revolução será operada”.
É um pronome indefinido e acompanha o verbo operar que é intransitivo; portanto, não é admitida outra forma de reescrita do trecho.
Na frase "Um deles vira ao contrário se eu abro sem ter cuidado", a conjunção "se" expressa uma ideia de:
Tempo.
Condição.
Adição.
Causa.
A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB4A1, julgue os itens seguintes.
No excerto “Vagou-se um cargo na Assembleia Provincial” (segundo período do primeiro parágrafo), o pronome “se” classifica-se como índice de indeterminação do sujeito.
Certo
Errado
No excerto “Você e a sua mulher se entreolham, e você explica.”, a palavra “se” desempenha o papel de:
índice de indeterminação do sujeito.
pronome reflexivo recíproco.
partícula expletiva.
partícula apassivadora.
conjunção condicional.
Metafísica
Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.
Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?
Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.
Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...
Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.
O visitante engoliu em seco.
— E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?
Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:
— Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!
O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto, quanto à função gramatical da palavra “se” em cada uma delas:
I. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.
II. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein.
III. O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos.
Nas sentenças dadas, a palavra “se” ocorre como pronome de realce apenas em:
I.
II.
III.
I e II.
I e III.
E nosso herói viu com alegria o surgimento dos índios. Ele trocou olhares com uma bela índia e os dois se apaixonaram.
Sobre a função do “se” no trecho, analise os itens como VERDADEIRO (V) ou FALSO (F).
( )Indeterminação do sujeito.
( )Partícula apassivadora.
( )Partícula de realce.
( )Conjunção subordinativa integrante.
A sequência CORRETA é:
V, F, F, F.
F, F, V, F.
F, F, F, V.
F, V, F, F.
F, F, F, F.
Analise os períodos indicados a seguir e identifique o erro de classificação da função sintática do “se”.
Reformularam-se os critérios de avaliação. – Conjunção integrante.
Se todos estiveram aptos, serão contratados. Conjunção subordinativa condicional.
Ele se feriu intencionalmente. Pronome reflexivo.
Precisa-se de voluntários para o atendimento social.- Índice de indeterminação do sujeito.
Em "acompanhar o desenvolvimento diverso jovens que se destacaram", o termo destacado.
acompanha um verbo pronominal, não podendo ser omitido.
indica que o sujeito é indeterminado.
indica que a oração está na voz passiva.
sinaliza uma relação sintático-semântica de condição entre as orações.
introduz uma oração que funciona como sujeito do verbo "acompanhar ".
Na frase “compra-se ouro”, “se” exerce a função de:
índice de indeterminação do sujeito.
parte integrante do verbo.
partícula expletiva.
pronome apassivador.
Analise o trecho abaixo. "Sendo este um jornal por excelência, e por excelência dos precisa-se e oferece-se, vou pôr um anúncio em negrito [ ... ]"
Assinale a opção em que os termos destacados acima foram corretamente classificados, de acordo com o contexto, respectivamente.
Conjunção - substantivo.
Substantivo - substantivo.
Verbo - sujeito indeterminado.
Verbo - verbo.
Pronome - adjunto adverbial.
No primeiro período do terceiro parágrafo, a partícula “se”, em ambas as suas ocorrências, indica que é indeterminado o sujeito sintático de cada uma das orações que formam o período.
Certo
Errado
No trecho "A dificuldade que se tem para caçar uma barata foi objeto de pesquisa na Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel.", a palavra em destaque classifica-se como
palavra expletiva.
índice de indeterminação do sujeito.
partícula apassivadora.
pronome reflexivo.
Analise o período abaixo.
Se alguém acredita que o horóscopo do jornal é uma fonte confiável de orientações sobre o dia a dia, estará sendo perfeitamente racional ao obedecer às exortações do astrólogo.
No período, a palavra “Se”, de acordo com as classes gramaticais, é utilizada como
partícula apassivadora.
índice de indeterminação do sujeito.
conjunção integrante, indicadora de causalidade.
conjunção adverbial, indicadora de condicionalidade.
Leia as frases a seguir, atentando para a função das palavras “que”, “se” e “como”, destacadas em negrito:
I. Que vida boa que esse gato leva! É só comer, dormir e vadiar.
II. No arraial de Santo Antônio, venderam-se muitas cartelas de bingo.
III. Os músicos que contratei animarão a festa com músicas da atualidade.
IV. Como algumas pessoas conseguem viver com o salário-mínimo?
Assinale a alternativa que expressa, de modo CORRETO, a função das palavras destacadas em negrito:
I: partícula expletiva; II: pronome apassivador; III: objeto direto; IV: adjunto adverbial de modo.
I: adjunto adverbial de intensidade; II: pronome apassivador; III: sujeito, IV: adjunto adverbial de modo.
I: partícula expletiva; II: índice de indeterminação do sujeito; III: objeto direto; IV: adjunto adverbial de intensidade.
I: adjunto adverbial de intensidade; II: pronome apassivador; III: objeto direto; IV: adjunto adverbial de modo.
I: partícula expletiva; II: pronome apassivador; III: sujeito; IV: adjunto adverbial de intensidade.