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O Texto 1 é classificado, quanto ao gênero textual, como:
ode
conto
sátira
soneto
Dadas as características tipológicas e temáticas do excerto, o texto enquadra-se no gênero
crônica.
resenha.
notícia.
editorial.
É possível identificar na estrutura textual apresentada o emprego de um subtítulo “Diferentes aspectos da tecnologia educacional”, sobre tal recurso pode-se afirmar que:
Indica uma reescrita do título, retomando sua ideia principal.
Tem a função de destacar o início de um segundo texto, independentemente.
Trata-se de uma característica da estrutura relacionada ao gênero textual em análise.
Sua principal função é apresentar o ponto de vista do enunciador de forma clara e objetiva.
O texto acima é uma crônica. Sobre esse tipo de gênero textual, é CORRETO afirmar que:
Esse gênero nasceu para ser publicado em jornais, por esse motivo o texto deve ser escrito, obrigatoriamente, de acordo com a modalidade escrita formal da língua portuguesa.
O gênero crônica tem como tema os assuntos do cotidiano.
O gênero crônica deve utilizar palavras no sentido denotativo e linguagem objetiva, por se tratar de um gênero da esfera jornalística.
O gênero crônica tem como uma de suas características principais a utilização da descrição minuciosa de pessoas e coisas.
O gênero crônica, quanto à sua composição, é mais comumente encontrado na forma de versos e estrofes.
Acerca dos gêneros textuais propostos nos primeiros anos do ensino fundamental, assinale a alternativa correta:
Os gêneros textuais nos anos iniciais são complexos e avançados, envolvendo uma variedade de aspectos linguísticos e multimodais desde o início do ensino.
A complexidade dos gêneros textuais nos anos iniciais é baseada na variedade de tópicos abordados, incluindo textos científicos e literários desde o início do ensino.
Nos anos iniciais, os gêneros textuais abordados são simples, como listas e bilhetes, pois priorizam a atenção à grafia, tornando-se mais complexos à medida que os anos avançam.
Os gêneros textuais nos anos iniciais são limitados apenas a formas tradicionais de escrita, sem espaço para introdução de aspectos linguísticos mais complexos até os anos posteriores.
De acordo com os estudos sobre gênero textual, podemos afirmar que https://portalcorreio.com.br é denominado de
Suporte.
Estilo.
Tema.
Forma composicional.
Contexto.
A partir da leitura do trecho, é verdadeiro afirmar sobre os gêneros textuais:
são conhecidos apenas pelos temas que viabilizam.
o tema de um gênero é meramente seu conteúdo.
possuem certa estabilidade na forma, no tema e no estilo.
não são materializados oralmente.
dependem apenas de escolhas lexicais para serem reconhecidos.
A objetividade presente nos gêneros textuais profissionais tem como propósito:
a compreensão célere
a estética do poder público
a difusão em outros idiomas
o interesse pessoal do leitor
a postagem imediata
Embora a teoria relativa aos gêneros discursivos (que, no presente contexto, será equivalente à expressão “gêneros textuais”) seja desenvolvida por diferentes pesquisadoras/es a partir de pontos de vista e com objetivos diversos, é possível reconhecer similaridades entre alguns desses trabalhos. Nesse sentido, são apresentados, a seguir, trechos da obra de Mikhail Bakhtin, Os gêneros do discurso – texto fundamental para se pensar o papel dos gêneros na construção discursiva –, e trechos de outros autores modernos que se propuseram a pensar também a teoria dos gêneros. Compare-as e assinale a alternativa em que os dois trechos destacados NÃO tratam do mesmo tópico específico dentro da teoria em questão.
“A língua materna – sua composição vocabular e sua estrutura gramatical – não chega ao nosso conhecimento a partir de dicionários e gramáticas, mas de enunciados concretos que nós mesmos ouvimos e nós mesmos reproduzimos na comunicação discursiva viva com as pessoas que nos rodeiam. Assimilamos as formas da língua somente nas formas dos enunciados e justamente com essas formas.” (Bakhtin, 2016, p. 38).
“Isto é interessante porque, desse modo, na ótica escolar, os gêneros se tornam um ponto de referência concreto para os alunos, operando como ‘entidades intermediárias que permitem estabilizar os elementos formais e rituais das práticas’. Torna-se, assim, fácil operar com os gêneros que asseguram um quadro de estratégias para a análise e a produção textual. Os gêneros são tidos, pois, como as unidades concretas nas quais deve dar-se o ensino [...]” (Marcuschi, 2008, p. 213).
“Quanto mais dominamos os gêneros, maior é a desenvoltura com que os empregamos e mais plena e nitidamente descobrimos neles nossa individualidade (onde isso é possível e necessário), refletimos de modo mais flexível e sutil a situação singular da comunicação – em suma, tanto mais plena é a forma com que realizamos o nosso livre projeto de discurso. (...) Desse modo, ao falante não são dadas apenas as formas da língua nacional (a composição vocabular e a estrutura gramatical) obrigatórias para ele, mas também as formas igualmente obrigatórias de enunciado, isto é, os gêneros do discurso: estes são tão indispensáveis para a compreensão mútua quanto as formas da língua. [...] Por isso um enunciado singular, a despeito de toda a sua individualidade e do caráter criativo, jamais pode ser considerado uma combinação absolutamente livre de formas da língua [...]” (Bakhtin, 2016, p. 41- 42).
“Mas é claro que os gêneros têm uma identidade e eles são entidades poderosas que, na produção textual, nos condicionam a escolhas que não podem ser totalmente livres nem aleatórias, seja sob o ponto de vista do léxico, grau de formalidade ou natureza dos temas, como bem lembra Bronckart (2001). Os gêneros limitam nossa ação na escrita. Isto faz com que Amy J. Devit (1997) identifique o gênero como nossa ‘linguagem estândar’, o que por um lado impõe restrições e padronizações, mas por outro lado é um convite a escolhas, estilos, criatividade e variação.” (Marcuschi, 2008, p. 156).
“Nós aprendemos a moldar o nosso discurso em formas de gênero e, quando ouvimos o discurso alheio, já adivinhamos o seu gênero pelas primeiras palavras, adivinhamos certo volume (isto é, uma extensão aproximada do conjunto do discurso), uma determinada construção composicional, prevemos o fim, isto é, desde o início temos a sensação do conjunto do discurso que, em seguida, apenas se diferencia no processo da fala.” (Bakhtin, 2016, p. 39).
“A competência sociocomunicativa dos falantes/ouvintes leva-os à detecção do que é adequado ou inadequado em cada uma das práticas sociais. Essa competência leva ainda à diferenciação de determinados gêneros de textos, como saber se se está perante uma anedota, um poema, um enigma, uma explicação, uma conversa telefônica etc. Há o conhecimento, pelo menos intuitivo, de estratégias de construção e interpretação de um texto. A competência textual de um falante permite-lhe, ainda, averiguar se em um texto predominam sequências de caráter narrativo, descritivo, expositivo e/ou argumentativo.” (Koch, 2003 p. 53)
“Aqui é de especial importância atentar para a diferença essencial entre os gêneros discursivos primários (simples) e secundários (complexos) – não se trata de uma diferença funcional. Os gêneros discursivos secundários (complexos – romances, dramas, pesquisas científicas de toda espécie, os grandes gêneros publicísticos, etc.) surgem nas condições de um convívio cultural mais complexo e relativamente muito desenvolvido e organizado (predominantemente o escrito) – ficcional, científico, sociopolítico, etc. No processo de sua formação eles incorporam e reelaboram diversos gêneros primários (simples), que se formaram nas condições da comunicação discursiva imediata.” (Bakhtin, 2016, p. 15).
“Enquanto os primeiros [gêneros primários] (diálogo, carta, situações de interação face a face) são constituídos em situações de comunicação ligadas a esferas sociais cotidianas de relação humana, os segundos [gêneros secundários] são relacionados a outras esferas, públicas e mais complexas, de interação social, muitas vezes mediadas pela escrita e apresentando uma forma composicional monologizada, absorvendo, pois, e transmutando os gêneros primários.” (Koch, 2002, p. 54).
“A vontade discursiva do falante se realiza antes de tudo na escolha de certo gênero de discurso. Essa escolha é determinada pela especificidade de um dado campo da comunicação discursiva, por considerações semântico-objetais (temáticas), pela situação concreta da comunicação discursiva, pela composição pessoal dos seus participantes, etc. Em seguida, a intenção discursiva do falante, com toda a sua individualidade e subjetividade, é aplicada e adaptada ao gênero escolhido, constitui-se e desenvolve-se em determinada forma de gênero.” (Bakhtin, 2016, p. 37-38)
“A escolha do gênero é, pois, uma decisão estratégica, que envolve uma confrontação entre os valores atribuídos pelo agente produtor aos parâmetros da situação (mundos físico e sociossubjetivo) e os usos atribuídos aos gêneros do intertexto. A escolha do gênero deverá, como foi dito, levar em conta os objetivos visados, o lugar social e os papéis dos participantes. Além disso, o agente deverá adaptar o modelo do gênero a seus valores particulares, adotando um estilo próprio, ou mesmo contribuindo para a constante transformação dos modelos.” (Koch, 2002, p. 55-56).
Gêneros textuais são classificações usadas para determinar os textos de acordo com suas características em relação a um contexto. Eles apresentam uma função social, uma intenção comunicativa e uma estrutura específica. Os gêneros textuais são reconhecidos pelo uso que se faz deles em diversas situações comunicativas. Alguns exemplos de gêneros textuais são: poesia, carta, notícia, crônica, ensaio, entre outros.
https://www.bing.com/search?pglt=43&q=Que+s %C3%A3o+g%C3%AAneros+textuais%)
Com base no enunciado, analise o texto seguinte:
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. (...) − (Clarice Lispector)
Marque a alternativa com o nome do gênero identificado pelos elementos que compõem o texto.
Resenha crítica.
Poema em prosa.
Crônica.
Ensaio.
Artigo.
O texto “Vale por dois”, quanto ao gênero é um(a)
Fábula.
Epopeia.
Romance.
Conto.
Crônica.
O texto de Marina Colasanti pertence ao gênero
conto.
notícia.
crônica.
resenha.
reportagem.
Com relação ao gênero, o texto anterior é classificado como:
artigo de opinião
reportagem
editorial
notícia
A partir das características formais observadas e de seus elementos componentes, assinale a alternativa que apresenta o gênero textual a que pertence o texto acima.
Editorial
Notícia
Artigo de opinião
Reportagem
Do ponto de vista dos gêneros textuais, pode-se afirmar que o Texto 1 é um exemplo de:
história em quadrinhos.
tirinha.
charge.
caricatura.
web quadrinho.
São gêneros em que a temporalidade precisa ficar marcada exteriormente ao momento da enunciação, EXCETO:
Gêneros epistolares
Entrevistas jornalísticas
Diários de bordo
Comunicados
Romances gráficos
Denomina-se suporte textual o local físico ou imaterial que serve de base para a materialização de textos. Considerando essa afirmação, assinale a alternativa cujas expressões não designam, ambas, locais que tipicamente servem como suporte para textos como o texto acima.
Blogs e sites.
Outdoor e periódicos científicos.
Redes sociais e flanelógrafos.
Revistas e jornais.
Após análise das principais características do texto lido, podemos classificá-lo quanto ao gênero em:
notícia.
reportagem.
texto de divulgação científica.
resenha.
artigo de opinião.
Assinale a alternativa correta sobre a definição dos gêneros orais:
As várias formas de enunciado, que se estabelecem interativamente por meio da fala, respeitando-se as posições e as idiossincrasias dos componentes do jogo enunciativo.
São co-construídos num único domínio discursivo existente que constitui o mais próximo representante de um modelo ideal de interação.
Estão intrinsecamente ligados à materialidade fônica, porém não necessariamente relacionados ao contexto social de produção.
São aqueles que têm como suporte a voz humana desde que não tenha uma versão escrita.
São os textos que foram produzidos para serem realizados oralmente (característica particular que tem o som produzido pelo aparelho fonador), com a condição de que possam ser escritos posteriormente.
Leia o texto para responder a questão:
Conto de verão nº 2: "Bandeira branca"
Ele: tirolês. Ela: odalisca. Eram de culturas muito diferentes, não podia dar certo. Mas tinham só quatro anos e se entenderam. [...] ficaram sentados no chão, fazendo um montinho de confete, serpentina e poeira [...].
Encontraram-se de novo no baile infantil do clube, no ano seguinte. Ele com o mesmo tirolês, [...] ela de egípcia. [...] Passaram o tempo todo de mãos dadas. Só no terceiro Carnaval se falaram.
— Como é teu nome?
— Janice. E o teu?
— Píndaro.
[...]
— Que nome!
Ele de legionário romano, ela de índia americana.
Só no sétimo baile (pirata, chinesa) desvendaram o mistério de só se encontrarem no Carnaval [...]. Ela morava no interior, vinha visitar uma tia [...].
[...] quase no fim do baile, na hora do "Bandeira branca", ele veio e a puxou pelo braço, e os dois foram para o meio do salão, abraçados. E, quando se despediram, ela o beijou na face [...].No baile do ano em que fizeram 13 anos, pela primeira vez as fantasias dos dois combinaram. Toureiro e bailarina espanhola. Formavam um casal!
Beijaram-se muito [...]. Até na boca. [...]No ano seguinte, ela não apareceu no baile. Ele ficou o tempo tozo à procura, um havaiano desconsolado.
[...]Mas, no ano seguinte, [...] lá estava ela! Quinze anos. Uma moça. Peitos, tudo. Uma fantasia indefinida.
[...]Estava diferente. [...] Contou que faltara no ano anterior porque a avó morrera, logo no Carnaval.
[...] quando a banda começou a tocar "Bandeira branca" e ele se dirigiu para a saída, tonto e amargurado, sentiu que alguém o pegava pela mão, virou-se e era ela. Era ela, meu Deus, puxando-o para o salão. Ela enlaçando-o com os dois braços para dançarem assim [...]. Ela encostando a cabeça no seu ombro.Encontraram-se de novo 15 anos depois. Aliás, neste Carnaval. Por acaso, num aeroporto. Ela desembarcando [...] para visitar a mãe. Ele embarcando para encontrar os filhos no Rio. [...]
[...] ele pensando: digo ou não digo que aquele foi o momento mais feliz da minha vida, "Bandeira branca", a cabeça dela no meu ombro [...]. E ela pensando: como é mesmo o nome dele? Péricles. Será Péricles? Ele: digo ou não digo [...]. Ela: Petrarco. Pôncio. Ptolomeu...
VERISSIMO, Luis Fernando. In: MORICONI, Ítalo (Org.). Os cem
melhores contos brasileiros do século. Rio de Janeiro:
Objetiva, 2001.
No que se refere a estrutura narrativa do conto, as afirmações sobre o texto estão corretas, EXCETO:
Conflito: Píndaro sente-se bastante atraído por Janice, ela parece não corresponder na mesma medida.
Clímax: quando ela o pegou pela mão, ao som de "Bandeira branca", e os dois dançaram no meio do salão.
Desfecho: o reencontro do casal, depois de quinze anos, num aeroporto. Janice nem sequer lembrava o nome de Píndaro.
Foco narrativo: Narrador personagem: [...]. E ela pensando: como é mesmo o nome dele? Péricles. Será Péricles? Ele: digo ou não digo [...]. Ela: Petrarco. Pôncio. Ptolomeu...