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Em relação à questão anterior, os versos que comprovam esse estado de espírito do eu-lírico:
“E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil”.
“Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho”.
“Que tenho sofrido enxovalhos e calado”.
“Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia”.
Ainda em consideração aos adjetivos por ele empregado, o eu lírico se revela:
Um ser determinado;
Um ser exclusivamente pessimista;
Um ser que apresenta contradições;
Um ser neutro, sem qualidades nem defeitos.
No poema há uma oposição entre:
As atitudes e os princípios do eu lírico de um lado e as possíveis atitudes e os valores das outras pessoas por outro.
A decadência social de certas pessoas em contrapartida ao sucesso profissional de outras.
A burocracia relacionada aos valores sociais e incapacidade de muitos a adaptarem a eles.
As pessoas consideradas perfeitas, devido seus status, e a vulgaridade daqueles de classe inferior.
Em seu sentido global, pode-se AFIRMAR que o tema do poema é:
A ineficiência humana;
A competitividade;
A hipocrisia social;
A capacidade dos poderosos.
Esse texto de Fernando Pessoa constitui-se num .............., organizado em ....................... e ....................... Assim, a alternativa que completa essas lacunas de forma CORRETA é a seguinte:
poema / métrica / dois versos.
poema / duas estrofes / doze versos.
soneto / sextilhos / doze estrofes.
soneto / sextilhos / doze versos.
Levando em consideração os adjetivos empregados pelo eu lírico para caracterizar a si próprio, pode-se deduzir a respeito de como ele se vê:
Como alguém perfeito, cheio de qualidades;
Como alguém imperfeito, repleto de defeitos;
Como alguém otimista e de muita autoestima;
Como alguém indiferente as suas qualidades e defeitos.
As estrofes em que aparecem informações sobre o fazer poético, são:
A quarta e a sexta estrofes excetuando o refrão.
A terceira e a quarta estrofes excetuando o refrão.
A oitava e a décima estrofes incluindo o refrão.
A quinta estrofe e a sexta incluindo o refrão.
“Canto do Piaga” – Gonçalves Dias.
Não sabeis o que o monstro procura?
Não sabeis a que vem, o que quer?
Vem matar vossos bravos guerreiros,
Vem roubar-vos a filha, a mulher!
Fragmento extraído de Norma Goldstein, “Versos, sons, ritmos”. 13ª edição. São Paulo, 2001, pág. 28-29.
Neste fragmento de “Canto do Piaga” todos os versos obedecem ao mesmo esquema rítmico. Neste caso temos versos de:
dez sílabas.
nove sílabas.
oito sílabas.
sete sílabas.
De acordo com o texto, poesia:
É hermética e inumana visto que ela se dá.
É evasão, correção de uma realidade monstruosa e errônea.
É participação.
É um instrumento de fuga da realidade.
A respeito do significado da última estrofe do poema, podemos afirmar que :
Os risonhos sonhos são muitos e ardentes, como as plantas.
Aceita-se a condição da donzela e também viver como seu escravo.
A mente ardente e a inspiração do céu alegram o escravo.
As plantas santas são a inspiração e o abatimento da donzela bela.
O escravo da alma é altivo e busca inspiração do céu .
A respeito do poema acima, pode-se afirmar que:
Há três estrofes.
Possui 14 versos.
Possui apenas versos decassílabos.
Há 12 versos e 2 estrofes.
Há 7 versos brancos e 7 versos sem rima.
O poema de Ferreira Gullar está construído segundo uma estruturação marcada por grande regularidade, para a qual concorrem os seguintes procedimentos:
simetria sintática, divisão binária das estrofes e jogo de antíteses
reiterações abusivas, figuração hermética e dispersão de paradoxos.
perguntas retóricas, versos bimembres e jogo de antíteses.
reiterações abusivas, simetria sintática e figuração hermética
divisão binária das estrofes, dispersão de paradoxos e versos bimembres.
O texto apresenta a distribuição visual de um poema concreto.