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Uma habilidade que a criança cega deve desenvolver para deslocar-se com segurança e boa orientação é
identificar símbolos e saber ler e escrever em Braille.
reconhecer miniaturas de coisas que não se podem tocar, como a lua e as estrelas.
usar o guia vidente e o rastreamento.
identificar pistas sonoras, táteis, olfativas e cinestésicas.
desenvolver o raciocínio lógico-matemático.
O AEE (Atendimento Educacional Especializado) para os alunos surdos dentro da proposta inclusiva deve ser desenvolvido em um ambiente bilíngue (língua de sinais e língua portuguesa) da seguinte forma:
explicar o conteúdo curricular em Libras por um professor preferencialmente surdo.
ensinar a Libras para os alunos surdos, para que os mesmos sejam oralizados.
ensinar a Libras para os alunos ouvintes, para facilitar a comunicação com os intérpretes.
ensinar a língua portuguesa aos alunos surdos usando mímicas e gestos caseiros.
explicar a gramática da Libras simultaneamente com a da língua portuguesa.
Beatriz tem paralisia cerebral devido a incompatibilidade sanguínea e prematuridade. Está atualmente com 4 anos e ingressou na escola há pouco mais de 2 meses. Qual proposta favorece a plasticidade neural?
Propor atividades repetitivas.
Trabalhar com treinamento da coordenação fina.
Desenvolver variadas atividades lúdicas vivenciadas.
Trabalhar individualmente com a criança.
Colocar a criança sentada para observar as outras crianças como modelo.
Juliana é estudante da 5a série do ensino fundamental. Em decorrência de sua lesão cerebral, apresenta movimentos atetoides de membros superiores. Nas atividades de escrita apresenta muita dificuldade para manusear lápis e caneta. Qual recurso é mais indicado para a sua dificuldade motora?
Utilização de aranha-mola.
Engrossador de lápis com espuma.
Adaptação de isopor para lápis.
Prancha com letras com velcro.
Computador com teclado com colméia.
Para romper com o enfoque compensatório no atendimento especializado do aluno com deficiência, é preciso
compreender esse atendimento como equivalente ao reforço escolar, dadas as dificuldades de assimilação do aluno com deficiência mental.
privilegiar nesse atendimento a construção ativa dos saberes escolares, condição para a ultrapassagem das barreiras impostas pela deficiência mental.
condicionar o atendimento educacional especializado aos conhecimentos da área clínica, em especial, a psicologia, a neurologia e a fonoaudiologia.
planejar e realizar esse atendimento com base na lógica do ensino concreto, pois o aluno com deficiência mental não é capaz de agir cognitivamente no plano da abstração e da simbolização.
trabalhar, por meio desse atendimento, as habilidades perceptivo-motoras do aluno, estimulando ações que envolvam memória, atenção e repetição.
A surdez condutiva se caracteriza por:
ocorrer uma alteração na orelha externa ou média;
afetar a cóclea e/ou o nervo auditivo;
acidente automobilístico;
perfurar o tímpano;
criar sujeira dentro do ouvido.