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Paciente masculino, de 55 anos, tabagista e etilista, refere massa cervical de crescimento progressivo há 3 meses, dolorida. Nega disfonia, disfagia ou dispneia.
Traz punção aspirativa por agulha fina com resultado de carcinoma epidermoide.
Ao exame físico: bom estado geral, emagrecido. Oroscopia sem alterações, laringoscopia direta sem alterações. Massa palpável em nível II à direita, endurecida, móvel. Tomografia computadorizada evidencia massa cervical em nível II à direita, de 5 cm, outros linfonodos suspeitos em níveis II e IV à direita, sem acometimento de vasos ou musculatura. Sem evidência de lesões em outros sítios.
Assinale a alternativa correta:
Um paciente de 68 anos de idade, com dor abdominal pós-prandial há três meses, além de perda de 7 kg neste período, realizou endoscopia digestiva alta, que mostrou lesão ulceroinfiltrativa de 3,7 cm em antro. A biópsia realizada mostrou diagnóstico de adenocarcinoma gástrico. O estadiamento pré-operatório mostrou estádio II.
Nessa situação hipotética, a melhor conduta para o paciente será
Paciente, sexo masculino, 38 anos de idade, vitima de acidente automobilístico, dá entrada inconsciente ao hospital. Ao ser examinado, apresenta várias escoriações na face e sinais de fraturas múltiplas de mandíbula, com fragmentos de dentes e sangue na cavidade oral e instabilidade da mandíbula, à palpação. A saturação de oxigênio começa a cair apesar do suporte de O2 oferecido. |
Diante desse quadro, a conduta mais indicada é
intubação nasal, já que o paciente se encontra inconsciente.
traqueostomia de emergência, já que a saturação está caindo.
ventilação com máscara de Venturi a 100%.
aspirar sangue e remover fragmentos de dentes da cavidade oral.
tentar intubação orotraqueal e, em não conseguindo, fazer cricotiroidostomia.
Paciente, 80 anos de idade, em ventilação mecânica há 18 dias, por conta de pneumonia nosocomial, encontra-se internato na UTI. O médico de plantão decide fazer, no fim do seu turno, uma traqueostomia no paciente. |
Dentre as complicações desse procedimento, a que não se espera é
sangramento da veia jugular anterior.
lesão esofágica com fistulização.
estenose subglótica.
combustão traqueal por chama do bisturi elétrico em ambiente rico de oxigênio.
refluxo faríngeo-laríngeo.
Assinale a alternativa correta. Paciente masculino 61 anos, tabagista, apresenta nódulo pré auricular, direito, com dor eventual, aumento de tamanho e paresia do musculo bucinador direito. Em se tratando de neoplasia maligna da parótida, o tipo histológico mais provável é:
Carcinoma mucoepidermoide
Carcinoma adenoide cístico
Tumor misto de parótida
Ex-adenoma pleomórfco
Carcinoma de células mioepiteliais
A vascularização do retalho miocutâneo do grande peitoral é feita pela artéria:
Mamaria interna
Peitora
Cervical transversa
Toraco acromial
Axilar superfcial
Paciente masculino, tabagista e etilista, apresenta disfonia há 2 meses. Realizou laringoscopia direta que evidenciou tumor em seio piriforme direito de 3 cm no maior eixo e paresia de prega vocal direita. Apresenta linfonodo aumentado em nível II direito de 2 cm de diâmetro de consistência endurecida. Tomografa computadorizada de laringe mostra invasão mínima em cartilagem tireoide e necrose central em linfonodo cervical direito em nível II.
A melhor conduta para esse paciente é:
Laringectomia total e faringectomia parcial e esvaziamento cervical radical ou radical modifcado à direita
Laringectomia horizontal e faringectomia parcial e esvaziamento cervical radical ou radical modifcado à direita
Radioterapia exclusiva
Laringectomia total e faringectomia parcial e esvaziamento cervical dos níveis II a IV à direita
Faringectomia parcial e preservação da laringe e esvaziamento cervical radical ou radical modifcado à direita
Paciente portador de carcinoma espinocelular de lábio inferior, infiltrativo, com cerca de 4 cm de extensão, sem linfonodos cervicais palpáveis, o melhor tratamento é:
Radioterapia externa
Ressecção da lesão e reconstrução imediata se possível.
Ressecção da lesão e reconstrução imediata se possível além de esvaziamento cervical unilateral níveis I ,II,III.
Ressecção da lesão e reconstrução imediata se possível além de esvaziamento cervical bilateral níveis I ,II,III.
Paciente portador de carcinoma espinocelular de borda lateral da língua, com 2cm no maior eixo, sem linfonodos cervicais palpáveis, qual a melhor conduta terapêutica:
Ressecar a lesão com margem.
Ressecar a lesão com margem + esvaziamento cervical I ,II e III.
Ressecar a lesão com margem + esvaziamento cervical radical modificado.
ressecar a lesão com margem + esvaziamento cervical I ,II,III e V.
Segundo os critérios da ASCC para tumores de orofaringe é um estádio III a alternativa:
T4N1M0
T3N2M0
T2N0M0
T1N1M0
A inclusão do platisma nas dissecções do pescoço tem como objetivo:
Melhorar a irrigação dos retalhos cutâneos.
Permitir a excisão de linfonodos que acompanham as jugulares externas e anteriores.
Prevenir deiscência da sutura.
Evitar hiperestesia e retração cutânea.
Qual é a lesão do tipo teratoma mais comum na região da cabeça e pescoço:
Cistos dermóides
Ceratoacantoma
Mixoma
Cordoma
A exposição à radiação em altas doses, como aconteceu aos sobreviventes de Hiroshima e Nagasaki em 1945, tem frequente relação com o carcinoma de tireoide do tipo
medular
indiferenciado
papilífero
insular
folicular
Tumoração de fossa nasal apresenta positividade na imuno-histoquímica para citoqueratina AE1/AE3 e LMP-1.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Estesioneuroblastoma
Angiofibroma
Carcinoma sinunasal indiferenciado
Sarcoma naso-sinusal
Melanoma de fossa nasal
A lesão do III par craniano leva a sinais clínicos como:
desvio contralateral da língua
paralisia facial ipsilateral
disfonia por paralisia de corda vocal ipsilateral
miose e estrabismo convergente ipsilateral
midríase e ptose palpebral ipsilateral
Dentre as lesões pré-malignas abaixo, aquela que está associada a maior risco de transformação para carcinoma invasor é a
Eritroplasia
Lichen plano oral
Fibrose submucosa oral
Leucoplasia verrucosa
Leucoplasia homogênea