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Nesse caso descrito, a conduta recomendada como um tratamento com maior chance de cura é a
quimioterapia, apenas
quimioterapia e radioterapia externa
radioterapia externa exclusiva
pelvemandibulectomia com esvaziamento cervical
pelvemandibulectomia com esvaziamento cervical e radioterapia adjuvante
Os acessos cirúrgicos de Lynch e de Caldwell-Luc são usados, respectivamente, para abordar o(a)
seio etmoidal e o seio maxilar
seio esfenoidal e o seio etmoidal
seio esfenoidal e o seio maxilar
seio maxilar e a fossa pterigopalatina
fossa pterigopalatina e o seio esfenoidal
Paciente de 38 anos, renal crônica, há 2 anos em hemodiálise, apresentando dosagens de cálcio sérico de 14 md/dL e PTH de 1830 pg/mL, com doença óssea. A cintilografia com sestamibi mostra intensa captação projetada em topografia de polo superior do lobo direito tireoidiano, e a ultrassonografia sugere um nódulo tireoidiano de 2,0 cm em lobo direito, sem linfonodomegalias. A tomografia computadorizada relata uma massa de 2,3 cm no maior diâmetro, sem plano de clivagem com o lobo tireoidiano.
Nesse caso, a conduta recomendada é
manter bifosfonatos e repetir a cintilografia com sestamibi.
radioterapia externa exclusiva
paratireoidectomia total com reimplante de fragmentos de uma paratireoide.
ressecção do tumor, incluindo o lobo direito tireoidiano, e inspeção das outras paratireoides
tireoidectomia total, com laringectomia total e esvaziamento cervical.
Paciente de 48 anos, submetida à tireoidectomia total por carcinoma papilífero de 2,5 cm com extensão extratireoidiana, e tratamento com 100 mCi de dose de iodo radioativo 131, apresentando pesquisa de corpo inteiro pós-dose com captação cervical de 2% em leito de tireoidectomia. Dosagens séricas, duas semanas após a PCI, mostram TSH de 34 mUI/L e tireoglobulina < 0,2 ng/mL (anticorpo anti-tireoglobulina < 10 UI/mL).
Nesse caso, a conduta indicada, nesse momento, é
exploração cirúrgica de possível remanescente tireoidiano.
reoperação para esvaziamento cervical central.
controle periódico, com dosagem de tireoglobulina e TSH, e ultrassonografia de pescoço
repetir dose terapêutica com 100 mCi de iodo 131.
punção aspirativa guiada por ultrassonografia.
O trígono submandibular é delimitado por:
Ventres anteriores do músculo digástrico bilateralmente e o hióide.
Ventres anterior e posterior do músculo digástrico e mandíbula.
Ventres posterior do músculo digástrico, músculo esternocleidomastoídeo e músculo omo-hióide.
Músculo esterno-hióide, músculo esternocleidomastóideo e o músculo omo-hióide.
Paciente com história de hipertireoidismo fazendo uso de tiamazol (Tapazol®) 20 mg por dia há 4 meses, apresenta queixa de taquicardia e emagrecimento. Ao exame físico apresenta tireoide aumentada de volume, frequência cardíaca de 110 batimentos por minuto e pressão arterial de 130 x 60 mmHg e tremores de extremidades. Exames laboratoriais: TSH 0,01 mU/l; T4l 2,0 ng/dl, T4 total 14 μg/dl beta-HCG urinário positivo.
Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta para a paciente em questão:
Ablação da tireoide com radioiodoterapia
Aumentar a dose de tiamazol
Tireoidectomia total o mais breve possível
Trocar tiamazol por propiltiouracil e ajustar dose
Manter dose de tiamazol e repetir exames em 1 mês
A hipercalcemia é um problema clínico relativamente comum, de causas variadas.
NÃO pode ser considerada causa de hipercalcemia a(o)
neoplasia endócrina múltipla tipo 2B.
ingesta excessiva de vitamina D.
Doença de Paget.
uso de diuréticos tiazídicos.
uso de lítio.
O tratamento mais indicado para a fístula quilosa com débito de 300 mL em 24 horas, decorrente de um esvaziamento cervical radical, é
dieta parenteral total
abordagem cirúrgica com retalho muscular
repouso e dieta rica em triglicerídeos de cadeia média
repouso e dieta pobre em triglicerídeos de cadeia média
repouso e dieta pobre em triglicerídeos de cadeia longa
O lentigo maligno é lesão precursora de
nevus melanocítico
carcinoma basocelular
melanoma maligno
doença de Bowen
sarcoma de pele
No acesso cirúrgico às vias aéreas superiores, verifica-se que a
cricotireoidostomia não deve ser realizada na emergência pré-hospitalar para acesso traqueal no trauma de face.
cricotireoidostomia em crianças tem baixo risco de estenose subglótica
cânula de traqueostomia com balão deve ser evitada em pacientes com risco de aspiração ou hemorragia.
cânula de traqueostomia metálica não deve ser colocada logo após a realização de uma traqueostomia por obstrução tumoral laríngea.
cânula de traqueostomia de silicone deve ser colocada em pacientes em tratamento radioterápico cervical.
Neonato com 10 dias de vida apresenta massa cervical de 2 cm, palpável no músculo esternocleidomastóideo esquerdo, e a cabeça com inclinação ipsilateral e rotação contralateral, sem outras alterações.
Nesse caso, o diagnóstico clínico mais provável e a conduta recomendada são, respectivamente,
trauma do parto e observação
torcicolo congênito e fisioterapia motora cervical
doença linfoproliferativa e biópsia incisional
rabdomiossarcoma e exérese da massa
teratoma maligno e traqueostomia
Na angina de Ludwig, a conduta inicial recomendada é
antibioticoterapia venosa de amplo espectro
observação por ser de etiologia viral
traqueostomia imediatamente ao início do quadro clínico
somente analgesia, de preferência com opioides
aciclovir por 10 dias
O Ministério da Saúde tem publicado protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas primordialmente para as doenças e condições clínicas prioritárias tratadas com medicamentos do chamado “Componente Especializado da Assistência Farmacêutica”.
Os critérios definidos para inclusão dos medicamentos estabelecidos nesse componente por norma ministerial (Art 4º Portaria nº 1.554 de 30 de julho de 2013) são os seguintes:
a elevada frequência e a gravidade da doença.
a necessidade de importação do medicamento e a sua relevância.
a complexidade do tratamento, a garantia da integralidade no âmbito da linha de cuidado e a manutenção do equilíbrio financeiro do SUS.
a raridade da doença e a inclusão de medicamentos no complexo produtivo da saúde.
o custo do tratamento e a existência de protocolos que discriminem seu uso.
Na reabilitação fonatória dos pacientes laringectomizados,
a maioria dos pacientes consegue desenvolver a voz esofageana
a prótese traqueoesofágica de silicone dispensa cuidados e é de fácil utilização.
a laringe eletrônica é um método barato, de fácil aprendizado e com excelente padrão vocal e aceitação social.
a terapia fonatória antes da colocação secundária da prótese traqueoesofágica não altera o resultado da reabilitação
uma das causas de insucesso da prótese traqueoesofágica é a fibrose faríngea pós-radioterapia.
Com relação às cirurgias para o tratamento do câncer das fossas nasais e dos seios paranasais, considere as afirmativas abaixo.
I - A epífora e o pseudo-telecanto são potenciais complicações associadas à maxilarectomia total.
II - O nervo infraorbitário é preservado nas maxilectomias mediais.
III - O acesso cirúrgico denominado Degloving mediofacial pode ser usado, com sucesso, para o tratamento de tumores de infraestrutura.
IV - A reconstrução da cavidade orbitária, após exenteração da órbita, pode ser feita, com sucesso, usando-se o músculo temporal ipsilateral.
Está correto o que se afirma em
I e II, apenas
III e IV, apenas
I, II e III, apenas
II, III e IV, apenas
I, II, III e IV
Qual o tratamento indicado para um Carcinoma pouco diferenciado de seio piriforme estadiado T1N0M0?
Radioterapia exclusiva da Laringe e Hipofaringe
Radioterapia exclusiva da Hipofaringe e das cadeias linfáticas cervicais
Cirurgia para o Tu primário com radioterapia adjuvante
Quimioradioterapia, incluindo, apenas, a Hipofaringe no campo da irradiação
Ressecção cirúrgica do Tu primário, apenas.
Qual estrutura nervosa é responsável pela inervação do músculo cricoaritenóideo posterior?
Nervo laríngeo recorrente
Nervo glossofaríngeo (IX par craniano)
Nervo cricoaritenóideo
Ramo interno do nervo laríngeo superior
Ramo externo do nervo laríngeo superior
São consideradas características associadas a um comportamento biológico mais agressivo, entre os Carcinomas de Células Escamosas cutâneos, EXCETO
tamanho > 2,0 cm
espessura > 1,4 mm
invasão perineura
sítio primário na região auricular ou periauricular
histologia pouco diferenciada ou indiferenciada
Qual dos músculos abaixo não é inervado pelo nervo oculomotor?
Reto superior
Reto medial
Reto lateral
Oblíquo inferior.
Paciente com quadro de etilismo crônico, com febre, odinofagia, disfagia e disfonia. Ao exame constata-se presença de raízes residuais molares bilateralmente e endurecimento cervical até a região clavicular bilateral com dor à palpação e hiperemi. Na tomografia computadorizada de pescoço apresenta edema local, com espessamento da gordura, porém sem sinais de coleção e na tomografia do tórax nota-se ausência de sinais de mediastinite ou derrame pleural. Qual a melhor conduta:
Iniciar antibioticoterapia
Iniciar antibioticoterapia e drenagem submandibular bilateral e submentoniana.
Iniciar antibioticoterapia e drenagem cervical ampla com incisão única e supraclavicular.
nenhuma das anteriores.