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Um diabético tipo 1 de 34 anos deu entrada no pronto-socorro com glicemia 413mg/dl, gasometria arterial com pH 7,01 e cetonuria ++++. Assinale a alternativa que traz fatores predisponentes para cetoacidose diabética (CAD) em adultos com diabete melito tipo 1:
Infarto agudo do miocárdio, gravidez, uso de cocaína e álcool, inibidores de enzima conversora de angiotensina (IECA).
Infecções, acromegalia, infarto agudo do miocárdio, uso de glicorticóides e tiazídicos.
Terapia com glicocorticoides, acidente vascular cerebral, uso de tiazídicos e betabloqueadores, uso de inibidores de bomba de prótons.
Hemorragia gastrointestinal, infecções, uso de betabloqueadores e de agentes psicóticos como risperidona e olanzapina.
Infecções, acromegalia, uso de betabloqueadores e de agentes psicóticos como risperidona e olanzapina.
Com relação ao efeito dos glicocorticoides (GC) no tecido ósseo, podemos afirmar corretamente que
os GC aumentam a sobrevida dos osteoblastos.
os GC exercem uma ação inibitória sobre o RANKL.
os GC exercem uma ação estimulatória sobre a osteoprotegerina.
o principal mecanismo do efeito deletério dos GC no tecido ósseo é a diminuição da formação óssea.
os GC reduzem a apoptose dos osteoblastos.
Com relação à amenorreia de origem central, pode-se afirmar corretamente que pode
ser causada por hiperprolactinemia, cuja causa mais comum é o macroprolactinoma.
ser causada por hiperprolactinemia, que eleva a produção da kisspeptina.
vir acompanhada de anosmia ou hiposmia (Síndrome de Savage).
ser causada por mutações no gene da subunidade beta do FSH, associadas a ausência dos caracteres sexuais secundários e amenorreia primária.
ser causada por anorexia nervosa e cursa com elevação de gonadotrofinas.
Considere as afirmativas sobre os fatores relacionados à obesidade na infância e na adolescência. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Excesso de peso e tabagismo dos pais pré-gestação e reprodução assistida.
(__)Mãe com excesso de peso, tabagismo e diabetes tipo 1 durante a gestação.
(__)Prematuridade, baixo peso ao nascimento, ingestão proteica elevada no primeiro ano de vida.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
F − F − V.
V − F − F.
V − V − F.
F − V − F.
V − V − V.
Analise os itens a seguir sobre os fatores de risco para recaída na doença de Graves:
I.Alta concentração inicial de T4 livre.
II.Raça branca.
III.Alta concentração inicial de T3 livre.
IV.Início da doença antes dos 12 anos.
É correto o que se afirma em:
I, II e IV, apenas.
I e IV, apenas.
II e III, apenas.
III, apenas.
I, II, III e IV.
Acerca da puberdade patológica, é correto afirmar:
A pubarca precoce isolada pode estar relacionada à prematuridade. Quando associada a aumento discreto dos S-DHEA, considera-se adrenarca precoce.
Considera-se puberdade precoce quando os caracteres sexuais secundários surgem antes dos 9 anos de idade em meninas.
Na puberdade precoce periférica, também chamada de gonadotrofina-dependente, ocorre o amadurecimento precoce do eixo HHO.
A puberdade precoce central, também chamada de gonadotrofina-independente, é causada pelo excesso de hormônios sexuais decorrente da secreção ovariana.
As metas de LDL-colesterol e não-HDL colesterol em um homem, de 39 anos, com diabetes, são:
LDL-colesterol menor que 100 mg/dL e de colesterol não-HDL menor que 130 mg/dL.
LDL-colesterol menor que 130 mg/dL e de colesterol não-HDL menor que 160 mg/dL.
LDL-colesterol menor que 70 mg/dL e de colesterol não-HDL menor que 100 mg/dL.
LDL-colesterol menor que 50 mg/dL e de colesterol não-HDL menor que 80 mg/dL.
LDL-colesterol menor que 100 mg/dL e de colesterol não-HDL menor que 160 mg/dL.
Paciente de 25 anos, sexo feminino, apresenta hipertensão arterial, hipocalemia e hiperpigmentação cutânea. Exames laboratoriais revelam hiperaldosteronismo primário. Qual a causa mais comum em mulheres jovens?
Adenoma adrenal.
Carcinoma adrenal.
Feocromocitoma.
Hiperplasia adrenal congênita
Síndrome de Cushing.
Sobre Diabetes Mellitus, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):
(__)No diabetes mellitus tipo 1, há destruição das células beta pancreáticas, levando à deficiência absoluta de insulina, o que resulta em desbloqueio da cetogênese.
(__)O diabetes mellitus tipo 1 (DM tipo 1) é a principal causa de DM, correspondendo a 85%-90% de todos os casos.
(__)Nos pacientes com DM tipo 1A, a presença de autoanticorpos relaciona-se principalmente a genes específicos de HLA, presentes no braço curto do cromossomo 6.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
V − F − F.
V − F − V.
F − F − F.
F − V − V.
Um paciente de 60 anos com diabetes mellitus tipo 2 há 20 anos apresenta retinopatia diabética proliferativa, nefropatia diabética com proteinúria e neuropatia periférica sensitivo-motora. Selecione qual a alternativa que apresenta os principais fatores de risco para o desenvolvimento de complicações microvasculares em pacientes com diabetes mellitus:
Idade avançada, sexo masculino e tabagismo.
Controle glicêmico inadequado, dislipidemia e hipertensão arterial.
História familiar de diabetes, uso de medicamentos antidiabéticos e sedentarismo.
Nível de HbA1c > 7%, presença de autoanticorpos e índice de massa corporal elevado.
Duração da doença, nível de creatinina e microalbuminúria.
Paciente de 48 anos, sem sintomas, apresenta glicemia de jejum de 128 mg/dL detectada durante um check-up de rotina. Ele é sedentário, possui histórico familiar de diabetes (mãe diabética), e tem um IMC de 30,5 kg/m2. Não apresenta queixas como poliúria ou polidipsia. Os exames subsequentes mostram uma hemoglobina glicada de 6,6%. Com base nas diretrizes mais recentes da Sociedade Brasileira de Diabetes, qual é o diagnóstico correto e qual seria o manejo inicial mais apropriado?
Diagnóstico de pré-diabetes; indicar apenas mudança no estilo de vida.
Diagnóstico de pré-diabetes; iniciar metformina de baixa dose para prevenção.
Diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2; iniciar metformina e orientações sobre mudança no estilo de vida.
Diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2; iniciar insulinoterapia basal imediatamente.
Diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1; solicitar exames adicionais para confirmação.
O diabetes mellitus tipo 2 é uma das desordens mais comuns na atenção primária à saúde (APS). As medicações usadas no tratamento possuem mecanismos de ações diferentes, e a escolha depende de valores glicêmicos e de particularidades dos pacientes, como idade, peso, risco e benefícios, presença de complicações, condições socioeconômicas, entre outros. Sobre o tratamento com os antidiabéticos orais, é CORRETO afirmar que:
As glitazonas incrementam a secreção da insulina e reduzem o glucagon com melhora da glicemia e do perfil lipídico, mas devem ser usadas com cautela em idosos com osteopenia.
Os inibidores do SGLT2 promovem glicosúria com baixo risco de hipoglicemia, perda de peso e redução de desfecho cardiovascular e insuficiência cardíaca.
As incretinas agem na secreção da insulina e reduzem a velocidade do esvaziamento gástrico com redução da gordura hepática, mas não devem ser usadas na disfunção renal.
As sulfonilureias aumentam a sensibilidade à insulina com neutralidade em relação ao peso corporal e segurança cardiovascular comprovada.
A metformina é a primeira escolha no tratamento da DM2. Ela promove o aumento da gliconeogênese hepática, diminuindo, assim, os níveis de hiperglicemia.
Analise as seguintes afirmativas sobre diabetes mellitus, distúrbios funcionais endócrinos, dislipidemias e distúrbios hidroeletrolíticos.
I. A cetoacidose diabética é mais comumente associada ao diabetes mellitus tipo 2 devido à resistência insulínica característica desta condição.
II. O hipotireoidismo pode levar a um aumento no colesterol LDL devido à diminuição da expressão do receptor de LDL no fígado.
III. A síndrome de Cushing é caracterizada por hipercortisolismo e pode manifestar-se clinicamente com hiperglicemia, hipertensão e características específicas como a distribuição central da gordura corporal.
IV. A hiponatremia resultante da síndrome da secreção inadequada de hormônio antidiurético (SIADH) deve ser tratada inicialmente com restrição severa de líquidos e administração de solução salina hipertônica.
Estão corretas as afirmativas:
II e III, apenas.
I, II e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
I e IV, apenas.
O diagnóstico de diabete mellitus (DM) deve ser estabelecido pela identificação da hiperglicemia. Em um individuo assintomático, é recomendado utilizar como critério de DM:
Um único resultado de glicemia ao acaso superior a 100 mg/dl.
Glicemia plasmática de jejum ≥ 126 mg/dl em, pelo menos, dois exames.
Hemoglobina glicosilada > 5,7% e < 6,5%.
Independente dos valores glicêmicos, é obrigatório que o paciente tenha sintomas, como poliúria e polidipsia.
Glicemia de duas horas após sobrecarga de 75 g de glicose ≥ 140 mg/dl.
Considerando que o hipotireoidismo é uma síndrome clínica determinada pela síntese ou pela secreção insuficientes dos hormônios tireoidianos tiroxina (T4) e triiodotironina (T3), ou sua ação inadequada sobre os órgãos-alvo, NÃO é uma etiologia primária do hipotireoidismo:
Tumor.
Uso de lítio.
Carência de iodo.
Tireoidite de Hashimoto.
Assinale a opção que apresenta a condição que contraindica a reposição de testosterona em pacientes com hipogonadismo, segundo as atuais diretrizes da Endocrine Society.
câncer de mama ou de próstata
hematócrito > 50%
hiperplasia prostática benigna com sintomas leves do trato urinário inferior
pacientes com PSA > 3 ng/mL, sem avaliação urológica
apneia obstrutiva do sono grave em tratamento
Os hormônios esteroides sexuais são produzidos na:
zona reticular
adenohipófise
medula adrenal
zona fasciculada
zona glomerulosa
Paciente de 40 anos é internado devido à síndrome de secreção inapropriada do ADH. No exame laboratorial, identifica-se sódio plasmático de 120 mEq/L. Qual das seguintes descrições caracteriza essa síndrome?
Hiponatremia hipovolêmica com sódio urinário menor que 20 mEq/L.
Hiponatremia hipervolêmica com sódio urinário maior que 20 mEq/L.
Hiponatremia euvolêmica com sódio urinário menor que 20 mEq/L.
Hiponatremia euvolêmica com sódio urinário maior que 20 mEq/L.
Hipernatremia euvolêmica com sódio urinário menor que 20 mEq/L.
As opções a seguir apresentam condições associadas à diminuição da conversão de T4 em T3, à exceção de uma. Assinale-a.
Restrição calórica
Deficiência de selênio
Uso de inibidor de bomba de prótons
Uso de glicocorticoides
Doenças sistêmicas graves
A obesidade é uma condição crônica multifatorial que engloba diferentes dimensões: biológica, social, cultural, comportamental, de saúde pública e política. Um paciente que possui IMC entre 25,00 e 29,99 é classificado como:
Sobrepeso.
Obesidade grau II.
Eutrófico.
Obesidade grau I.
Obesidade grau III.