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VEF1 é o parâmetro espirométrico principal a ser acompanhado na evolução clínica de pacientes com DPOC.
Paciente masculino de 28 anos dá entrada no Pronto-Atendimento com história de dois episódios de hematêmese pouco volumosa (cerca de 02 copos). Está com mucosas hipocoradas, pulso de 98 bpm, PA = 100 x 60 mmHg em posição sentada. Efetuado o exame endoscópico, o lago mucoso apresenta cerca de 200 ml de sangue vivo. Identifica- se, a 21cm da arcada dentárea superior, espinha de peixe encravada na parede esofágica. Não há outra alteração endoscópica.
A conduta mais adequada é:
trocar o equipamento para endoscópio rígido a fim de retirar o corpo estranho.
retirar o corpo estranho com auxílio de pinça tipo “jacaré” ou alça de polipectomia, trazendo-se o corpo estranho para dentro de “cap”, a fim de evitar lesão para a parede esofágica.
injetar solução decimal de adrenalina ao redor do local da espinha de peixe, antes da retirada endoscópica.
retirada do corpo estranho com endoscópio flexível e antibioticoterapia.
solicitar exame tomográfico do tórax.
Em relação ao tratamento endoscópico do pseudocisto de pâncreas, é correto afirmar que
a presença de circulação colateral entre o pseudocisto e a parede gástrica é contraindicação formal ao tratamento endoscópico.
a drenagem transpapilar está indicada para os pseudocistos de cauda, maiores do que 6 cm.
o diagnóstico de pseudoaneurisma é feito através da avaliação das imagens obtidas pela tomografia helicoidal na fase venosa do exame.
quando da colocação de próteses endoscópicas comunicando o pseudocisto com o estômago, as próteses devem permanecer, no mínimo, por 6 semanas.
a ausência de abaulamento da parede digestiva é contraindicação formal à drenagem endoscópica.
Paciente de 58 anos, portador de hepatite C crônica, genótipo 3, com carga viral de 1.200.000 UI/mL, mas sem outras comorbidades e assintomático, inicia o processo de solicitação das medicações para tratamento de sua doença. O laudo de sua biópsia hepática apresenta:
Biópsia hepática: 20 espaços-porta com fibrose grau 3, atividade inflamatória periportal grau 2, atividade inflamatória parenquimatosa grau 1, esteatose grau 2 e siderose grau 0 (classificação da Sociedade Brasileira de Hepatologia).
De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite Viral C e Coinfecções, publicado pelo Ministério da Saúde em 2011, assinale a alternativa que indica o tratamento recomendado para esse paciente?
Interferon convencional alfa 2a ou alfa 2b associado à ribavirina.
Interferon peguilado alfa 2a ou alfa 2b associado a boceprevir.
Ribavirina, telaprevir e interferon convencional alfa 2a ou alfa 2b.
Interferon peguilado alfa 2a ou alfa 2b em monoterapia.
Interferon peguilado alfa 2a ou alfa 2b associado à ribavirina.
Paciente de 88 anos, institucionalizada, realizou tratamento para broncopneumonia há 2 semanas com ceftriaxona associada à azitromicina. Há 4 dias evoluiu com diarreia aquosa, com muco, tenesmo e febre baixa. Realizou-se investigação que acusou colite pseudomembranosa (diarreia causada por Clostridium difficile).
Qual das alternativas abaixo possui os antibióticos recomendados para o tratamento dessa enfermidade?
Imipenem ou ertapenem.
Sulfametoxazol-trimetropim ou ampicilina.
Clindamicina ou ciprofloxacino.
Gentamicina ou levofloxacino.
Metronidazol ou vancomicina.
Segundo Resolução do Conselho Federal de Medicina, para realização de sedação em endoscopia,
são necessários dois médicos para se realizar sedação com propofol.
é necessário anestesiologista para se realizar sedação com propofol.
é necessário um técnico de anestesiologia com certificação em suporte básico de vida para se realizar sedação com propofol.
são necessários dois médicos para se realizar sedação profunda.
as condutas devem ser tomadas segundo as orientações dos fabricantes dos medicamentos.
Paciente feminina, de 53 anos, apresenta desconforto abdominal pós-prandial, sem outros antecedentes. Ao exame tomográfico, identifica-se, como único achado, volumosa lesão cística, de 8x7cm, localizada na cauda pancreática, de conteúdo homogêneo, sem septos visíveis.
Em relação ao tratamento endoscópico dessa lesão, pode-se afirmar que
está contraindicado, pois se trata de cistoadenoma mucinoso do pâncreas.
está contraindicado, pois se trata de cistoadenoma seroso do pâncreas.
está indicado, desde que a distância entre o cisto e o estômago seja inferior a 10 mm.
está indicado, desde que guiado por ultrassonografia endoscópica.
está contraindicado, devendo-se indicar a derivação cistogástrica por via cirúrgica.
Qual é o fator preditivo para ressangramento após tratamento endoscópico de variz esofágica?
Idade > 50 anos.
Gradiente de pressão hepatoportal > 20 mmHg.
O achado endoscópico do sinal de Monte Santa Helena sobre o cordão varicoso.
O achado endoscópico de gastropatia congestiva padrão mosaico.
O calibre da veia porta maior do que 10 mm.
Em relação à gastroparesia diabética, é correto afirmar que
o tratamento endoscópico com injeção de toxina botulínica tipo A no corpo gástrico tem apresentado resultados promissores.
o tratamento padrão é a dilatação hidrostática do piloro com balão de 30 mm.
a piloromiotomia endoscópica está indicada nos casos de apresentação mais grave.
a implantação endoscópica de eletrodos gástricos para estimulação elétrica é alternativa promissora para os casos mais graves.
a hiperglicemia não tem influência na apresentação clínica da gastroparesia diabética.
Em relação ao câncer precoce esofágico espinocelular, é correto afirmar:
a lesão precoce é aquela que pode invadir até a submucosa, independentemente de envolvimento linfonodal.
a lesão superficial é aquela restrita à mucosa, sem linfonodos envolvidos.
o critério mais apropriado para indicação da ressecção endoscópica são as lesões m1 e m 2.
a imagem de banda estreita (“narrow banding image” – NBI) parece ter sensibilidade e especificidade inferiores à cromoscopia com Lugol para identificação de lesões superficiais.
a lesão superficial geralmente leva a sintomas, tais como pirose e desconforto torácico.