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Primigesta com idade gestacional de 34 semanas, procura o pronto atendimento com queixa de cefaleia, pontos luminosos e dor na região do estômago há duas horas. Ao exame físico: edema de mãos e face, pressão arterial: 160 x 110 mmHg, altura uterina: 31 cm, batimento cardíaco fetal: 140 bpm, dinâmica uterina: ausente. A hipótese diagnóstica é:
Hipertensão arterial crônica.
Crise de ansiedade.
Iminência de eclâmpsia.
Eclâmpsia.
Pré-eclâmpsia leve.
Gestante com diagnóstico de gravidez ectópica deseja conduta expectante. Esta conduta está indicada quando a gravidez ectópica íntegra é de até
4 cm, com desejo de procriação, beta hCG sérica menor que 5.000 UI e decrescente em duas dosagens consecutivas.
5 cm, com desejo de procriação, beta hCG sérica menor que 5.000 UI e decrescente em duas dosagens consecutivas.
4 cm, com desejo de procriação, beta hCG sérica menor que 5.000 UI e crescente em duas dosagens consecutivas.
5 cm, com desejo de procriação, beta hCG sérica menor que 5.000 UI e crescente em duas dosagens consecutivas.
4 cm, sem desejo de procriação, beta hCG sérica menor que 5.000 UI e decrescente em duas dosagens consecutivas.
Parturiente 40 semanas, diabética gestacional sem uso de medicação, iniciou o período expulsivo há 45 minutos em occipício posterior. Evolui com saída da cabeça fetal e dificuldade de desprendimento dos ombros. Qual a primeira conduta a ser realizada?
Manobra de McRoberts.
Fórceps de alívio imediato (Kielland).
Sondagem vesical e Episiotomia ampla.
Manobra de Woods (rolar o ombro posterior).
Avisar paciente e chamar ajuda.
Paciente de 32 anos de idade, G2P1n, parto vaginal há 50 minutos, apresenta sangramento uterino progressivo. Refere dor leve, mas está bastante ansiosa. Ao exame: pressão arterial de 100x60 mmHg, frequência cardíaca de 108 bpm. Apresenta útero contraído, mas exteriorização de sangue em quantidade crescente. Ao exame clínico inicial, apresenta lasceração de primeiro grau periuretral bilateral sem sangramento ativo, entretanto, paciente com algum incomodo em sua realização. A placenta não foi expulsa até o momento. Qual a conduta imediata mais adequada?
Administração de ocitocina em infusão contínua para estimular a expulsão placentária.
Massagem uterina vigorosa para aumentar o tônus miometrial e considerar carbetocina.
Revisão de canal vaginal e extração manual da placenta sob anestesia.
Aguardar até uma hora pós parto, pois a retenção ainda está dentro do tempo aceitável.
Curetagem uterina instrumental imediata antes de outras medidas.
Tercigesta, com antecedente pessoal de duas cesarianas, 33 semanas e quatro dias de idade gestacional, apresenta sangramento vaginal de coloração vermelho vivo, de maneira súbita e indolor. Ao exame físico apresenta-se estável hemodinamicamente, PA 140x90 mmHg, abdome gravídico, dinâmica uterina ausente, BCF: 140 bpm, tônus uterino normal. Ao exame especular: sangramento em moderada quantidade coletado, sem sangramento ativo no momento. O médico assistente optou pela realização de exame de toque que demonstrava: colo fechado, amolecido sem sangramento ativo no momento. O ultrassom está apresentado a seguir:

Em relação ao caso descrito, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta neste momento.
Amniotomia para aliviar sangramento e cesárea na sequência.
Cesariana imediata independente da idade gestacional.
Internação, realização de vitalidade fetal e cesariana com 37 semanas.
Amniotomia, avaliação de vitalidade fetal e indução com misoprostol.
Permitir tentativa de parto vaginal somente em hospital terciário para monitoramento contínuo.
No tratamento da hemorragia pós-parto, o início da ação farmacológica do misoprostol por via retal é após
20 minutos.
10 minutos.
5 minutos.
3 minutos.
1 minuto.
A manobra de Jacobs no terceiro período do trabalho de parto tem como objetivo o desprendimento
completo dos cotilédones da placenta.
completo das membranas amnióticas.
do polo cefálico.
dos ombros fetais.
do ovoide córmico.
Gestante com idade gestacional de 33 semanas e 5 dias com diagnóstico rotura prematura de membranas ovulares sem sinais de infecção, nesse caso o uso de corticoide para a maturação pulmonar fetal:
não é indicado a utilização do corticoide, devido à idade gestacional acima de 32 semanas.
é utilizado betametasona, intramuscular, 12 mg em dose única.
é utilizado duas doses de betametasona, intramuscular, 12 mg com intervalo 12 horas entre as doses.
é utilizado duas doses de betametasona, intramuscular, 12 mg com intervalo de 24 horas entre as doses.
é utilizado betametasona, intravenoso, 12 mg em dose única.
Gestante de 39 semanas de idade gestacional em trabalho de parto apresenta dilatação total com apresentação cefálica no plano zero de De Lee, nessa situação a avaliação de vitalidade fetal é preconizada:
Ausculta dos batimentos cardíacos fetais a cada 30 minutos ou cardiotocografia intermitente.
Ausculta dos batimentos cardíacos fetais a cada 5 minutos ou cardiotocografia contínua.
Ausculta dos batimentos cardíacos fetais a cada 20 minutos ou cardiotocografia intermitente.
Ausculta dos batimentos cardíacos fetais a cada 20 minutos ou cardiotocografia contínua.
Não há a necessidade de controle de vitalidade fetal.
Dentre as alternativas, assinalar aquela que NÃO se apresenta como um fator de risco para o desenvolvimento de gestações ectópicas.
Pouca idade (<16 anos).
Cirurgia tubária prévia.
Doença inflamatória pélvica (DIP).
Gestação ectópica prévia.
Gestante, na segunda consulta de pré-natal, traz resultado de ultrassom morfológico do 1o trimestre: feto único; BCF: 156; LA: volume normal; translucência nucal: 2,3 mm; presença de osso nasal; ausência de regurgitação em valva tricúspide; ducto venoso com onda negativa. Cordão umbilical com duas artérias e uma veia. IG 12 sem e 3 dias.
Dos marcadores ultrassonográficos de risco para aneuploidias, encontra-se alterado o seguinte:
medida da translucência nucal.
ducto venoso com onda A negativa.
ausência de regurgitação em valva tricúspide.
presença de osso nasal.
cordão umbilical com duas artérias e uma veia.
Durante o acompanhamento de um trabalho de parto em evolução, uma gestante de termo solicita alívio da dor, e a equipe obstétrica revisa as opções farmacológicas e não farmacológicas disponíveis de acordo com suas condições clínicas, parâmetros hemodinâmicos e estágio do trabalho de parto. São analisadas técnicas anestésicas, efeitos potenciais, contraindicações relativas e ajustes necessários conforme protocolos obstétricos usuais. Considerando esses aspectos técnicos aplicáveis ao manejo da dor no parto, assinale a alternativa correta.
A analgesia peridural obrigatoriamente causa bloqueio motor intenso, impedindo a deambulação mesmo nas concentrações mais baixas de anestésicos.
A técnica combinada raqui-peridural pode oferecer início rápido de analgesia com possibilidade de manutenção prolongada e titulação do bloqueio ao longo do trabalho de parto.
A administração de opioides sistêmicos durante o trabalho de parto não apresenta risco de depressão respiratória neonatal, mesmo quando administrados próximo ao período expulsivo.
A anestesia raquidiana não deve ser utilizada para cesarianas eletivas, sendo recomendada apenas em situações emergenciais devido ao risco de queda acentuada da pressão arterial.
A administração de óxido nitroso durante o trabalho de parto é contraindicada em qualquer situação em que a gestante esteja em decúbito lateral esquerdo.
O desenvolvimento morfológico e funcional do feto envolve uma sucessão coordenada de processos que incluem a maturação dos sistemas orgânicos, a transição progressiva de funções hematopoiéticas entre diferentes órgãos, a aquisição de imunidade passiva materna e o aprimoramento da capacidade pulmonar para a vida extrauterina. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) A nefrulogênese humana está concluída por volta de 28 semanas de gestação; portanto, nascidos prematuros após essa idade já têm o número definitivo de néfrons.
(__) O aumento agudo da concentração de lecitin (fosfatidilcolina) no líquido amniótico, refletido por uma razão lecitin:sfingomielina (L/S) ≥ 2, costuma ocorrer por volta de 34−36 semanas e é usado clinicamente como marcador de maturidade pulmonar fetal.
(__) A hematopoiese fetal migra do fígado para a medula óssea já por volta de 16 semanas de gestação e, a partir dessa época, o fígado deixa de contribuir de forma relevante para a eritropoiese fetal.
(__) A transferência transplacentária de IgG materna começa no 1º trimestre, aumenta progressivamente ao longo da gestação e é intensa no 3º trimestre, de modo que a maioria das imunidades passivas maternas é adquirida pelo feto nas últimas semanas antes do termo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, V, V, F.
V, F, V, F.
V, F, F, V.
F, V, F, V.
F, F, V, F.
O manejo da hemorragia aguda puerperal, por meio de uterotônicos, pode ser feito com o uso de ocitocina administrada através da via:
oral
retal
endovenosa
intramuscular
A hemorragia puerperal é uma das condições ameaçadoras que podem evoluir para uma urgência obstétrica. O diagnóstico da causa da hemorragia é essencial para determinação do tratamento, sendo a principal causa ligada a alterações do(a):
tônus
tecido
trajeto
trombina
A classificação da doença hemolítica perinatal depende da avaliação de alguns fatores relacionados ao laboratório e a complicações do feto. Nesse sentido, ela é considerada moderada se houver:
hidropisia
anemia fetal de 12 a 13 g/dL
hemoglobina pós-fetal maior que 7 a 8 g/dL
bilirrubina indireta neonatal menor que 16 mg/dL
O tratamento da hiperprolactinemia depende da causa, podendo a paciente apresentar sintomas decorrentes da ação da prolactina, como:
cefaleia
infertilidade
galactorreia
dismenorreia
Defina a situação fetal no exame obstétrico:
A relação entre o maior eixo uterino e o maior eixo fetal.
A região fetal que ocupa a área do estreito superior da bacia.
O lado do dorso fetal em relação ao lado direito ou esquerdo materno.
A relação das diversas partes fetais entre si no termo da gestação.
O grau de penetração do polo fetal na bacia materna.
Náuseas e vômitos são queixas comuns na gestação, principalmente nas primeiras 20 semanas. Caso seja priorizada a prescrição de um antiemético com ação antagonista da dopamina, a medicação prescrita será o(a):
dimenidrato
prometazina
ondansetrona
metoclopramida
Com o objetivo de avaliar o risco individual de alterações cromossômicas, a medida da transluscência nucal (TN) deve seguir um padrão, que inclui:
a medição do comprimento cabeça-nádega entre 45 e 54 mm
a redução do ganho e uso da harmônica para maior nitidez das linhas
o posicionamento para medicação em corte sagital do feto em posição neutra
a realização de várias medidas da TN durante o exame e utilização da menor delas