Questões de Concurso sobre Pediatria - Página 14 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Pediatria

 
 
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Uma criança de 4 meses, não vacinada adequadamente, apresenta tosse paroxística intensa há 2 semanas, com episódios de cianose e vômitos pós-tosse, seguidos de um guincho inspiratório característico, sem febre alta ou sinais de infecção focal, mas com histórico de contato com familiar com tosse prolongada. O exame revela linfocitose no hemograma e ausência de infiltrados pulmonares na radiografia.


Qual o diagnóstico para esse quadro clássico de doença respiratória na infância?


A

Bronquiolite, causada principalmente pelo vírus sincicial respiratório (VSR).


B

Coqueluche (pertussis), causada pela Bordetella pertussis.


C

Crupe (laringotraqueobronquite), causado pelo vírus parainfluenza.


D

Pneumonia bacteriana, causada por Streptococcus pneumoniae ou Haemophilus influenzae.


E

Asma infantil, desencadeada por alérgenos ou infecções virais.

Uma criança de 9 anos, com história de algumas cirurgias por mielomeningocele, apresentou urticária e dispneia durante procedimento odontológico. Sabe-se que foram utilizados luvas e materiais de borracha durante o atendimento. Diante do caso relatado e considerando o diagnóstico de alergia ao látex, assinale a alternativa correta.


A

A reação de alergia ao látex apresentada foi do tipo IV de Gell & Coombs, mediada por linfócitos T.


B

Pacientes com história de espinha bífida e cirurgias apresentam maior risco para desenvolver sensibilização ao látex.


C

O diagnóstico desse caso pode ser confirmado por teste cutâneo de contato (patch test).


D

Existe reação cruzada frequente entre o látex e alguns alimentos como banana, kiwi e abacate, devendo ser evitados esses alimentos.


E

O manejo consiste em evitar o contato direto com luvas de látex, não sendo necessária precaução com materiais hospitalares.

Durante uma roda de conversa organizada na UBS, o tema principal foi a obesidade infantil. Uma mãe relatou dificuldades em convencer o filho de 10 anos a manter uma alimentação equilibrada fora de casa.


Segundo as diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria (2025), assinale a alternativa que apresenta o enfoque mais adequado na educação em saúde para esse caso.


A

Envolver a família e a escola nas estratégias educativas, com foco em mudanças no ambiente alimentar do dia a dia da criança.


B

Explicar à mãe que a mudança alimentar depende exclusivamente do esforço e controle familiar.


C

Aumentar a quantidade de alimentos mais saudáveis em casa sem modificar o contexto das refeições escolares.


D

Fornecer uma dieta restritiva que proíba o consumo de alimentos ultraprocessados, ainda que de forma esporádica.


E

Encaminhar a criança ao nutricionista para seguir planejamento alimentar específico, sem necessidade de abordagem familiar.

Lactente, com 2 anos, sexo masculino, previamente hígido, é trazido ao pronto-socorro com história de episódios recorrentes de sangramento retal indolor nas últimas 48 horas. Os pais relatam que as fezes são ora vermelho-vivo, em grande volume, ora melena. O paciente está pálido e letárgico, mas sem queixas de dor abdominal significativa, febre ou vômitos. Ao exame físico, apresenta-se com perfusão periférica normal, taquicardia leve (FC 120 bpm), palidez cutâneo-mucosa acentuada e abdome flácido, indolor à palpação, sem massas. O toque retal revela fezes escurecidas e coágulos frescos. Hemograma de urgência mostra hemoglobina de 6,5 g/dL.


Com base no caso apresentado, quais são o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada?


A

Angiodisplasia intestinal; realizar colonoscopia total para localizar a lesão e, se possível, efetuar hemostasia endoscópica.


B

Esofagite erosiva grave; iniciar inibidor de bomba de prótons intravenoso e considerar endoscopia digestiva alta de urgência.


C

Invaginação intestinal; realizar enema hidrostático sob fluoroscopia após estabilização hemodinâmica com concentrado de hemácias.


D

Colite infecciosa por E. coli enteroinvasora; iniciar antibioticoterapia com ceftriaxona e hidratação intravenosa vigorosa.


E

Divertículo de Meckel hemorrágico; iniciar estabilização hemodinâmica com transfusão e solicitar cintilografia com tecnécio-99 m para localização pré-cirúrgica, programando ressecção.

Uma puérpera primípara de 18 anos, residente em uma comunidade rural de difícil acesso e com ensino fundamental incompleto, deu à luz um recém-nascido (RN) pré-termo tardio (36 semanas de idade gestacional), com peso de 2.200g, por parto vaginal, em uma maternidade de alto risco. O RN permaneceu internado por 7 dias devido à dificuldade de ganho ponderal e icterícia, recebendo alta hospitalar em bom estado geral, exclusivamente em aleitamento materno. Durante a “alta qualificada” realizada pela equipe multiprofissional da maternidade, a mãe foi orientada a procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de sua referência para o primeiro acompanhamento do bebê. No entanto, a puérpera expressou à equipe médica da maternidade sua apreensão quanto à dificuldade de acesso à UBS, citando a distância significativa e a ausência de transporte público regular na região em que reside, além da falta de rede de apoio familiar próxima para auxiliá-la. O pediatra da UBS de referência, ao ser informado do caso pela maternidade, precisa agir em conformidade com as diretrizes da PNAISC.


Considerando a situação descrita e os princípios e eixos estratégicos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), qual é a conduta mais adequada a ser adotada pelo pediatra da UBS, em conformidade com a Portaria MS/GM no 1.130/2015?


A

Orientar a mãe a buscar o Conselho Tutelar ou a assistência social para resolver o problema de transporte, pois a PNAISC não prevê ações diretas da UBS para solucionar barreiras sociais e logísticas de acesso, sendo essa uma responsabilidade da rede de proteção social.


B

Solicitar à maternidade que rediscuta o processo realizado de alta hospitalar e forneça transporte exclusivo para a puérpera e o RN até a UBS, uma vez que a vinculação precoce à atenção básica é de responsabilidade exclusiva do serviço hospitalar, que falhou em garantir o acesso inicial.


C

Registrar a ausência da puérpera no sistema de agendamento e aguardar que ela procure a UBS quando conseguir superar as barreiras de acesso, pois a prioridade do pediatra deve ser dada aos casos que chegam espontaneamente à unidade para acompanhamento.


D

Ativar a rede de atenção à saúde para garantir o acolhimento da dupla mãe-bebê, planejando uma busca ativa ou visita domiciliar precoce, considerando a vulnerabilidade social e a articulação entre atenção especializada e básica.


E

Priorizar a convocação da família para as próximas campanhas de vacinação, visto que a PNAISC foca primariamente na prevenção de doenças imunopreveníveis nos primeiros anos de vida, e essa seria a forma mais eficaz de contato com a criança vulnerável.

Adolescente, 12 anos, sexo feminino, é trazida por sua mãe que acha que sua filha está muito pálida, principalmente com o início das menstruações. Apresenta um hemograma com os seguintes resultados: eritrócitos: 4.500.000/mm³; hemoglobina: 9,3g/dL; hematócrito: 31%; VCM: 71 fl; HCM: 22 pg; RDW: 16%. Leucometria com 6.100/mm³ (0% basófilos, 4% eosinófilos, 1% bastões, 59% segmentados; 29% linfócitos típicos; 6% monócitos) e plaquetometria de 160.000/mm³.


A melhor conduta para se confirmar a principal hipótese diagnóstica é:


A

solicitar eletroforese de hemoglobina.


B

pesquisa de parasitas intestinais.


C

dosagem sérica de ferritina.


D

solicitar sorologia para parvovírus B19.


E

solicitar mielograma.

Mãe, durante a consulta de puericultura aos 6 meses de idade, solicita orientações sobre a alimentação complementar de seu filho que ainda permanece em regime de amamentação exclusiva.


Assinale a alternativa que contém a orientação correta.


A

O mel é uma melhor opção para adoçar, para se evitar o açúcar refinado.


B

A carne do cozimento deverá ser retirada antes de se oferecer as papas iniciais à criança.


C

Sucos de frutas espremidas devem ser desestimulados, preferindo-se as frutas in natura.


D

Não se deve utilizar azeites no preparo das refeições do bebê.


E

O leite materno deverá ser complementado com uma fórmula de seguimento a partir da introdução dos novos alimentos.

Escolar de 4 anos de idade é levado ao consultório pediátrico pela mãe, que relata prurido intenso há, aproximadamente, 3 semanas. A coceira é predominantemente noturna, frequentemente interrompendo o sono, e parece piorar após o banho quente. A mãe menciona que o irmão mais velho, de 7 anos, também começou a se queixar de coceira semelhante, especialmente nas mãos, nos últimos dias. Ao exame físico, observam-se múltiplas pápulas eritematosas e escoriações lineares, com algumas pequenas vesículas e crostas finas, localizadas principalmente nas regiões interdigitais das mãos, punhos, axilas, cotovelos, umbigo e virilhas. Não há febre ou outras queixas sistêmicas.


Qual é o diagnóstico mais provável nesse caso?


A

Escabiose.


B

Urticária papulosa (picadas de inseto).


C

Miliária rubra.


D

Dermatite atópica.


E

Impetigo contagioso.

Segundo o Tratado de Pediatria: SBP – 5ed., em relação ao eritema infeccioso, marque a alternativa CORRETA.


A

O exantema se inicia na face flexora dos membros, acometendo posteriormente a face, dando à criança o aspecto de “cara esbofeteada”.


B

Febre alta e mal-estar geralmente precedem o início do quadro.


C

A transmissão é maior durante o período exantemático, estando indicado o isolamento.


D

O Parvovírus B19 é o único agente etiológico.

Com relação à queixa de cefaleia na infância e na adolescência, segundo o livro Pediatria Ambulatorial – 6ed., analise as assertivas abaixo e, ao final, responda o que se pede:


I - A enxaqueca (migrânea) apresenta-se na maioria das vezes como cefaleia de duração de 2 a 72 horas, moderada a intensa, e geralmente se associa a náuseas e / ou fotofobia e fonofobia.

II - A cefaleia tensional apresenta-se tipicamente como cefaleia bilateral, pulsátil de fraca a moderada intensidade e geralmente não é agravada por atividade física de rotina.

III - A cefaleia é a queixa neurológica mais comum na população pediátrica, além de ser causa frequente de visita ao pronto atendimento.

IV - Cefaleia intensa de início recente ou com alteração de padrão de dor em crianças podem ser classificadas como cefaleias primárias e a necessidade de exames de imagem não precisa ser considerada nesse grupo de pacientes.


Marque a alternativa CORRETA.


A

Apenas as assertivas I e III são verdadeiras.


B

Apenas as assertivas I, II e III são verdadeiras.


C

Apenas as assertivas II e IV são verdadeiras.


D

Todas as assertivas são verdadeiras.

Segundo o Pronto Socorro do ICr -HCFMUSP – 4ed., são sinais de alerta para a Síndrome de Munchausen por procuração, EXCETO:


A

Doença piora ao se cogitar alta hospitalar.


B

Mães extremamente atenciosas, sem conhecimento técnico da área da saúde, mas, quando confrontadas mostram-se agressivas e arrogantes.


C

História familiar de doenças graves em outros membros da família, inclusive com mortes súbitas e inexplicáveis.


D

Entusiasmo materno com novos exames diagnósticos.

Um recém-nascido de 38 semanas, de gestação sem intercorrências, submetido à cesárea eletiva sem trabalho de parto prévio, bolsa rota no ato, com líquido amniótico claro, Apgar 7 e 9 no primeiro 1º e 5º minutos de vida, respectivamente, apresenta nos primeiros minutos de vida desconforto respiratório com frequência respiratória de 68 mpm, retrações intercostais e batimento de asa nasal. Necessita de FiO2 de 40% para manter uma saturação arterial de O2 de 95%. Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual achado radiográfico pulmonar é mais característico?


A

Infiltrado grosseiro e heterogêneo e áreas de atelectasia contrastando com hiperinsuflação.


B

Padrão reticulogranular difuso, broncograma aéreo e hipoinsuflação.


C

Aumento da silhueta cardíaca e trama vascular pulmonar com vasos pulmonares visíveis até a periferia e edema pulmonar.


D

Infiltrado pulmonar focal, consolidações alveolares, broncograma aéreo e hipoinsuflação pulmonar.


E

Aumento da trama vascular perihilar, hiperinsuflação pulmonar e cisurite.

O instrumento de triagem de indicadores do Transtorno do Espectro Autista (TEA), chamado Modified Checklist for Autism in Toddlers (M-CHAT-R/F), deve ser aplicado em todas as consultas de puericultura em crianças com idade entre 16 e 30 meses. Em relação às características do transtorno, assinale a alternativa INCORRETA.


A

Fatores genéticos e ambientais estão presentes na etiologia. Entre os fatores ambientais, destacam-se a idade avançada dos genitores no momento da concepção, a hipertensão materna e o sobrepeso na gestação e o uso de ácido valproico.


B

Alguns sinais de alerta para diagnóstico no primeiro ano de vida incluem atraso no desenvolvimento motor, baixo contato visual e pouca resposta ao chamado pelo nome.


C

Rituais de saudação, necessidade de fazer o mesmo caminho ou ingerir os mesmos alimentos diariamente, englobam uns dos critérios diagnósticos do transtorno.


D

Entre 20% e 30% das crianças apresentam perímetro cefálico maior que o percentil 97 (macrocefalia).


E

Apresenta maior prevalência no sexo feminino (4,2:1), pela exposição ao estrógeno, e a taxa de concordância do TEA é significativamente maior em gêmeos fraternos.

A artrogripose designa um grupo variado de distúrbios que afetam crianças através de contraturas congênitas com deformidade e rigidez articular. Com base na classifi cação de Hall e colaboradores, a artrogripose é considerada do tipo III quando há acometimento:


A

generalizado de partes moles


B

de vísceras, com alteração do sistema nervoso central


C

de vísceras, sem alteração no sistema nervoso central


D

dos membros, com disfunção do sistema nervoso central


E

dos membros, sem disfunção do sistema nervoso central

Criança de 2 anos de idade, com história de febre diária, pico máximo de 39°C, há 7 dias. Ao exame físico, presença de eritema de lábios com fissuras, hiperemia conjuntival bilateral não purulenta, edema no dorso das mãos e dos pés, língua em framboesa e irritabilidade. O restante do exame físico não revela outras anormalidades.


Com relação ao caso clínico descrito acima, marque a alternativa CORRETA.


A

Na fase aguda da doença, o Ácido Acetilsalicílico deve ser iniciado em dose baixa, com ação antiagregante plaquetária, entre 3 e 5 mg/kg/dia.


B

O tratamento inicial de escolha é a corticoterapia venosa, devendo ser realizado em todos os pacientes.


C

A principal complicação é neurológica.


D

Não preenche os critérios para Doença de Kawasaki completa.

Menino de 5 anos, previamente hígido, apresenta exantema vesicular polimórfico pruriginoso e febre baixa. Foi vacinado com 1 dose de varicela aos 15 meses. Encontra-se bem, sem sinais de gravidade. Qual é a melhor conduta?


A

Aciclovir venoso e internação.


B

Aciclovir oral obrigatório em toda criança hígida.


C

Tratamento sintomático e afastamento da escola até que todas as lesões estejam em crosta; se não houver crostas, até 24 horas sem novas lesões.


D

Imunoglobulina específica anti-varicela.


E

Antibiótico profilático.

Lactente de 14 meses apresenta palidez, irritabilidade e atraso no ganho ponderal. História de consumo excessivo de leite de vaca e baixa ingestão de alimentos ricos em ferro. Hemograma mostra anemia microcítica e hipocrômica. A ferritina encontra-se normal, e há suspeita de infecção associada. Qual exame laboratorial adicional é mais útil para confirmar deficiência de ferro nesse contexto?


A

Eritrograma.


B

Capacidade total de ligação do ferro.


C

Proteína C reativa.


D

Receptor sérico de transferrina (sTfR).


E

Tempo de protrombina.

Em relação ao diagnóstico sorológico da toxoplasmose congênita, assinale a alternativa correta.


A

Os anticorpos IgM anti-Toxoplasma gondii são melhor identificados pelas técnicas de Imunofluorescência Indireta (IFI) e ELISA indireto, por apresentarem alta sensibilidade.


B

A presença de anticorpos IgG em títulos baixos confirma infecção aguda recente, independentemente do tempo de evolução.


C

O teste de avidez de IgG é útil na gestação, pois a presença de IgG de alta avidez no primeiro trimestre indica infecção ocorrida antes da gestação.


D

Os anticorpos IgA e IgE surgem tardiamente, apenas após o desaparecimento da IgM, não tendo utilidade no diagnóstico da infecção aguda.


E

A reação de Sabin-Feldman é amplamente disponível em laboratórios clínicos de rotina e substituiu os testes de ELISA no diagnóstico atual.

Um hospital de referência recebe uma criança de 5 anos, procedente de área endêmica, com história de febre diária há 30 dias, palidez, emagrecimento progressivo e abdome globoso. Ao exame físico, observa-se hepatoesplenomegalia acentuada, pele seca, cabelos quebradiços e edema em membros inferiores. A mãe refere episódios de epistaxe e gengivorragia nos últimos dias.


Com base nas informações e nos aspectos clínicos da leishmaniose visceral (LV), assinale a alternativa correta.


A

A LV apresenta evolução autolimitada e raramente cursa com comprometimento hematológico.


B

A doença de Pitaluga é caracterizada por comprometimento hepático agudo e não se associa à desnutrição.


C

A LV deve ser suspeitada em crianças com febre prolongada, esplenomegalia, plaquetopenia e palidez progressiva.


D

A coinfecção com HIV é rara e sem impacto clínico relevante no curso da doença.


E

A presença de ascite e icterícia descarta a hipótese de LV e sugere hepatite viral aguda.

Uma criança de 7 anos apresenta, 2 semanas após um episódio de amigdalite bacteriana (cultura de orofaringe positiva para Streptococcus pyogenes), inchaço facial (edema periorbital), urina escura (“cor de Coca-Cola”) e elevação da pressão arterial. Os exames laboratoriais mostram elevação da ureia e creatinina, além de consumo do complemento sérico (C3 baixo) e ASLO elevado. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável?


A

Glomerulonefrite Pós-Estreptocócica (GNPE).


B

Glomerulopatia por C3 (C3G).


C

Síndrome Hemolítico-Urêmica (SHU).


D

Nefrite Lúpica.


E

Nefrite intersticial aguda.

 
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