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Suponha a seguinte situação fictícia:
O pediatra encaminhou uma criança de 4 anos de idade, com sopro, para o cardiologista. O cardiologista fez diagnóstico de um sopro inocente, mas o ecocardiograma mostrou sobrecarga de câmaras direitas, tendo a criança sido encaminhada para o ambulatório de pneumologia para investigação de hipertensão pulmonar.
Na avaliação, a criança é absolutamente normal, Sat.O2 97% em ar ambiente, eupneica, ausculta pulmonar normal, desenvolvimento e crescimento normais, brinca, sorri, interage normalmente durante a consulta. Não tem histórico de tosse ou episódios de sibilância.
Ao examinar a orofaringe, você nota uma hipertrofia muito importante de tonsilas palatinas e ao perguntar para a mãe, ela diz que a criança ronca muito alto e que chega a fazer pausas na respiração durante o sono.
Diante do caso exposto, assinale a alternativa CORRETA:
Solicitar polissonografia e indicar uso de BiPAP por máscara durante o sono.
Solicitar cateterismo cardíaco com medida da pressão pulmonar e iniciar sildenafil.
Solicitar polissonografia e encaminhar para o otorrinolaringologista.
Solicitar espirometria e iniciar corticoide inalatório associado a corticoide nasal.
Uma criança de 3 anos apresenta dor abdominal e diarreia sanguinolenta há 5 dias. Evolui com palidez, oligúria e irritabilidade. Exames laboratoriais mostram hemoglobina de 7 g/dL, plaquetas de 45.000/mm³, aumento de LDH e creatinina elevada. O teste de Coombs é negativo e o esfregaço de sangue periférico evidencia esquizócitos. Com base nesse quadro, assinale a alternativa correta.
A principal complicação é a coagulação intravascular disseminada, sendo esperadas alterações importantes nos testes de coagulação.
O quadro é compatível com Síndrome Hemolítico-Urêmica (SHU) associada à Escherichia coli, caracterizada pela tríade de anemia hemolítica microangiopática, trombocitopenia e lesão renal aguda.
O uso precoce de antibióticos durante a fase diarreica reduz comprovadamente o risco de evolução para SHU.
A transfusão de plaquetas está indicada rotineiramente devido à trombocitopenia, mesmo na ausência de sangramento.
Um menino de 3 anos e meio estava a caminho da Unidade de Saúde da Família (USF), acompanhado de sua mãe, devido a um quadro de febre e coriza. No caminho, já próximo ao destino, acabou desmaiando. Até então, ele nunca havia apresentado esse tipo de evento. Chegou à USF com rigidez em braços e pernas, seguida de movimentos clônicos. Seus sinais vitais eram temperatura axilar [Tax] de 38,9 ºC; frequência respiratória (FR) de 28 irpm, sem esforço; frequência cardíaca (FC) de 136 bpm. Não havia sinais ou sintomas de doenças neurológicas. Houve dificuldade em conseguir um acesso venoso, mas a criança saiu da crise em menos de cinco minutos, antes mesmo de serem administrados medicamentos. Aos poucos, foi retomando a consciência no período pós-comicial. Considerando que o paciente do caso clínico estava no período pós-comicial, o que deveria ser indicado?
Observação clínica.
Punção lombar.
EEG de urgência.
Exame de imagem.
Criança de 8 anos com suspeita de leucemia é indicada para punção e aspiração de medula óssea. Acerca do tema, o objetivo principal desse procedimento é:
Avaliar morfologia e proporção celular da medula óssea, confirmando diagnóstico de leucemia.
Avaliar apenas níveis séricos de ferritina.
Avaliar apenas níveis séricos de vitamina B12.
Avaliar apenas função hepática.
Avaliar apenas função renal.
A vigilância do desenvolvimento neuropsicomotor infantil é uma tarefa essencial das equipes de saúde, demandando suporte assistencial e pedagógico para a identificação oportuna de atrasos. No contexto da puericultura, assinale a alternativa CORRETA.
O incentivo ao aleitamento materno é uma atividade administrativa facultativa, devendo o profissional priorizar a prescrição precoce de fórmulas industrializadas para evitar conflitos com a indústria de laticínios local.
A vigilância do desenvolvimento infantil restringe-se ao ambiente interno do consultório, proibindo-se o mapeamento de áreas de risco para acidentes ou violência intrafamiliar no território adscrito nos programas territoriais de atenção básica.
O médico deve apoiar as equipes de referência na interpretação da Caderneta de Saúde da Criança e na identificação de riscos ao desenvolvimento, orientando as famílias sobre a estimulação adequada no domicílio.
O acompanhamento do crescimento infantil deve focar exclusivamente na normalização biomecânica do perímetro cefálico, sendo vedada a discussão sobre segurança alimentar ou nuanças do ambiente familiar.
A identificação de atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor exige o encaminhamento imediato para instituições de internação de longa permanência, encerrando o acompanhamento longitudinal na unidade básica.
Recém-nascido de 2 dias apresenta icterícia grave com bilirrubina total de 28 mg/dL e sinais de encefalopatia. Dessa forma, a conduta CORRETA deve ser:
Transfusão de plaquetas, para corrigir hiperbilirrubinemia.
Transfusão de plasma fresco congelado, para corrigir hiperbilirrubinemia.
Administração exclusiva de fototerapia, sem considerar exsanguinotransfusão.
Uso de albumina isolada, sem remoção de bilirrubina.
Exsanguinotransfusão, para remover bilirrubina e anticorpos maternos, reduzindo risco de kernicterus.
Criança de 9 anos apresenta diarreia crônica, anemia ferropriva e baixa estatura. Sorologia mostra antitransglutaminase positivo. Diante do exposto, assinale o achado endoscópico CORRETAMENTE característico:
Pólipo pediculado em cólon sigmoide.
Estenose pilórica.
Divertículo de Meckel.
Tumor gástrico infiltrativo.
Atrofia vilositária difusa no intestino delgado.
Uma criança de 5 anos é atendida na Atenção Primária à Saúde (APS) por queixa dos pais de congestão nasal recorrente há 3 meses, associada a espirros frequentes, prurido nasal e secreção nasal clara, agravados por exposição à poeira domiciliar e mudanças climáticas, sem febre ou sinais de infecção bacteriana. O exame físico revela mucosa nasal edemaciada e pálida, sem secreção purulenta ou pólipos evidentes.
Qual é a abordagem inicial recomendada para o diagnóstico e tratamento da rinite alérgica (RA) leve nesse caso na APS?
Solicitar testes cutâneos de alergia para confirmação diagnóstica imediata, associando descongestionante nasal tópico por 7 dias e orientação para higiene nasal isolada, sem controle ambiental inicial.
Considerar RA secundária à infecção bacteriana, prescrevendo amoxicilina oral por 10 dias combinada com anti-histamínico de primeira geração, e encaminhar para otorrinolaringologista na APS.
Diagnosticar RA apenas após tomografia computadorizada de seios paranasais para exclusão de complicações, iniciando imunoterapia sublingual específica sem teste alérgico prévio.
Diagnosticar RA com base na história clínica e exame físico, iniciando medidas de controle ambiental (remoção de alérgenos, como ácaros) e anti-histamínico oral de segunda geração em dose apropriada para a idade, com reavaliação em 4 semanas na APS.
Orientar apenas lavagem nasal com solução salina hipertônica como tratamento inicial, postergando medicação farmacológica até os 6 meses de sintomas persistentes, evitando referência na APS.
Um escolar de 8 anos apresenta tosse seca persistente há 10 dias, acompanhada de febre baixa (37,8°C), odinofagia e cefaleia. Ao exame físico, o paciente encontra-se em bom estado geral, com ausculta pulmonar apresentando apenas discretos estertores finos esparsos, sem sinais de desconforto respiratório. A radiografia de tórax revela infiltrado intersticial bilateral difuso, contrastando com a escassez de achados na ausculta.
Assinale a alternativa correta diante da suspeita de pneumonia bacteriana atípica.
A presença de infiltrado intersticial na radiografia de tórax associada a sintomas de vias aéreas superiores é patognomônica de infecção pelo Streptococcus pneumoniae, sendo a penicilina G procaína a primeira linha terapêutica.
O agente etiológico mais provável é o Mycoplasma pneumoniae, cujo diagnóstico padrão- -ouro atual envolve a técnica de reação em cadeia da polimerase (PCR) em amostras de orofaringe ou nasofaringe, e o tratamento de escolha baseia-se no uso de macrolídeos.
O diagnóstico de pneumonia atípica deve ser confirmado obrigatoriamente pela presença de crioaglutininas em títulos elevados nas primeiras 48 horas de sintomas, sendo este o marcador mais sensível e específico para crianças em idade escolar.
Em casos de pneumonia por Chlamydophila pneumoniae, o achado radiológico é a consolidação lobar única com presença de derrame pleural volumoso, diferenciando-a prontamente das pneumonias virais.
O isolamento respiratório do paciente é mandatório e imediato, uma vez que a taxa de transmissão do Mycoplasma pneumoniae ocorre exclusivamente por fômites e possui um período de incubação curto, de apenas 24 a 48 horas.
Assinale a alternativa correta em relação ao manejo farmacológico de um escolar de 8 anos que apresenta quadro de rinite alérgica (RA) persistente de intensidade moderada a grave, com prejuízo evidente no sono e no rendimento escolar.
Os corticosteroides intranasais são a primeira linha de tratamento, sendo superiores aos anti-histamínicos orais no controle da congestão e da inflamação da mucosa.
Os anti-histamínicos de primeira geração são preferíveis aos de segunda geração em crianças, devido ao seu efeito sedativo, que auxilia no sono.
O uso de corticosteroides intranasais deve ser feito estritamente sob demanda, visando evitar o risco de supressão do crescimento linear em longo prazo.
Os descongestionantes nasais tópicos devem ser utilizados de forma contínua por até 15 dias para garantir a patência das vias aéreas superiores.
Os antagonistas dos receptores de leucotrienos são considerados mais eficazes que os corticosteroides intranasais para o controle de todos os sintomas nasais.
A fibrose cística (FC) é a doença genética grave mais comum na população caucasiana, sendo incluída no Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), devido à importância do diagnóstico precoce.
Assinale a alternativa correta sobre critérios diagnósticos da FC em crianças.
A Triagem Neonatal positiva, caracterizada por dois valores elevados de imunorreatividade pancreática, coletados até o 30º dia de vida, é considerada diagnóstica para FC, dispensando a realização de testes confirmatórios adicionais em pacientes assintomáticos.
O teste do suor é considerado duvidoso ou intermediário quando os níveis de cloro se situam entre 10 e 29 mmol/L, sendo obrigatória a realização imediata de sequenciamento genético completo para excluir o estado de portador sadio.
O diagnóstico é confirmado pela presença de manifestações clínicas características (ou triagem neonatal positiva) associada a duas dosagens de cloro no suor maiores ou iguais a 60 mmol/L ou pela identificação de duas mutações patogênicas no gene Cystic Fibrosis Transmembrane Conductance Regulator (CFTR).
Na impossibilidade de realização do teste do suor, o diagnóstico pode ser firmado exclusivamente pela presença de insuficiência pancreática exócrina e bronquiectasias na tomografia computadorizada de tórax, independentemente da análise genética.
Em recém-nascidos, que apresentam íleo meconial ao nascimento, o diagnóstico de FC é considerado definitivo, devendo-se iniciar a reposição de enzimas pancreáticas e fisioterapia respiratória sem a necessidade de triagem bioquímica ou testes de DNA.
A Doença da Membrana Hialina (DMH) é a principal causa de insuficiência respiratória em recém-nascidos (RN) pré-termo, decorrente da deficiência quantitativa e qualitativa de surfactante pulmonar.
Assinale a alternativa correta sobre o diagnóstico e manejo dessa patologia.
A administração de corticosteroide pré-natal para a gestante e a estabilização precoce do RN com pressão positiva contínua nas vias aéreas nasal em sala de parto reduzem a necessidade de surfactante exógeno e a incidência de displasia broncopulmonar.
O achado radiológico patognomônico da DMH consiste em hiperinsuflação pulmonar global, retificação das cúpulas diafragmáticas e presença de linhas de Kerley B, indicando edema intersticial por atraso na reabsorção do líquido pulmonar.
A administração de surfactante exógeno deve ser realizada obrigatoriamente através de intubação orotraqueal e ventilação mecânica convencional por, no mínimo, 24 horas, visando à estabilização alveolar completa antes da extubação.
O diagnóstico clínico baseia-se na presença de desconforto respiratório de início tardio (após 24 horas de vida), caracterizado por apneias frequentes e ausência de ruídos adventícios à ausculta pulmonar.
A meta de saturação de oxigênio para prematuros extremos em oxigenoterapia deve ser mantida entre 96% e 100%, visando prevenir a ocorrência de retinopatia da prematuridade e lesões cerebrais hipóxicas.
Uma criança de 8 anos, com diagnóstico de asma persistente moderada, é acompanhada na Atenção Primária à Saúde (APS) por um pediatra geral em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar do tratamento otimizado, persistem exacerbações frequentes (mais de duas por mês) e limitação ao exercício físico, com necessidade de reavaliação especializada.
De acordo com o Protocolo de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Respiratórias Crônicas no SUS do Ministério da Saúde (MS), qual deve ser a organização do cuidado em pneumologia pediátrica nesse caso, considerando a referência para Atenção Ambulatorial Especializada?
Orientar autoatendimento domiciliar com medicação e retorno à APS apenas em crises graves, conforme o Protocolo do MS que delega a organização do cuidado em pneumologia pediátrica exclusivamente à família para redução de custos no SUS.
Encaminhar para consulta em pneumologia pediátrica na Atenção Ambulatorial Especializada de média complexidade, integrada à rede de atenção do SUS via regulação municipal ou estadual, com fluxo de referência e contrarreferência para garantir continuidade do cuidado.
Manter o acompanhamento exclusivo na APS com ajuste empírico de medicação, sem referência especializada, uma vez que o Protocolo do MS enfatiza a resolubilidade primária para asma moderada, evitando sobrecarga na rede secundária do SUS.
Encaminhar diretamente para internação hospitalar de alta complexidade no SUS, com solicitação de tomografia de tórax e espirometria avançada, conforme diretrizes da SBP para casos com exacerbações, ignorando a etapa ambulatorial especializada.
Recomendar consulta privada em pneumologia pediátrica fora do SUS, com reembolso posterior via judicialização, para rapidez no atendimento para asma persistente, sem integração à rede pública.
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Brasil é reconhecido internacionalmente pela sua abrangência. Recentemente, o Ministério da Saúde implementou mudanças significativas no Calendário Nacional de Vacinação para aumentar a segurança e a eficácia da proteção da população infantil e adolescente.
Com base nas diretrizes vigentes e nas atualizações publicadas entre 2024 e 2025, assinale a alternativa que descreve corretamente uma dessas atualizações.
A substituição da Vacina Oral contra Poliomielite (VOPb - atenuada) pela Vacina Inativada contra Poliomielite (VIP - injetável) nos reforços de 15 meses e 4 anos de idade, tornando o esquema vacinal contra a pólio exclusivamente com vacina inativada (VIP) em todo o ciclo infantil.
A recomendação da vacina contra o Papilomavírus Humano (HPV) em esquema de três doses para adolescentes de 9 a 14 anos, visando garantir a imunidade celular a longo prazo, em substituição ao esquema anterior de dose única.
A restrição da vacina Meningocócica ACWY apenas para crianças até os 2 anos de idade, sendo vedada a sua aplicação em adolescentes devido à baixa circulação dos sorogrupos A e W no território nacional.
A obrigatoriedade da vacina contra a Dengue para toda a população adulta acima de 60 anos, independentemente do histórico de infecção prévia, como estratégia principal de controle de surtos em áreas urbanas.
A substituição da vacina Pentavalente (DTP/ HB/Hib) pela vacina Hexavalente para todas as crianças nascidas em território nacional, independentemente de condições clínicas especiais ou disponibilidade de estoque.
Puérpera no terceiro dia pós-parto refere dor intensa e fissuras mamilares durante a amamentação. O recém-nascido (RN), a termo e saudável, apresenta icterícia leve (zona II de Kramer) e perda de 8% do peso de nascimento. Ao observar a mamada, o pediatra nota que o bebê abocanha apenas o mamilo, com os lábios evertidos, mas com pouco da aréola visível na boca. Qual é a conduta prioritária e mais adequada para resolver a situação e promover o sucesso do aleitamento materno?
Orientar a ordenha manual do leite materno para oferecer em copinho, aplicar lanolina anidra nas fissuras e aguardar a cicatrização antes de retomar a amamentação direta.
Avaliar e corrigir a técnica de pega e posicionamento do RN ao seio, assegurando uma abocanhada assimétrica que inclua grande parte da aréola, e orientar sobre a livre demanda.
Indicar o uso de analgésicos potentes para a mãe e manter a amamentação como está, pois as fissuras tendem a cicatrizar espontaneamente com o tempo.
Prescrever um creme antibiótico tópico para as fissuras e solicitar fototerapia para a icterícia do RN, mantendo a frequência atual de mamadas.
Um lactente de 6 meses com diagnóstico de tetralogia de Fallot (não operado) é levado à emergência pela mãe devido a um episódio de cianose intensa, dispneia e agitação, que iniciou após o choro. Ao exame, a criança está irritada, hiperpneica, com cianose central importante (SatO2 60%) e ausculta cardíaca com sopro sistólico ejetivo em borda esternal esquerda média, diminuído de intensidade durante a crise. Qual é a medida inicial mais importante e específica no manejo dessa crise de hipóxia?
Adotar a posição genupeitoral (joelhos dobrados sobre o tórax) e administrar morfina intramuscular ou subcutânea.
Realizar manobra de compressão torácica para aumentar o retorno venoso sistêmico.
Administrar oxigênio a 100% por máscara facial e preparar para intubação orotraqueal imediata.
Iniciar infusão de prostaglandina E1 para manter a perviedade do canal arterial.
Qual mecanismo fisiopatológico melhor explica a associação entre a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) e os sintomas respiratórios recorrentes, como tosse crônica ou laringite, em crianças?
Aspiração direta de grandes volumes de conteúdo gástrico para a árvore traqueobrônquica durante os episódios de refluxo, causando pneumonia química recorrente.
Microaspiração de conteúdo gástrico ou estimulação de reflexos vagais esôfago-brônquicos e esôfago-laríngeos pelo ácido ou outros componentes do refluxo no esôfago distal.
Compressão extrínseca da traqueia por um esôfago severamente dilatado (megaesôfago) devido ao refluxo crônico.
Disseminação hematogênica de mediadores inflamatórios do esôfago inflamado para o tecido pulmonar, desencadeando broncoespasmo.
Em uma menina de 7 anos, foi observada queda no rendimento escolar. Na consulta médica, ela contou que tem prurido perianal, que se torna mais intenso à noite. Após investigação, os exames apontaram uma helmintíase. O medicamento que pode ser utilizado nessa patologia é:
Oxamniquina.
Tiabendazol.
Secnidazol.
Pamoato de pirvínio.
Qual é o risco associado às crianças com espondilolisteses congênitas (displásicas) em comparação com aquelas com espondilolistese ístmica?
Risco menor de desenvolver espondilólise.
Risco igual de desenvolver doenças cardíacas.
Risco menor de desenvolvimento físico.
Risco maior de lesão neurológica.
Criança de 3 anos de idade, do sexo masculino, é levada à consulta ambulatorial com história de prurido intenso crônico e lesões cutâneas recorrentes desde o primeiro ano de vida. A mãe relata evolução em surtos, com períodos de melhora e piora, apresentando exacerbação do quadro há cerca de 5 dias. No exame físico, observam-se placas eritematosas mal delimitadas, associadas à descamação, fissuras e áreas de liquenificação localizadas predominantemente nas fossas cubitais e poplíteas, além dos punhos e tornozelos. Algumas lesões apresentam crosta amarelada e exsudação discreta. O restante do exame físico não revela alterações. Com base nos achados clínicos apresentados, qual é o diagnóstico correto?
Síndrome da pele escaldada estafilocócica.
Psoríase.
Dermatite atópica.
Molusco contagioso.
Pitiríase versicolor.