Questões de Concurso sobre Pediatria

 
 
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Adolescente de 14 anos apresenta hepatomegalia, tremores e anel de Kayser-Fleischer. O exame que confirma esse diagnóstico é denominado como:


A

Dosagem de ceruloplasmina sérica reduzida.


B

Ultrassonografia abdominal.


C

Endoscopia digestiva alta.


D

Colonoscopia com biópsia.


E

Teste respiratório com ureia marcada.

Gastroenterite com desidratação moderada, sem choque, criança consegue beber. Melhor estratégia inicial?


A

Reidratação oral com solução de reidratação oral em volumes fracionados, com reavaliação frequente.


B

Soro EV em bolus de 20 mL/kg obrigatoriamente.


C

Antiemético contraindicado em qualquer idade.


D

Antibiótico empírico rotineiro.

Meningococcemia suspeita (púrpura, choque) em unidade sem UTI. Conduta com maior impacto imediato na mortalidade?


A

Iniciar antibiótico parenteral imediatamente (ex.: ceftriaxona) e providenciar transferência, sem atrasar por exames.


B

Aguardar confirmação laboratorial antes de antibiótico.


C

Iniciar corticoide em alta dose antes do antibiótico.


D

Administrar apenas fluidos e observar por 2 horas.

Criança de 2 anos com diarreia e vômitos há 2 dias chega letárgica, com olhos fundos, tempo de enchimento capilar prolongado e taquicardia. Extremidades frias, diurese reduzida. Dessa forma, a conduta inicial adequada deve ser:


A

Reidratação oral fracionada em pequena quantidade, mantendo observação e evitando acesso venoso.


B

Expansão volêmica com cristaloide isotônico em bolus e reavaliação seriada de perfusão e estado mental.


C

Administração de solução hipotônica em infusão lenta, visando correção progressiva da desidratação e eletrólitos.


D

Iniciar diurético e restrição hídrica para prevenir edema, mantendo dieta conforme tolerância.


E

Iniciar antibioticoterapia e aguardar controle da diarreia antes de reposição volêmica significativa.

Em relação à Doença de Kawasaki, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.


( ) Médicos experientes com o manejo da doença podem estabelecer o diagnóstico com apenas 3 dias de febre.

( ) Mesmo com médicos experientes, é necessário no mínimo 4 dias de febre para estabelecer o diagnóstico.

( ) Crianças com idade > 2 anos e artéria coronária ≥ 2 z-score no ecocardiograma inicial possuem maior risco de desenvolver aneurisma de coronária em 8 semanas do início da doença.

( ) Uma criança cujo tratamento com imunoglobulina foi iniciado no 9º dia de febre não possui redução no risco de desenvolvimento de aneurisma de coronária.


A

V – V – F – F.


B

V – F – F – V.


C

F – F – V – F.


D

V – F – F – F.


E

F – V – V – F.

Conforme recomendações atuais, sobre a Doença de Kawasaki, é correto afirmar que


A

pacientes com z-score de artéria coronária ≥ 2,0 devem receber tratamento com corticosteroides para prevenir a formação de aneurismas.


B

as medidas antropométricas dos pacientes possuem pouca influência na avaliação e classificação final do acometimento coronariano.


C

artérias coronárias com z-score ≥ 2,5 no momento do diagnóstico é considerado critério de risco elevado para o desenvolvimento de aneurisma.


D

o uso de anticoagulantes orais como terapia inicial deve ser recomendado em pacientes com aneurisma coronário com z-score > 3,5 no momento do diagnóstico.


E

em pacientes menores de 6 meses, não há necessidade de seguir com ecocardiograma seriado se o primeiro for normal, devido a baixo risco de progressão.

Durante uma consulta de puericultura, a mãe de João, um recém-nascido a termo de 15 dias de vida, com peso adequado e em aleitamento materno exclusivo, questiona sobre a necessidade de administrar suplementos vitamínicos. O pediatra confirma que João não possui fatores de risco conhecidos para hipovitaminose D. De acordo com as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) para prevenção de deficiência de Vitamina D em recém-nascidos a termo, qual é a dose diária de suplementação profilática indicada para João, desde a primeira semana de vida até completar um ano de idade?


A

600 UI/dia de Vitamina D.


B

600 UI/dia de Vitamina D, somente a partir dos 6 meses de idade.


C

400 UI/dia de Vitamina D.


D

A suplementação não é necessária se o aleitamento materno for exclusivo.

Um recém-nascido (RN), com 36 horas de vida no alojamento conjunto, apresenta perda ponderal de 4% desde o nascimento e icterícia neonatal zona II de Kramer ao exame físico. Recebe seio materno em livre demanda. Foram checadas as tipagens sanguíneas da mãe (A, Rh positivo e Coombs indireto negativo) e do RN (B, Rh negativo e Coombs direto negativo). Foi realizada a coleta de bilirrubina total e frações com 37 horas de vida devido à icterícia neonatal: bilirrubina total de 7 mg/dL; bilirrubina indireta de 6,8 mg/dL; bilirrubina direta de 0,2 mg/dL. Em relação aos resultados de exames e à provável etiologia, assinale a alternativa correta.


A

Icterícia neonatal fisiológica, por redução de glicuronil transferase.


B

Icterícia neonatal fisiológica, por redução da circulação entero-hepática.


C

Doença hemolítica neonatal devido à incompatibilidade ABO.


D

Doença hemolítica neonatal devido à incompatibilidade Rh.

Uma criança de 6 anos é levada ao ambulatório apresentando diarreia intermitente, distensão abdominal e perda de peso. O exame parasitológico de fezes identificou cistos do agente etiológico. Considerando os principais parasitas intestinais e seus mecanismos de ação, assinale a alternativa correta.


A

Necator americanus causa desnutrição apenas por competição alimentar no intestino.


B

Ascaris lumbricoides causa desnutrição principalmente por hemorragias intestinais.


C

Entamoeba histolytica é um protozoário comensal frequentemente encontrado sem causar doença.


D

Giardia lamblia pode causar desnutrição por lesão de mucosa e alteração de sais biliares.

Uma criança de 4 anos é levada ao ambulatório com lesões pruriginosas recorrentes na pele, principalmente em membros superiores e inferiores. Ao exame, observam-se pápulas eritematosas, algumas com crostas, distribuídas em pares e em padrão linear. A mãe refere piora nos meses quentes e relata presença de mosquitos e pulgas em casa. Sobre o quadro clínico descrito, assinale a alternativa correta.


A

Trata-se de uma infecção viral aguda, com lesões polimórficas e acometimento frequente de mucosas.


B

É uma reação de hipersensibilidade à saliva de insetos, comum em crianças entre 2 e 10 anos.


C

O diagnóstico depende obrigatoriamente de exames laboratoriais para confirmação.


D

As lesões são típicas de escabiose, com predomínio em regiões interdigitais e prurido noturno intenso.

Paciente pediátrico politransfundido apresenta anemia hemolítica 10 dias após transfusão. A alternativa que indica o mecanismo que explica CORRETAMENTE esse quadro é:


A

Reação hemolítica tardia, causada por aloimunização contra antígenos eritrocitários, levando à destruição das hemácias transfundidas.


B

Reação hemolítica aguda, causada por incompatibilidade ABO imediata.


C

Reação febril não hemolítica, causada por citocinas.


D

Reação alérgica leve, causada por proteínas plasmáticas.


E

Sobrecarga circulatória, causada por excesso de volume transfundido.

Recém-nascido de 21 dias de vida, nascido a termo, é internado com irritabilidade, recusa alimentar, febre e fontanela abaulada. Durante a avaliação, apresenta uma crise convulsiva. A punção lombar confirma meningite bacteriana. Em relação ao caso, o esquema farmacológico adequado para essa faixa etária deve ser:


A

Ceftriaxona associada à ampicilina.


B

Ampicilina associada à cefotaxima.


C

Cefotaxima associada ao meropenem.


D

Meropenem associado à vancomicina.


E

Gentamicina associada à ampicilina.

No diagnóstico da rinite alérgica na infância, a compreensão da cascata inflamatória é essencial para a escolha do tratamento.


Assinale a alternativa correta sobre a imunopatologia dessa condição.


A

A obstrução nasal crônica é mediada predominantemente por linfócitos T citotóxicos (CD8+) na fase imediata da exposição aos ácaros da poeira domiciliar.


B

O diagnóstico definitivo de rinite alérgica exige obrigatoriamente a biópsia de mucosa nasal para a contagem de mastócitos degranulados, independentemente do quadro clínico.


C

A fase tardia da rinite alérgica ocorre minutos após a exposição ao alérgeno e é caracterizada pela resolução espontânea do edema de mucosa sem a participação de eosinófilos.


D

Anticorpos da classe IgG4 são os principais mediadores da degranulação de basófilos na rinite alérgica, sendo o alvo terapêutico dos anti-histamínicos de segunda geração.


E

A rinite alérgica é uma reação de hipersensibilidade do tipo I, mediada por IgE, onde a histamina liberada pelos mastócitos é a principal responsável pelos sintomas da fase imediata, como prurido e espirros.

Um lactente de 8 meses é levado à emergência com quadro de tosse e taquipneia. A radiografia de tórax revela uma imagem triangular de bordas nítidas projetada no mediastino superior direito, com base voltada para o hilo e ápice para a periferia, sem causar desvio da traqueia ou compressão de estruturas adjacentes. O parênquima pulmonar está limpo.


Diante desse achado, a interpretação correta da radiografia e a conduta são:


A

Trata-se da imagem normal do timo nessa faixa etária; a conduta é tranquilizar a família, pois não há patologia no mediastino.


B

A imagem sugere uma atelectasia do lobo superior direito por obstrução mucosa, sendo necessária a internação imediata para fisioterapia respiratória agressiva e broncoscopia rígida.


C

A opacidade triangular indica uma pneumonia lobar inicial, devendo-se iniciar antibioticoterapia empírica com amoxicilina, mesmo na ausência de febre ou leucocitose.


D

Trata-se de um linfoma de mediastino, sendo mandatória a realização de tomografia computadorizada com contraste e biópsia por agulha grossa em caráter de urgência.


E

A imagem é compatível com uma malformação adenomatoide cística, exigindo o encaminhamento imediato para o cirurgião pediátrico para ressecção lobar eletiva.

Um adolescente de 14 anos apresenta sintomas respiratórios (tosse e sibilância) mais de duas vezes por mês, porém menos que diariamente, sem despertares noturnos e com função pulmonar (VEF1) normal.


Assinale a alternativa que indica corretamente a conduta terapêutica preferencial, segundo a atualização do GINA 2025, para este quadro compatível com asma persistente leve (Etapa 2).


A

Iniciar o uso diário e fixo de beta-2 agonista de ação longa (LABA) em monoterapia, reservando o corticosteroide inalatório apenas para os períodos de exacerbação infecciosa.


B

Manter o uso de beta-2 agonista de ação curta (SABA) isolado conforme a necessidade, visto que a função pulmonar está preservada e o risco de exacerbação grave é nulo nessa etapa.


C

Prescrever a combinação de corticosteroide inalatório associado ao formoterol em dose baixa, para ser utilizado estritamente conforme a necessidade, para o alívio dos sintomas.


D

Prescrever corticosteroide inalatório em dose alta diariamente por 4 semanas, seguido de desmame progressivo até a suspensão total, caso o paciente permaneça assintomático.


E

Instituir o uso de antagonistas dos receptores de leucotrienos (ARLT) como monoterapia de primeira escolha, devido ao perfil de segurança superior em relação aos corticoides inalatórios.

Pacientes muito desnutridos podem apresentar duas formas clínicas distintas – marasmo e Kwashiorkor. Quanto ao tema, relacione as colunas e assinale a alternativa correta.


1. Marasmo.

2. Kwashiorkor.


( ) Intenso consumo de tecido celular subcutâneo, com fácies senil, olhos encovados e visualização de proeminências ósseas.

( ) Lesões de pele hiper/hipocrômicas ou descamativas.

( ) Edema de membros inferiores em graus de intensidade variada ou anasarca.

( ) Alterações em couro cabeludo (cabelos quebradiços, descoloridos e ralos).


A

1 – 1 – 2 – 2.


B

2 – 2 – 1 – 2.


C

1 – 2 – 2 – 1.


D

2 – 1 – 1 – 2.


E

1 – 2 – 2 – 2.

Sobre o manejo do pé plano, assinale a alternativa correta.


A

A presença de síndrome de hipermobilidade articular (SHA) ou síndrome de Ehlers-Danlos hipermóvel (SEDh) não modifica significativamente a abordagem terapêutica do pé plano flexível.


B

Pés planos flexíveis com queixa álgica em adultos geralmente cursam com necessidade de estabilização cirúrgica e respondem pouco aos tratamentos de reabilitação com exercícios e palmilhas.


C

O pé plano flexível assintomático em crianças não requer tratamento.


D

A abordagem terapêutica multimodal do pé plano flexível doloroso com uso de analgesia medicamentosa, fisioterapia e palmilhas não supera o de fisioterapia isoladamente.


E

Em adultos, mesmo que assintomáticos, é recomendavel o uso de palmilhas com elevação do arco plantar e calçado esportivo antipronação.

Adolescente, sexo feminino, de 12 anos, sem história prévia de doenças, é trazida ao pronto-socorro pela mãe, que relata poliúria, polidipsia e perda de peso há cerca de 2 semanas. Nas últimas 12 horas, a paciente evoluiu com dor abdominal intensa, náuseas e vômitos persistentes, e letargia crescente. Ao exame físico, apresenta-se com esforço respiratório acentuado, respiração de Kussmaul, hálito cetônico, mucosas muito secas, tempo de enchimento capilar de 3 segundos, FC: 130 bpm, PA: 90 × 60 mmHg. A paciente está letárgica, mas responsiva a estímulos verbais. Exames laboratoriais iniciais revelam: glicemia: 780 mg/dL; pH arterial: 6.98; HCO3: 4 mEq/L; pCO2: 18 mmHg; sódio: 136 mEq/L; potássio: 5.8 mEq/L.


Qual é a estratégia de manejo correta e segura para essa adolescente?


A

Iniciar infusão contínua de insulina regular a 0,05 U/kg/hora imediatamente, enquanto aguarda a preparação dos fluidos de expansão para evitar a progressão da cetoacidose.


B

Realizar tomografia de crânio para excluir edema cerebral antes de qualquer intervenção sistêmica, dado o estado letárgico, pois o tratamento pode exacerbar essa complicação.


C

Iniciar hidratação com 20 mL/kg de solução fisiológica a 0,9% intravenosa em bolus rápido (15-30 minutos). Após 1 hora do início da fluidoterapia e com estabilização hemodinâmica, iniciar infusão contínua de insulina regular a 0,1 U/kg/hora, com monitorização rigorosa do potássio.


D

Administrar 1 a 2 mEq/kg de bicarbonato de sódio intravenoso para corrigir a acidose grave, seguido imediatamente pela infusão contínua de insulina regular a 0,1 U/kg/hora.


E

Administrar cloreto de potássio intravenoso para reduzir o potássio sérico elevado e, em seguida, iniciar a hidratação com soro glicosado a 5% com 0,45% de NaCl, para corrigir a hiperglicemia lentamente.

Escolar, sexo masculino, com 7 anos de idade é trazido ao pronto-socorro com queixa de manchas avermelhadas nas pernas e nádegas há 2 dias. Refere dor em ambos os joelhos e tornozelos, que os pais descrevem como “andando” de uma articulação para outra, limitando a deambulação. Nos últimos 2 dias, queixou-se de dor abdominal em cólica intermitente, que o faz dobrar as pernas, e teve um episódio de melena hoje pela manhã. Há uma semana, teve um quadro de “resfriado”. Ao exame físico, apresenta-se afebril, com boa perfusão periférica, PA: 105 × 70 mmHg. Observam-se púrpuras palpáveis simétricas em membros inferiores e nádegas, e discreto edema e dor à palpação nos joelhos. As lesões não desaparecem à digitopressão. O abdome é difusamente doloroso à palpação leve, sem sinais de irritação peritoneal. Hemocultura foi negativa. Urina I com 2+ de proteína, 3+ de sangue, sem dismorfismo eritrocitário significativo. Hemograma com Hb: 12,8 g/dL; leucócitos: 8.500/mm³, plaquetas: 250.000/mm³; VHS: 30 mm/h; PCR: 25 mg/L; ureia: 25 mg/dL; creatinina: 0,5 mg/dL, ASLO: normal; C3 e C4: dentro dos limites da normalidade.


Quais são o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada para esse paciente?


A

Vasculite por IgA com envolvimento renal e gastrointestinal; iniciar medidas de suporte, analgesia, e acompanhamento rigoroso da função renal e pressão arterial, considerando corticoterapia oral para o envolvimento gastrointestinal grave.


B

Doença de Crohn com manifestações extradigestivas; realizar colonoscopia com biópsia para confirmação e iniciar imunomoduladores biológicos.


C

Púrpura trombocitopênica idiopática (PTI); administrar imunoglobulina humana intravenosa (IVIG) e corticosteroide oral para elevar a contagem plaquetária e controlar o sangramento.


D

Nefrite lúpica; solicitar FAN e anti-DNA para confirmar o diagnóstico e iniciar pulsoterapia com metilprednisolona para preservar a função renal.


E

Glomerulonefrite pós-estreptocócica (GNPE); iniciar antibioticoterapia com penicilina e diuréticos para controle da hipertensão e edema.

Lactente, sexo feminino, com 8 meses, pesando 7 kg, é levada ao pronto-socorro com história de diarreia aquosa volumosa e vômitos persistentes há 2 dias. A mãe relata que a bebê está “quietinha”, não aceita líquidos e não urina há 12 horas. Ao exame físico, apresenta-se prostrada, letárgica, com olhos muito encovados, ausência de lágrimas e mucosa oral muito seca. A prega cutânea se desfaz em mais de 2 segundos. Os pulsos periféricos estão fracos; a frequência cardíaca é de 160 bpm. O enchimento capilar é de 4 segundos e as extremidades estão frias. A fontanela anterior está deprimida.


Considerando as diretrizes atuais do Ministério da Saúde para o manejo da diarreia em crianças, qual é a conduta inicial de hidratação intravenosa mais apropriada?


A

Infundir 20 mL/kg de soro fisiológico a 0,9% intravenoso em bolus rápido (5 -10 minutos), repetir até 3 vezes se necessário, e, em seguida, iniciar soro de manutenção segundo Holliday-Segar.


B

Priorizar a reidratação oral com SRO de baixa osmolaridade (75 mL/kg, em 4 horas), pois a via oral é mais segura e eficaz para a maioria dos casos de desidratação.


C

Administrar 100 mL/kg de Ringer Lactato intravenoso em 3 horas, reavaliando a cada 30 minutos, e iniciar dieta livre assim que o vômito cessar.


D

Iniciar imediatamente 30 mL/kg de ringer lactato ou soro fisiológico a 0,9% intravenoso em 1 hora, e, após, infundir 14 mL/kg/hora em cerca de 5 horas.


E

Administrar 20 mL/kg de soro glicosado a 5% com 0,9% de NaCl em 20 minutos e reavaliar, ajustando a taxa para manutenção das perdas contínuas.

 
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