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Mulher, 46 anos, branca, com febre, astenia e emagrecimento há 7 meses. Nesse período, esteve em tratamento com neurologista para crises agudas de dor intensa na região lateral da face direita. Refere fenômeno de Raynaud há cerca de 1 ano, tosse seca e dispneia há 2 meses, com piora progressiva. Ao exame, edema de quirodáctilos, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e força proximal simétrica grau 3 em membros superiores e inferiores. Exames complementares: FAN 1:610 nuclear pontilhado grosso, VHS 87mm (VR < 15), CPK 378 U/L (N: < 180).
Qual o diagnóstico mais provável?
Doença mista do tecido conjuntivo.
Esclerose sistêmica.
Lúpus eritematoso sistêmico.
Febre reumática.
Polimiosite.
Mulher negra, 48 anos, com fadiga, febre, alopecia difusa e edema em membros inferiores há 25 dias. Exame físico: hipocorada, afebril, moderado edema MMII, PA = 120/80, FC = 72 bpm. FAN padrão homogêneo 1/1160, anti-DNA = 1/80, Hg = 7,8g, VHS: 16 mm, teste de Coombs direto positivo, creatinina = 2,3 mg/dL (N: 0,5 a 1,1) e proteínuria de 24h = 3 g/dia. TC tórax com discreto derrame bilateral, fibrose intersticial em 1/3 médio com áreas em vidro fosco.
Qual a abordagem terapêutica inicial mais apropriada?
Corticoterapia oral 0,5 a 1g/kg/dia e ciclofosfamida esquema EUROLUPUS.
Corticoterapia oral 0,5 a 1g/kg/dia e micofenolato de mofetila 3 g/dia.
Pulso com metilprednisolona 1g/3dias e azatioprina 2 a 3 mg/kg/dia.
Prednisona oral 20 mg via oral dia, por 10 dias e azatioprina 2 mg/kg/dia.
Pulso com metilprednisolona 1g/3dias e ciclofosfamida esquema NIH.
KFP, 26 anos, portadora de lúpus eritematoso sistêmico há 08 anos, chega ao pronto-socorro com relato de febre há 05 dias, associada à disúria e polaciúria.
Ao exame físico:
• PA: 110 x 70 mmHg (deitada) e PA: 80 x 40 mmHg (em pé).
• FC: 110 bpm; sonolenta, desidratada e apresentando fáscies cushingoide.
• Ausculta cardíaca e pulmonar normais.
Exames laboratoriais:
• Na: 120meq/l; K: 5,8 meq/l; U: 43mg/dl; CR: 1,3mg/dl.
• Hemograma: Hb: 10,3mg/dl, leucócitos: 328/mm³ e plaquetas:229.000/mm³.
Qual a conduta imediata?
Ciprofloxacino.
Furosemida, insulina, glicose e inalação.
Hidrocortisona.
Solução salina hipertônica a 3%.
Soro fisiológico 0,9% e insulina.
MJS, sexo feminino, 40 anos, comparece à unidade básica de saúde com artromialgias difusas, fadiga e sono irregular. Ao exame, refere dor à palpação do trapézio, ombros, trocânteres, epicôndilos laterais e glúteos. Radiografia das regiões apontadas, sem alterações. Exames hemograma, VHS e CK, com resultado normal. A melhor conduta médica a ser tomada é:
Iniciar programa de atividade física, analgésicos simples e antidepressivo tricíclico.
Solicitar fator reumatoide e fator antinuclear.
Iniciar programa de atividade física e anti-inflamatórios não esteroidais.
Solicitar início de programa de atividade física e corticoides orais.
Iniciar inibidor seletivo da recaptação da serotonina e derivado opioide.
RMS, sexo feminino, 50 anos, há dois anos apresenta quadro recorrente de xeroftalmia, xerostomia e cáries de repetição. Nesse período, apresentou parotidite duas vezes. Quais exames deve-se solicitar para confirmar o diagnóstico?
Anticorpos anti-SSA e anti-DNA.
Anticorpos anti-SSA e teste rosa-bengala.
Anticorpos anti-RNP e hemograma.
Fator antinuclear e hemograma.
Fator antinuclear e fundoscopia.