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Mesmo perdas pequenas, de até 10% do volume sanguíneo, resultam em queda da pressão arterial e bradicardia.
Tratando-se de lesões hepáticas traumáticas, as condutas vão depender da classificação das lesões quanto ao grau de comprometimento do parênquima, devendo o tratamento ser conservador quando houver trauma abdominal fechado em pacientes estáveis, com lesões hepáticas até grau IV
Em radiografia de tórax, os achados de alargamento mediastinal, de fraturas do primeiro e do segundo arcos costais, de apagamento do cajado aórtico e de desvio da traqueia para a direita são sugestivos de ruptura aórtica.
Paciente vítima de queda de andaime, atendido na emergência, evoluiu com grande desconforto respiratório e, ao exame físico, apresentava hipertimpanismo à percussão do hemitórax esquerdo, além de murmúrio abolido à ausculta no mesmo lado. Diante da suspeita diagnóstica, a conduta terapêutica adotada será
bloqueio do nervo intercostal.
drenagem torácica em selo d'água à esquerda.
punção com jelco calibroso no segundo espaço intercostal na linha hemiclavicular esquerda.
pericardiocentese imediata.
solicitar radiografia de tórax.
Em um hospital de referência em emergência, adentra na sala de trauma um paciente politraumatizado, vítima de colisão moto x auto, de alta intensidade. A vítima apresenta à inspeção movimento paradoxal em gradil costal direito e grande desconforto respiratório. Na abordagem inicial ao paciente politraumatizado, qual a conduta imediata na sala do trauma?
Punção torácica no segundo espaço intercostal direito com jelco calibroso.
Drenagem torácica à direita em selo d'água.
Encaminhar o paciente diretamente para rotina radiológica do trauma.
Exposição do paciente.
Avaliar se vias aéreas estão pérvias.
Em um traumatismo craniano houve a lesão dos giros supramarginal e angular. Isso significa dizer que a lesão ocorreu no lobo:
Parietal.
Frontal.
Occipital.
Temporal.
Paciente de 20 anos chega ao pronto-socorro trazido pelo resgate após trauma auto versus moto com fratura fechada do fêmur direito. No raio X, apresenta mais de 50% de contato entre as corticais.
Sobre o exposto, assinale a alternativa correta.
A perda de sangue por essa fratura, por ser fechada, não é significativa.
Enquanto o paciente não é operado, o melhor é deixá-lo com uma tala inguinopodálica.
Essa é uma fratura do tipo 3 de Winquist e Hansen.
A fratura ipsilateral do colo femoral pode não ser diagnosticada em até 19-31% dos casos.
A ossificação heterotópica é uma complicação relativamente frequente e que comumente requer cirurgia.
Paciente com trauma por acidente auto versus auto, com bastante dor no joelho esquerdo. No raio X inicial, observa-se fratura do planalto tibial sem desvio. Tem boa perfusão do membro acometido, com pulso da artéria pediosa palpável.
Qual a conduta correta nesse caso?
Realizar uma tomografia computadorizada, pois a fratura pode ter desvio.
Realizar uma arteriografia, pelo risco de lesão nesse tipo de trauma.
Imobilizar o paciente com gesso inguinopodálico e dar alta.
Imobilizar o paciente com tala inguinopodálica para aguardar diminuição do edema e, posteriormente, confeccionar o gesso.
Realizar um ultrassom de partes moles para avaliar meniscos.
Se uma mulher de trinta e seis anos de idade for resgatada inconsciente após ter ficado presa em um quarto em chamas durante um incêndio, a intubação endotraqueal somente estará indicada caso haja comprovação radiológica de lesão pulmonar ou alterações na gasometria arterial.
Certo
Errado
Nos casos de impossibilidade de descompressão cirúrgica imediata, o bloqueio neuromuscular farmacológico pode ser utilizado para paliar os sintomas compressivos dos pacientes acometidos pela referida síndrome.
Certo
Errado
Homem de 40 anos, previamente hígido, apresenta queimadura de toda a cabeça e pescoço, além do peito e abdome. As demais áreas (costas, nádegas, braços e pernas) foram poupadas. A estimativa da área corporal lesada é, aproximadamente,
9%.
27%.
18%.
36%.
45%.
Paciente vitima de trauma hepático apresentando lesão de veia cava retro- hepática concomitantemente, pode ser classificado com lesão hepática grau
III
IV
V
VI
VII
A fratura de Le Fort cuja linha passa pela fissura orbitária superior é classificada como Le Fort do tipo
I
II
III
IV
V
Paciente traumatizado que apresenta tomografia computadorizada com múltiplas hemorragias petequiais nas regiões periaquedutais na face rostral do tronco cerebral, sem associação com substância branca ou corpo caloso e que possui prognóstico terrível, é classificada como lesão primária
axonal difusa.
pontomedular.
tipo 1.
tipo 2.
tipo 3.
Homem de 35 anos sofre traumatismo cranioencefálico. O exame neurológico mostra
I. abertura ocular somente com estímulo doloroso.
II. extensão (descerebração) como melhor resposta motora.
III. palavras inapropriadas na avaliação de resposta verbal.
Na escala de coma de Glasgow, este paciente apresenta escore
3.
6.
5.
7.
9.