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Fraturas expostas onde há laceração maior de 10cm de pele, mas que há possibilidade de cobertura de partes moles ao osso após o tratamento da fratura, ou mesmo quando há exposição de aproximadamente tem mas com fratura cominutiva, segundo Gustilo e Anderson, são classificadas como do tipo:
I
II
IIIA
IIIB
IIIC
Assinale a opção que apresenta o mais importante sinal, ao exame clínico, para diagnóstico da síndrome compartimental aguda.
Rubor local.
Disestesia.
Edema local.
Rigidez da articulação adjacente.
Dor desproporcional ao esperado para a lesão.
Assinale a alternativa que NÃO é considerada fator de risco para trombose venosa profunda (TVP) após cirurgia de artroplastia total de joelho.
Artroplastia total de joelho contralateral prévia.
Acidente vascular cerebral prévio.
Idade avançada.
Uso de estrogênio.
Imobilização prolongada.
Assinale a alternativa correta sobre a classificação de Lauge-Hansen para fraturas de tornozelo.
É baseada no nível de lesão da sindesmose.
O padrão mais comum de lesão é o de pronação/rotação externa.
É capaz de compreender 100% das fraturas de tornozelo.
No estágio II da lesão do tipo supinação/rotação externa, o tornozelo permanece estável.
As fraturas do tipo supinação/rotação externa em estágio II devem ser tratadas cirurgicamente.
Assinale a alternativa correta em relação à classificação de Gustilo e Anderson para fraturas expostas.
É baseada mais no tamanho e na natureza do ferimento do que no acometimento de tecidos moles.
Apresenta critérios extremamente objetivos, como descolamento periosteal e extensa lesão de partes moles.
Fornece um escore de comorbidades para auxiliar na tomada de decisões.
Apresenta uniformidade na sua aplicação global desde a descrição original.
Fornece diretrizes específicas para cirurgia preservadora de extremidade.
Em relação às fraturas por estresse, assinale a alternativa correta.
As fraturas da tíbia são mais comuns na cortical anterolateral do terço médio da diáfise.
A tomografia computadorizada é o exame mais sensível e específico para o diagnóstico.
As fraturas da tíbia por compressão posteromedial evoluem bem com tratamento conservador.
As fraturas da patela e do colo do fêmur na área de tensão pertencem ao grupo de baixo risco.
As fraturas do tipo I da classificação de Kaeding-Miller não são visualizadas nos exames de imagem.
De acordo com a classificação anatômica de luxação traumática de joelho, a ruptura de ambos os ligamentos cruzados e do canto posterolateral é classificada como
KD I.
KD II.
KD III L.
KD III M.
KD IV.
Paciente, sexo masculino, 11 anos, refere dor e edema no joelho direito há 8 meses. Nega febre ou perda de peso. Apresenta, na radiografia de joelho, uma lesão epifisária em fêmur distal bem delimitada, com calcificações discretas no interior. Análise microscópica da lesão demonstrou um padrão em “tela de galinheiro”. Qual o diagnóstico mais provável?
Tumor de células gigantes.
Osteocondroma.
Cisto ósseo aneurismático.
Condroblastoma.
Osteoblastoma.
Com relação ao menisco discoide na criança, assinale a alternativa correta.
O menisco discoide medial é o mais frequente.
O tipo ligamento de Wrisberg apresenta falha na fixação capsular posterior.
A bilateralidade não ultrapassa 5% dos casos.
A classificação de Jordan não considera a estabilidade periférica como critério.
A classificação de Watanabe é baseada em achados radiológicos.
Sobre os princípios do tratamento das fraturas, é correto afirmar que
ao se usar a tração esquelética do tipo 90-90 para tratamento de fraturas do fêmur proximal, a rigidez articular do joelho não é esperada.
a presença de tecidos moles intactos e a fixação em três pontos são essencias para o tratamento com aparelhos gessados de fraturas estáveis.
nas fraturas por estresse, tanto a fratura de fadiga quanto a fratura de insuficiência ocorrem em osso normal, tendo o mesmo tratamento dos outros tipos de fratura.
a imobilização de Jewets, para tratamento de lesões na coluna vertebral entre T6 e L3 instáveis em flexão, tem fixação em 3 pontos e possibilita alguma extensão lombar.
com o advento dos modernos métodos de fixação interna minimamente invasivos, as fraturas isoladas da diáfise da ulna e da diáfise do úmero raramente são tratadas por procedimentos conservadores.
Em relação às fraturas expostas, é correto afirmar que
o tempo de uso de antibiótico nas fraturas expostas deve ser contínuo durante todo o tempo de permanência no hospital.
nas fraturas expostas quando há infecção, as bactérias do ambiente, que contaminam a área da lesão, têm grande correlação com as culturas obtidas durante o tratamento da infecção.
nas fraturas expostas da diáfise da tíbia, o uso de haste intramedular bloqueada com fresagem limitada é preferível à fresagem tradicional, pelo risco de disseminação da contaminação por toda a diáfise e pela lesão à circulação endosteal.
a realização de cultura da ferida, na admissão do paciente no hospital, é importante, haja vista existir um crescimento bacteriano em 76% das amostras que ajudam na orientação do antibiótico.
o tratamento definitivo das fraturas expostas tibiais de alta energia com fixação externa tem bons resultados, com baixo risco de infecção, de pseudoartrose e de consolidação viciosa, apesar do risco elevado de infecção do trajeto dos pinos.
Tórax flácido pode ser definido como
a presença de fratura de qualquer arco costal.
o movimento paradoxal da parede torácica.
a presença de duas ou mais fraturas em .três ou mais costelas consecutivas, causando instabilidade da parede torácica.
a falência respiratória após trauma torácico grave.
a complicação da ventilação mecânica com pressão positiva.