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Aberto ao público em geral, tratou-se de um encontro de especialistas, estudiosos e interessados nas questões relativas ao campo das políticas culturais e gestão, com o objetivo de divulgar trabalhos e promover debates sobre ações políticas, práticas e reflexões históricas e teóricas. A realização é do Setor de Pesquisa de Políticas Culturais da Casa de Rui Barbosa e da Cátedra Unesco de Políticas Culturais e Gestão. O evento realizado de 6 a 9 de maio de 2019, no Rio de Janeiro, é a 10ª edição do:
Em parecer sobre o tombamento do Centro Histórico de Laguna, o arquiteto Luís Fernando Franco chama atenção para o fato de que esse tombamento não é indicado pela excepcionalidade dos monumentos, e sim por “[...] tratar-se de documento precioso da história urbana do país, menos como sede de acontecimentos notáveis – embora estes também tenham sido ali assinalados – do que pela escolha criteriosa do sítio, pelo papel que o povoado pôde desempenhar, em virtude de sua localização, no processo de expansão das fronteiras meridionais e, sobretudo, pela forma urbana assumida com precipitação espacial dos dois processos precedentes” (FRANCO apud FONSECA, 2005, p. 198).
Considerando esse contexto, analise as duas asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Foi essa nova visão de história que motivou a proposta desse mesmo arquiteto para transcrição dos centros históricos inscritos nos livros Histórico e de Belas Artes para o livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, em 1986,
PORQUE
II. essa visão implicava uma leitura mais abrangente desses bens, que analisa os fatos históricos a partir de uma proposta multidisciplinar, para a qual concorrem a história, a geografia, a arqueologia, a geologia, a antropologia, etc.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
No Brasil, a profissão de museólogo foi criada pela Lei 7.287, de 18 de dezembro de 1984 e regulamentada pelo Decreto 91.775, de 15 de outubro de 1985.
De acordo com o disposto nessa legislação, o exercício da profissão de museólogo é privativo:
I. dos diplomados em Bacharelado ou Licenciatura Plena em Museologia e dos diplomados em Mestrado e Doutorado em Museologia, desde que realizados em cursos ou escolas devidamente reconhecidos pelo Ministério da Educação e Cultura.
II. dos diplomados em Bacharelado em Museologia e dos diplomados em Mestrado e Doutorado em Museologia, desde que realizados em cursos ou escolas devidamente reconhecidos pelo Ministério da Educação e Cultura.
III. dos diplomados em Bacharelado em Museologia e dos diplomados em Mestrado e Doutorado em Museologia por escolas estrangeiras, desde que reconhecidas pelas leis do país de origem.
IV. dos diplomados em Museologia por escolas estrangeiras reconhecidas pelas leis do país de origem, cujos títulos tenham sido revalidados no Brasil, na forma da legislação.
V. dos diplomados em outros cursos de nível superior que, na data de vigência da Lei 7.287, de 18 de dezembro de 1984, contassem com, pelo menos, 5 (cinco) anos de exercício de atividades técnicas de Museologia, devidamente comprovados. Essa comprovação deve ter sido feita no prazo de 3 (três) anos a contar da vigência da Lei 7.287, de 18 de dezembro de 1984, perante os Conselhos Regionais de Museologia, aos quais competiu decidir sobre a sua validade.
VI. dos diplomados em outros cursos de nível superior que, a partir da data de vigência da Lei 7.287, de 18 de dezembro de 1984, contêm, pelo menos, 5 (cinco) anos de exercício de atividades técnicas de Museologia, devidamente comprovados. Essa comprovação deverá ser feita perante os Conselhos Regionais de Museologia, aos quais compete decidir sobre a sua validade.
Estão CORRETOS os itens
II, III e V.
I, III e VI.
I, IV e V.
II, IV e V.
I, IV e VI.
O Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) foi criado pela Lei nº 11.906/2009, com a função de
I. promover e assegurar a implementação de políticas públicas para o setor museológico, com vistas a contribuir para organização, gestão e desenvolvimento de instituições museológicas e seus acervos.
II. incentivar programas e ações que viabilizem a preservação, a promoção e a sustentabilidade do patrimônio museológico brasileiro.
III. promover o estudo, a preservação, a valorização e a divulgação do patrimônio cultural sob a guarda das instituições museológicas, como fundamento de memória e identidade social, fonte de investigação científica e de fruição estética e simbólica.
IV. promover a manutenção de atividades de requalificação e divulgação de museus com representatividade nacional, sejam eles de caráter nacional, regional ou local, a partir de programas de fomento às fontes da cultura nacional.
V. promover a formação de mão de obra especializada para o trabalho em museus e instituições culturais, sendo responsável pelo reconhecimento profissional dos museólogos e demais profissionais de museus.
VI. desenvolver processos de comunicação, educação e ação cultural, relativos ao patrimônio cultural sob a guarda das instituições museológicas para o reconhecimento dos diferentes processos identitários, sejam eles de caráter nacional, regional ou local, e o respeito à diferença e à diversidade cultural do povo brasileiro; e
VII. garantir os direitos das comunidades organizadas de opinar sobre os processos de identificação e definição do patrimônio a ser musealizado.
Estão CORRETOS as afirmações
I, II, III, VI e VII, apenas.
I, II, III, IV, V, VI e VII.
I, II, III, IV, VI e VII, apenas.
I, II, III, IV, V e VI, apenas.
I, II, III, IV e VI, apenas.
Conforme Letícia Julião (2006), a respeito do histórico dos museus no Brasil, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Dom João VI criou, em 1818, o Museu Real, que tinha como acervo inicial uma pequena coleção de história natural doada pelo monarca.
( ) Na segunda metade do século XIX, foi inaugurado o Museu Paraense Emílio Goeldi, que tinha uma tipologia etnográfica.
( ) O Museu Paulista iniciou suas atividades no primeiro quartel do século XX, voltado também para o estudo das coleções naturais.
( ) O Museu Histórico Nacional seguia a trajetória dos museus enciclopédicos, voltados para diversos aspectos do saber e do país.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – F – V.
V – V – F – F.
F – V – V – F.
V – F – V – V.
F – F – F – V.
Considerando a definição de museu estabelecida no artigo 1º da Lei 11.904/2009 (o Estatuto dos Museus), o IBRAM definiu, através da Resolução Normativa nº 1, de 14 de dezembro de 2016, “os procedimentos e critérios específicos relativos ao Registro de Museus junto ao IBRAM e demais órgãos públicos competentes”.
De acordo com essa Resolução, os museus a serem registrados deverão
I. estar a serviço da sociedade e seu desenvolvimento.
II. ser instituição de caráter permanente.
III. preservar bens naturais e culturais, de natureza material ou imaterial.
IV. estimular a produção do conhecimento, seja de maneira formal ou não formal.
V. trabalhar de forma regular com bens culturais musealizados.
VI. possuir exposição ou comunicar seus bens culturais musealizados.
VII. ser instituição aberta ao público.
VIII. não comercializar bens culturais musealizados.
IX. não se caracterizar como processo museológico.
X. não se caracterizar como unidade de conservação da natureza.
XI. não se caracterizar como museu virtual.
Estão CORRETAS as afirmações
II, VI, IX, X e XI, apenas.
II, III, IV e XI, apenas.
todas.
I, II, V, IX e X, apenas.
II, III, VIII, IX e XI, apenas.
As concepções de valor artístico e de valor histórico no processo de constituição dos patrimônios históricos e artísticos nacionais são objeto de grandes discussões políticas entre os grupos que atuam na área. No entanto, é preciso considerar que tais concepções são historicamente construídas e estão sujeitas a mudanças.
Levando isso em consideração, analise as seguintes afirmativas sobre o histórico de valoração dos bens arquitetônicos no Brasil e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A atribuição de valor artístico a estilos estéticos e arquitetônicos recentes é um fato característico do período que se inicia a partir da década de 1960 em todo mundo.
( ) Desde os anos 1930, no Brasil, era considerado imprescindível um recuo histórico mínimo ao século XVIII para inclusão de bens arquitetônicos no rol dos patrimônios, como no caso da Pampulha, em Belo Horizonte.
( ) Ao contrário do que acontecia na Europa, no Brasil, os arquitetos modernistas não propuseram uma ruptura com o passado, mas procuraram dar sentido de continuidade e construir uma tradição brasileira à arquitetura brasileira.
( ) As concepções restritivas de valor artístico, que prevaleceram nos primeiros anos de atuação do Serviço de Patrimônio, estavam ligadas a uma visão normativa da arquitetura difundida por nomes como Lúcio Costa.
Assinale a sequência correta:
V F V V
F F V V
F V F F
V V F F
Márcia Sant’Anna (2003, p. 46 et seq.) historia o reconhecimento dos bens imateriais pelas políticas de patrimônio nacional e internacional. Nesse processo, a instituição de uma sistemática de registro e inventário no país foi consolidada a partir da criação do Decreto nº 3.551/2000.
Assim, à semelhança dos bens tombados, foram criados os seguintes livros de registro para o patrimônio imaterial, exceto:
Livro de registro dos saberes (para o registro de conhecimentos e modos de fazer).
Livro das celebrações (para as festas, os rituais e os folguedos).
Livro dos lugares do passado (destinado à inscrição de sítios arqueológicos).
Livro das formas de expressão (para a inscrição de manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas).
Sobre o Inventário Nacional dos Bens Culturais Musealizados (INBCM), instituído pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) através do Decreto nº 8.124, de 17 de outubro de 2013 e das Resoluções Normativas nº 1, de 31 de julho de 2014 e nº 2, de 29 de agosto de 2014, é CORRETO afirmar que o INBCM é um instrumento de inserção periódica de dados sobre os bens culturais musealizados que integram os acervos
museológico, bibliográfico e arquivístico dos museus brasileiros, para fins de identificação, acautelamento e preservação, previstos na Política Nacional de Museus. O INBCM foi instituído pela Lei nº 11.904/2009 e regulamentado pelo Decreto nº 8.124/2013, sem prejuízo de outras formas de proteção existentes.
museológicos dos museus brasileiros, para fins de identificação, acautelamento e preservação, previstos na Política Nacional de Museus. O INBCM foi instituído pela Lei nº 11.904/2009 e regulamentado pelo Decreto nº 8.124/2013, sem prejuízo de outras formas de proteção existentes.
museológicos dos museus brasileiros, para fins de identificação, acautelamento e preservação, previstos na Política Nacional de Museus. O INBCM foi instituído pela Lei nº 11.904/2009 e regulamentado pelo Decreto nº 8.124/2013, devendo substituir, progressivamente, os demais instrumentos de documentação em museus no território nacional.
museológicos dos museus brasileiros, para fins de identificação, acautelamento e preservação, previstos na Política Nacional de Museus. O INBCM foi instituído pela Lei nº 11.904/2009 e regulamentado pelo Decreto nº 8.124/2013, devendo substituir, progressivamente, os demais instrumentos de documentação em museus, em todo o território nacional.
museológico, bibliográfico e arquivístico dos museus brasileiros, para fins de identificação, acautelamento e preservação, previstos na Política Nacional de Museus. O INBCM foi instituído pela Lei nº 11.904/2009 e regulamentado pelo Decreto nº 8.124/2013, devendo substituir, progressivamente, os demais instrumentos de documentação em museus em todo o território nacional.
O Plano Museológico é o principal instrumento para a compreensão das funções dos museus.
Por meio do planejamento institucional, é possível definir prioridades, indicar os caminhos a serem tomados, acompanhar as ações e avaliar o cumprimento dos objetivos.
É a partir dele que as ações administrativas, técnicas e políticas são sistematizadas tanto no âmbito interno, quanto na sua atuação externa. Assim, o Plano Museológico permite que a instituição utilize todo o seu potencial para realizar seu trabalho e alcançar seus objetivos da forma mais eficaz.
A ferramenta de gestão foi instituída pelo Estatuto das Cidades e regulamentada pelo Decreto 8.124, de 17 de outubro de 2013, no qual é reiterada no seu escopo a importância do Plano Museológico, bem como a competência do Ibram em subsidiar tecnicamente os museus, nesse processo.
Cruz e Souza e Moraes (2013, p. 6) mostram que é possível pensar a criação do IEPHA / MG na década de 1970, como uma agência designada para desempenhar ações regionais de preservação à imagem e semelhança do IPHAN, resultando de um processo de descentralização das responsabilidades políticas, antes concentradas na figura daquela agência nacional. Os autores citam várias ações do órgão estadual ao longo de mais de 40 anos de existência que demonstram tal política.
De acordo com a leitura desses autores, assinale a alternativa que não caracteriza a atuação do órgão ao longo de sua história.
Na primeira metade da década de 1980, o IEPHA / MG voltou sua atuação para o Norte de Minas, Vale do São Francisco e Vale do Jequitinhonha e alcançou sua fase áurea por conta do volume de obras realizadas, dos recursos despendidos e da ampliação de sua equipe técnica.
Ao longo de sua existência, o IEPHA / MG se tornou a agência responsável por pensar e estabelecer as dinâmicas de interação entre empresas de mineração e agropecuária e os bens culturais existentes em seu entorno
Nos anos 1990, a escassez de verbas restringiu a atuação do Instituto, levando-o a assumir uma postura cada vez mais normativa e de assessoria e a incentivar a atuação das prefeituras e de empresas especializadas no trato com o patrimônio.
As dinâmicas preservacionistas construídas pelo Instituto têm possibilitado a identificação de um grande acervo cultural material e, a partir dos anos 2000, o órgão tem investido ainda no registro e na preservação do patrimônio imaterial.
Considerando os riscos aos quais são expostos o patrimônio arqueológico em Lagoa Santa, assinale a alternativa incorreta:
Lagoa Santa possui forte atividade de mineração, com grande extração de diamante próximo aos sítios arqueológicos patrimonializados.
A região de Lagoa Santa possui área rural que vem sendo ocupada por condomínios residenciais, os quais atendem aos interesses imobiliários da região metropolitana de Belo Horizonte.
A preservação do patrimônio arqueológico está vinculada à preservação do meio ambiente. A Área de Preservação Ambiental – APA Carste de Lagoa Santa foi criada com esse propósito.
O turismo na região da Serra do Cipó traz impactos para o patrimônio arqueológico de Lagoa Santa, em função do uso de estrada pavimentada do município para acesso ao parque, que fica em Santana do Riacho.
Lia Calabre em Políticas Culturais no Brasil (2009) afirma, com base em estudo da legislação, elaboração de propostas e planos e diretrizes de gestão pública para o campo da Cultura que, no governo de Fernando Henrique Cardoso, as Leis de Incentivo tornaram-se a política cultural do Ministério da Cultura.
No entanto, haveria uma honrosa exceção nesse quadro, que seria a elaboração de uma política pública cultural para
registro de bens culturais de natureza imaterial e a criação do Programa Nacional de Patrimônio Imaterial
registro de bens culturais furtados e campanha pela recuperação de bens procurados.
criação do Programa Nacional de Patrimônio Material de Ciência e Tecnologia e de reforma desses bens culturais de natureza material.
recuperação de igrejas coloniais e reforma de templos de religiões afro-brasileiras.
Na atual legislação brasileira sobre museus, está o Decreto nº 5.264/2004, que institui o Sistema Brasileiro de Museus e dá outras providências. Sobre as atribuições do Sistema Brasileiro de Museus, analise as assertivas abaixo:
I. Tem a finalidade de promover a interação entre os museus, instituições afins e profissionais ligados ao setor, visando ao constante aperfeiçoamento da utilização de recursos materiais e culturais.
II. Tem como um de seus objetivos estimular a participação e o interesse dos diversos segmentos da sociedade no setor museológico.
III. É de sua competência estabelecer e divulgar normas, padrões e procedimentos, com vistas em aperfeiçoar o desempenho das instituições museológicas no país e promover seu desenvolvimento.
IV. Tem como uma de suas atribuições fiscalizar o exercício da profissão, impedindo e punindo as infrações à lei, bem como enviando às autoridades competentes relatórios documentados sobre fatos que apurem e cuja solução não seja de sua competência para decidir.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas I e IV.
Apenas II e III.
Apenas III e IV.
I, II, III e IV.
De acordo com a Seção III, da Lei 11.904/2009, o Estatuto dos Museus, o Plano Museológico deve ser caracterizado como ferramenta de planejamento estratégico para a gestão do museu a ser realizado
de maneira participativa, com colaboração de especialistas externos e da comunidade. É composto pelo diagnóstico da instituição, identificação dos seus espaços físicos e dos bens culturais sob sua guarda, identificação dos públicos a que está destinado o trabalho da instituição e o detalhamento dos programas: Institucional; de Exposições; Educativo e Cultural; de Pesquisa; Arquitetônico-urbanístico; de Segurança; de Financiamento e Fomento; de Comunicação; de acessibilidade a todas as pessoas.
por especialistas externos ao museu e com a comunidade. É composto pelo diagnóstico da instituição, identificação dos públicos a que está destinado o trabalho da instituição e o detalhamento dos programas: Institucional; de Gestão de Pessoas; de Acervos; de Exposições; Educativo e Cultural; de Pesquisa; Arquitetônico-urbanístico; de Segurança; de Financiamento e Fomento; de Comunicação; de acessibilidade a todas as pessoas.
de maneira participativa pelo corpo técnico do museu e seu comitê gestor. É composto pelo diagnóstico da instituição, identificação dos seus espaços físicos e dos bens culturais sob sua guarda, identificação dos públicos a que está destinado o trabalho da instituição e o detalhamento dos programas: Institucional; de Gestão de Pessoas; de Acervos; de Exposições; Educativo e Cultural; de Pesquisa; Arquitetônico-urbanístico; de Segurança; de Financiamento e Fomento; de Comunicação.
de maneira participativa, com colaboração de especialistas externos e da instituição mantenedora. É composto pelo diagnóstico da instituição, identificação dos seus espaços físicos e dos bens culturais sob sua guarda, identificação dos públicos a que está destinado o trabalho da instituição e o detalhamento dos programas: de Acervos; de Exposições; Educativo e Cultural; de Pesquisa; Arquitetônico-urbanístico; de Segurança; de Comunicação; de acessibilidade a todas as pessoas.
preferencialmente de maneira participativa, com colaboração de especialistas externos e da comunidade. É composto pelo diagnóstico da instituição, identificação dos seus espaços físicos e dos bens culturais sob sua guarda, identificação dos públicos a que está destinado o trabalho da instituição e o detalhamento dos programas: Institucional; de Gestão de Pessoas; de Acervos; de Exposições; Educativo e Cultural; de Pesquisa; Arquitetônico-urbanístico; de Segurança; de Financiamento e Fomento; de Comunicação; de acessibilidade a todas as pessoas.
Conforme a publicação “Política Nacional de Museus” (2007): O surgimento ______________________________ no cenário museal brasileiro acarretou, de imediato, o fortalecimento de todos os museus do MinC. Na sequência deste processo, ocorre a criação _____________________________, outra ação fundamental para a implantação ___________________________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
da Política Nacional de Museus – o Sistema Brasileiro de Museus – do Departamento de Museus e Centros Culturais
do Departamento de Museus e Centros Culturais – do Sistema Brasileiro de Museus – da Política Nacional de Museus
do Sistema Brasileiro de Museus – do Departamento de Museus e Centros Culturais – da Política Nacional de Museus
do Departamento de Museus e Centros Culturais – da Política Nacional de Museus – do Sistema Brasileiro de Museus
da Política Nacional de Museus – do Sistema Brasileiro de Museus – do Departamento de Museus e Centros Culturais
Maria Cecília L. Fonseca, em O patrimônio em processo afirma que “dada a importância de Minas Gerais e dos mineiros na criação do Sphan, interessa caracterizar a posição desse grupo e o papel de Minas tanto no movimento modernista quanto na política brasileira nas décadas de 1920 e 1930” (2005, p. 92), Pois, para os modernistas, Minas Gerais se constituiu, desde a década de 1920, em polo catalisador e irradiador de ideias.
Levando tais afirmações em conta, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, estabelecendo a relação entre as ideias difundidas pelo grupo de modernistas mineiros e os acontecimentos.
COLUNA I
1. Em viagem a Minas Gerais, em 1916, Alceu Amoroso Lima e Rodrigo Melo Franco perceberam a riqueza da arte colonial e a necessidade de sua preservação.
2. Em 1923, o deputado Luiz Cedro apresentou um projeto de lei destinado a salvar o patrimônio mineiro, sugerindo a criação de um órgão público de proteção aos monumentos.
3. Em 1924, um grupo paulista acompanha o poeta Blaise Cendrars em viagem a Minas Gerais e tem contato com a arte colonial brasileira e o grupo de modernistas mineiro.
COLUNA II
( ) Segundo os membros desse grupo, essa seria a viagem de “Descoberta do Barroco”.
( ) Proposta de criação de uma inspetoria dos monumentos históricos.
( ) Mario de Andrade dizia que foi a viagem de contato com a arte colonial, de “Descoberta do Brasil”.
Assinale a sequência correta.
2 1 3
3 2 1
1 2 3
1 3 2
Desde que o termo se originou, primeiro na Alemanha como “Museologie” e depois chegando à França como “muséologie”, o seu sentido se desenvolveu de forma variante acompanhando as transformações dos museus, que ganhavam mais ênfase na Europa da segunda metade do século XIX. No Brasil, essa palavra seria introduzida na década de 1930, por meio de sua apropriação a partir de publicações internacionais – particularmente, as francesas – no contexto dos museus nacionais do Rio de Janeiro. Sobre o tema, marque o item INCORRETO:
Buscando sistematizar uma melhor utilização dos termos e dos conteúdos das disciplinas ministradas no Curso de Museus do Museu Histórico Nacional, Gustavo Barroso já propunha aqui, nos anos 1940, esse sentido mais amplo do termo Museolografia em relação à museologia, ao afirmar que o primeiro “abarca âmbito mais vasto do que a Museologia, que dela faz parte, pois é natural que a simples descrição dos Museus se enquadre nas fronteiras da Ciência dos Museus.
Até meados do século XX, quando novos questionamentos seriam levantados sobre tal noção, prevalecia o sentido etimológico do termo “Museologia” em suas diversas definições – que estavam ligadas em particular aos contextos profissionais onde a palavra era usada.
Era inquestionável, em todas as acepções conhecidas, que Museologia dizia respeito ao “estudo do museu” ou à “ciência do museu”, diferenciando-se, na corrente francesa, da prática em museus. Essa diferenciação, entretanto, já não era hegemônica desde o início do século XX, o que dificultou a aceitação da corrente francesa em alguns contextos do mundo.
A Nova Museologia influenciou amplamente a Museologia dos anos 1980. Remetendo a um certo número de precursores que publicaram, a partir de 1970, textos inovadores, esse movimento ideológico enfatizou a vocação social dos museus e seu caráter interdisciplinar, ao mesmo tempo em que chamou a atenção para modos de expressão e de comunicação renovados.
Em relação aos museus, espaços de exposição e espaços culturais, a norma ABNT NBR 15599:2008 indica que a instituição deve disponibilizar e oferecer diversos serviços, espaços e dispositivos, EXCETO:
espaço livre de barreiras que impeçam o acesso aos equipamentos ou tornem o caminho inseguro ou perigoso, construído e sinalizado como especificado na ABNT NBR 9050.
atendimento especializado em LIBRAS e por meio de articulador orofacial, devidamente sinalizado e divulgado em todo material promocional.
atendimento especializado em Língua Internacional de Sinais, devidamente sinalizado e divulgado em todo material promocional.
planos ou mapas táteis ou maquetes com a descrição de seus espaços.
gravações com a descrição dos ambientes, dos percursos e roteiros dos pontos de interesse e das obras.
Entre as doações de D. Pedro I e D. Leopoldina ao Museu Nacional constam:
produtos naturais e espécimes de material etnográfico, coletados por naturalistas do museu e encaminhados ao então diretor Dr. Frederico Leopoldo César Burlamaqui.
o esqueleto fóssil de uma preguiça-gigante (Scelidotherium), com cerca de 15.000 anos de idade, e o esqueleto de uma baleia jubarte (Megaptera novaeangliae) de 18 m, ambos vindos da Argentina.
toda a coleção de objetos arqueológicos escavados nas cidades soterradas de Herculano e Pompeia, na Itália, enviados de presente pelo Rei Fernando II das Duas Sicílias.
múmias, sarcófagos e parte da coleção egípcia, arrematados num leilão da Alfândega, por sugestão de José Bonifácio de Andrada e Silva.
os meteoritos Bendegó e Santa Luzia, o primeiro, encontrado em Monte Santo (Bahia) e o segundo, na região de Luziânia (Goiás), adquiridos pelo Imperador e encaminhados por ao museu.