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A desnutrição é muito prevalente nos pacientes com Doença Renal Crônica em tratamento dialítico, o que está relacionado às altas taxas de mortalidade nessa população. Considerando que o adequado estado nutricional deve ser priorizado na assistência a esses pacientes, assinale a opção INCORRETA acerca do desenvolvimento de desnutrição nos pacientes com doença renal crônica em hemodiálise.
Ingestão deficiente de energia e proteínas tem sido apontada como a maior causa de desnutrição nesses pacientes.
Perdas de nutrientes durante o procedimento hemodialítico, primariamente, os aminoácidos, peptídeos e vitaminas hidrossolúveis.
O procedimento de hemodiálise per se pode ser hipercatabólico, envolvendo a liberação de citocinas, o que tem sido descrito como fator preditor para o desenvolvimento da desnutrição.
O hipoparatireoidismo secundário e aumento da liberação de aminoácidos do músculo com consequente perda proteica.
O aumento do catabolismo proteico promove o desenvolvimento de acidose metabólica, a qual é comum nos pacientes com doença renal crônica, e pode ser uma significativa causa da perda de massa magra.
Leia o relato do caso a seguir. Paciente J.V.C., de 35 anos, do sexo feminino, com 98 kg e 1,60 m, sedentária, dona de casa, procura ambulatório para acompanhamento nutricional. Refere fazer dieta desde criança, sem obter resultados.
Segundo as Diretrizes Brasileiras de Obesidade (2016), qual conduta tem evidência de Classe I (Forte)?20% de carboidrato, 55 a 65% de gorduras e 25 a 30% de proteínas.
40% de carboidrato, 40% de gorduras e 20% de proteínas.
55 a 65% de carboidrato, 20% de gorduras e 25 a 30% de proteínas.
55 a 60% de carboidrato, 20 a 30% de gorduras e 15 a 20% de proteínas.
Para o paciente com cirrose não complicada, com ou sem encefalopatia hepática, a necessidade de proteínas variam de:
0,6 a 0,8g/kg de massa corporal atual por dia
2 a 2,5g/kg de massa corporal ideal por dia
1,2 a 1,5g/kg de massa corporal atual por dia
1 a 1,5 g/kg de massa corporal ideal por dia
A ingestão proteica em indivíduos com diabetes e doença renal crônica não dependentes de terapia renal substitutiva, segundo a Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes 2017-2018, deve ser em torno de:
0,6 g/kg/dia.
0,8 g/kg/dia.
1,0 g/kg/dia.
1,2 g/kg/dia.
1,5 g/kg/dia.