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Das situações abaixo, NÃO apresenta comprometimento à indicação de cirurgia periodental ambulatorial:
baixa cooperação do paciente, uma vez que o controle pós-operatório da placa é decisivo para o sucesso do tratamento.
tabagismo, embora o profissional deva estar ciente que pode-se observar menor resolução da profundidade da bolsa e da melhora da inserção clínica em pacientes fumantes.
discrasias sangüíneas, como leucemias agudas e agranulocitose, pois podem acarretar resistência diminuída à infecção e maior tendência ao sangramento.
distúrbios neurológicos, como esclerose múltipla, uma vez que a falta de controle de reflexos pode tornar necessária a anestesia geral.
diabetes mellitus não compensado, que implica baixa resistência à infecção, propensão para a cicatrização demorada e predisposição para a arteriosclerose.
Durante a confecção de um preparo para coroa metalocerâmica no dente 26, observa-se que o término cervical distal encontra-se a 0,5 mm da crista óssea. Visando a saúde periodontal, deve-se realizar
gengivectomia interna para permitir uma correta adaptação da coroa nesta região.
a moldagem do dente com casquete, pois esta distância não interfere no tratamento restaurador.
a confecção de uma restauração provisória bem adaptada para que esta direcione e afaste a gengiva nesta região.
raspagem e alisamento corono-radicular da região para recuperar a integridade marginal da área do "col".
cirurgia periodontal com osteotomia para recuperação da distância biológica.
Na recessão gengival que é secundária a um tratamento periodontal, ocorre menor incidência de:
abrasão cervical.
sensibilidade dentinária.
predisposição à cárie dentária.
verosão cervical.
atrição.
No exame radiográfico de um paciente que apresenta reabilitação oral com uma prótese parcial fixa satisfatória dos dentes 12 ao 25, observa-se no dente 13 a presença de um núcleo metálico fundido bastante calibroso e lesão apical causada por tratamento endodôntico insatisfatório. Com o objetivo de evitar a remoção da prótese, o tratamento é
amputação da raiz deste dente.
cirurgia periapical de apicectomia com obturação retrógrada.
seccionamento da prótese e exodontia.
remoção do núcleo e retratamento endodôntico.
acompanhamento radiográfico da lesão por um ano.
Os procedimentos cirúrgicos para aumento de coroa clínica podem ser realizados para solucionar alguns problemas. Sua contra-indicação ocorre
na localização subgengival de lesões de cárie.
na localização subgengival de linhas de fratura.
no aumento de coroa em um único dente, especialmente na região anterior.
no aumento de coroa em múltiplos dentes em um quadrante ou sextante da dentição.
nas margens subgengivais inacessíveis de restaurações defeituosas.