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A conduta preconizada consiste em realizar a
biópsia excisional.
injeção intralesional de corticosteroides.
biópsia incisional.
excisão cirúrgica em profundidade, para evitar recidiva.
curetagem do tecido de granulação e o alisamento das bordas do alvéolo.
Este quadro é compatível com o diagnóstico de
granuloma piogênico.
papiloma escamoso.
condiloma acuminado.
epúlide granulomatosa.
granuloma periférico de células gigantes.
No que se refere aos acidentes e complicações após extrações dentárias, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) As fraturas alveolares são acidentes relativamente comuns após exodontias, ocorrendo com maior frequência na região mandibular posterior.
( ) Os nervos nasopalatino e bucal podem ser cirurgicamente seccionados sem sequelas ou complicações.
( ) Na presença de um quadro hemorrágico, a primeira conduta é a utilização de agentes hemostáticos, como a esponja de gelatina absorvível.
( ) É recomendada inicialmente a sondagem da comunicação oro-antral através do alvéolo, usando cureta periapical ou outro instrumento com ponta.
A sequência está correta em
F, V, F, F
V, V, V, V
F, F, V, V
V, V, F, F
V, F, V, F
Atenção: Para responder às questões de números 58 a 61, considere os dados abaixo:
Paciente com 31 anos de idade, sexo feminino, relata dor intensa, resistente aos analgésicos comuns, iniciada trinta dias após uma cirurgia para extração do dente 17. O tecido de granulação tornou-se infectado e em estado supurativo, o que determinou a necrose da cortical óssea com produção de sequestro ósseo, visualizado radiograficamente.
Este quadro é compatível com o diagnóstico de
osteomielite crônica esclerosante difusa.
osteossarcoma.
osteíte necrosante.
osteomielite crônica esclerosante focal.
osteomielite crônica com periostite proliferativa.
O tratamento local do quadro clínico apresentado pela paciente requer a anestesia
infiltrativa terminal na região vestibular correspondente ao dente 17.
por bloqueio dos nervos alveolares superiores posteriores.
infiltrativa do nervo alveolar superior médio.
por bloqueio do nervo nasopalatino.
por infiltração dos ramos terminais do nervo infraorbital.
Paciente do sexo feminino, com 38 anos, sofreu uma intervenção cirúrgica para remoção do elemento 48. Dois dias após a remoção do dente 48, a queixa era de uma dor exacerbada em relação aos dois dias anteriores, pulsátil, persistente, espontânea e irradiada. Clinicamente foi observado falta de algumas suturas, material necrótico dentro do alvéolo e gengiva circundante com sinais de inflamação. O quadro é compatível com o diagnóstico de:
Pericoronarite;
Abscesso subperiostal;
Alveolite;
Afta traumática decorrente da cirurgia;
Osteomielite de Garré.
Alguns fatores de risco para o quadro apresentado pela paciente incluem
a presença de hipertensão arterial.
o consumo moderado de bebida alcoólica.
a instalação de válvulas cardíacas protéticas.
o uso de contraceptivos orais.
a presença de cardiomiopatia hipertrófica.
São fatores de “alto risco” para o aparecimento da Alveolite (Alvéolo seco) após uma exodontia, EXCETO
Marque a alternativa CORRETA sobre cirurgia.
A fratura de instrumental durante o ato cirúrgico é uma complicação cirúrgica comum.
A hemorragia mediata é considerada um acidente cirúrgico grave.
A alveolite é uma complicação cirúrgica que em curso clínico normal, a dor está presente no terceiro ou quarto dia após o ato cirúrgico.
O desconhecimento da anatomia regional, o planejamento cirúrgico pouco abrangente e a seleção inadequada da técnica são agentes causadores de complicação cirúrgica.
Cobertura antibiótica, assepsia do campo cirúrgico, paramentação adequada são medidas efetivas para prevenir o acidente cirúrgico.
Caso haja fratura óssea vestibular durante a extração do referido dente, observa-se acentuada mobilidade local, indicando-se, prioritariamente, nessa situação, a remoção do osso vestibular fraturado e o enxerto livre no mesmo local.
Sobre as complicações em cirurgia oral, é INCORRETO afirmar que:
em casos de hemorragia causada pelo rompimento ou lesão na artéria palatina anterior, não se obtendo êxito pelo simples pinçamento arterial ou pelo tamponamento, opta-se pela ligadura da artéria carótida externa;
o uso da alavanca em dentes normotópicos é indicado quando o elemento dentário tem sua coroa muito destruída e nas raízes abaixo do processo alveolar;
nas fraturas de cabeça de côndilo unilateral a mandíbula desvia para o mesmo lado da fratura.
quando a linha de fratura permite o deslocamento muscular do fragmento ósseo, classifica-se esta fratura como deslocante.
Caso haja dor após a extração dentária, que tenha aparecido por volta do terceiro ou quarto dia pós-operatório e com intensidade de moderada a intensa, fica caracterizada a alveolite. Essa condição é frequente em pacientes tabagistas e está associada normalmente à infecção por germes anaeróbicos.
Marque a opção mais indicada para o tratamento da alveolite seca, segundo Peterson.
Irrigação com solução fisiológica e antibioticoterapia.
Irrigação com solução fisiológica e colocação de medicação intra alveolar.
Curetagem rigorosa e antibioticoterapia.
Curetagem rigorosa e colcação de medicação intra alveolar.
Antibioticoterapia e bochecho com clorexidine.
Apesar da baixa incidência, as dores orofaciais representam desafio diagnóstico aos cirurgiões-dentistas. Paciente do sexo feminino, 52 anos, comparece ao consultório com queixa de dor prodrômica unilateral, lacrimejamento e dificuldade de oclusão palpebral ipsilateral e fala desarticulada com início após exodontia de molar inferior. O diagnóstico mais adequado ao quadro descrito é
dor facial atípica.
neuralgia facial idiopática.
neuralgia do hipoglosso.
neuralgia do trigêmeo.
paralisia de Bell.
O fato de a paciente ser tabagista não influencia no desenvolvimento desse quadro clinico.
O diagnostico provável, nesse caso, é osteite alveolar.
Provavelmente não houve cobertura antibiótica suficiente no período operatório.
Uma possível consequência deste acidente clínico é a
lesão do arco oposto.
parestesia.
fratura da tuberosidade maxilar.
sinusite maxilar crônica.
enxaqueca.