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Considerando os marcos normativos e as competências gerais estabelecidas na BNCC, assinale a alternativa correta acerca do componente curricular ensino religioso.
O ensino religioso, de acordo com a BNCC, deve contribuir para que os alunos construam seus sentidos pessoais de vida, excluindo a análise de valores e princípios éticos que são de responsabilidade familiar.
Um dos objetivos do ensino religioso é promover o diálogo entre diferentes perspectivas de vida, sejam elas religiosas ou seculares, em respeito ao pluralismo de ideias.
O ensino religioso, enquanto componente curricular, deve promover a aprendizagem de conhecimentos religiosos e culturais, baseados prioritariamente nas crenças manifestadas pelos alunos, para não ferir o princípio da laicidade.
A BNCC estabelece que o conhecimento religioso é produzido no campo da teologia, com o objetivo de fortalecer a fé dos estudantes nas diferentes tradições religiosas.
A BNCC define que o ensino religioso é uma disciplina opcional e deve ser oferecida apenas em escolas de confissão religiosa, sendo vedada a sua oferta na rede pública.
A BNCC inclui o ensino religioso como área de conhecimento no ensino fundamental, com diretrizes que asseguram a laicidade do Estado e a liberdade de crença. A disciplina deve abordar o fenômeno religioso como objeto de estudo acadêmico, promovendo diálogo, respeito e valorização da diversidade cultural e religiosa, sem doutrinação.
Considerando os fundamentos da BNCC para o ensino religioso, qual alternativa apresenta uma prática pedagógica coerente com o princípio da laicidade?
Analisar diferentes tradições religiosas e filosofias de vida com base científica e ética, permitindo que os estudantes desenvolvam seu próprio entendimento.
Proibir qualquer menção a símbolos ou manifestações religiosas para evitar desconforto entre os alunos.
Organizar o conteúdo de forma confessional, focando os dogmas da religião predominante na escola.
Ensinar valores éticos universais, ignorando as narrativas das diversas manifestações religiosas.
Deixar aos pais a escolha da tradição religiosa a ser ensinada aos filhos na escola pública.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento normativo que define o conjunto essencial de aprendizagens que todos os alunos da educação básica têm o direito de desenvolver. Ela está organizada por etapas de ensino e por componentes curriculares, estruturando cada componente curricular a partir de três elementos principais: Unidades Temáticas, Objetos de Conhecimento e Habilidades. Tendo isso em vista, assinale a alternativa que apresenta uma habilidade – aprendizagem essencial que deve ser assegurada aos alunos – que faz parte do 8º ano do ensino fundamental do componente curricular de geografia.
Explicar as diferentes formas de uso do solo (rotação de terras, terraceamento, aterros etc.) e de apropriação dos recursos hídricos (sistema de irrigação, tratamento e redes de distribuição), bem como suas vantagens e desvantagens em diferentes épocas e lugares.
Relacionar as mudanças técnicas e científicas decorrentes do processo de industrialização com as transformações no trabalho em diferentes regiões do mundo e suas consequências no Brasil.
Interpretar e elaborar mapas temáticos e históricos, inclusive utilizando tecnologias digitais, com informações demográficas e econômicas do Brasil (cartogramas), identificando padrões espaciais, regionalizações e analogias espaciais.
Relacionar o processo de urbanização às transformações da produção agropecuária, à expansão do desemprego estrutural e ao papel crescente do capital financeiro em diferentes países, com destaque para o Brasil.
Analisar a importância dos principais recursos hídricos da América Latina (Aquífero Guarani, Bacias do Rio da Prata, do Amazonas e do Orinoco, sistemas de nuvens na Amazônia e nos Andes, entre outros) e discutir os desafios relacionados à gestão e comercialização da água.
Segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Referencial Curricular Gaúcho do Ensino Médio (RCGEM), para garantir a formação integral e os direitos de aprendizagem dos estudantes, é necessário que as práticas pedagógicas docentes
cumpram rigorosamente os conteúdos científicos das áreas do conhecimento e priorizem o desempenho dos estudantes em avaliações externas.
dominem os conteúdos clássicos disciplinares que são pilares da formação intelectual e possibilitem ao estudante organizar o próprio itinerário com base em metas de rendimento.
promovam intencionalmente o processo de ensino e vinculem o trabalho docente a desafios do mundo contemporâneo e à formação integral cultural e cidadã.
implementem metodologias institucionalizadas que assegurem o desenvolvimento de saberes técnicos específicos voltados à preparação profissional.
reproduzam estratégias de ensino e de avaliação com foco na homogeneização dos percursos formativos e no controle dos resultados escolares.
João Pedro é um professor de Matemática do ensino fundamental nos anos finais e frequentemente utiliza diferentes recursos didáticos e materiais para melhorar a didática e metodologia do ensino. Ele já utilizou jogos, calculadoras, planilhas eletrônicas e softwares de geometria dinâmica. E recentemente gostaria de implementar a história da matemática para despertar mais interesse sobre os assuntos e o contexto que foram desenvolvidos.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a respeito das unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades, o que João Pedro poderá complementar ou integrar em sua didática e materiais utilizados para melhorar a qualidade do ensino em suas aulas? Assinale a alternativa correta.
Esses recursos e materiais precisam estar integrados a situações que propiciem a reflexão, contribuindo para a sistematização e a formalização dos conceitos matemáticos.
Esses recursos e materiais precisam ser integrados objetivando apenas contextos técnicos, que são o cerne da disciplina Matemática.
Para integrar essa didática da maneira correta, exatamente como prevê a BNCC, é ignorar a história da Matemática, porque isso incha o conteúdo programático e desvia do foco principal da matemática, cálculos.
Esses recursos e materiais precisam estar integrados a situações que propiciem a reflexão e de forma que o aprendizado seja exponencial, na compreensão, análise e avaliação da argumentação matemática. Ou seja, não pode ser gradativo para não gerar tédio e desinteresse dos alunos.
Esses recursos didáticos não precisam ensinar a interpretar contextos, pois isso é tarefa de outras áreas de conhecimento, como de linguagens.