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Weiss (1992) sinaliza a avaliação pedagógica como um dos momentos da sequência diagnóstica, a qual pode ser alterada conforme as necessidades de cada caso.
Sobre a avaliação pedagógica, é incorreto afirmar que
ela restringe-se ao conteúdo escolar.
a verificação da metodologia usada em sala de aula pode ser feita por meio do material escolar.
a investigação no âmbito pedagógico pode ser feita, entre outras maneiras, por meio das provas pedagógicas clássicas.
em relação à avaliação do cálculo, utiliza-se o cálculo mental e a execução de cálculos escritos.
Sobre os cursos sequenciais considere as assertivas abaixo:
I - Pautam-se nas concepções de democratização, flexibilização e diversificação de oferta de programas educacionais, em conformidade com as exigências da sociedade e do setor socioeconômico;
II - Representam uma inovação, pois a legislação anterior não os contemplava;
III - São considerados de nível superior e oferecem formação em um campo limitado do saber, contemplando, portanto, uma formação específica por meio de uma formação pontual;
IV - Podem ser oferecidos a partir de duas modalidades: Cursos Sequenciais Presenciais e de Complementação de Estudos Presenciais.
Os itens CORRETOS estão dispostos na alternativa?
Somente os itens I, II e III estão corretos.
Somente os itens I e III estão corretos.
Somente os itens II, III e IV estão corretos.
Somente os itens II e IV estão corretos.
Todos os itens estão corretos.
Em relação aos tipos de proteção que cabem à Assistência Social, a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) dispõe sobre
a prevenção de infrações por parte das crianças e dos adolescentes oriundas de famílias desestruturadas de baixa renda.
a determinação de medidas de preservação à liberdade de crianças e adolescentes autores de ato infracional.
o desenvolvimento de ações de orientação, apoio e promoção social das famílias dos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas.
o acolhimento permanente de menores moradores de rua, abandonados pelos pais ou responsáveis, que praticaram pequenos delitos.
o programa de intervenção a famílias que não assumem a responsabilidade de acompanhar o menor infrator no cumprimento das medidas socioeducativas.
O trabalho docente corresponde à atividade fim do sistema educacional e, assim como em todo trabalho em sistemas organizados, sofre prescrições que se aplicam uniformemente a todos os que o desenvolvem. Benetti (in Thurler e Maulini, 2012) denomina o trabalho pedagógico de “improvisação regrada”, porque ele é exercido pelo professor considerado como
ator social, um prático reflexivo que se engaja no trabalho organizado e o organiza parcialmente ele próprio.
trabalhador independente que, a despeito das prescrições, age em resposta às situações emergentes.
simples executante que, não entendendo profundamente as regras, age no improviso pela necessidade de momento.
ator coadjuvante, numa organização semianárquica, podendo por isso inventar falas e práticas.
ator criativo, pois, apesar da forte estruturação da relação pedagógica, há sempre fatores de incerteza e urgência.
No contexto da sociedade atual, Behrens (2009) ressalta que o acesso ao conhecimento e à rede informatizada provoca o docente a procurar nova metodologia para atender às demandas da sociedade e ultrapassar o seu papel autoritário.
Sobre os papéis do professor e do aluno nessa nova realidade, segundo a autora, assinale a alternativa incorreta.
O professor deverá se tornar um investigador, um pesquisador do conhecimento crítico e reflexivo.
Professores e alunos necessitam aprender a aprender como acessar a informação, onde buscá-la e o que fazer com ela.
O aluno deve tornar-se criativo, crítico, pesquisador e atuante, para produzir conhecimento.
O eixo da ação docente deve enfatizar o ensinar, levando em consideração a linguagem oral e a linguagem escrita que acompanham o processo de ensinar e aprender.
A pedagogia social é um componente da Pedagogia que se responsabiliza diretamente pela inclusão das crianças e jovens, em situação de vulnerabilidade social, no universo escolar. Quanto mais a população de um país é entregue à própria sorte, maior se faz a necessidade de um fazer pedagógico voltado para a realidade das crianças e adolescentes expostos a todo o tipo de dificuldades oriundas de uma educação direcionada para um público com valores e necessidades bem diferentes.
Falamos sobre uma pedagogia com ações voltadas ao desenvolvimento humano pleno, tomando como foco o processo educacional.
Então, é correto afirmar que a pedagogia social é uma pedagogia:
do passado;
da inclusão;
tradicional;
experimental;
consensual.
A violência assola a sociedade brasileira dentro dos espaços educacionais. O bullying, termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados em uma relação desigual de poder, por um indivíduo ou grupo de indivíduos, causando dor e angústia, se apresenta como normalidade no convívio social.
É preciso um fazer pedagógico que tenha o objetivo de ensinar a todos e a cada um, pautado no respeito, direitos humanos, ternura, diálogo, solidariedade e esperança na busca do convívio promissor, orientador das energias vitais e cognitivas de alunos, professores, comunidades, grupos e famílias – sendo que estas devem ser o primeiro laboratório de resolução não violenta de conflitos – para o qual é necessário qualificar a capacidade de escuta e percepção dos valores envolvidos na comunicação.
Essa pedagogia já existe e é denominada pedagogia do(a):
aliança;
valoração;
avanço;
convivência;
pertinência.
A proposta pedagógica das Instituições de educação infantil deve ter como objetivo:
Respeitar a criança como indivíduo e observar as diretrizes mercadológicas para o sucesso do indivíduo.
Atender o desejo dos pais e/ou responsáveis, acerca do que estes entendem que as crianças aprendam na escola.
Garantir à criança acesso a processos de apropriação, renovação e articulação de conhecimentos e aprendizagens de diferentes linguagens, assim como o direito à proteção, à saúde, à liberdade, à confiança, ao respeito, à dignidade, à brincadeira, à convivência e à interação com outras crianças.
Garantir que cada criança esteja segura de que terá seus desejos respeitados, desde que não contrariem ao permitido por lei, assegurando o desenvolvimento da individualidade da criança e sua autonomia.
Obter resultados satisfatórios nas avaliações nacionais que medem o desempenho dos estudantes.
Os dois últimos séculos nos mostram dois modos de fazer pedagogia: o modo da transmissão e o modo da participação. Dewey (In: FORMOSINHO, 2007) enumera dois elementos fundamentais para o processo educativo, sendo eles:
O caráter da criança como ponto central e a tarefa do professor em compensar os déficits dos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem.
A verdade absoluta do conhecimento transmitido pelo professor e a natureza do currículo.
As crianças com os seus interesses e opiniões e os objetivos com os seus significados e valores sociais, incorporados na experiência da sociedade e da cultura.
O bom aluno é o que se envolve e o bom professor é aquele que respeita, mas limita o envolvimento do aluno.
A organização do contexto educativo e a função principal da criança como respondente.
O modelo de planejamento retratado no texto configura- -se um instrumental teórico-prático que, de acordo com Falkembach (in Veiga, 1996), facilita a convergência entre o refletir e o agir, no espaço escolar, tendo como produto o Projeto Político-Pedagógico da escola e pode se constituir em
instrumento pedagógico e político de mudança, atuando no sentido da construção de identidades, da escola e dos sujeitos que ela congrega.
meio de promover a construção de um novo Estatuto do Magistério, capaz de atender aos anseios dos diversos segmentos da categoria.
instrumento de manipulação dos diferentes atores que compõem a escola, para satisfazer os interesses pessoais de alguns grupos.
meio de promover alterações profundas na legislação educacional e de pessoal que atua no magistério.
instrumento capaz de unificar os projetos pessoais de cada um, de modo a harmonizar o convívio dentro da escola.