

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Observe um trecho do poema O Adolescente, de Mário Quintana, e a tira Gente Como a Gente, de Mark Cullum:
"Adolescente, olha!
A vida é nova... A vida é nova e anda nua
-vestida apenas com o teu desejo!"


Uma das expectativas percebidas em algumas escolas é a de que o Orientador Educacional atue como mediador das relações entre o aluno adolescente e sua família. Ao fazê-lo, o orientador deverá considerar que:
I - O grupo familiar constitui o grupo de participação e de referência fundamental, e é por isso que os valores desse grupo constituem bases significativas na orientação do adolescente, quer a família atue como grupo positivo de referência, quer opere como grupo negativo de referência.
II- Ttrazer os pais à escola constitui uma das atividades do Orientador. Ele faz com que eles participem do projeto dela de diferentes formas, desde o planejamento do projeto pedagógico até as decisões que a escola deve tomar.
III - Há um despreparo no nível emocional e de conhecimento objetivo dos pais sobre o desenvolvimento social, psicológico e intelectual do adolescente, cabendo ao Orientador informá-los a esse respeito.
IV - Cabe à escola, nos dias de conflito, característicos da pós-modernidade, o papel de orientar não só o aluno, mas também sua família, já que os serviços particulares de apoio familiar têm preço elevado e os serviços públicos não atendem a toda demanda dessa área.
Estão corretas as afirmativas:
I e III;
I e IV;
I e IV;
II e III;
III e IV.
Buscando uma ressignificação do papel do supervisor educacional e tentando definir a supervisão educacional, Vasconcellos (2002) começa por explicitar o que a supervisão não é (ou não deveria ser):
"não é fiscal de professor, não é dedo-duro (que entrega os professores para a direção ou mantenedora), não é pombo-correio (que leva recado da direção para os professores e dos professores para a direção), não é coringa/tarefeiro/quebra galho/salvavidas (ajudante de direção, auxiliar de secretaria, enfermeiro, assistente social, etc.), não é tapa-buraco (que fica "toureando" os alunos em sala de aula no caso de falta de professor),... não é de gabinete (que está longe da prática e dos desafios efetivos dos educadores), não é dicário (que tem dicas e soluções para todos os problemas, uma espécie de fonte inesgotável de técnicas, receitas)..."
O autor se insere entre os que buscam hoje uma ressignificação do papel do supervisor educacional. A seguir encontram-se seis conceitos para a função supervisora, extraídos da literatura especializada:
I - "A função supervisora pode ser compreendida como um processo em que um professor, em princípio mais experiente e mais informado, orienta um outro professor ou candidato a professor no seu desenvolvimento humano e profissional" (ALARCÃO, 2001)
II - Supervisão é a "atividade voltada para o planejamento, orientação, acompanhamento, controle e avaliação do processo ensino-aprendizagem, visando à melhoria qualitativa tanto a nível de sistema como de escola" (SME/RJ, 1978)
III - "A supervisão educacional, no contexto mais amplo da sociedade e da educação, tem como função primordial resgatar o sentido básico da escola... A supervisão tem como função participar do processo de conscientização na luta contra a palavra vazia de vida, de significado; contra o fazer vazio de sentido". (URBAN, 1985).
IV - "S
I e IV;
II e IV;
I e III;
IV e V;
II e V.
Leia o trecho a seguir:
"... fazer supervisão em educação será, antes de tudo, estimular a discussão sobre o tipo de pão que queremos ter e, só depois, como decorrência, incentivar a discussão sobre os meios para a fabricação de tal pão".
(Danilo Gandin, 1985) As diversas metáforas utilizadas no texto estabelecem uma prioridade nas ações do Supervisor Educacional. Assim, com base no texto acima, o Supervisor Educacional deve priorizar a discussão sobre:
os fins da educação, em relação aos métodos;
as metodologias, já que estas possibilitam que os fins sejam alcançados;
os processos de planejamento da escola;
os meios e os fins, indistintamente, de acordo com a necessidade;
a relação entre os fins, os meios e os processos de avaliação.
No início de sua caminhada na escola brasileira, o Orientador deveria se preparar para resolver, satisfatoriamente, os problemas com que o adolescente se defronta, que iam de problemas de saúde e desenvolvimento físico, a problemas de sexo, sociais e econômicos. Observe, agora, as afirmações sobre a identidade do Orientador Educacional:
I - O Orientador Educacional é uma aparição do amor e da verdade.
II - O coração universal do Orientador Educacional deve poder alojar, no seu carinho, cada um, segundo a necessidade do momento.
III - O Orientador Educacional deve se reconhecer e estudar teoricamente, participar das lutas sindicais, das lutas dos grupos e da luta políticopartidária.
IV - O Orientador Educacional deve ser uma figura neutra para guiar os jovens em sua formação cívica, moral e religiosa.
Estão coerentes com aquele momento inicial da Orientação Educacional, as afirmativas:
I, II e III;
I, II e IV;
II e III;
I, III e IV;
III e IV.
Segundo a finalidade da prática pedagógica, uma ação orientadora educativa só poderá ser avaliada a partir da reflexão sobre a quem interessa e a quem pretende servir.
Sendo assim, NÃO é correto afirmar que compete ao pedagogo:
determinar o como fazer a partir de suas atribuições específicas alheio à natureza da prática educativa .
mobilizar a comunidade escolar para a discussão política da qualidade da prática educativa articulada aos seus interesses.
ser participante efetivo do processo de construção de uma educação de qualidade.
analisar as defasagens e fracassos, repensando coletivamente as metodologias utilizadas no processo educativo.
João, aluno da 7ª série de uma Escola Estadual, foi acometido de hepatite e solicitou à direção da instituição dispensa das aulas de Educação Física. Qual o procedimento legal a ser adotado?
João não poderá ser dispensado das aulas de Educação Física.
João deverá ser dispensado das aulas de Educação Física e como compensação da sua ausência às aulas, lhe serão encaminhados exercícios domiciliares com acompanhamento da Escola, compatíveis com seu estado de saúde e possibilidades da instituição.
João deverá ser dispensado das aulas de Educação Física e como compensação da sua ausência às aulas, freqüentará estabelecimento especializado para acompanhamento terapêutico.
João deverá ser dispensado das aulas de Educação Física e como compensação da sua ausência às aulas, o professor de Educação Física deverá acompanhar os exercícios domiciliares por ele encaminhados.
João poderá ou não ser dispensado pela direção da instituição, ficando a critério do professor de Educação Física e do Setor Pedagógico procederem tal análise considerando não haver regulamentação sobre a situação apresentada.