Questões de Concurso sobre Coordenação e Orientação Educacional

 
 
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Leia os textos abaixo:

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De acordo com as situações descritas acima, o

Orientador Educacional contribui para que a escola

possa "ganhar", quando:


A

ajuda a religar o que foi sendo desligado, fragmentado e disciplinarizado, na prática escolar;


B

ajuda a buscar os pontos comuns entre os vários conteúdos com vistas a um trabalho integrado;


C

ajuda a substituir os conteúdos disciplinares pelos temas transversais, como centro do currículo escolar;


D

realiza atendimentos individuais e auxilia o aluno a fazer a síntese entre ciência e arte;


E

auxilia o professor a "costurar" seu trabalho com o de cada colega, criando ambiente de síntese acadêmica.

"As dificuldades para superar o fracasso estão mais no campo social do que no campo pessoal, embora, sempre, recaia sobre o indivíduo a responsabilidade maior desta superação".

(Miriam Grinspun)

Nem sempre o papel da Orientação Educacional diante do fracasso escolar foi visto nos termos da frase acima. Considerando a trajetória da análise do fracasso escolar, numere a seqüência de baixo de acordo com a de cima:

I - fracasso centrado nas diferenças individuais

II - fracasso como deficiência cultural

III - fracasso como resultado das diferenças culturais

IV - fracasso como produto das questões intraescolares

( ) Trabalho com as relações interpessoais dentro da escola, assessorando o professor em sua prática.

( ) Atendimento às diferenças individuais e ajustamento dos alunos à escola e à sociedade.

( ) Complementação e superação das deficiências, trabalhando as carências apresentadas.

( ) Compreensão da diversidade de culturas existentes na escola. A ordem correta, de cima para baixo, é:

A ordem correta, de cima para baixo, é:


A

II, I, IV, III;


B

I, III, II, IV;


C

IV, I, II, III;


D

IV, III, II, I;


E

III, II, I, IV.

Da mesma forma que as características da Educação acompanham o perfil que determinada época ou categoria lhe atribui, identificamos na Orientação Educacional, igual procedimento. Em termos de evolução teórico-prática da Educação, a Orientação Educacional encontra-se numa etapa que tem, hoje, como objeto e ação fundamental:


A

ajudar na construção de um espaço de convivência que respeite as diferenças individuais;


B

acompanhar o desempenho dos alunos ao longo de sua vida escolar;


C

ajudar na construção de uma prática emancipatória, tendo, na teoria, a função de mediação;


D

desenvolver ações que motivem o trabalho em cooperação;


E

influenciar ações que motivem o trabalho em cooperação.

É função da escola preparar para o mundo do trabalho, e o Orientador Educacional deve ser o profissional responsável pela implementação e coordenação desse trabalho na escola. Ele deverá propor uma integração entre os diferentes professores e profissionais, a fim de realizar um trabalho em equipe. Nessa abordagem deve-se discutir:


A

a relação do educando consigo mesmo, visando ao autoconhecimento e ao pleno desenvolvimento pessoal;


B

a relação homem-trabalho, enfatizando os interesses, os valores, as habilidades para o desempenho e a realização pessoal;


C

a relação do educando com a sociedade, visando a sua politização e à futura intervenção no ambiente social;


D

a relação homem-trabalho-sociedade, visando à adaptação do sujeito no ambiente social, através do exercício profissional;


E

a relação educando /escola / família, visando experimentar, na prática educativa atual, as relações que vivenciará no futuro.

Foi identificada numa comunidade, a existência de 112 jovens e adultos maiores de 18 anos de idade, com escolaridade inferior ao Ciclo II do Ensino Fundamental. A escola estadual local, única na área, não priorizou este atendimento, alegando que há pressão da demanda escolar para a continuidade de estudos de seus alunos em nível médio. A escola pública mais perto dista mais de 2 km. A Supervisora de Ensino da escola sugere priorização do atendimento aos jovens e adultos no ensino fundamental nesta escola, porque

I. a Constituição Federal garante o Ensino Fundamental a todos os brasileiros, independente da idade considerada.

II. os dados estatísticos sobre o analfabetismo e a baixa escolaridade traduzem e justificam baixo desenvolvimento nacional.

III. a política educacional tem priorizado o Ensino Fundamental aos jovens e adultos, em detrimento aos de menor idade.

IV. a não-oferta do ensino obrigatório, ou sua oferta irregular importa em responsabilidade da autoridade competente, no caso, também da Supervisora de Ensino.

V. é muito difícil para os jovens e adultos conseguirem emprego, sem estarem matriculados numa escola fundamental.

VI. o acesso ao Ensino Fundamental é direito público subjetivo, e como tal, não pode ser negado.

De acordo com a legislação, estão corretas APENAS as afirmativas


A

II, V e VI


B

II, IV e VI


C

II, III e IV


D

I, III e V


E

I, IV e VI

VASCONCELLOS (2002) apresenta três dimensões básicas da formação humana que se constituem em condições subjetivas para a ação supervisora. Para favorecer a criação de um "clima" institucional favorável ao trabalho pedagógico, o supervisor educacional deve estar atento, para o desenvolvimento próprio e da equipe de profissionais que atuam na unidade escolar, às seguintes dimensões:


A

conceitual e procedimental;


B

procedimental e institucional;


C

atitudinal e procedimental;


D

conceitual e institucional;


E

conceitual e atitudinal.

Nos anos 90, a luta pela afirmação da cidadania de alguns grupos organizados, deu origem a formas alternativas de educação. O papel da Orientação Educacional face às formas alternativas de educação baseia-se em pontos significativos, que são:

I - o Orientador Educacional é um profissional que deve estar engajado com o contexto onde sua prática se efetiva.

II - a Orientação Educacional exerce uma função básica de relação de ajuda que deve ocorrer onde e quando se desenvolve a educação.

III - o Orientador Educacional deve colocar-se a serviço das formas alternativas de educação, engajando-se em projetos de erradicação do analfabetismo e educação popular.

IV - a Orientação Educacional deve promover os meios disponíveis para que ocorram diferentes manifestações, traduzidas nas formas alternativas de educação.

V - a Orientação Educacional deve estar atenta às questões das relações pedagógicas, procurando compreender as aspirações coletivas subjacentes às formas alternativas de educação.

As afirmativas corretas são:


A

I, II, III e IV;


B

I, II, III e V;


C

I, III, IV e V;


D

II, III, IV e V;


E

I, II, IV e V.

Na história da Supervisão de Ensino em nível de sistema, no Estado de São Paulo, o movimento sindical dos professores assumiu em alguns momentos, papel formador e orientador da categoria, em relação aos projetos educativos em curso e em relação a sua atuação junto às escolas, o que fortaleceu o sindicato. Isto revela, dentre outros, que


A

há uma descaracterização geral das instituições na sociedade pós-moderna, prenunciando grandes transformações em todo o universo institucional.


B

na prática, ocorrem desvios na atuação dos sindicatos, principalmente quando seus dirigentes têm pretensão político-eleitorais.


C

os aspectos propriamente sindicais estão organicamente articulados com o cumprimento do papel profissional, na busca de garantir educação escolar de qualidade, para todos.


D

o conjunto dos supervisores deve cumprir suas obrigações profissionais junto às escolas, deixando as questões trabalhistas, sindicais e políticas para os colegas eleitos como dirigentes dos sindicatos.


E

os aspectos sindicais estão ligados aos do cumprimento das funções dos supervisores, mas não é função do sindicato cuidar disso.

Interessada em ressignificar o papel da supervisão educacional, a equipe supervisora de uma escola optou por adotar uma prática coerente com os pressupostos da corrente ideológica transformadora. Nesta concepção, a função supervisora caracteriza-se por:

I - estar baseada num positivismo otimista, pelo qual os conflitos são omitidos e é feita a apologia de uma sociedade desejável.

II - ser essencialmente política e não principalmente técnica.

III - ser implementadora do currículo oficial nas escolas e orientadora dos professores na execução dos programas oriundos dos sistemas de ensino.

IV - estar voltada, essencialmente, para garantir a efetividade e eficiência dos meios e a eficácia dos resultados do trabalho pedagógico na escola.

V - estar voltada, essencialmente, para favorecer momentos de reflexão, explicitando contradições e conflitos, de modo a determinar as prioridades do trabalho pedagógico das escolas.

Estão corretas as afirmações:


A

I e II;


B

II e III;


C

I e IV;


D

I e V;


E

II e V.

O Conselho Tutelar, criado no âmbito dos Municípios, é um órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de


A

promover o desenvolvimento físico e emocional da criança e adolescente.


B

julgar os casos de discriminação e maus tratos à criança e adolescente.


C

zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente.


D

decidir sobre a guarda e adoção de crianças abandonadas.


E

dar prioridade ao atendimento às crianças de zero a seis anos.

Sobre a integração da Equipe Técnico- Administrativa da unidade escolar, LÜCK, já em 1982, chamava a atenção para a sua importância, afirmando que: "a ação do corpo técnico-administrativo deve ser não só integrada, mas também integradora". Para alcançar essa integração, a autora sugere que os elementos da equipe devem ter em comum:


A

opiniões, técnicas e atitudes;


B

atitudes, direções e objetivos;


C

objetivos, atitudes e técnicas;


D

opiniões, finalidades e técnicas;


E

direções, finalidades e opiniões.

João, um aluno da 3ª série do ensino fundamental, mostrou o resultado de uma prova de matemática aos seus pais. Estes ficaram preocupados, pois João só acertara 40% da prova e demonstrara muita insegurança. Seus pais, então, decidiram conversar com a coordenação pedagógica da escola que, levando em conta as determinações da Lei 9394/96, teve a seguinte atitude:


A

acalmou os pais, afirmando que João tem grande chance de reverter o quadro com os estudos de recuperação que, embora sejam facultativos na LDB, a escola oferece aos seus alunos;


B

buscou tranqüilizar os pais, afirmando que João possivelmente reverteria o quadro na recuperação, que deve ocorrer em dois momentos: no meio e no final do ano letivo, conforme determina a LDB;


C

informou aos pais que conversaria com a professora para que ela observasse mais atentamente João em suas aulas, já que a escola não disponibiliza estudos de recuperação para as séries iniciais do ensino fundamental;


D

ponderou com os pais que a escola não prioriza uma única prova e sim o processo; além disso, ela lembrou que João tem chances de obter novos resultados a partir da recuperação que ocorre ao longo do ano letivo;


E

ficou receosa com o resultado de João, já que a LDB recomenda que o aspecto quantitativo deve prevalecer na avaliação; assim, ela informou aos pais que acompanhassem o interesse de João nas aulas de recuperação.

De acordo com a bibliografia indicada, a análise das origens da supervisão na educação, desde o início de nossa história colonial, leva a constatar que a supervisão enquanto avaliação e controle institucional público, implicando a fiscalização,


A

acompanhou o desenvolvimento da educação escolar e dos sistemas de ensino, nos termos da legislação maior, tendo recebido diversas nomenclaturas.


B

foi criada no governo militar de 1964 e funcionou até a Constituição Cidadã de 1988, quando foi derrubada pela democratização do ensino.


C

foi instituída como item da política de avaliação externa (SAEB, SARESP, ENEM) e tende a desaparecer com ela.


D

funcionou como "cabide de empregos" até a Ditadura Vargas (30-45), quando passou a ser provida por concursos públicos.


E

chegou com a instalação, no Brasil, do Reino Unido ao de Portugal, no século XIX, em moldes pós-jesuíticos.

O quadro abaixo, de autoria de Antonio Nóvoa, ajuda a clarificar o papel que os diferentes atores podem desempenhar no interior de um estabelecimento de ensino. Nele, o autor distingue três áreas de intervenção nas escolas, para além dos domínios relacionados com o sistema educativo e a administração do ensino.

Imagem associada para resolução da questão

Numere a primeira coluna de acordo com a segunda, identificando a área de intervenção a que estariam relacionadas as seguintes "ações" solicitadas à equipe de supervisão educacional de uma escola:

Imagem associada para resolução da questão

A numeração mais adequada é:


A

1 - 3 - 2 - 2;


B

2 - 2 - 1 - 3


C

2 - 3 - 1 - 3;


D

1 - 2 - 1 - 3;


E

3 - 2 - 1 - 2.

Segundo Saviani (1999), a função supervisora acompanha a ação educativa desde suas origens. Contudo, para que uma função seja organizada como profissão, é necessário que ela se destaque do âmbito em que opera, se distinga das demais, detalhando-se os seus atributos, e exija agentes especializados com uma formação específica. Entendendo-se a profissionalização na perspectiva de Saviani, explicitada acima, pode-se afirmar que esta profissionalização não chega a se consolidar no Brasil. O contexto histórico considerado a tentativa mais radical de profissionalização da supervisão educacional no Brasil se dá com:


A

a vinda dos jesuítas para o Brasil, a partir de 1549, através da adoção do Ratio Studiorum;


B

a criação das "aulas régias", no âmbito das reformas pombalinas, após a expulsão dos jesuítas, em 1759;


C

a criação dos técnicos em educação, no âmbito do movimento dos "pioneiros da educação nova", a partir da década de 20;


D

a organização da burocracia estatal e a implantação do Ministério da Educação, através da promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 20/12/61;


E

o Parecer 252, de 1969, que reformulou os cursos de Pedagogia, após o golpe militar de 1964.

Uma supervisora, ao participar de uma reunião do conselho de classe de uma das escolas de seu setor, deparou-se com uma visão de disciplina como pré-requisito para o trabalho pedagógico escolar e entendida como comportamento ordeiro, indispensável para assimilar ensinamentos do professor em sala de aula. Concordando com Júlio G. Aquino, contrapôs, o entendimento da disciplina na escola como


A

objetivo educacional e elemento da cidadania, intrínseco ao trabalho pedagógico escolar cuja realização depende muito do estatuto da relação professor-aluno ao abordar o conhecimento sistematizado.


B

uma resultante de ações paralelas às ações pedagógicas, disciplinadoras das vontades e dos corpos dos educandos no ambiente escolar, em investimentos sistemáticos e eficazes.


C

uma qualidade psicológica que revela o Complexo de Édipo bem resolvido, com introjeção da autoridade, num desenvolvimento saudável do relacionamento com as figuras do pai e da mãe.


D

um comportamento de personalidades fracas e submissas, incompatível com a cidadania, devendo a educação escolar incentivar a indisciplina como resistência.


E

sonho impossível, dadas as condições das famílias contemporâneas, desestruturadas e incapazes de impor limites a seus filhos e passar-lhes valores tais como o respeito às autoridades.

Referindo-se às concepções de supervisão educacional, presentes na história recente da educação brasileira, Rangel (1999) afirma:

"Quando se sonha, traduz-se o que se quer, o que se gostaria, o que se idealiza, mas também o que toca a sensibilidade, o que tenciona, o que se esconde..., enfim o que se concebe... [...] E nesse sonho dos anos 80 espera-se extirpar, extinguir, da formação à ação, a existência do supervisor".

(Rangel, 1999) A autora refere-se, neste texto, a um forte movimento de negação de supervisão educacional que se dá no Brasil ao longo dos anos 80. Com relação a este movimento é correto afirmar que a negação do papel do supervisor educacional ocorre porque:

I - a introdução da supervisão educacional traz para o interior da escola a divisão social do trabalho, ou seja, a divisão entre aqueles que pensam, decidem e mandam e aqueles que executam.

II - a função da supervisão naquele contexto era predominantemente tecnicista e controladora e, de certa forma, correspondia à militarização escolar.

III - os supervisores não tinham formação adequada à função que exerciam, visto que não era exigido destes o curso de Pedagogia.

IV - a supervisão educacional tendia a desvalorizar o trabalho do professor por estar comprometido com a estrutura do poder burocratizado.

V - a supervisão educacional era uma função não prevista na legislação do ensino na época e, portanto, configurava-se como uma função sem o respaldo do sistema.

São FALSAS as afirmativas:


A

III e IV;


B

III e V;


C

II e IV;


D

I e IV;


E

somente a V.

O Conselho de Classe é um dos campos privilegiados de atuação da supervisão educacional. Pode-se afirmar que é um espaço de grande relevância, visto que se tem aí o encontro de vários segmentos reunidos em torno da temática da avaliação. Contudo, muitas vezes, este espaço tem sido utilizado para outros fins. Numa escola que busque um trabalho crítico e transformador, podemos afirmar que o Conselho de Classe deve ser:


A

um momento para se pensar, coletivamente (professores, alunos, pais, supervisores, orientadores, funcionários, diretores) a prática educativa como um todo e como processo;


B

um momento de repasse das normas e avisos oriundos do sistema escolar;


C

o momento em que todos os professores, já com seus conceitos fechados, os ditam para que o supervisor os registre em ata;


D

o momento em que os professores relacionam os alunos que apresentam problemas de disciplina ou outros, para que os pais possam ser convidados posteriormente para uma conversa com a supervisão;


E

um momento de encontro de todos os professores da escola com a supervisão, a orientação e a direção da escola para resolver problemas do grupo.

Uma Diretora de Escola comunica ao Supervisor de Ensino de sua unidade escolar a denúncia de venda de bebida alcoólica, em festa realizada na escola e prevista no calendário escolar e o concomitante desaparecimento do aparelho de som, pertencente à escola. O Supervisor de Ensino daria as seguintes orientações para o encaminhamento do caso:


A

fazer o Boletim de Ocorrência do Furto e realizar uma diligência; se apurada responsabilidade de servidor, abrir uma sindicância.


B

fazer o Boletim de Ocorrência do Furto e encaminhar o caso para a Diretoria Regional de Ensino.


C

fazer um Relatório detalhado e encaminhar à Comissão Processante Permanente da Secretaria de Estado da Educação.


D

designar por Portaria uma Comissão de Sindicância de funcionários da Escola; com o apurado, sugerir ao Dirigente Regional de Ensino a penalidade a ser aplicada, ou o arquivamento do processo.


E

fazer o Boletim de Ocorrência do Furto e ouvir informalmente os responsáveis pela festa, e eventualmente aplicar a pena baseado no princípio da verdade sabida.

Fernando Azevedo, em seu livro A Cultura Brasileira (1971), diz que não podemos separar a Educação, da história da cultura de nosso país. Segundo esta abordagem, o papel do Orientador Educacional, será, em primeiro lugar:


A

organizar festas comunitárias incentivando a integração de alunos, professores e famílias;


B

resgatar a cultura através das possibilidades que o espaço de orientação oferece;


C

estudar os fatores culturais que influem no crescimento e desenvolvimento do educando;


D

analisar as dificuldades de aprendizagem escolar à luz do sistema educacional;


E

intervir nas condições materiais do ensino e no modo de atuar do professor, em benefício do educando.

   
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