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Para as doenças crônicas, e no caso da Insuficiência Renal Crônica, é INCORRETO afirmar que o seu diagnóstico e tratamento ocasionem
mudanças diversas que impõem um novo estilo de vida.
reações de dependência/regressão e transtorno depressivo maior.
vivência intensificada do sentimento de perda de autonomia.
incidência frequente de crises de ansiedade e ataques de pânico.
prejuízo na execução das atividades rotineiras e cotidianas.
Para Zozaya (1985), as enfermidades crônicas produzem uma série de conflitos emocionais. Entre os mais frequentes, se encontram:
regressão, negação e intelectualização
depressão, raiva e racionalização
afirmação, dúvida e intelectualização
resignação, aceitação e racionalização
regressão, afirmação e dúvida
Dentre as alternativas abaixo, a alternativa que melhor descreve as consequências das doenças crônicas na qualidade de vida do indivíduo é:
as doenças crônicas afetam a qualidade de vida do indivíduo, principalmente, por exigirem o uso contínuo de várias medicações, concomitantemente, que possuem efeitos colaterais desagradáveis para o paciente.
a qualidade de vida do indivíduo com doença crônica depende de seu nível de adaptação à doença, ao tratamento e a seus efeitos, pois é necessário aprender a conviver com as limitações na vida cotidiana.
os sintomas físicos das doenças crônicas têm relação direta com prejuízos na qualidade de vida por causarem baixa autoestima, dificuldade no relacionamento familiar, distanciamento de atividades sociais e perda da liberdade.
o controle da depressão e da ansiedade, que estão sempre presentes no dia a dia de pacientes com doenças crônicas, é o principal elemento para a manutenção de uma boa qualidade de vida nesses indivíduos.
as doenças crônicas não afetam a qualidade de vida do indivíduo, principalmente, quando não exigem um cuidado constante.
Analise a seguinte situação clínica.
Paciente diabético de 79 anos de idade foi internado em urgência devido a infarto. Abordando uma ferida grave e persistente na perna esquerda do paciente, a equipe constata necessidade de amputação. Um médico tenta informar e explicar ao paciente sobre a cirurgia, mas ele tem uma crise de angústia e afirma que prefere morrer do que aceitar a cirurgia. A equipe médica informa aos familiares presentes no hospital (esposa e uma filha) e esclarece sobre o termo de responsabilidade a ser assinado. O risco aumenta a cada hora de demora. Esposa e filha ficam inseguras, não conseguem discordar do paciente e falar de forma aberta sobre a amputação. O paciente passa a desconversar sobre a cirurgia. O serviço de psicologia é acionado de forma urgente.
Considerando as premissas de Simonetti e Viganó para definir a conduta mais apropriada nesse contexto e assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O paciente deverá ser ouvido, os familiares e também a equipe assistente. A construção considera a situação dos sujeitos e também está ligada às várias profissões envolvidas no caso.
( ) O atendimento psíquico pode ajudar o paciente a lidar com o momento de apreensão e insegurança vivido, favorecendo a decisão sobre a cirurgia. Um atendimento da psicologia com paciente e o médico juntos pode ser importante para diminuir dúvidas.
( ) O psicólogo deve discutir a situação com equipe para que a decisão sobre a amputação e seus detalhes seja algo construído conjuntamente por paciente, familiares e equipe.
( ) Uma boa reabilitação envolve tratamento também no nível da comunicação e dos seus sintomas. O êxito feliz de um ato é aquele pelo qual o sujeito no ato consegue ou aprende a falar, que o paciente consiga expressar sua decisão como sua escolha.
Assinale a sequência correta.
V F F F
F F F V
V V V V
F V V F
O tratamento da hipertensão arterial pode ser favorecido por uma visão biopsicossocial do indivíduo na qual a qualidade de vida deve ser considerada e analisada. A alternativa que melhor descreve atitudes do profissional coerentes com a valorização da qualidade de vida do indivíduo com hipertensão como ponto de partida para a intervenção psicológica é:
Identificar mudanças ocorridas na vida do paciente em decorrência do diagnóstico; incentivar a inclusão de atividades de lazer no seu dia-a-dia; estimular que o paciente extravase suas emoções, tais como raiva reprimida, no seu dia-a-dia; estimular que o paciente relate seus conflitos internos durante os atendimentos de modo a proporcionar alívio e redução da pressão arterial; convocar familiares para que intervenções no ambiente sejam implementadas.
Questionar o paciente sobre a qualidade do seu relacionamento familiar e social; intervir imediatamente na relação do paciente com o médico que o assiste visando melhorar a adesão ao tratamento; convocar familiares para que intervenções no ambiente sejam implementadas; listar as mudanças que serão necessárias para melhorar a qualidade de vida e, assim, ter melhor controle sobre a pressão arterial.
Analisar aspectos da vida do indivíduo anteriores ao diagnóstico; investigar o impacto do diagnóstico para o paciente; identificar as mudanças impostas na vida do paciente devido a tratar-se de uma doença crônica; identificar as cognições dos pacientes, tais como crenças sobre doença e sobre o tratamento; atentar para a qualidade da relação médico envolvido no tratamento e o paciente.
Identificar conflitos nos relacionamentos interpessoais que podem estar interferindo nos aumentos pressóricos; convocar familiares para conscientização do problema do paciente e orientar quanto às mudanças necessárias no dia-a-dia da família; apresentar ao paciente as mudanças que serão necessárias para melhorar a qualidade de vida e, assim, ter melhor controle sobre a pressão arterial.
Com relação à adesão ao tratamento dos pacientes com HIV/AIDS, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Tanto para pacientes com HIV/AIDS, quanto para profissionais, a adesão ao tratamento é uma temática complexa devido aos múltiplos fatores envolvidos relacionados: ao paciente e seu entorno, à doença e ao tratamento, assim como a qualidade do serviço de saúde.
( ) Em se tratando de uma doença crônica sujeita a recidivas e recaídas, não há uma indicação de terapias de grupo no âmbito da saúde pública, pois além de não auxiliarem na adesão ao tratamento, essas estratégias terapêuticas fomentam exclusão, estigmatização e preconceito.
( ) A adesão ao tratamento no Brasil pode ser comparável com a dos países mais desenvolvidos, principalmente pela distribuição gratuita e universal dos medicamentos, assim como pela qualidade da assistência. Contudo, podemos identificar alguns desafios relacionados à não adesão ao tratamento no Brasil: o baixo nível educacional e falta de renda pessoal.
( ) Com a introdução da terapia antirretroviral altamente potente, começamos a observar uma atitude de maior aceitação da doença, o que, consequentemente, auxiliava na adesão terapêutica e a uma melhora na qualidade de vida dos pacientes. Essa melhora na qualidade de vida parece estar relacionada também ao fato de o governo brasileiro defender o direito ao tratamento dos pacientes com HIV/AIDS, possibilitando um reconhecimento do seu valor para a sociedade.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
V V V F F
V F V V V
V F F V F
F V F F F
F F V F V
A Aids foi descrita inicialmente em 1981, nos EUA, como uma doença transmissível que ataca o sistema imunológico do indivíduo. Histórias se espalharam rapidamente sobre as diferentes maneiras de como ela era transmitida. São formas de contágio do vírus:
compartilhamento de fluídos corporais infectados (sangue, sêmem, secreções vaginais e uterinas, sangue materno).
abraços, apertos de mão, compartilhamento de toaletes e objetos (copos, pratos, telefones).
exposição a partículas aéreas, alimentos e picadas de insetos contaminados.
compartilhamento de ambiente de trabalho, doméstico ou áreas sociais.
Fernanda Aprile Bilotta (2014) chama a atenção para o fato de que as mudanças e as novas exigências geradoras de crise no adolescente fisicamente saudável tendem a se acentuar nos jovens que são diagnosticados com algum tipo de câncer. Mediante as visíveis transformações e do frequente amadurecimento da personalidade do adolescente no transcurso de seu adoecimento ou remissão dos sintomas, é possível relacionar tais aspectos e atitudes à manifestação do arquétipo do herói. A respeito do adolescente com câncer e da ativação do arquétipo do herói, considere as seguintes afirmativas:
1. O adolescente hospitalizado por uma doença crônica perde a autonomia e é destituído de ser sujeito de suas ações, podendo apresentar dificuldades, reagir aos pais, buscar a independência de modo ambivalente e frequentemente não ser aderente ao tratamento, precisando se desidentificar.
2. Principalmente, na adolescência, o eu começa a se diferenciar do inconsciente familiar e coletivo. Nesse sentido, o adolescente portador de câncer passa pelo mesmo processo e também se encontra diante da demanda psicológica da coalescência psíquica em relação à família.
3. O símbolo do herói representa o movimento da energia psíquica, e quando o adolescente se encontra imerso no tratamento e na procura de saber de si, ocorre uma concentração da expressão psicodinâmica da alma e dos processos vitais que nela reinam. Com essa ativação arquetípica, sua energia psíquica vai em direção à autonomia.
4. A doença pode ser entendida como uma manifestação simbólica do inconsciente. Portanto, o câncer também pode conduzir o paciente para um caminho de reflexão e valorização da vida, e, nesse contexto, tanto a individuação como o arquétipo do herói são coparticipantes nessa jornada de vida-morte.
Assinale a alternativa correta.
Somente a afirmativa 1 é verdadeira.
Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras.
As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras.
Em relação aos aspectos no acompanhamento psicológico à pessoa com doença crônica, é correto afirmar que:
o Psicólogo não precisa compreender o indivíduo de forma integral para compreender seu comportamento frente à doença crônica
os significados do adoecimento para o indivíduo, independe da natureza de sua doença
muitos fatores contribuem para que o paciente sinta descontentamento, desgosto, sensação de abandono, medo do desconhecido, etc.
não há a necessidade de adaptação da vida do indivíduo à rotina do tratamento
o uso de sondas, cateteres, drenos, não gera sentimentos de dúvida, medo ou sensações estranhas na corporeidade do indivíduo
Acerca das questões relacionadas ao paciente com diabetes, segundo as afirmações de Rocha (Moura, Batista e Carvalho, 2011), marque (V) para afirmativas Verdadeiras e (F) para as Falsas.
I. ( ) Há maneiras universais de vivenciar uma doença. O diabetes necessariamente portará significações da população em geral, pois o ser falante atribui significados às suas experiências.
II. ( ) Na clínica, presenciamos o fato, amplamente reconhecido na literatura médica, de que o diabetes pode ser desencadeado em uma pessoa em determinadas condições orgânicas, a partir de eventos considerados estressores, podendo esses eventos interferir na normalização glicêmica.
III. ( ) O desencadeamento do diabetes em associação a eventos biográficos significativos não constitui o maior contingente da clínica. Geralmente, o diabetes é desencadeado a partir da predisposição genética associada a hábitos culturais.
IV. ( ) As insistentes hiperglicemias de alguns pacientes são produto do processo da negação da doença. Para muitos pacientes, é insuportável e tranquilo conviver com os ganhos da doença.
Assinale a alternativa CORRETA sobre as afirmativas anteriores:
I. (F), II. (V), III. (V), IV. (F).
I. (F), II. (F), III. (V), IV. (V).
I. (V), II. (V), III. (V), IV. (V).
I. (F), II. (V), III. (F), IV. (V).
I. (V), II. (V), III. (F), IV. (F).
Assinale a alternativa incorreta:
O paciente oncológico usuário do INCA tem garantido o seu acompanhamento ao longo de todas as etapas do adoecimento e também na reabilitação, em regimes de internação, ambulatorial e em domicílio.
O paciente oncológico usuário do INCA, ao ser matriculado na instituição, ganha um prontuário médico com todas as informações relevantes sobre si, fornecidas por ele mesmo, por seus familiares e por toda a equipe de tratamento, com os devidos registros de atendimentos.
O paciente oncológico usuário do INCA é acompanhado por equipe multidisciplinar que tem ampla atuação junto ao paciente e aos seus familiares e/ou cuidadores, de maneira individual, ou em grupo, nos ambulatórios, em enfermarias e também nos domicílios, quando o usuário não pode comparecer ao hospital. Os psicólogos atuam também diretamente com a equipe, por meio de interconsultas, consultas conjuntas e grupos de reflexão
O paciente oncológico usuário do INCA sempre pode escolher o médico que o atenderá.
A pessoa com câncer necessita mobilizar recursos psicossociais num esforço adaptativo para lidar com o estresse decorrente da doença. O nome que se dá à esse processo é:
mobilização
capacitação
enfrentamento
luto
depressão
A atenção às pessoas portadoras de doenças crônicas vem sofrendo modificações ao longo das décadas, conforme mudanças nas concepções de saúde e organização dos serviços. Pode-se considerar que o psicólogo deve:
Investir em pesquisas que considere aspectos psíquicos de cada patologia e evitar a compreensão de considerações globais das características psicológicas do adoecimento crônico.
Considerar o portador de doença crônica como um ser doente e que também se sente necessariamente doente.
Oferecer cuidados para compensar a condição de adoecimento e mostrar que, nas instituições de saúde, poderá ter mais cuidados do que em outros espaços.
Entender que o ser é único, singular e seu modo de existir e adoecer tem suas características próprias e individuais.
Adaptar o sujeito à realidade de observações e de monitoramento, condição para o controle da doença.
O psico-oncologista, além de atender o paciente e sua família, direciona sua atenção para a equipe de saúde. O contato direto com o sofrimento dos pacientes e o envolvimento em situações geradoras de estresse exigem dos cuidadores resiliência, capacidade para auto gerenciar as emoções e habilidades para se distanciar do paciente, sem, contudo, afastar-se afetivamente. Neste contexto, resiliência representa:
I. Estudo do indivíduo enquanto um ser que adoece, em situação permeada de sofrimento físico e psicológico;
II. Compreensão das relações entre os profissionais, entre os profissionais e os pacientes, e entre os profissionais e a família;
III. Capacidade de responder de forma positiva às situações adversas que enfrenta, mesmo quando estas comportam risco potencial para seu equilíbrio biopsíquico.
Marque a alternativa CORRETA após a análise das afirmativas acima.
Alternativas I, II e III estão corretas;
Apenas alternativa I está correta;
Alternativas I e II estão corretas;
Apenas alternativa III está correta;
Alternativas II e III estão corretas.
Considerando crianças em situação de cuidado oncológico em ambiente hospitalar, qual é a importância do brincar segundo COSTA e COHEN (2012). Assinale a alternativa incorreta:
Indica que está tudo bem.
É a possibilidade da criança expressar suas emoções.
Pode facilitar a elaboração de seu diagnóstico e tratamento
É entendido na perspectiva freudiana como algo sério e que, na criação de seu mundo peculiar, a criança utiliza seus brinquedos e jogos explicitando seus desejos e prazeres.
Uma paciente, diagnosticada com uma patologia renal aguda, em sua conversa com a psicóloga encarregada do seu acompanhamento, faz a seguinte afirmação:
“Minha mãe não suporta a ideia de eu ter ficado doente. Eu sou a causa de seu sofrimento e dor de toda a família. Minhas filhas também choram todos os dias.”
Essa afirmação feita pela paciente representa o tipo de distorção cognitiva denominada
Personalização
Rotulação
Generalização
Leitura mental
Pensamento dicotômico
“O estudo da categoria sentido subjetivo na experiência do câncer, ou de outros processos na vida das pessoas, representa a possibilidade de avançarmos em relação à patologização, universalização e categorização da experiência da pessoa, reconhecendo a organização subjetiva desses mesmos processos” (GONZÁLEZ REY, 2015, p. 129). Assim, deve-se reconhecer a categoria sentido subjetivo como:
O entendimento do papel passivo da pessoa nas suas práticas.
A não suscetibilidade da pessoa por forças que a determinam.
Uma ferramenta teórica que vai significar em termos singulares qualquer processo configurado na cultura.
A categorização da experiência da pessoa em relação à doença.
A Doença Renal Crônica (DRC) é uma patologia complexa, sendo de fundamental importância o acompanhamento por uma equipe multiprofissional. Em relação ao atendimento psicológico na área de Nefrologia, o psicólogo deve:
Intervir visando fornecer orientações que permitam ao paciente reconhecer os comportamentos que são mais adequados para a prevenção da doença renal e ajudar na adesão ao tratamento.
Abordar os aspectos emocionais apresentados pelo paciente somente quando confirmado o diagnóstico de doença renal.
Fazer a intervenção psicológica primeiramente com a família e, apenas, depois da constatação da doença, atender o paciente com doença renal.
Realizar grupos psicoeducativos para orientação do paciente acerca da prevenção da DRC, pois este tipo de intervenção não pode ser desenvolvida por uma equipe multiprofissional.
Facilitar a adesão ao tratamento, identificando as estratégias de enfrentamento que o indivíduo possui, entretanto, estas não servem para que o paciente possa vir a ter uma qualidade de vida satisfatória.
No acompanhamento psicológico de pacientes que possuem doenças crônicas, um aspecto importante a ser considerado é o da adesão ao tratamento, que pode sofrer influência de diversos aspectos, sendo um deles a relação médico paciente. Assinale a alternativa cuja estratégia de abordagem deste paciente pela equipe de saúde não contribui para a adesão ao tratamento neste contexto.
Ser seletivo, dar pequena quantidade de informação a cada consulta, para que o paciente possa assimilá-las gradualmente.
Trabalhar com a ideia de cura e doença que o paciente possui e com isso desconstruir fantasias que possam atrapalhar a adesão.
Empregar ajuda para a memória, como por exemplo, associar o horário da medicação com o horário das refeições.
Dar todas as explicações a respeito da doença, empregando linguagem técnica, com jargões médicos, para que o paciente se sinta seguro da conduta da equipe.
Em relação à adesão ao tratamento por indivíduos com doença crônica, é INCORRETO afirmar que:
Dentre os fatores ambientais que podem constituir-se em dificuldades para a adesão do paciente ao tratamento de uma doença crônica, citam-se: o autocuidado, poucos recursos financeiros, ausência de vínculos afetivos e estágio clinico avançado.
A qualidade das interações familiares é apontada como uma das variáveis que afetam a adesão ao tratamento e se caracterizam pelo baixo nível de coesão e organização do apoio familiar.
A reação dos pais ao diagnóstico de uma doença crônica no filho é um importante preditor da adaptação da criança a doença e a forma como ela reage ao diagnóstico poderá ser um preditor do comportamento futuro para gerenciar as dificuldades da doença.
A forma como o paciente enfrenta as dificuldades relacionadas a uma doença crônica pode interferir nos comportamentos de autocuidado, podendo levar o indivíduo a esconder sua condição das pessoas com quem convive.
A gestão do tratamento deve garantir a manutenção dos vínculos com ambiente, a individuação da história do paciente, a ressignificação dos laços familiares e construção de novas redes sociais.