

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em conformidade com a publicação Psicologia e diversidade sexual: desafios para uma sociedade de direitos (CFP, 2011) no texto de Peres (2011) em “Tecnologias e programação de sexo e gênero: apontamentos para uma Psicologia política Queer”, analise o trecho abaixo:
Marcados por esses dispositivos de controle e regulação, a partir do séc. XIX, a sexualidade foi investigada em cada existência, explorando cada detalhe: por meio da análise das condutas, dos materiais oníricos, as pequenas desrazões, desde a infância, tornando-se a chave da individualidade, mediante a qual poderia ser analisada e entendida sua constituição (1ª parte). Como consequência dessa lógica, Michel Foucault e Richard Sennett (1988) afirmam que não é possível pensar a subjetividade fora dos domínios da sexualidade (2ª parte). Torna-se tema das operações políticas e econômicas (incitação/controle da procriação) e de campanhas ideológicas de moralização e responsabilização dos desvios cometidos pela população (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
Apenas a 1ª parte.
Apenas a 2ª parte.
Apenas a 1ª e 3ª partes.
Todas as partes.
“Assim como se faz necessário definir as diferentes práticas de racismos, igualmente, não se pode deixar de distinguir a pessoa ou grupo que pratica racismo. Essa é uma das razões da nomeação da branquitude de forma distinta como branquitude crítica e branquitude acrítica. Pois nessa perspectiva esses conceitos podem contribuir para maior observação, análise e pesquisa do conflito racial.”
-
Disponível em: https://www.geledes.org.br/definições-sobrebranquitude/. Acesso em: 19 jan. 2022.
-
Esse texto refere-se a quê?
A branquitude é a forma de o movimento negro estabelecer efetivamente a fronteira entres as raças.
Tanto a branquitude crítica quanto a branquitude acrítica, uma menos agressiva e a outra mais, são formas efetivas de racismo.
A branquitude crítica pode ser considerada como participante da luta contra o racismo.
As análises dos conflitos raciais são inseparáveis da observação participativa.
A branquitude crítica ou acrítica não deve ser considerada na análise e na pesquisa do conflito racial.
Os estereótipos, uma vez que muitos deles continuam a vigorar no imaginário social, participam, portanto, da formação de representações e identidades de gênero que têm repercussões diretas e indiretas no cotidiano de mulheres e homens, trazendo soluções para antigos problemas e também gerando novos conflitos. Levando em consideração o assunto acima, assinale a afirmativa incorreta.
As oposições e/ou as correlações negativas entre masculino e feminino são aprendidas através dos estereótipos de gênero vigentes em uma dada cultura. É possível observar que as crianças gradativamente aprendem a opor atributos masculinos e femininos à medida que incorporam os valores e crenças transmitidos em casa, na escola, na TV, nos livros infantis e na internet Estudos transculturais demonstram como padrões praticados pelos adultos são internalizados pelas crianças e como alguns deles são compartilhados por indivíduos de diferentes países ocidentais.
Não há necessidade de correr mundo para constatar a multiplicidade dos modelos masculinos. Nossa sociedade é um bom observatório para essa diversidade. A masculinidade difere segundo a época, mas também segundo a classe social, a raça e a idade do homem.
Apesar da primazia dos valores capitalistas e da proximidade geográfica com os Estados Unidos, no México é tradicionalmente inconcebível que um homem se dedique mais à sua carreira profissional do que ao convivia familiar. Ou melhor, pelos padrões mexicanos tradicionais, "um bom pai" não pode usar o excesso de trabalho como desculpa para não dar atenção aos filhos, por exemplo.
Entre os estereótipos de gênero que se aplicam à esfera afetiva é comum a imagem de que "as mulheres se apaixonam com muita facilidade e os homens cruelmente as abandonam". Em estudo com 231 casais de namorados, universitários, provenientes de famílias de classe média, residentes na região de Boston (EUA), os autores acharam evidências de que as mulheres tendem a se apaixonar mais rapidamente que os homens e revelaram que as moças tendem a encerrar os relacionamentos mais prontamente do que eles. Segundo nos informam, as moças estavam mais presas à Ideologia de amor romântico, acreditando mais do que os rapazes no amor à primeira vista.
No Ocidente, durante muito tempo homens e mulheres viveram aprisionados por representações e papéis construídos para moldar machos e fêmeas de modo a adequá-los à vida social. Com o advento do feminismo e do movimento gay, entre tantos outros fenômenos que tiveram profundas implicações sociais, assistimos a uma série de transformações nos papéis masculinos e femininos tradicionais, sem, contudo, espelhar transformações nas representações sociais propriamente ditas.
De acordo com Strey (2013): “Dentro da psicologia social científica, os temas gênero tinham pouca expressão e, no máximo, apareciam como sexo, indicando as diferenças encontradas entre homens e mulheres em experimentos de laboratório ou de campo.” (STREY, 2013, p. 181). A partir da obra da autora, assinale a alternativa incorreta.
O sexo biológico de uma pessoa vem determinado, em geral, pela dotação cromossômica, pelas estruturas gonadais e pela dotação hormonal
O sexo biológico com o qual se nasce determina, o desenvolvimento posterior em relação a comportamentos, interesses e estilos de vida, por exemplo
Enquanto as diferenças sexuais são físicas, as diferenças de gênero são socialmente construídas
Gênero está relacionado às diferenças sexuais, mas não necessariamente às diferenças fisiológicas
Todas as mulheres são passivas e dependentes; todos os homens são agressivos e independentes. Essa afirmação, no âmbito da perspectiva do desenvolvimento de gênero, é denominada de
tipificação de gênero.
interpretação bem-sucedida de gênero.
estereótipos de gênero.
pensamento limitante de gênero.
papel de gênero.
Antes das lutas específicas por saúde, nos anos 1970, a palavra de ordem do movimento era “nosso corpo nos pertence”, visando à reapropriação do próprio corpo, isto é, ao reconhecimento de que o corpo de cada pessoa é o lugar primeiro da existência humana, lugar a partir do qual se ganha sentido na relação como o outro. O texto citado refere-se:
ao lema dos movimentos de saúde dos anos de 1970.
à discussão dos movimentos de moradia nas grandes metrópoles brasileiras.
ao fato de que, antes da saúde, vêm as questões existenciais referentes ao próprio corpo.
aos movimentos de saúde que têm início com a defesa do próprio corpo.
aos movimentos feministas que lutavam pelos direitos reprodutivos.
Sobre diversidade de gênero, o termo “transgênero’ define que:
a diversidade de gênero é igual à orientação sexual.
o indivíduo tem uma identidade diferente do seu sexo biológico.
a indivíduo é bissexual e apresenta os dois gêneros.
a homoparentalidade só é possível quando um dos parceiros é pai biológico da criança.
O conceito de articulação tem sido fortalecido nos estudos que pretendem combater as diversas formas de desigualdade social, como as de gênero, raça /
as questões relacionadas às desigualdades sociais só podem ser analisadas a partir da visão sistêmica das condições sociais que as originaram.
gênero, raça e classe devem ser analisados como recursos que oferecem oportunidades de ação, e não simplesmente tomados como formas limitantes dos marcadores de identidade.
fatores biológicos, históricos e sociais devem ser articulados para uma abordagem compreensiva das formas de opressão patriarcais e supremacistas brancas.
violência de gênero, de raça e de cor devem ser entendidas à luz das formas de opressão específicas de cada tipo e suas respectivas origens.
há eixos de poder estabelecidos pelo patriarcado, pelo racismo e pela luta de classes, cujo cruzamento define as múltiplas opressões a que uma pessoa estará submetida, seja qual for seu gênero, raça ou classe.
Carvalho e Menezes (2021) apontam que a LGBTIfobia está inserida numa categoria ampla de violência que é expressa por meio de valores, crenças e práticas, de tal modo repetidos e reproduzidos que se tornam naturalizados.
Esse tipo de violência é denominada pelos autores como:
moral.
cultural.
psicológica.
autodirigida.
Em ‘Per-vertido Homem Negro: reflexões sobre masculinidades negras a partir de categorias de sujeição’ Tulio Augusto Custódio afirma que “falar de masculinidades negras é também falar sobre uma teoria” (CUSTÓDIO, 2019, p.135). O autor está se referindo a uma teoria
do desenvolvimento.
dos afetos.
econômica.
dos sujeitos.
da personalidade.
No livro Mulheres, raça e classe (DAVIS, 2016), a autora aborda a interseccionalidade da relação entre gênero, raça e classe em diversos tópicos, inclusive no movimento sufragista feminino. Sobre racismo nesse movimento, considere as afirmativas.
I) A autora demonstra que líderes do movimento sufragista, tais como Elizabeth Cady Stanton, militaram pela garantia de direitos políticos e sociais iguais para mulheres brancas, mulheres negras e homens negros.
II) No livro, a autora aponta que, embora tenham existido algumas reações racistas no começo do movimento sufragitsa feminino, o movimento sufragista assumiu um discurso cada vez menos racista, dedicando-se a garantia de direitos iguais entre mulheres brancas e negras.
III) Angela Davis afirma que uma das razões para o racismo dentro do movimento sufragista feminino era a preocupação das mulheres brancas de que com o direito ao voto a todos (mulheres brancas, mulheres negras e homens negros) elas se tornariam inferiores aos homens negros.
Está(ão) correta(s),
III, apenas.
II, apenas.
I, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
Sobre a Psicologia Cultural a mesma nos trás o conceito de Fatores Macroculturais (FCM) que tem como função superar limitações individuais, articulando coletivamente os seres humanos para garantir a reprodução social da existência individual. Assim sendo três são os FCMs básicos:
Instituições políticas exclusivamente, conceitos culturais e infraestrutura abstrata e artefatos.
Instituições sociais e políticas, conceitos culturais e infraestrutura física e artefatos.
Instituições familiares, conceitos culturais e infraestrutura abstrata e artefatos.
Instituições sociais exclusivamente, conceitos culturais e infraestrutura física e artefatos.
No capítulo 12 “Racismo, controle de natalidade e direitos reprodutivos” do livro Mulheres, raça e classe, a autora Angela Davis (2016) afirma: “Em Nova York, por exemplo, durante os muitos anos que precederam a descriminalização do aborto no estado, cerca de 80% das mortes causadas por abortos ilegais envolviam mulheres negras e portoriquenhas [...] Quando números tão grandes de mulheres negras e latinas recorrem a abortos, as histórias que relatam não são tanto sobre o desejo de ficar livres da gravidez, mas sobre as condições sociais miseráveis que as levam a desistir de trazer novas vidas ao mundo. As mulheres negras têm autoinduzido abortos desde a escravidão.”.
Sobre o controle de natalidade abordado na obra, preencha (V) para Verdadeiro e (F) para Falso.
( ) A autora defende que métodos contraceptivos seguros, bem como abortos, quando necessários, são um pré-requisito fundamental para a emancipação das mulheres. ( ) Ao afirmar que mulheres negras e latinas recorrem mais a abortos em comparação a mulheres brancas, a autora demonstra o poder de autonomia e liberdade de escolha sobre a decisão de ser ou não se mãe das mulheres de minorias étnicas.
( ) Na obra, Angela Davis demonstra conflitos e contradições no diálogo feminista hegemônico e o feminismo negro, como por exemplo na relação utilitarista na legalização do aborto nos Estados Unidos.
( ) Na década de 1970, a comunidade afroestadunidense se manteve muito próximo e com confiança no movimento pelo controle de natalidade, pois os discursos pró-campanhas de controle de natalidade levavam em conta o componente racial.
( ) A autora enfatiza e valoriza o potencial progressista do controle de natalidade para todas as mulheres, mas reconhece que o movimento feminista hegemônico deixa a desejar no âmbito da contestação do racismo e da exploração de classe.
A sequência correta de preenchimento das lacunas é:
F – V – F – F – F
V – F – F – F – V
V – F – V – F – V
F – V – F – V – F
V – F – V – V – V
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão 05.
Entretanto, para as visões que consideram o racismo um fenômeno institucional e/ou estrutural, mais do que a consciência, o racismo como ideologia molda o inconsciente. Dessa forma, a ação dos indivíduos, ainda que conscientes, "se dá em uma moldura de sociabilidade dotada de constituição historicamente inconsciente". Ou seja, a vida cultural e política no interior da qual os indivíduos se reconhecem enquanto sujeitos autoconscientes e onde formam os seus afetos é constituída por padrões de clivagem racial inserida no imaginário e em práticas sociais cotidianas. Desse modo, a vida "normal", os afetos e as "verdades" são inexoravelmente perpassados pelo racismo, que não depende de uma ação consciente para existir. (grifos do autor)
Fonte: ALMEIDA, Sílvio Luiz de. Racismo estrutural. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2019.
Considerando-se a atuação do psicólogo diante do que o excerto acima apresenta como ideia central, pode-se afirmar que:
É necessário que o psicólogo compreenda os processos estruturais que levam ao fenômeno da discriminação racial a partir dos padrões sócio-historicamente formados e que se tornaram inconscientes no cotidiano de quem segrega.
É importante que o psicólogo seja capaz de compreender o seu lugar de poder diante do racismo, pois, ao abordar o inconsciente, esse profissional consegue fazer com que o sujeito racista entenda os atos que comete.
É essencial que o psicólogo entenda que afetos e verdades são individuais e inexoráveis, e que a vida normal é perpassada pelo racismo consciente que existe em cada pessoa que pratica o segregacionismo no cotidiano.
O psicólogo deve ser capaz de perceber que seu trabalho contra o preconceito e a discriminação cotidianos deve basear-se nas práticas sociais tidas como normais, em que os indivíduos que segregam o fazem conscientemente.
O psicólogo que compreende que o racismo no Brasil é estrutural é capaz de agir no inconsciente coletivo, em busca de reconstruir afetos ideológicos e proporcionar ações institucionais capazes de mitigar o preconceito.
Para Judith Butler em ‘Problemas de Gênero: feminismo e subversão da identidade’ “o gênero só pode denotar uma unidade de experiência de sexo, gênero e desejo, quando se entende que o sexo em algum sentido exige um gênero” (BUTLER, 2003, p.45). Desse modo, para a mesma autora, é correto afirmar que o sexo em algum sentido exige um gênero – sendo o gênero uma designação
natural, não cultural do eu – e um desejo – sendo o desejo homoafetivo, e portanto, diferenciando-se mediante uma relação de oposição ao outro gênero que ele deseja.
psíquica, mas não cultural do eu – e um desejo – sendo o desejo homoafetivo, e portanto, diferenciando-se mediante uma relação de oposição ao outro gênero que ele deseja.
psíquica e/ou cultural do eu – e um desejo – sendo o desejo uma constante diferenciação que se faz mediante uma relação de oposição ao outro gênero que ele deseja.
psíquica e/ou cultural do eu – e um desejo – sendo o desejo heterossexual, e portanto, diferenciando-se mediante uma relação de oposição ao outro gênero que ele deseja.
psíquica natural, não cultural do inconsciente – e um desejo – sendo o desejo heterossexual, e portanto, aproximando-se ao outro mediante uma relação de oposição ao gênero oposto que ele deseja.
Tulio Augusto Custódio em ‘Per-vertido Homem Negro: reflexões sobre masculinidades negras a partir de categorias de sujeição’ define masculinidades como “processos de configurações da prática que não devem ser vistos como equivalentes de homem, pois masculinidades são processos e não grupos de pessoas” (CUSTÓDIO, 2019, p.146). Nesse sentido as masculinidades, para o mesmo autor, são:
Lugares de privilégio que fazem com que os homens brancos recebam dividendos com base em uma dita subordinação geral dos homens negros ao colonialismo.
Lugares de privilégio que impossibilita que a maioria dos homens negros receba os mesmos dividendos patriarcais que os homens brancos recebem com base em uma subordinação geral das mulheres, ao feminino.
Lugares de privilégio que fazem com que a maioria dos homens receba dividendos patriarcais com base em uma dita subordinação geral das mulheres, ao feminino.
Territórios existenciais que fazem com que a maioria dos homens perceba seu lugar no mundo com base na sua cultura.
Territórios existenciais que impossibilitam a maioria dos homens perceber seu lugar no mundo com base em uma hierarquia de valores.
De acordo com a obra de Patrícia Collins (2019), Maria Stewart foi uma das primeiras feministas negras nos Estados Unidos, deixando importantes contribuições para o pensamento feminista negro. Uma dessas principais contribuiições foi
auxiliar as mulheres negras a libertarem-se de papéis específicos, como o de mães, para que pudessem contribuir com ações políticas.
incentivar as afro-americanas a compreender as imagens negativas da condição de mulher negra presentes no seu tempo.
dissuadir as mulheres negras de buscarem a fonte de opressão, incentivando-as a aceitarem as definições de autoconfiança e independência já existentes.
evidenciar em seus discurso a política sexual da época, revelando o pungente abuso sexual que as mulheres negras sofriam.
valorizar a importância das relações das mulheres negras umas com as outras, para criar uma comunidade própria de ativismo e autodeterminação.
Em relação às masculinidades, tendo como referência a obra de Restier e Souza (2019), é correto afirmar que
pensar masculinidades negras por meio dos feminismos negros é fundamental para compreender a dimensão estética da masculinidade.
dentro do patriarcado, as masculinidades estariam estruturadas em hegemônicas patriarcais e subordinadas patriarcais.
a construção da masculinidade dos homens negros e dos homens brancos, é semelhante porque ocorre em um mesmo contexto social.
as concepções de masculinidades estão articuladas a valores como: afeto, persistência e vontade.
a masculinidade deve ser compreendida como o processo de se tornar homem dentro de um grupo social.
De acordo com Restier e Souza (2019, p.153): A dimensão _________ informada ao negro é de um corpo: sua identificação (e a agência dela) só se dará a partir dele, sendo indisponível outros elementos da dimensão_________ do masculino no que poderiam ser, “naturalmente construídos”, projetados em sua experiência. Dessa forma, apesar do Negro ser uma categoria de existência, sua dimensão_________ será performada na tentativa de emular os elementos da masculinidade hegemônica patriarcal que não possui.
A alternativa que completa corretamente as lacunas é, respectivamente,
ética – estética – estética
estética – ética – estética
ética – ética – estética
estética – estética – ética
estética – estética – estética
“Racismo refere-se a uma ideologia social de inferioridade, que é usada para justificar o tratamento diferencial concedido a membros de grupos raciais ou étnicos, por indivíduos e instituições, usualmente acompanhados por atitudes negativas de depreciação com relação a esses grupos” (Barata, 2009, p. 65). Coloque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmações abaixo.
( ) O racismo é um fenômeno estruturado, sancionado socialmente, justificado por ideologia e expresso por meio de interações entre indivíduos e instituições. Baseia-se na dominação e visa a manter privilégios para os grupos dominantes à custa de privação e exclusão dos demais.
( ) Os integrantes dos grupos étnicos ou raciais discriminados sofrem vários tipos de desvantagens, acumulando os efeitos da discriminação econômica, da segregação espacial, da exclusão social, da destituição do poder político e da desvalorização cultural.
( ) Ninguém pode ser tratado de maneira diferente e negativa com base nas diferenças. Por isso, as pesquisas em saúde indicam que, no Brasil, o racismo estrutural não opera no interior das instituições.
( ) Quando se pesquisa a qualidade da assistência pré-natal no Brasil, percebe-se, com bastante clareza, como o racismo institucional se manifesta. Por exemplo, mulheres negras recebem menos anestesia durante o parto do que as parturientes brancas.
A sequência correta, de baixo para cima, é:
F, V, F, V.
V, F, V, F.
V, F, F, F.
V, F, V, V.
F, V, F, F.