O psicólogo perito deve responder, de modo claro e objetivo, aos
quesitos formulados pelo juiz ou advogados das partes,
independentemente de sua opinião pessoal ou de seus valores
morais. Nesse caso, apenas os julgamentos com base no
conhecimento científico são aceitáveis.
É permitido ao psicólogo atuar como perito em caso que envolva
ex-paciente seu, desde que haja transcorrido um período mínimo de
12 meses após o término da terapia.
A comunicação não-verbal, durante uma entrevista pericial, deve
ser desprezada, visto que é elemento de pouca importância na
detecção de simulação ou dissimulação.