

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
I. Segundo Jung, a transferência não é mais que o processo comum de projeção, o paciente tende a projetar inconscientemente no profissional os afetos básicos que nutria (e nutre) pelas figuras significativas de sua vida. II. Trata-se, então, de um fenômeno geral, não apenas exclusivo da relação analítica, para Jung, pode-se observar a transferência sempre que uma relação íntima entre duas pessoas se estabelece.
Sobre o trecho acima:
Apenas a frase I está correta.
Apenas a frase II está correta.
As frases I e II estão corretas.
As frases I e II estão incorretas.
Leia o caso a seguir.
C. está muito chateada com J. porque descobriu que ela foi tomar banho de piscina na casa de M., no domingo. C. havia convidado a amiga para ir ao cinema nesse dia, mas ela respondeu que não poderia ir. Por tudo isso, C. nem sabe se a amizade das duas poderá continuar. |
A forma como os indivíduos vivenciam a amizade sofre alterações ao longo do processo de desenvolvimento cognitivo e emocional. Qual estágio descrito por Selman (1980, apud Papalia e Feldman, 2013) identifica a vivência de C.?
Cooperação bidirecional nos bons momentos.
Relação íntima mutuamente compartilhada.
Interdependência autônoma.
Assistência unidirecional.
Considerando que a mudança psíquica é a proposta maior da psicanálise e das teorias que dela derivaram. Sua conceituação será diferente para cada autor, em consonância com suas concepções teóricas, modelo de aparelho psíquico e critérios de cura. Sinteticamente, podemos abordar o pensamento de Freud, Melanie Klein, Winnicott, Bion e Kohut. Acerca desta informação é CORRETO afirmar:
Para Melanie Klein, em sua obra os “Três Ensaios sobre Sexualidade” (1905), a questão da mudança passa a ser também uma abordagem no desenvolvimento, considerando a maturação psicossexual desde a sexualidade parcial infantil à sexualidade genital adulta.
Para Freud, que fundamenta sua obra na descoberta do inconsciente, mudança psíquica é considerado tornar consciente o inconsciente através da diminuição da repressão e da consequente elaboração deste conteúdo psíquico reprimido.
Winnicott, tomando em consideração as relações de objeto, estabelece a teoria das posições primitivas esquizoparanóide e depressiva como um índice de amadurecimento psíquico. A integração destes aspectos dissociados, a crescente responsabilização por desejo, a fantasia e o indivíduo com seu meio ambiente são fundamentais para a mudança psíquica.
Kohut desenvolve uma teoria complexa de funcionamento do aparelho psíquico, inovando conceitos e técnicas na atitude do analista. Introduziu um modelo de aparelho psíquico em constante evolução e capaz de dirigir-se à função analítica do pensamento, habilitando a pessoa a tolerar o que se denomina de “mudanças catastróficas” e a discernir entre verdade, falsidade e mentira.
Bion desenvolve uma teoria complexa de funcionamento do aparelho psíquico, considerando a maturação psicossexual desde a sexualidade parcial infantil à sexualidade genital adulta.
A suposição de que uma conduta agressiva se fortaleceria já na infância e a família teria influência na aquisição de modelos agressivos, pois nesse contexto as crianças podem aprender modelos cognitivos e comportamentais a partir de reproduções de eventos diários, diz respeito à
Teoria ecológica de Bronfenbrenner
Abordagem psicogenética de Jean Piaget
Teoria da aprendizagem de Ausubel
Análise do comportamento de Skinner
Teoria da aprendiz agem social de Albert Bandura
Sobre a construção do conhecimento, Piaget nomeia o processo de solucionar um desafio novo valendo-se de estruturas mentais já formadas como:
Segundo Erikson, a crise de desenvolvimento psicossocial que caracteriza a adolescência é:
confiança X desconfiança.
autonomia X vergonha e dúvida.
iniciativa X culpa.
identidade X confusão de identidade.
Intimidade X isolamento.
Para Freud, o conflito entre o indivíduo e a sociedade é vivido e decidido em primeiro lugar com o pai, na confrontação com o representante simbólico do pai primordial. É o pai que impõe as restrições do princípio de:
Justiça ao princípio de insolência.
Mortificação ao princípio de onipresença.
Realidade ao princípio de prazer.
Massificação ao princípio de perseguição.
Das categorias de jogos sociais e não sociais de Parten, considere a alternativa que discorre sobre o jogo paralelo:
A criança passa a maior parte do tempo observando as outras brincarem. O observador conversa com elas, fazendo perguntas ou dando sugestões, mas não entra na brincadeira. O observador analisa claramente determinados grupos de crianças e não alguma coisa que seja emocionante.
A criança brinca sozinha com brinquedos diferentes daqueles usados pelas crianças que estão próximas e não faz qualquer esforço para se aproximar delas.
A criança brinca independentemente, mas no meio de outras crianças, com brinquedos iguais àqueles utilizados por elas, mas não necessariamente brinca com elas da mesma maneira. Brincando ao lado, mas não com as outras, a criança que brinca paralelamente não tenta influenciar as brincadeiras das outras.
A criança brinca com outras crianças. Elas falam sobre suas brincadeiras, tomam emprestado e emprestam brinquedos, seguem umas às outras e tentam controlar quem pode brincar no grupo. Todas elas brincam de maneira semelhante, se não identicamente; não há divisão de trabalho e nenhuma organização em torno de uma meta. Cada criança age como deseja e se interessa mais em estar com as outras do que na atividade propriamente dita.
Considere a imagem a seguir:

Tanto Aaron quanto Diana contribuem para o apego que há entre eles pela maneira como agem um em relação ao outro. O modo como o bebê se molda ao corpo da mãe, mostra sua confiança e reforça os sentimentos de Diana pelo filho, que ela demonstra por meio da sensibilidade às necessidades de Aaron. Sobre os padrões de apego, podemos afirmar que a imagem reflete:
Apego seguro.
Apego evitativo.
Apego ambivalente.
Apego natural.